Campeã de Roland Garros com Guga em 2001, Capriati também vai ao Hall da Fama

Os títulos e os recordes falaram mais alto do que a conduta fora da quadra e Jennifer Capriati entrará para o Hall da Fama neste ano, ao lado de Gustavo Kuerten, na categoria “jogador recente,” no dia 14 de julho.

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Esta será a segunda vez que Guga e Capriati dividirão um importante palco. Há 11 anos, um dia antes do brasileiro conquistar o tricampeonato em Paris, Capriati erguia o trofeu de campeã, derrotando Kim Clijsters na final.

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Era o segundo título de Grand Slam do ano da americana, depois de ter vencido o Australian Open.

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Naquele fim de semana em Paris, Capriati voltou a Roland Garros no domingo para assistir Guga derrotar Alex Corretja e deitar depois dentro do coração desenhado por ele. À noite também esteve na festa de comemoração de Guga.

Mais tarde naquele ano ela se tornou número um do mundo e em 2002 ganhou mais um Australian Open.

Esta já era a segunda fase da carreira da menina prodígio.

Foi Capriati, que ao chegar à primeira final de torneio que disputou, aos 13 anos e 11 meses de idade e ganhar a medalha de ouro olímpica em Barcelona, com recém-completados 16 anos e depois ter sido pega com drogas, sem falar do abusivo pai, que acarretou na mudança de regras da WTA. Devido aos problemas causados em uma menina tão jovem, com o sucesso precoce e as pressões da família, mídia, patrocinadores, a WTA mudou as regras limitando a participação de tenistas jovens em torneios profissionais, de acordo com a idade.

Durante a primeira fase da carreira, que foi de 1990 ao final de 1993 – jogou uma partida apenas em 1994 e nenhuma em 1995 – ganhou seis títulos, conquistou a medalha de ouro olímpica, chegou ao top 10 e disputou semifinais de Grand Slam.

Voltou a competir aos poucos em 1996, mas só retornou aos títulos em 1999. Retornou ao top 20 no ano 2000 e se classificou para o Masters.

A temporada de 2001 foi a mais especial, com os trofeus do Australian Open e Roland Garros, as semifinais em Wimbledon e no US Open e a chegada ao topo do ranking mundial, onde permaneceu por 18 semanas.

Jogou temporadas completas até 2004, ganhando mais um Australian Open e um total de 14 trofeus na carreira.

Com seguidas lesões, não jogou em 2005 e não voltou a competir.

Voltou a se envolver com drogas ocasionalmente e foi hospitalizada. Nunca foi confirmado se era ou não uma overdose, mas mesmo que fosse, a má conduta fora das quadras foi superada pelos resultados e pelas duas histórias de sucesso no tour, a da adolescência e a da juventude.

Aos 36 anos, um a mais do que Guga, ela mora na Flórida e não tem envolvimento direto com o tênis.

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