Aos 34 anos e fora do top 100, Tommy Haas continua surpreendendo e competindo por amor ao jogo

Nem eu acredito que estou escrevendo um post sobre o Tommy Haas. Mas, há algum tempo venho observando os resultados dele e a vitória sobre o Tsonga, no ATP de Munique, nesta semana, me deu o empurrão que faltava para escrever sobre ele. Aos 34 anos e depois de quatro cirurgias – 3 no ombro e uma no quadril – e tendo sido número dois do mundo, ele, fora do top 100 (134º),  continua jogando.

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Para mim é mais impressionante ainda vê-lo competindo, jogando qualifyings de torneios grandes, torneios pequenos e jogando os campeonatos como se fosse um qualquer, pois acompanhei muito de perto a chegada dele no tour e a sua ascensão.

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Lembro exatamente de um momento em que ele era praticamente o cara mais popular do circuito depois do Sampras – pelos resultados e ranking de número 2 – e pelos looks. Ele era chamado de “Tommy Hottie.”

O momento em que os pais sofreram o acidente de moto, em 2003, também está na minha memória. Lembro do pessoal comentando nas salas dos jogadores e dele ficando afastado do circuito para cuidar dos pais.

E ele era um pouco arrogante na época sim. Quieto, na dele. Viajava com um técnico – Red Ayme – da academia do Bollettieri, para onde ele se mudou no início da adolescência e sempre estava acompanhado de alguma namorada loira, estilo Barbie.

Acabou casando com uma, uma atriz, Sara Foster, com quem tem uma filha Valentina, de 1 ano e meio.

Poderia estar aposentado, curtindo a vida, mas admitiu que nada na vida dá a ele a sensação de entrar numa quadra lotada, da pressão de um jogo, enfim, da competição em alto nível.

Já disse no começo do ano que o ranking não importa e o que ele quer agora é curtir cada momento do circuito e quem sabe causar surpresas por aí.

Um dos mais talentosos tenistas de uma geração pré Nadal, Federer e Djokovic, Haas tem 12 títulos no currículo, uma medalha olímpica de prata (Sidney) e quatro semifinais de Grand Slam.

Com passaporte americano, nunca esteve tão alemão. Por muitas vezes quando estava no topo deixou de jogar os torneios na Alemanha e de jogar a Copa Davis. Agora joga todos que tem oportunidade, defende o País na Davis e ainda vai jogar o InterClubes alemão.

A vida faz as pessoas mudarem e Tommy Haas parece um homem transformado, para melhor, independente do ranking estar pior, pelas circunstâncias da vida.

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