Ser francês em Roland Garros. C’est bon.

Já faz alguns dias que tenho observado o fator “ser francês,” neste Roland Garros. Desde que cheguei aqui e comecei a ver umas vitórias inesperadas e um orgulho que nem sempre observei nestas quadras de saibro.

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Por muitos anos os franceses sucumbiram à pressão de jogar em casa, no seu Grand Slam e logo nas rodadas iniciais, como Amelie Mauresmo experimentou diversas vezes.

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Era só sobre o que se falava no início da competição, alguns anos atrás. Mas, parece que algo está diferente este ano. Não sei se foi assistir a vitória da Virginie Razzano, no outro dia, com o Presidente da Federação Francesa de Tênis, quase tendo um treco na Tribuna, ou ouvir o público gritando Paulo, Paulo, Paulo, Paulo, para Paul Henri Mathieu, durante o jogo de 5h41min contra John Isner, ou ouvir de longe os gritos e aplausos da vitória de Benneteau e ouvir as emocionantes declarações de Clement, ao se aposentar ontem aqui e de Devilder e Mahut ao alcançarem pela primeira vez a terceira rodada em Paris. É uma troca entre público e jogadores franceses notória, que você olha, sente e pensa que deve ser a melhor coisa do mundo ser francês naquele momento. Um patriotismo diferente do exagero americano, da frieza britânica e da festiva Austrália.

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Fiquei pensando então o que deve siginificar ser francês e jogar em Roland Garros. Ganhar então é glória para pouquíssimos. Yannick Noah foi o último a erguer o Trophee des Mousquetaires em 1983 e Mary Pierce, a última no ano 2000.

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Ser francês é jogar um dos maiores torneios do mundo no seu lugar de treino; é falar a sua própria língua durante o torneio; é comer pain chocolat e croissant sem que ter que sair para procurar uma boulangerie em uma cidade estranha; é contar com um staff da sua federação, à disposição; é ler o jornal se ver na capa, depois de uma vitória na primeira rodada; é se ver em anúncios em revistas, jornais e no Quotidien de Roland Garros; é poder ter a família inteira e os amigos torcendo por você e algumas credenciais a mais que os outros jogadores; é ter a oportunidade de jogar numa quadra central como a Philippe Chatrier e  a Suzanne Lenglen; é estar em quadra e contar com o apoio do público, seja você o 1º do mundo ou o 240º.

PS – como curiosidade, os franceses estão em maior número neste momento na chave principal, o que não é muito comum. Dezessete começaram jogando o torneio, 13 avançaram à segunda rodada e 7 à Terceira.

Fotos de Cynthia Lum

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