US Open: Vai começar o Show Slam em New York

O Grand Slam mais agitado da temporada está chegando. Daqui a poucos dias uma multidão de pessoas sairá da linha 7 do metrô, direto em Flushing Meadows para assistir os maiores tenistas do planeta em ação. Roger Federer e Serena Williams, campeões em Cincinnatti, são favoritos?

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US Open under the lightsAmbos já venceram o US Open 5 vezes e se acostumaram a jogar em Nova York. Se o Australian Open tem um ambiente relaxado, Roland Garros tem todo aquele glamour, Wimbledon a tradição e a calma, o US Open tem a agitação da Big Apple. Às vezes andar pelo torneio entre uma quadra e outra é como cruzar a Times Square em horário de pico.

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São vários os jogadores que confessaram ter uma dificuldade de adaptação ao torneio. Os hotéis oficiais ficam em Mid Town Manhattan, longe do Corona Park. São necessários, no mínimo, 30 minutos de trajeto entre um local e outro, sem trânsito algum. Andar ao redor do hotel para ir a um restaurante ou apenas dar uma voltinha também é agitado. Há sempre diversas pessoas atravessando as ruas, olhando para os seus telefones e com copos de café na mão. Jogar em Flushing Meadows, especialmente nas sessões noturnas, não é para qualquer também.

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Federer US Open

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As arquibancadas ficam cheias de pessoas que estão indo a um evento. Como nas competições de baseball, basquete, futebol americano, compram seus sanduíches, nachos, cerveja, comem e conversam enquanto Djokovic dispara uma de suas devoluções, ou enquanto Sharapova desfere seus golpes no Arthur Ashe Stadium.

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Ficam no jogo até o fim, gritam, aplaudem e entram no jogo à moda nova yorquina, sempre barulhenta.

O US Open, diferente dos outros Grand Slams é um evento de entretenimento. Toda primeira segunda-feira do campeonato há uma cerimônia de abertura pirotécnica; todos os dias à noite, alguém é designado para cantar o hino nacional americano, tudo vira um show. Experiências e atividades para os fãs fora das quadras são inúmeras, em muito mais número do que na Inglaterra, França ou Austrália. Bares de champagne e cerveja se espalham pelo complexo e são cada vez maiores os números de restaurantes e lanchonetes por lá.

O tênis muitas vezes fica em segundo plano.

Para esta edição de 2014 do US Open, as principais atenções estarão voltadas para Novak Djokovic e Roger Federer. O número um do mundo e o suíço que teve os melhores resultados no US Open Series. Djokovic, apesar de não ter jogado bem nos Masters 1000 da América do Norte é sempre favorito.

Campeão em 2012, Andy Murray, assim como Tomas Berdych que não fez um bom “verão” são algumas incógnitas.

Jo-WIlfried Tsonga, campeão em Toronto, diz estar mais preparado e mais forte do que nunca. Vencedor do Australian Open, Stanislas Wawrinka é outro ponto de interrogação desta Grand Slam.

Muitos apostam em um bom resultado de Grigor Dimitrov, semifinalista em Wimbledon.

Ferrer e Milos Raonic também são bons nomes para uma boa campanha em Nova York. Ambos jogaram bem as últimas semanas e podem fazer estrago em Flushing Meadows.

Gael Monfils, Nick Kyrgios, John Isner, Marin Cilic, Feliciano Lopez, entre outros, prometem ser bons coadjuvantes do show.

Entre as mulheres Serena Williams, a campeã do US Open Series, chega como principal favorita. Atual campeã do Grand Slam americano é a sua propria adversária. Não jogou bem na Austrália, na França e na Inglaterra. Serena Williams US Open

Simona Halep, Maria Sharapova, Agnieszka Radwanska, Ana Ivanovic, Petra Kvitova, Caroline Wozniacki (venceu 1 set da americana em Montreal e Cincinnati) podem desafiá-la. Eugenie Bouchard, que fez boa campanha em todos os Grand Slams, mas não foi bem em Montreal e em Cincinnatti, pode se sair bem em Nova York, mas no momento é uma incógnita, assim como Azarenka que ainda não parece recuperada da lesão que a tirou por alguns meses de ação neste ano.

Pennetta, Venus, Petkovic, Makarova, Kuznetsova, Cibulkova, Safarova, entre outras, farão o papel de coadjuvante no show das mulheres em Nova York.

fotos de Cynthia Lum

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É sempre bom relembrar – Guga campeão em Cincinnatti

Não tem como assistir o Masters 1000 de Cincinnatti e não lembrar da vitória do Guga há 13 anos. Claro que tem vários torneios que ele ganhou e a gente sempre assiste na TV, mas as circunstâncias daquela vitória de 2001 foram especiais.

kuertentrophyO lugar onde o torneio é disputado já é fora do comum. É um Masters 1000 no Meio-Oeste americano, no meio do nada. Ao ler esta semana a matéria de Ben Rothenberg, no New York Times, sobre o restaurante que todos frequentam, o Applebee’s, em frente ao hotel oficial do evento, o Marriott, ler John Isner falando da sensação de estar em casa, fiquei ainda mais saudosa.

Parece mentira, mas o hotel oficial fica mesmo em uma saída de uma Interstate. A cidade de Cincinnatti a gente só visita no caminho do e para o aeroporto. Tudo acontece nesta saída da Interstate e o caminho para o Lindner Family Tennis Center. São alguns hotéis e algumas cadeias de restaurant. Alternávamos jantares no Applebee’s, no Cabarras e no Lone Star, ambos do outro lado da avenida do hotel. Era uma parada do circuito sem muito glamour, bem diferente do Masters 1000 canadense e dos Masters 1000 europeus. Havia o golfe como distração, um ou outro show de música – chegamos a assistir Counting Crows e Macy Gray – e só. O parque de diversões que dá para ver das quadras, só depois que o torneio terminasse. O resto era tênis o dia todo.

E foi muito tênis que o Guga jogou para ganhar aquele torneio de 2001. Kuerten Cincinnatti 2001

Olho para a chave e até hoje fico surpresa com a quantidade de jogadores tops que ele venceu para erguer o trofeu. Começou ganhando de Andy Roddick, para quem havia perdido na semana anterior no Canadá; depois venceu Tommy Haas, Goran Ivanisevic e Yevgeny Kafelnikov para chegar à semi.

Fazia muito calor e a umidade lá é altíssima. Era o sábado da semifinal e o jogo do Guga contra o Tim Henman estava marcado para a noite. Lembro de estar, à tarde, no complexo. O Guga já havia aquecido, o Rafter já havia vencido o Hewitt e estava na final, eu subia e descia a escadaria da sala de imprensa inúmeras vezes, esperando a hora do jogo chegar. Até que havia bastante imprensa brasileira em Cincinnati. O Guga era número um do mundo, cabeça 1, logo depois viria o US Open, enfim, as atenções estavam voltadas para ele. Tinha muito trabalho e não contávamos com as ferramentas de mídia social para divulgar as informações. Era email e muito telefonema.

A noite estava chegando, o jogo começou e Guga venceu o 1º set por 6/2. De repente veio uma tempestada daquelas fortíssimas. Guarda-sol voou, cadeiras boiaram, carros “nadaram”, enfim, a chuva veio com tudo e o jogo não recomeçava. Ninguém sabia o que seria feito. Afinal, Rafter já estava descansando no hotel há tempos e Guga e Henman ainda não haviam terminado a partida. Depois de muita espera, quase meia-noite, e muitos raios e trovões resolveram deixar o jogo para o dia seguinte. Mas, não mudaram a final para segunda-feira. Guga jogaria a semi e a final no mesmo dia.

Guga Cincinnatti 2001 Kuerten Masters 1000 Guga voltou à quadra no fim da manhã, perdeu o 2º set por 6/1 e só venceu o 3º no tie-break. O Henman era um adversário que ele sempre tinha dificuldade.

Todos já davam a vitória certa para Rafter e esperavam que Guga fosse pedir um bom tempo de descanso. Aí que veio o grande saque de Larri Passos. Pediu que o jogo fosse disputado praticamente em seguida. Lembro de chegar à quadra para assistir a partida com o jogo já em andamento. Mal acabara de escrever o press release sobre a semifinal e o Guga já estava jogando a final.

Quente do jogo com Henman, Guga não deu qualquer chance a Rafter. Venceu o australiano por 6/1 6/3, ouvindo o treinador pedir para fazer “marreta”- ir com tudo para as devoluções. Deu certo e ele conquistou o título em Mason, Ohio.

Depois da loucura que foi o fim de semana, com tanta diferença de horário entre uma semi e outra os torneios, por um bom tempo, mudaram a programação para que isso não acontecesse mais. Mas, parece que já se esqueceram daquele torneio de 2001. Ferrer já está na final e Federer e Raonic só jogam à noite.  Mas, ao que parece, nenhuma tempestade está prevista para este sábado em Ohio.

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Domingo especial para o tênis brasileiro

SOARES E MELO FINAL TORONTOTer brasileiro disputando final de Masters 1000 hoje em dia só acontece com Bruno Soares ou Marcelo Melo e como são apenas 9 torneios desta categoria por ano, são raras as vezes por temporada em que isso acontece. Por isso, este domingo é especial. Os dois disputam a final da Rogers Cup, o Masters 1000 de Toronto, fato inédito para o tênis brasileiro, logo antes de Roger Federer e Jo-Wilfried Tsonga entrarem na quadra central do Rexall Centre.

Cada um com seu parceiro, Bruno Soares com Alexander Peya e Marcelo Melo com Ivan Dodig jogará a segunda final de Masters 1000 da temporada. Soares e Peya foram vice em Indian Wells e Melo e Dodig perderam a decisão de Monte Carlo.

DODIG MELO DUPLAS TORONTOPEYA SOARES DUPLAS TORONTO

Há tempos que são os duplistas que levam o tênis do Brasil para frente. Só eles atualmente conseguem chegar longe nos grandes torneios e ser capa, por exemplo, do site da ATP e das chamadas de transmissão de televisão.

Ambos top 10, o que já é incrível para o país, Melo é o 6º na ATP e Soares é o 3º, tentarão aumentar o número de títulos conquistados. O mais alto dos mineiros tem 13 trofeus e Bruno tem 17.

O Brasil só tem a comemorar e engrandecer ainda mais os duplistas que continuam fazendo história.

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Sucesso do tênis canadense não é à toa

O tênis canadense tem dois top 10, um na ATP, Milos Raonic, outro na WTA, Eugenie Bouchard, realiza simultaneamente um Masters 1000 e um WTA Premier, tem tenistas disputando finais no circuito regularmente e muitos outros vindo atrás. O sucesso do tênis do Canadá, antigamente dependente apenas das duplas com Daniel Nestor e outros bons jogadores da modalidade, no entanto, não é à toa. Eugenie Bouchard Canada

A evolução do tênis no país foi tão bem feita que o Presidente da Tennis Canada, Michael Downey foi contratado para tentar fazer o mesmo no tênis britânico. O cargo de CEO e Presidente da federação é tão importante no Canadá que mais de 80 currículos foram analisados antes que Kelly Murumets fosse escolhida para ocupar a posição. A Federação é profissional.

Foi a Tennis Canada que decidiu, uns anos atrás, implantar três centros de excelência no País, em Toronto, Montreal e Vancouver e eleger a cidade em Quebec como o principal Centro do País.

Lá os melhores jogadores da nação, com 15 anos ou mais, podem treinar com todas as facilidades, pagando uma taxa por ano de apenas U$ 5 mil, referentes a despesas com alimentação, encordoamento e alojamento.  Cada centro tem aproximadamente 15 a 20 adolescentes que moram e treinam por lá e viajam juntos mundo afora.

Antigamente os tenistas saíam do Canadá e iam treinar na Flórida, onde o custou é mais de dez vezes superior. Foi o caso de Eugenie Bouchard, treinada por Nick Saviano, mas que hoje é vista frequentemente no centro de Montreal, assim como Raonic, que treinou a maior parte do tempo em Toronto.

Raonic top 10

Para os especialistas, uma das grandes viradas no tênis canadense foi quando Downey contratou o técnico francês Louis Borfiga para gerenciar o tênis competitivo no País. Foi ele que levou o espanhol Galo Blanco para lá – Blanco foi o primeiro grande técnico de Raonic, antes de Ljubicic, fazendo o descendente de Montenegrinos alcançar o top 20 – e também o treinador de Vasek Pospisil, Frederic Fontang.

Blanco agora está treinando outra joia do tênis no País, o campeão juvenil de Wimbledon e do US Open do ano passado, Filip Peliwo.

Se há esperança no tênis masculino com Peliwo, de quem possa seguir o sucesso de Raonic, atual 6º da ATP e Pospisil, 27º e campeão de duplas de Wimbledon, sem falar em Peter Polansky que ontem derrotou Jerzy Janowicz, na estreia do Masters 1000 de Toronto, no feminino, a menina dos olhos do tênis canadense para trilhar os passos de Bouchard é Françoise Abanda.

A tenista de 17 anos tirou um set de Cibulkova, na primeira rodada da Coupe Rogers, em Montreal. Abanda tennis Canada

Mas, o investimento no tênis canadense passa longe de ser apenas no alto rendimento.

Para motivar a participação da população no esporte, Milos Raonic gravou vários spots de televisão, ou seja, estão aproveitando a imagem do ídolo para tentar ser competitivo com o Hockey, esporte número um do País. Houve uma preocupação também com a base e o tênis recreativo, além de um aumento de investimento de mais de U$ 900 mil por ano.

Os números comprovam o crescimento do tênis. Há 10 anos 4,1 milhão de canadenses jogavam tênis ao menos uma vez ao ano. Em 2011 este número passou para 5,1 milhão e outra pesquisa foi feita agora para estudar os efeitos Raonic e Bouchard.

“ As estrelas ajudam para conectar os fãs ao esporte, mas a mensagem que queremos passar é que você não necessariamente precisa de um clube para jogar. Eu aprendi no quintal da escola. Você precisa de uma raquete e tênis,” disse ao Globe and Mail, a nova CEO da Tennis Canada. Pospisil tennis canada

Para o vice-presidente, Eugene Lapierre, o importante é construir a base. “Temos jogadores tops e temos que crescer em cima disso. Não queremos, daqui a 10 anos, ter apenas 2 ou 3 jogadores no top 100.

Para isso o investimento anual no tênis canadense, segundo Gavin Ziv, Diretor de Eventos da Tennis Canada, é de 10 milhões de dólares canadenses (U$ 9,1 milhão). “Isso inclui investimentos nos seniors, nos técnicos, nos juízes, tênis em cadeira de rodas, juvenil e profissional,” contou o dirigente ao Global News.

“Temos alguns buracos no desenvolvimento, mas estamos trabalhando para ficar cada vez melhor, desde o início do juvenil.”

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Sem Nadal, US Open Series aquece com disputa dos Masters 1000

Djokovic wimbledon championE já se foram duas semanas de US Open Series, mas para os homens a competição começa para valer mesmo agora, com a disputa dos Masters 1000 de Toronto e Cincinnatti. Sem Rafael Nadal, campeão dos dois eventos no ano passado e lesionado do punho, Novak Djokovic, o número um do mundo, é o grande favorito ao título.

Ele chega a Toronto, recém-casado e campeão de Wimbledon. Roger Federer também pousou no Canadá com boas expectativas, depois do vice-campeonato na Inglaterra.

Andy Murray, com Amelie Mauresmo permanente no papel de técnica, talvez seja uma das grandes interrogações das próximas semanas. Fez uma campanha mediana em Wimbledon e ainda há muitos pontos de interrogação sobre o seu nível atual, apesar do bom resultado em Wimbledon. Federer Toronto

Vice-campeão no ano passado, Milos Raonic há semanas vem fazendo campanhas promocionais para o maior campeonato do seu país. Mais maduro, com um jogo mais completo e com o tênis cada vez mais popular no Canadá, quer surpreender de novo.

Vasek Pospisil, semifinalista surpresa de 2013, também chegará embalado em Toronto. Foi campeão de duplas de Wimbledon, com Jack Sock e venceu Berdych em Washington.

Será interessante observar como se sairá Stanislas Wawrinka e também Grigor Dimitrov. Ambos não jogaram depois de Wimbledon.

David Ferrer, Jo-Wilfried Tsonga, Richard Gasquet, John Isner e Berdych, também podem aprontar em terras canadenses e norte-americanas.

Confira aqui a chave da Rogers Cup, em Toronto.

Serena Williams Canada

Entre as mulheres, em Montreal, todos os olhos estarão voltados para a “princesa” local, Eugenie Bouchard e para Serena Williams. Apesar de estar jogando em Stanford, nesta semana, muito ainda se fala sobre o “vírus” que a deixou completamente tonta em quadra e a obrigou a abandonar a competição de duplas com Venus, em Wimbledon. Bouchard Princess Canada  Sharapova e Bouchard

Apesar de rumores de uma separação, o técnico Patrick Mouratoglou já confirmou que estará presente em Montreal.

Victoria Azarenka, que desde que voltou a jogar, na temporada de grama, não teve boa performance, espera recuperar o seu melhor jogo antes do US Open chegar.

E o que esperar de Petra Kvitova, a campeã de Wimbledon que se diz agora mais madura para encarar a pressão do circuito e continuar vencendo.

Agnieszka Radwanska, sem boas vitórias recentemente é uma grande dúvida para as próximas semanas.

Campeã de Roland Garros, Maria Sharapova vem se preparando para encarar os mais duros torneios da temporada norte-americana e chegar tinindo no US Open.

Com a ausência de Na Li, lesionada no joelho, a discreta romena Simona Halep, iniciará as disputas dos torneios em quadra rápida como número dois do mundo.

Quatro das próximas cinco semanas, entre os dois Masters 1000 e WTAs e o US Open, prometem muita agitação no circuito!

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WTT mais um ace da Billie Jean King

Terminou neste final de semana, nos EUA, a 39ª edição do World Team Tennis, a liga de times de tênis criada por Billie Jean King e o seu então marido nos anos 1970, Larry King. A vitória foi do Washington Kastles que venceu o Springfield Lasers por 25-13 na final, ganhando o King Trophy pela quarta vez consecutiva.

Tennis: 2014 WTT FinalA temporada deste ano, a 39ª, foi acompanhada um pouco mais de perto devido a presença de um brasileiro na competição. Marcelo Melo jogou pelo Philadelphia Freedoms e foi eleito MVP do WTT. Participou pela primeira vez, vibrou com cada jogo do time e foi embora, na final da conferência, e mais do que elogiado por Billie Jean King. Jogou duplas e duplas mistas e deu para sentir daqui a vibração do brasileiro com o evento.

2014 Mylan World Team TennisDisputado entre 7 equipes, o WTT tem 2 homens, 2 mulheres e um técnico. Jogam simples masculina e feminina, duplas, duplas feminina e masculina e duplas mistas.

Assim como na maioria dos esportes por equipes dos Estados Unidos, os jogadores são escolhidos em um draft, com times podendo manter os seus tenistas de uma temporada para a outra.

Com um calendário puxado, para ser disputado entre o fim de Wimbledon e antes dos grandes torneios do US Open Series, o WTT tem alguns jogadores fixos e outros que disputam apenas partidas quando jogam na cidade do time. O time de Melo, o Philadelphia Freedoms, contou com a participação de Victoria Azarenka quando jogaram na Philadelphia.
Andy Roddick jogou pelo Austin Aces, em Austin, onde reside. E desta maneira grandes estrelas participaram e continuam participando do evento. Até Andre Agassi já jogou o WTT.

Com um ambiente bem mais relaxado do que o circuito, mas com jogos ao mesmo tempo sérios, é uma ótima oportunidade para quem quer pegar ritmo de jogo. Foi o caso de Azarenka e no ano passado de Venus Williams.

As regras diferem, mas foram feitas para criar entusiasmo. O técnico pode subsitituir jogador, os sets vão até 5, se empatar em 4 vão para um tie-break até 9, tem tempo técnico, o sistema de contagem é o no-ad, a quadra é colorida, enfim, tudo feito para deixar o esporte mais divertido. Até a Primeira Dama dos EUA, Michelle Obama foi assistir os jogos em Washington.

A cada ano que passa cresce o interesse pelo WTTA que inclusive é televisionado nos EUA e a admiração por Billie Jean King só aumenta.

Fotos de Fred / Susan Mullane Camerawork USA

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US Open Series dá a largada nesta semana, rumo ao US Open

Foram dois meses de ausência do blog, de licença maternidade, dois meses em que muita aconteceu no tênis e no mundo do esporte. Rafael Nadal e Maria Sharapova ganharam Roland Garros; Novak Djokovic e Petra Kvitova foram campeões em Wimbledon; a Alemanha venceu a Copa do Mundo FIFA no Brasil; nós brasileiros, fomos eliminados na semifinal, perdendo de 7 a 1 para os campeões e sem nem perceber já é hora do US Open Series e daqui a pouco o US Open está aí.  Nadal us open series

Começa hoje em Atlanta, a série de torneios na América do Norte que percorre Estados Unidos e Canadá até chegar a Nova York,  no dia 25 de agosto, para o último Grand Slam da temporada. São seis semanas de muito tênis e muitos torneios por lá, em que os melhores jogadores desta mini-temporada de quadras rápidas tem a chance de ganhar o bônus de U$ 1 milhão. Os 3 primeiros colocados na série de disputas, na ATP e WTA ganham bônus no US Open.

Isner

Chamada de Emirates US Open Series, começa nesta 2a. com a disputa do ATP 250 de Atlanta e segue para Washington, com um ATP 500 e um WTA em Stanford. A 3a semana tem a disputa da Rogers Cup, em Toronto, um Masters 100o e WTA Premier, em MOntreal e Toronto. A quarta semana é de Masters 1000 de novo, em Cincinnatti, com homens e mulheres jogando simultaneamente. A 5a semana tem um WTA International em New Haven e um ATP 250 em Winston Salem, antes do US Open chegar e completar as 7 semanas de tênis ao vivo e televisionado na América do Norte, com os melhores jogadores e jogadoras do mundo.  Serena Williams US Open series

Calendário completo

BBT

BB&T Atlanta Open
Atlanta, GA
July 21-27, 2014
Defending Champion:
John Isner
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Bank of the West Classic
Stanford, CA
July 28 – Aug. 3, 2014Defending Champion:
Dominika Cibulkova
CitiOpen120x120

Citi Open
Washington, DC
July 28 – Aug. 3, 2014
Defending Champion:
Juan Martin del Potro

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Rogers Cup presented by National Bank
Montreal, Canada
Aug. 4-10, 2014
Defending Champion:
Serena Williams

Rogers Cup presented by National Bank
Toronto, Canada
Aug. 4-10, 2014
Defending Champion:
Rafael Nadal

WSOpen

Western & Southern Open
Cincinnati, OH
Aug. 10-17, 2014
Defending Champions:
Victoria Azarenka
Rafael Nadal

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Connecticut Open
New Haven, CT
Aug. 17-23, 2014Defending Champion:

Simona Halep
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Winston-Salem Open
Winston-Salem, N.C.
Aug. 17-23, 2014
Defending Champion:
Jurgen Melzer
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2014 US Open
USTA Billie Jean King
National Tennis Center
Flushing Meadows, NY
Aug. 25 – Sept. 8, 2014
Defending Champions:
Serena Williams
Rafael Nadal

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O Roland Garros mais interessante dos últimos tempos

roland garros 2014Há tempos, ou melhor, há anos que não chegávamos nesta fase da temporada com tantas dúvidas. Com Roland Garros marcado para começar daqui a uma semana, pela primeira vez em muito tempo, Nadal não chegará à capital francesa com uma série de vitórias seguidas e um número de títulos impressionantes. Mas, não é só ele. Os outros tenistas tops também não dominaram os últimos meses no circuito. Por isso, este Roland Garros, mesmo antes de começar, já promete ser um dos mais interessantes dos últimos tempos.

Claro que não dá para dizer que o oito vezes campeão de Roland Garros não é um dos favoritos a erguer o Trophee des Mousquetaires, ainda mais em um Grand Slam e em jogos de cinco sets. Qualquer um que ganhou um torneio oito das últimas nove vezes será sempre favorito, mas a condição é bem distinta dos anos anteriores. Mesmo tendo sido campeão do Rio Open e do Masters 1000 de Madri, Nadal “não sobrou” em quadra, passou sim muita dificuldade e precisou de toda a sua força mental para vencer jogos que antes ganhava em menos de uma hora.

Novak Djokovic derrotou o número um do mundo Nadal na final de Roma e foi até a semi em Monte Carlo. Não jogou em Madri com lesão no punho. Apesar de ter vencido o Rei do Saibro no Foro Itálico, Djokovic também não teve vida fácil no torneio. Precisou vencer diversos jogos em três sets, mas segue confiante para Paris, onde tentará vencer o único torneio do Grand Slam que falta em seu currículo.

rafael nadal roland garros 2014djokovic roland garros 2014

Roger Federer pouco jogou na temporada de saibro. Foi vice-campeão em Monte Carlo, pulou Madri para acompanhar o nascimento dos gêmeos Leo e Lenny e em um dia de muito vento na capital italiana, perdeu na estreia em Roma. Chegará em Roland Garros com menos jogos do que está acostumado, mas jogando muito melhor do que em 2013. Federer roland garros

Stanislas Wawrinka ganhou o primeiro Masters 1000 da carreira em Monte Carlo, mas depois não conseguiu avançar nem em Madri, nem em Roma. O campeão do Australian Open chegará a Porte DÁuteil com muitas dúvidas na cabeça.

David Ferrer, também acostumado a brilhar na temporada de saibro, não chegou a ter uma gira sul-americana fantástica, apesar do título em Buenos Aires. Foi à semi em Monte Carlo e Madri, mas parece que ainda falta algo para o jogo do vice-campeão de Roland Garros do ano passado chegar onde estava 12 meses atrás.

Andy Murray até que fez um bom torneio em Roma, mas também pouco jogou no saibro e deve estar com a cabeça mais voltada para Wimbledon do que a terra vermelha de Paris.

Tomas Berdych fez uma temporada de saibro sem grandíssimos resultados. Todos sabem que a “terre battue” não é o seu piso predileto, mas o checo não chegará a Paris no auge da forma. Ele até foi vice-campeão do Portugal Open, mas não foi o suficiente para elevar seu nível de jogo.

Dimitrov tennis star Os novatos que brilharam nas últimas semanas, Grigor Dimitrov, Kei Nishikori e Milos Raonic, já não tão novos assim, mas pertencentes a uma geração diferente a dos big 4, tem a chance de mostrar a que vieram. Mas, será que eles estão prontos fisicamente para duelar com os melhores em jogos de cinco sets durante duas semanas, no mais desgastante dos Grand Slams. Eles chegaram perto de bater os tops nas últimas semanas, mas no momento final foram superados pelo próprio corpo ou pela mente ainda em formação de super campeão.

A discussão em torno dos franceses sempre acontece quando chega esta época do ano. Gael Monfils, Jo-Wilfried Tsonga, Richard Gasquet, Gilles Simon e Julien Benneteau serão os nomes mais invocados nos próximos dias em Paris. Mas, será que algum deles está pronto para erguer o trofeu que pela última vez foi levantado por um francês há 31 anos, com Yannick Noah? Monfils, apesar de pouco ter jogado nas últimas semanas, acredita no seu potencial em Roland Garros. Já afirmou que cresce de produção quando joga na sua casa e que sonha com o título. Até mesmo lembrou a posição de número 66 de Gustavo Kuerten, quando o brasileiro venceu o Grand Slam parisiense pela primeira vez.

Tsonga também continua com discurso otimista, mesmo sem ter ganhado um título no saibro ou feito uma final neste 2014 na terra batida.

Gasquet nem sabe se poderá jogar. A lesão nas costas é mais grave do que se imaginava e ele só tomará uma decisão um dia antes de Roland Garros começar.

Os outros correrão por fora, bem por fora.

Os argentinos que durante anos foram destaque da temporada de saibro chegarão a Paris sem nenhum tenista cabeça-de-chave e com apenas 6 (com Ormaechea) representantes na chave principal. Não que isso seja pouco, especialmente comparado ao Brasil que vai apenas com Thomaz Bellucci e Teliana Pereira, mas para quem já teve uns 14 na chave, é quase preocupante.

serena williams champion tennis

E entre as mulheres, dá para imaginar alguém além de Serena Williams e Maria Sharapova brigando mesmo pelo título. Podemos falar em Li Na, mas a chinesa não teve uma super temporada de saibro, assim como a polonesa Agnieszka Radwanska.

A novata Simona Halep, agora no top 5, pode fazer bonito, mas ainda deve precisar de uns anos para vencer a Coupe Suzanne Lenglen.

Ana Ivanovic vem fazendo a melhor temporada dos últimos tempos, mas na hora final, ainda está faltando aquele plus das campeãs. O mesmo podemos dizer da compatriota Jelena Jankovic.

Flavia Pennetta ganhou Indian Wells, mas depois não avançou muito nos torneios no saibro. sharapova paris 2014

Entre as francesas, Alize Cornet será o centro das atenções, seguida pela novata Caroline Garcia. Mas nenhuma delas venceu o suficiente até agora para dar esperança de título.

Pode ser que uma ou outra tenista do estilo de Carla Suarez Navarro ameace Serena ou Sharapova no início do torneio, mas não devem passar de um jogo apertado para as duas últimas campeãs em Paris.

A pergunta é quem vai conseguir ir mais longe, além de Serena e Sharapova.

E que o torneio que mais exibe o tênis arte comece!

Desta vez assistirei de casa, já sentindo falta de estar em Paris, mas pelo mais nobre dos motivos. Não, não vou cobrir a Copa do Mundo, estarei de licença maternidade.

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O centro de treinamento dos sonhos

Já imaginou um lugar com mais de 100 quadras de tênis, com estrutura de primeiro mundo, fácil acesso de carro e avião e clima bom o ano inteiro? Este será o novo centro de treinamento e desenvolvimento dos jogadores da USTA, em Lake Nona, na Flórida, perto de Orlando.

Com previsão para ser inaugurado em 2016, o complexo terá quadras rápidas e de saibro e estará aberto para todos os tipos de tenistas, desde o juvenil até o profissional dos profissionais e os veteranos. Uma sede da USTA também terá lugar em Lake Nona, onde eventos como as ligas das federações, torneios Challengers, Futures e Copa Davis, poderão ser realizados.USTA Lake Nova

A ideia da USTA, impulisonada pelos incentivos fiscais oferecidos pela região Central da Flórida, foi centralizar tudo em um lugar só e aproveitar o centro o ano inteiro. Hoje a entidade tem alguns centros de treinamento nos Estados Unidos, incluindo Boca Raton (a poucas horas de Lake Nova, de carro), Flushing Meadows, onde é disputado o US Open e Carson, na Califórnia.

O projeto prevê a construção de escritórios, sala de fisioterapia, preparação física, encordoamento, sala dos jogadores, área pública, vestiários, unidade de tênis universitário, quadras com arquibancada e capacidade para transmissão de televisão, centro de desenvolvimento de alta performance, dormitórios, lojas, restaurantes, enfim tudo o que envolve a preparação de um tenista de todos os níveis e atende as expectativas de fãs, quando houver eventos.

É o centro de treinamento dos sonhos, mas que será tornará realidade. O anúncio foi feito nesta quarta pela USTA.

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Nishikori faz história na ATP – tenista se mudou para os EUA aos 14 anos de idade

Nunca pensei que fosse escrever sobre a entrada de Kei Nishikori no top 10.  Mas, o fato é que o japonês está jogando muito tênis. Ele entrou para o top 10 da ATP (é o 9o.), como o primeiro tenista do país a conseguir tal feito. Depois de conquistar o ATP 500 de Barcelona, decidiu o Masters 1000 de Madri contra Rafael Nadal, final inédita na sua carreira, mas teve que abandonar a decisão, depois de vencer o primeiro set por 6/2 (ele chegou a liderar por 4/2 o 2o. mas Nadal acabou saindo campeão com 64 3/0).

NISIHIKORI top 10

Lembro da primeira vez que ouvi falar em Kei Nishikori. Era 2007 e estávamos em Miami. Guga ganhava um wild card para jogar a competição, mas tinha que ser ao lado de um tenista da IMG. E o tal tenista era um japonês de 16 anos, grande aposta da casa. Em apenas um jogo não deu para ver muita coisa de Nishikori.

Alguns meses foram passando e um ano depois ele estava ganhando o título do ATP de Delray Beach, quando ainda era disputado na quadra rápida. Ganhou outro em 2012, em Toquio, aumentando ainda mais a sua fama no Japão e no ano passado venceu o ATP de Memphis. Mas, mesmo assim ainda faltava algo a mais para o japonês, baseado na Flórida, na IMG Academy.

Foi justo sobre Nishikori, um dos últimos capítulos do livro de Nick Bollettieri, Changing the Game, que li uns dias atrás e escrevi no post anterior. Bollettieri conta que Nishikori veio parar na academia depois dele e de Arthur Ashe terem feito uma clínica no Japão e um dos acionistas da Sony ter visto o impacto que teve nos tenistas e o quão avançado eram os métodos do americano. O Sr. Morita mandou então um técnico japonês para Bradenton e o treinador, com o patrocínio da Sony, foi levando alguns talentos para a Flórida e um deles, aos 14 anos, foi Nishikori.

“O Kei não falava uma palavra de inglês, nunca tinha provado comida americana e estava num alojamento com outras 7 crianças. Ele demorou um pouco para se adaptar, mas não na quadra. Logo percebi que ele tinha talento. Era muito rápido e tinha mãos mágicas. Como o Agassi e o Rios, ele tem um talento nato, que não pode ser ensinado, apenas canalizado.”

Desde que chegou à academia, mesmo com o consultor japonês por trás, Nishikori foi treinado por Dante Bottini e o agente sempre foi o Olivier van Lindonk. Segundo Bollettieri, ninguém diz muito de Bottini, mas o técnico é quieto, sabe o que faz e entende Kei.

A grande mudança, no entanto, para que a estrela japonesa desse o salto que faltava para começar a vencer os jogadores tops e passar de um jogador mediano para um top foi a contratação de Michael Chang, no fim do ano passado. Há poucas semanas, em uma entrevista ao jornal L’Equipe, Chang disse que aceitou o desafio primeiro por entender Nishikori e ter origem asiática e por acreditar que podia fazer o tenista melhorar. No entanto, Chang não viaja com Nishikori todas as semanas e quem está o tempo todo ao lado dele é Bottini.

A primeira mudança que Chang fez no jogo do tenista foi melhorar a movimentação de pernas e como dar mais impacto à bola, colocar profundidade e spin, que fazem a total diferença no saibro.

Bollettieri conta no livro que aprovou a contratação de Chang e que um fator importante é que o campeão de Roland Garros 1989 fará Nishikori acreditar em si mesmo.

Não há dúvidas de que está acreditando, mesmo precisando de 10 match points para derrotar David Ferrer na semifinal em Madri.

O físico até agora foi um dos principais problemas da carreira de Kei, que desistiu de jogar em Roma para se preparar para Roland Garros, na Flórida. Mas, ainda frágil, está melhor do que uns tempos atrás. Vamos torcer para que ele continue investindo nesta área e continue mexendo com o topo do nosso esporte.

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