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Parabéns Argentina

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A essa hora a Espanha está comemorando a conquista da sua quinta Copa Davis. Estranho pensar que só é a quinta Saladeira espanhola da história e que até uma década atrás eles nunca tinham erguido a tão famosa Taça.

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Dez, vinte anos atrás outros nomes, outras nações ainda dominavam o esporte. Estados Unidos, Grã Bretanha, Suécia cansaram de ganhar essa competição.

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Mas, o post não é sobre o time de Rafael Nadal e sim sobre os argentinos.

Já faz tempo também que a nação vizinha deixou de ser uma força dominante no tênis como uma vez já fora, tendo quatro tenistas no top 10.

Eles ainda tem Nalbandian e Del Potro, mas nenhum dos dois está no auge. Já faz seis anos que Nalbandian ganhou o Masters em Xangai e dois que Del Potro venceu o US Open.

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Por isso, chegar à final pela terceira vez em cinco anos e pela quarta na história e ter chances reais de vencer é para se aplaudir de pé.

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Pelo que dizem os amigos jornalistas e há até livros escritos sobre o assunto, até hoje a Argentina não ganhou a Davis devido a brigas internas do time, o que aparentemente não aconteceu desta vez.

Como disse Nalbandian, os espanhóis ganharam porque foram melhores.

E ganhar de Nadal, no saibro, na casa dele, é missão quase impossível e Del Potro chegou perto.

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O domingo também foi cheio de debates entre jornalistas e técnicos sobre a mudança de formato da Copa Davis, especialmente dos Americanos que depois que deixaram de chegar à final, não conseguiram fazer a competição ter destaque nos Estados Unidos.

Houve gente que falou que a Davis só importa para as nações que estão na final.

Não concordo. Quantas pessoas ao redor do mundo assistiram ao embate hoje entre Espanha e Argentina? E no ano passado entre Sérvia e França.

Depende sim da qualidade dos jogadores envolvidos e principalmente do coração que eles estão colocando em quadra.

Adoro os espanhóis e como não gostar de Rafa Nadal, mas gostaria muito de ter visto uma vitória argentina.

Com certeza uma Taça Davis chegando em Buenos Aires teria muito mais impacto no povo argentine do que ela tem nos espanhóis.

Mas mesmo assim, parabéns Argentina.

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Nico Lapentti se despede e com ele uma era de sucesso do tênis na América do Sul

Nicolas Lapentti anunciou nesta segunda, em Guaiaquil, a sua despedida do tênis profissional, em um coletiva de imprensa que contou com a presença não só de jornalistas, mas do irmão e também jogador Giovanni, da noiva Maria, dos pais, de amigos como o ex-jogador Luis Adrian Morejon, do técnico Raul Viver, o maior ídolo do tênis do País, Andres Gomez, entre outros.

Aos 34 anos, o equatoriano não conseguiu se recuperar de lesões e se dedicará agora a projetos para desenvolver o tênis no seu país. Ainda jogará uma partida de despedida, mas sem data e adversário definidos.

Um dos “grandes” do circuito, não apenas como jogador, mas como pessoa, das mais educadas, gentis, elegantes e boas que convivi, Nico deixará saudades, especialmente para o tênis da América do Sul, que cada vez fica mais órfão de ídolos.

Nico chegou ao auge da carreira no fim da década de 90 e início da de 2000. Alcançou a semifinal do Australian Open, em 1999, ganhou 5 títulos de ATP em simples, 3 em duplas, disputou Master Cup, chegou ao 6º posto no ranking mundial, e quebrou inúmeros recordes na Copa Davis. É o tenista que mais jogos ganhou em cinco sets, em toda a história e na América do Sul, em números de partidas vencidas na competição, só perde para Thomaz Koch e Edison Mandarino.

Liderados primeiro pelo chileno Marcelo Rios e depois por Gustavo Kuerten, Lapentti fez parte de uma era de sucesso para o tênis da América Latina. Jogou com Rios e Guga, aliás um de seus melhores amigos no circuito, desde os tempos de juvenil até a despedida do brasileiro do circuito em que participou ativamente de todos os emocionantes momentos, com toda a geração argentina, de Squillari a Del Potro, com o peruano Horna, com o uruguaio Filippini, com os herdeiros de Rios, no Chile, Massu e Gonzalez, com o paraguiao Delgado, um pouco com os colombianos Giraldo e Falla, entre outros.

Lapentti integrou um top 10 histórico na ATP, o último de 1999, em que três jogadores latinos, de distintos países ocuparam lugares entre os 10 melhores do mundo. Guga era o 5º, ele o 8º e Rios, o 9º.  Depois só mesmo os argentinos juntos conseguiram ter presença marcante no top 10.

A aposentadoria de Nicolas Lapentti marca mais uma força latina fora das quadras, depois de Guga já ter parado, Rios há algum tempo, Delgado tendo se despedido há pouco, assim como Horna. Gonzalez se recupera de uma lesão, argentinos novatos no circuito são poucos e atualmente o mais bem ranqueado é Nalbandián, o 21º, seguido por Mônaco (28º) e Bellucci (30º). Parece o fim de uma era. São apenas oito latinos no top 10. Três brasileiros (Bellucci, Mello e Daniel), quatro argentinos (Nalbandián, Mônaco, Schwank e Chela) e um colombiano (Cabal).

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Carlos Moyá, lembranças de 1997, ano que também transformou a sua carreira

A aposentadoria de Carlos Moyá, anunciada por ele ontem, em uma coletiva de imprensa, em Madrid, não pegou ninguém de surpresa. O espanhol pouco jogou nesta temporada, está com 34 anos de idade e nunca conseguiu se recuperar de uma lesão no pé, como ele mesmo afirmou.

Há dois anos ele vinha sofrendo ainda mais com a artrose e resolveu operar, no ano passado, buscando uma melhora para poder continuar competindo.

A cirurgia não trouxe o resultado esperado, trouxe efeitos colaterais e depois de muito relutar ele teve que optar por deixar as quadras da ATP.

página da Tennis View de 97, com a entrevista de Moyá (desculpem a falha, a foto dele saiu virada mesmo)

Ontem depois de ler algumas notícias sobre a coletiva dele em Madrid, fiquei pensando quando tinha ouvido falar do Moyá pela primeira vez.

Lembro dele ter ganhado o ATP de Buenos Aires em 1995, mas tenho claro na minha mente a ascensão dele em 1997, quando chegou à final do Australian Open.

Não sei porque mas aquilo marcou. Lembro da vitória sobre o Becker na primeira rodada, sobre o Chang na semi e o burburinho que se formou quando ele chegou à final. Não resistiu a Sampras na decisão, mas aquele verão australiano do mesmo 1997 que transformou a carreira de Guga, transformou a do espanhol.

E buscando ainda mais fundo na minha cabeça, tinha uma certa lembrança de que ele tinha sido o nosso entrevistado número dois da Tennis View, depois do Guga ter inaugurado a primeira edição da revista, dois meses antes.

Logo que cheguei hoje ao escritório fui abrir nosso livro de arquivos de todas as Tennis View e me deparei com a entrevista de Moyá na nossa segunda edição.

Não me pergunte como entrevistamos a sensação do momento na época, porque não me lembro.

Foi por telefone, mas valeu e as respostas estão bem interessantes.

Já naquela época havia 14 espanhóis entre os top 100. A resposta de Moyá para o sucesso era de que havia muitos torneios satélites na Espanha – os Futures de hoje – e os tenistas não tinham que sair do País para marcar pontos no ranking mundial. Além disso o programa da Federação Espanhola ajudava muito.

Na entrevista ele ainda parecia assustado com a repentina fama, fato que ele mesmo confirmou na sua conferência de despedida.

Assisti um vídeo da entrevista dele ontem e quando perguntaram qual o momento que mudou a sua carreira ele nem precisou pensar muito.

“O Australian Open, em 1997, foi o que mais impactou a minha carreira. Eu era conhecido no meio do tênis na Espanha, tinha ganhando alguns torneios e de repente saí de Mallorca par air para Austrália, fui vice-campeão em Sidney e fui à final do Australian Open, em quadra rápida.

Todo mundo falava que eu podia jogar bem na rápida, mas até você ir lá e realmente vencer é diferente.

Comecei bem com a final em Sidney, aí fui lá e ganhei do Becker em cinco sets.

De repente fui ganhando mais jogos e as minhas quadras de treino começaram a ficar cheias de gente assistindo, querendo tirar foto. Parecia que estava sonhando acordado.
Depois de ter chegado à final, quando volto para a Espanha, todo mundo estava no aeroporto me esperando. Não podia acreditar.

Para mim, tudo começou na Austrália, não só a popularidade, mas o meu tênis também.”

httpv://www.youtube.com/watch?v=L5YiC5Oj1l4

Lendo algumas matérias nos jornais espanhóis como o ABC, El País, Marca, o tio e técnico de Rafael Nadal, Toni é enfático ao dizer que foi Moyá que fez os espanhóis acreditarem que podiam jogar bem na quadra rápida. Antes só jogavam no saibro.

Foi Moyá também, o primeiro espanhol, muitos anos antes de Rafael Nadal, a chegar ao topo do ranking mundial, em 1999, ao derrotar Gustavo Kuerten na semifinal do Masters 1000 de Indian Wells.

A carreira de Guga e Moyá, nessa época, corriam lado a lado.

Guga ganhou Roland Garros em 1997, Moyá em 1998. O espanhol foi vice-campeão do Masters em 1998, Guga foi campeão no ano 2000.

Os dois travaram belos embates no circuito. Guga derrotou-o na final, na casa dele, em Mallorca, em 1998. Moyá já tinha vindo ao Brasil naquele ano, e perdido para Guga em Porto Alegre na Copa Davis.

No ano seguinte, Guga venceu o espanhol mais uma vez na Davis, em Lérida.

Moyá foi campeão em Monte Carlo em 1998; Guga em 1999.

Depois, no ano 2000, a carreira de Guga deslanchou, vencendo o Masters e mais dois Roland Garros. Moyá teve altos e baixos e continuou no circuito, surpreendendo quando conseguia e se mantendo ativo e vencendo títulos.

Assim como o amigo Guga, encerrou a carreira por lesão e com os mesmos números de títulos que o brasileiro: 20 (não são iguais em números de Grand Slams e Masters).

Outro momento marcante que Moyá destaca, além de Roland Garros, foi a vitória na Copa Davis, em Sevilla, em que também foi capa da Tennis View, em dezembro de 2004.

Ele ainda vai jogar o Masters ESpanhol no fim do ano e a Copa Peugeot Argentina, em Buenos Aires, cidade onde conquistou seu primeiro título, em 1995.

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Mais um livro para a minha lista de “tennis books”. E esse é argentino

Terminei de ler mais um livro de tênis. E este nem estava na minha lista, mas ganhei do autor nos últimos dias no US Open e como é pequeno e fácil de levar para lá e para cá, acabei lendo rapidinho.

Enredados, La Copa Davis, ésa eterna busqueda argentina, do querido amigo jornalista Sebastian Fest – argentino com residência em Madri – e com prefácio do lendário Guillermo Salatino, trata do sonho da Argentina de conquistar a Copa Davis nos últimos anos, talvez quando eles mais tiveram chances.

Fest, que acompanha o circuito há praticamente o mesmo tempo que eu – mais de uma década – relata os bastidores dos confrontos nos últimos anos, conversa com dirigentes e jogadores.

Fala da confusão da escolha da sede da final contra a Espanha – Mar del Plata ou Cordoba -, da “liderança” de David Nalbandian, da “ingenuidade” de Juan Martin del Potro, da falta de comando de Alberto Mancini, disserta sobre aquilo que conhecemos bem aqui no Brasil  – quando surge uma oportunidade, quem vai ficar com a fatia maior do bolo -, escreve sobre as possíveis brigas entre jogadores da equipe, entre jogador e capitão, tenistas e dirigentes e até mesmo com a imprensa.

Ele entrevista também jogadores que não estão mais na ativa como Javier Frana – hoje comentarista da ESPN – Guillermo Vilas, Ricardo Rivera e todos os tenistas que fizeram parte da equipe nos últimos anos.

Vale a pena ler. Ainda mais aqui no Brasil, em que passamos por situações muitas vezes similares. A Argentina ainda não ganhou a Davis Cup e o Brasil continua no Zonal Americano, depois de uma inexplicável derrota para a Índia, há poucas semanas.

Tennis View deve ter Enredados em breve, à venda.

PS – este post é um complemento do post do dia 20 de julho – Os meus best sellers na literatura do tênis/ http://gabanyis.com/?p=767. Gostei de escrever e acho que vale a pena falar sobre as novidades, ou sobre os livros bacanas.

Ainda estou pensando em qual será o meu próximo, mas provavelmente o da Venus Williams, Come to Win

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A Davis, o “cansaço” brasileiro na Índia e a vitória unida da França, em Lyon

Sei que deveria estar escrevendo da derrota para o Brasil na Índia, no Play Off do Grupo Mundial da Davis, mas tenho pouca informação de Chenai para fazer qualquer análise diferente do que já tenha sido publicado ou emitir mais uma opinião de surpresa.

Só não consigo entender o fator cansaço e calor serem um dos responsáveis pela derrota do Brasil de Bellucci, Mello, Soares e Melo.

Mello e o capitão Zwetsch (Marcelo Ruschel/Poapress)

Novak Djokovic disputou a final do US Open na segunda-feira e representou a Sérvia no sábado e no domingo, jogando duplas e simples.

Rohan Bopanna foi vice-campeão de duplas do US Open, poucos dias atrás e jogou as mesmas partidas de simples do que Mello e Bellucci.

A maioria dos envolvidos em importantes disputas da Davis neste fim de semana foi bem mais longe no US Open do que os brasileiros e muitos ainda tiveram que trocar de piso e enfrentar uma quadra indoor. De nenhum deles se ouviu a palavra cansaço: Mardy Fish, Sam Querrey, Robin Soderling, Eduardo Schwank e Horacio Zeballos, David Nalbandian, Gael Monfils, Michael Llodra, Arnaud Clement, entre outros.

E é da França que eu quero falar.

Llodra (Tennis View)

Da ousadia do capitão Guy Forget em colocar Michael Llodra para jogar simples e duplas, surpreendendo a todos no dia do sorteio dos jogos, quinta-feira.

Lembro que até comentei com um amigo que Forget estava ousando e a tática do capitão francês deu certo.

Os argentinos (Monaco, Nalbandian, Schwank e Zeballos), guerreiros na Davis, não tiveram chance alguma no Palais de Sports Gerland, em Lyon contra Llodra, Monfils, Clement e Simon.

Uma França unida, que contou com Jo-Wilfried Tsonga, Julien Bennetau, Richard Gasquet torcendo o tempo todo pelo País, com Tsonga e Bennetau lesionados e Gasquet de quinto jogador.

Uma França que ainda se lembra da vitória do País sobre os Estados Unidos, em 1991, na mesma Lyon, quando Forget era jogador.

Uma França que não parecia acreditar estar na final novamente, a primeira desde 2002.

Uma França que apostou nas suas melhores armas para vencer, misturando uma equipe renovada com um time experiente.

Uma França que viu Gael Monfils, como ele mesmo disse “finalmente entender o que significa uma Copa Davis,” e jogar o seu melhor tênis.

Uma França que soube jogar em equipe.

Reproduzo aqui algumas das declarações dos jogadores, nas entrevistas coletivas, após a vitória arrasadora sobre a Argentina, que os colocou na decisão contra a Sérvia, na terra de Novak Djokovic, em dezembro.

Monfils: “Acho que demorei mais do que os outros para entender o que significava a Davis. Agora que compreendi vou buscar a Taça. Pedi até para os meus companheiros me beliscarem para eu entender que não era um sonho.”

Monfils (Tennis View)

Clement: “Foram o Tsonga e o Benneteau que classificaram a equipe para esta fase. Eu tinha pressão para ganhar a dupla e estou superfeliz de ter conseguido. Tomara que eles voltem a jogar logo.”

Bennetteau: “É um momento magnífico e não posso nem imaginar como será a final. Vamos dar de tudo até dezembro e vamos à decisão em equipe, não com três ou quatro jogadores, mas sim com sete, oito. Graças ao Forget conseguimos entender o verdadeiro significado da Copa Davis e o que essa competição exige da gente.”

Gasquet: “Ganhamos os três confrontos de três a zero, sem perder um jogo. É enorme. Eu, de fora da quadra, fiquei impressionado com o nível de jogo do nosso time.”

Tsonga: “Desde pequeno eu sonho com a Davis e agora vamos jogar a final. O sonho está quase se tornando realidade.”

Llodra: “As imagens de 1991 nunca saíram da minha cabeça. E estamos refazendo a história. Ainda não consegui perceber de fato o que está acontecendo. É muita emoção.”

Forget: “Eu tinha até esquecido até que ponto essa emoção maravilhosa da Copa Davis nos leva. O que fizemos até agora fizemos bem, mas não é nada comparado ao que nos espera e ao que poderemos viver na final. O momento é mágico, mas pode ser mais ainda. Temos que aproveitar a chance, porque ela pode demorar a voltar.”

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Inês Berton, a Tea Blender número um do mundo que também é fã de tênis

Meu trabalho, felizmente, me proporciona algumas vezes momentos bem especiais e neste fim de semana tive o prazer de conhecer, conversar e assistir a palestra, com degustação de chás da Inês Berton, a quem me referi no post de ontem, ou seja, a mulher que mais entende de chás no mundo. Fiquei tentando compará-la a alguma tenista melhor do mundo, mas não achei alguma que combinasse com ela, talvez Gabriela Sabatini, por ser morena, charmosa e argentina também.

Simpática, sorridente, apaixonada pelo que faz – há nove anos lançou a sua marca, a Tealosophy (www.tealosophy.com), abriu três lojas, duas em Buenos Aires e uma em Barcelona que recentemente ganhou o prêmio  da Louis Vuitton de melhor loja de chá do mundo -, ao conversar com ela, você nem parece que está batendo um papo com a consultora do Dalai Lama, do Rei Juan Carlos, dos melhores hotéis e restaurantes do planeta. Aqui no Brasil é consultora do DOM.

Ao encontrá-la me apresentei pois tínhamos que trabalhar. Fazer fotos pelo evento, agendar entrevistas e organizar as próximas horas no evento. Fizemos as fotos, combinamos as matérias e uma troca de informações profissional acabou virando um bate-papo. Conversamos um pouco sobre chá, mas como estamos em um torneio de tênis, o assunto caiu no nosso esporte e Inês contou que já participou de um jantar beneficente da ATP, em Miami, fez algumas parcerias com Martin Jaite nos torneios da Argentina, a Copa TelMex, disse que joga tênis duas vezes por semana e que é fã incondicional de Nadal e claro, de Juan Martin del Potro.

Inês contou também que adorava ver o Guga jogar, que já assistiu o torneio Conde de Godó, em Barcelona, conheceu Guillermo Cañas, entre outros e que da próxima vez que vier a Campos do Jordão trará a raquete.

Mas, a missão de Inês na MasterCard Tennis Cup era falar sobre o que ela mais entende, os chás.  Mesmo depois de já ter conversado bastante com ela, assisti atentamente a sua aula.


Carismática, a palestra cativou todos os presentes que tiveram a raríssima oportunidade de degustar várias das infusões e chás que ela criou, ouvir de perto sua história e ainda receber dicas de como melhor aproveitar o chá. A dica que vai ser mais difícil de seguir é a de nunca ficar mexendo o sachê do chá. Acho que todos temos mania de ficar mexendo o saquinho enquanto ele não fica pronto para beber. Ferver a água para o chá, jamais. Queima o chá e se você ainda coloca o chá quente na boca, perde muito do paladar.

Durante a degustação provei o chá, ou melhor , a infusão favorita de Inês,o vermelho, da linha Chamana, que ela criou com o parceiro argentino Guillermo Casarotti.  As infusões Chamana (www.chamana.com.ar)  são praticamente todas compostas por Rooibos, uma bebida vermelha, com gosto de nozes e rica em minerais, misturada com canela, gengibre, mel, figo e sem cafeína.

Mas, por enquanto – ainda não consegui provar todos os chás e infusões – o meu favorito é o chá Don Juan, da Inti Zen (www.intizen.com.ar) : chá preto, doce de leite e frutas vermelhas.

O mais interessante de todos esses chás e infusões é o cheiro que você sente ao abrir o sachê. Todos tem um perfume maravilhoso.

Todos os convidados para a degustação foram servidos por Guillermo ou Inês e puderam fazer perguntas, tirar dúvidas e conversar sobre os chás.

Inês está tão “pop” que recebeu convite para fazer uma série para a BBC no Tibet. Ela ainda está pensando se vai aceitar.

Por tudo isso, aproveitar este momento com a “Papisa do Chá,” foi especial.


Antes de ir embora, Inês reafirmou o seu desejo de um dia morar no Brasil. “Meu sonho é morar em São Paulo. Adoro essa cidade, a energia que tem lá, vendo as coisas acontecer e sempre abrindo a cabeça. Muitos dos chás que eu criei surgiram em São Paulo.”

Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre Inês Barton, reproduzo a matéria que escrevi sobre  ela, para a revista da MasterCard Tennis Cup 2010.

“Nascida na Argentina, Inés aperfeiçoou o olfato para o chá ao se mudar para Nova York e trabalhar na The T Emporium, loja que conheceu por acaso quando era funcionária do Museu Gugghenheim. A loja ficava ao lado do Museu e Inés passou a frequentá-la diariamente, criando suas próprias infusões. Impressionada com a sua sensibilidade, a japonesa Fumiko a contratou e fez de Inés sua discípula.

O T Emporium foi o início de uma nova vida para a argentina, que viajou o mundo em busca das melhores ervas e combinações e se tornou grife internacional ao lançar a Tealosophy, sua própria empresa de chás.

Através da Tealosophy, Inés passou a ser consultora dos mais glamurosos hotéis e restaurantes do mundo.

Sua fama chegou tão longe que até mesmo o Dalai Lama está na lista de seus clientes ilustres, integrada também pelo Rei Juan Carlos II, Lenny Kravitz, Shakira, entre outros.

A Tealosophy tem três lojas, duas na Argentina e uma na Espanha, onde é possível degustar os chás, fazer suas próprias misturas e levar para casa os favoritos.

Os chás escolhidos para a degustação em Campos do Jordão são os das grifes Inti Zen e Chamana, em que as infusões foram criadas por Inés, em parceria com o TeaBlender Guillermo Casarotti.

A seleção especial do Chamana inclui uma caixa com cinco cores: Fucsia, amarelo, verde, azul e vermelho, em que cada uma representa uma infusão diferente, vinda dos andes.

Os chás Inti Zen integram a energia dos Andes, as virtudes naturais da Patagônia e a sabedoria e arte do chá do Oriente. A seleção inclui sete tipos de chás: Silencio Andino, Tea for Tango, Patagonia Bee, Amazonie 12, Inca Rose, Chaman Chai, Don Juan e Ilumine.”


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O tênis, com o herói Nalbandian, faz a Argentina vibrar neste 11 de julho

Nalbandian vibra com a vitória contra a Rússia, em Moscou

Há dois dias escrevi neste blog que a Copa Davis não passava de um evento perdido em meio à decisão da Copa do Mundo de Futebol, fato incontestável.

Mas, as incríveis vitórias da Argentina e da França, fizeram as respectivas nações vibrarem e comemorem uma conquista diferente da que imaginavam há algumas semanas.

Torcedor na África do Sul, na partida da Argentina contra o México, David Nalbandian e acabou se tornando o herói nacional neste 11 de julho, depois que as esperanças de conquistar o “Mundial” terminaram com a derrota do País para a Alemanha, nas quartas-de-final. Mesmo sem competir há quase três meses, ainda se recuperando da cirurgia no quadril a que foi submetido há um ano, Nalbandian aceitou o papel de protagonista mais uma vez e levou a “celeste” à primeira vitória na Rússia, nos últimos 15 anos, garantindo a vaga do País na semifinal, enquanto o maior ídolo da nação, Lionel Messi, descansava nas praias do Rio.

A vitória podia servir de tema para um Tango. Foi dramática e decidida apenas no quinto jogo, com Nalbandian, que aumentou o seu recorde de vitórias na Davis, em simples, para 20, contra apenas 4 derrotas.

Foi Nalbandian quem abriu o placar na sexta-feira ganhando de Nikolay Davydenko; no segundo jogo Leonardo Mayer foi derrotado por Mikhail Youzhny; no sábado, com o confronto empatado, os ainda novatos em Davis, Eduardo Schwank e Horacio Zeballos ganharam de Igor Kunitsyn e Davydenko nas duplas; Schwank tentou fechar o confronto no quarto jogo, neste domingo, mas Davydenko foi superior e como já havia feito outras vezes, inclusive na primeira rodada contra a Suécia neste ano, Nalbandian voltou à quadra do Estádio Olímpico de Moscou para marcar o ponto da vitória. Nem deu chances a Youzhny. Venceu por 3 a 0 e fez a Argentina vibrar.

“Entrei em quadra decidido a buscar a vitória. Na sexta ganhei mas não tinha jogado bem, mas contra o Youzhny joguei um tênis de altíssimo nível. Estou muito feliz por estarmos na semifinal outra vez,” comemorou Nalbandian, que não contou novamente com os tops argentinos Juan Martin del Potro e Juan Monaco, lesionados. “É um grupo novo, mas estamos nos dando muito bem. Espero que possamos contar com o Juan Martin e com o Monaco na semifinal.”

Para avançar à decisão, os argentinos terão que viajar novamente, desta vez para a França, que surpreendeu ao vencer a Espanha, por 3×0.

“Mesmo sem o Nadal, os espanhóis formam uma equipe muito forte com Verdasco, Ferrer, Lopez e o Almagro, por isso não imaginávamos vencer por 3×0,” comentou o capitão francês, Guy Forget, após a vitória em Clermond Ferrand.

Assim como os argentinos e espanhóis, Forget não pôde contar com os seus principais tenistas em quadra. Jo-Wilfried Tsonga e Richard Gasquet também lesionados assistiram pela TV os jogos. “Foi quando falei para o Monfils, Llodra, Bennetteau e Simon que uma Davis se ganhava jogando em equipe e foi o que aconteceu.”

Monfils teve uma de suas melhores performances na Davis vencendo Ferrer, no primeiro jogo, em cinco sets.

“Provei para o meu capitão que ele pode confiar em mim,” desabafou Monfils. O segundo ponto veio com Llodra, que ganhou de Verdasco em quatro sets.

Com uma vitória em quatro sets, sobre Verdasco e Lopez, Llodra e Bennetteau encerram o confronto, marcando a primeira vitória sobre os espanhóis desde 1923 e a primeira passagem à semi da Davis, desde 2004.

Eliminada de maneira vergonhosa da Copa do Mundo de Futebol, em meio a polêmicas envolvendo técnico e jogadores e decepcionando toda uma nação, o tênis devolveu orgulho ao País. O L’Equipe, principal jornal esportivo da França, estampou, em cima da foto da comemoração da equipe de Forget, na sua capa deste domingo: “Essa é a França que vence.”

A outra semifinal será entre Sérvia e República Checa, na terra de Djokovic, que pela primeira vez tem seu país em uma semifinal de Copa Davis.

Resultados completos

França d. Espanha

Gael Monfils (FRA) d. David Ferrer (ESP) 76(3) 62 46 57 64

Michael Llodra (FRA) d. Fernando Verdasco (ESP) 67(5) 64 63 76(2)

Julien Benneteau/Michael Llodra (FRA) d. Feliciano Lopez/Fernando Verdasco (ESP) 61 62 67(6) 76(5)

Gilles Simon (FRA) d. Nicolas Almagro (ESP) 76(4) 76(7)

Julien Benneteau (FRA) d. Feliciano Lopez (ESP) 76(3) 64



ARGENTINA d. RUSSIA 3-2

David Nalbandian (ARG) d. Nikolay Davydenko (RUS) 64 76(5) 76(6)
Mikhail Youzhny (RUS) d. Leonardo Mayer (ARG) 63 61 64
Eduardo Schwank/Horacio Zeballos (ARG) d. Nikolay Davydenko/Igor Kunitsyn (RUS) 76(7) 64 67(3) 61
Nikolay Davydenko (RUS) d. Eduardo Schwank (ARG) 46 63 61 64
David Nalbandian (ARG) d. Mikhail Youzhny (RUS) 76(5) 64 63

Sérvia d. Croácia

Novak Djokovic (SRB) d. Ivan Ljubicic (CRO) 76(3) 64 61
Marin Cilic (CRO) d. Viktor Troicki (SRB) 64 75 62
Janko Tipsarevic/Nenad Zimonjic (SRB) d. Marin Cilic/Ivan Dodig (CRO) 63 62 64
Novak Djokovic (SRB) d. Marin Cilic (CRO) 63 63 62
Janko Tipsarevic (SRB) d. Antonio Veic (CRO) 62 76(5)

República Checa d. Chile

Ivo Minar (CZE) d. Nicolas Massu (CHI) 60 62 63
Jan Hajek (CZE) d. Paul Capdeville (CHI) 60 62 61
Lukas Dlouhy/Jan Hajek (CZE) d. Jorge Aguilar/Nicolas Massu (CHI) 76(3) 63 36 63
Jorge Aguilar (CHI) d. Lukas Dlouhy (CZE) 61 76(6)
Ivo Minar (CZE) d. Cristobal Saavedra-Corvalan (CHI) 76(2) 62

PS: A Espanha comemora neste domingo a sua segunda grande conquista esportiva em uma semana. Há sete dias Nadal conquistava o bicampeonato de Wimbledon e foi até a África do Sul torcer pelo País na final da Copa do Mundo.

*o blog está sendo reestruturado. Peço desculpas por qualquer inconveniente.

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Davis ou Copa do Mundo? Claro que o escolhido é o futebol.

O domingo, dia 11 de julho, definirá os semifinalistas da Copa Davis.

Sim, para o mundo do tênis a data sera marcada pela decisão dos confrontos de quartas-de-final da competição entre nações.

Mas, é para a Jabulani que os olhos dos fãs de esporte estarão voltados no dia 11, data da final da Copa do Mundo.

Começaram nesta sexta os jogos entre Rússia e Argentina; França e Espanha; Croácia x Sérvia e Chile x República Checa.

David Nalbandian

Grandes confrontos para os amantes do tênis, com David Nalbandian jogando pela Argentina em Moscou e marcando vitória contra Nikolay Davydenko; Mikhail Youzhny vencendo Leonardo Mayer; o francês Gael Monfils superando o espanhol David Ferrer em cinco sets; Novak Djokovic ganhando de Ivan Ljubicic; Marin Cilic passando por Viktor Troicki, entre outros desafios.

Marin Cilic

São jogos que qualquer amante do esporte gostaria de assistir, que merecem destaque mundo afora. Mas, em meio à Copa do Mundo, até mesmo os mais fervorosos fãs do tênis acabam se esquecendo da competição.

Eu mesma, que vivo do esporte, estou ligada o tempo todo no que acontece no tênis, não estava conseguindo dar a devida atenção à Copa Davis.

Ela está simplesmente perdida, no meio da decisão da Copa do Mundo, que terá a disputa do terceiro lugar neste sábado e a decisão inédita, entre Holanda e Espanha, no domingo.

Até mesmo Rafael Nadal, líder absoluto do time espanhol, trocou a disputa contra a França, em Clermont Ferrand, para viajar a África do Sul e apoiar o seu time, na final do Mundial, contra a Holanda.

Sempre fui uma defensora da Copa Davis. Acompanhei de perto inúmeros confrontos emocionantes. Vi como a disputa mexe com jogadores, torcida, mídia e a diferença que é você jogar pelo seu país e em equipe, do que um torneio do dia a dia do circuito.  Vi como, em países menores e sem tradição no tênis a Copa Davis talvez seja o único momento no ano em que o tênis ganha espaço e divulgação. Aprendi a história da competição, a valorizar a sua tradição e apesar de sempre haver gente querendo mudanças, dizendo que os tops não participavam dos jogos, não concordava muito, já que eles costumam comparecer sim, mas não em todos os confrontos do ano.

Não achei que o fato de terem começado a dar pontos no ranking para quem jogasse Copa Davis tenha mudado radicalmente a cabeça daqueles jogadores que não se colocam disponíveis para competir. Não é isso que faz a diferença para os jogadores tops.

Talvez faça para os tenistas que tem ranking inferior. Mas, estes praticamente estão sempre à disposição do País.

Quando li, no início do ano, durante o Australian Open, a proposta do ex-jogador de futebol australiano James Hird, hoje um empresário dos esportes, de criar a Copa do Mundo do Tênis, que seria disputada a cada dois anos, durante 10 dias, com 32 países, não gostei. Achei quase um insulto à Copa Davis e à história do esporte.

Mas, confesso que agora vendo as quartas-de-final da Copa Davis, com tantos confrontos interessantes, perdida no meio da final da Copa do Mundo de Futebol, começo a entender a visão de Hird, de querer tornar o tênis um esporte ainda mais global, mais forte, que rivalize com as principais modalidades do mundo esportivo. Quem, fora os mais fanáticos fãs do tênis está acompanhando a Davis nestes dias?

Quem está vendo pela TV? Aqui no Brasil, pelo menos, ninguém e olha que o Brasil não está na decisão da Copa do Mundo. Espaço na mídia também não há. O foco agora é o futebol. Quem vai lembrar da Davis?

Não estou afirmando que devamos seguir a ideia de Hird, mas essa disputa de quartas-de-final, neste momento, deixa claro, que se o esporte quer crescer para além do seu nicho, precisa mudar.

Gael Monfils

Em tempo:

Argentina empata primeiro dia de confrontos com a Rússia, em Moscou.

David Nalbandian (ARG) d. Nikolay Davydenko (RUS) 64 76(5) 76(6)

Mikhail Youzhny (RUS) d. Leonardo Mayer (ARG) 63 61 64

França abre 2×0 na Espanha, em Clermon Ferrand.

Gael Monfils (FRA) d. David Ferrer (ESP) 76(3) 62 46 57 64

Michael Llodra (FRA) v Fernando Verdasco (ESP) 6/7(5) 6/4 6/3 7/6(2)

Croácia e Sérvia empatadas em Split


Novak Djokovic (SRB) d. Ivan Ljubicic (CRO) 76(3) 64 61
Marin Cilic (CRO) v Viktor Troicki (SRB) 64 7/5 6/2

República Checa lidera confronto com o Chile por 2×0, em Coquimbo

Ivo Minar (CZE) d. Nicolas Massu (CHI) 60 62 63
Jan Hajek (CZE) d. Paul Capdeville (CHI) 6/0 6/2 6/1

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