Primeiro dia em Paris e já não restam brasileiros em Roland Garros na chave de simples

Depois de mais de onze horas de viagem, traslado aeroporto, apartamento em St Germain, Roland Garros, sala de imprensa, credenciamento, teste de equipamentos e internet na minha pupitre número 4 e muito sol na cabeça pelas quadras do complexo, é hora de enfim sentar em frente ao computador.

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Com dois brasileiros em quadra e com Feijão já eliminado na primeira rodada, foquei minhas atenções neles mesmo, Rogerinho Dutra Silva e Thomaz Bellucci.

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Rogerinho, que veio do qualifying, lutou como pôde contra o saque do gigante John Isner, mas não teve muito o que fazer diante do americano que repetidas vezes sacou a mais de 220km/h. 

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Com a quadra 2 lotada e um bom ambiente, Rogerinho pôde sentir o gostinho de jogar uma partida na chave principal de Roland Garros. Para Isner, foi o jogo que ele precisava para pegar um pouco de ritmo. “Todo mundo sabe que eu não cheguei aqui no melhor da minha forma e precisando pegar ritmo. Foi uma vitória boa para mim, tranquila e espero continuar melhorando. Saquei muito bem hoje,” contou Isner na coletiva de imprensa, em que respondeu inúmeras perguntas sobre os americanos no saibro. “Eu gosto de jogar em qualquer tipo de piso. Se me colocarem para jogar na lama, vou jogar. Tenho um objetivo de querer chegar à uma final de Grand Slam e acho que tenho capacidade para isso. Mas, preciso ficar atento, porque aqui uma bobeada e você pode ir embora na segunda rodada.”

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Isner aproveitou a entrevista para dar mais um empurrãozinho ao tênis universitário. “Podem observar como o circuito está baseado muito no físico. Não tem ninguém de 18, 19 anos entre os tops. Eu recomendo que os jogadores fiquem, no mínimo, um ano, no tênis universitário. Foi fundamental para mim. Melhorei o meu jogo e o meu físico. Foi a melhor decisão que eu poderia ter tomado, a de ir para a Georgia.”

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Depois de ouvir o Isner falar graciosamente e de já ter observado a atenção que ele deu para os fãs Americanos, agradecendo cada um que vinha com uma frase de parabéns, do tipo “well done, John” e ele respondo, “Thanks, I appreciate it,” fui assistir os últimos dois sets do jogo do Bellucci.

E no segundo dia do torneio, ainda antes da primeira rodada dacabar, não temos mais brasileiros em Roland Garros. Troicki venceu Bellucci por 4/6 6/3 5/7 6/3 6/2 e vibrou muito com os compatriotas em quadra, no melhor estilo Djokovic.

Aliás, no avião de São Paulo para Paris, estava lendo uma entrevista do Djokovic no Le Figaro e ele comentava sobre a força mental dos sérvios. “É difícil entender a nossa mentalidade. Acho que temos uma força a mais do que os outros, porque vivemos a guerra de perto e tivemos que lutar muito para chegar onde estamos. Éramos um povo sem auto-estima. Eu falava que sonhava em ser um campeão do tênis e as pessoas riam de mim.”

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