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Direto de NY – as emoções da conquista de Bruno Soares no US Open e um pouco de história

Sou uma privilegiada. Assisti hoje, pela quarta vez, um brasileiro ganhar um Grand Slam. Foi a minha primeira final com um jogador do Brasil no US Open. As outras três foram em Paris, em Roland Garros, com o Guga. Há algo especial nestes dias, nestes momentos e ver Bruno Soares se tornar o quarto brasileiro campeão de Grand Slam, com a russa Ekaterina Makarova, nas duplas mistas, foi tão emocionante quanto o jogo. 

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Acordei cedo hoje, olhei pela janela, o céu estava cinza e havia muito vento. Saí do quarto um pouco antes das 10h. Queria chegar cedo a Flushing Meadows e às vezes tem um trânsito horrível nessas horas de Manhattan para cá. 10h30 já estava no complexo. Fui comer um bagel com cream cheese no restaurante da imprensa, mas já estavam recolhendo o café-da-manhã e fui ver se o Bruno estava aquecendo no Arthur Ashe Stadium.

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Ele já estava de saída. Cruzei com o técnico do mineiro, Marcio Torres e ele me disse que os dois, Soares e Makarova haviam aquecido muito bem.

 

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Dei uma volta pela sala dos jogadores para ver quem estava por lá. Encontrei a esposa do Bruno, a Bruna e voltei para a sala de imprensa, para pedir o ingresso para sentar no Court Side seat – aqueles lugares bem pertos da quadra. Temos acesso livre no nível abaixo do da arquibancada, mas para sentar a poucas cadeiras da quadra, precisamos de um ticket especial.

 

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Peguei o ingresso e fui para a quadra. Quando entrei, Bruno e Makarova já estavam dando entrevista no túnel que leva à quadra. Bruno entrou primeiro e em seguida, Makarova entrou com flores na mão e uma menina andava atrás segurando sua raqueteira. Era o clima da final.

 

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Os quatro jogadores foram apresentados e começou o jogo. O resultado todo mundo viu. Bruno e Makarova precisaram salvar dois match points para vencer Kveta Petschke  e Marcin Matkowski por 6/7(8) 6/1 12/10.

 

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Estar no estádio neste momento, ver a cerimônia de premiação sendo preparada, Mary Joe Fernandez entrevistando o brasileiro, o discurso dele sendo aplaudido, os fotógrafos e muitos, entrando para registrar a entrada do brasileiro para o seletíssimo grupo de brasileiros campeões de Grand Slam, ao lado de Maria Esther Bueno, Thomaz Koch e Gustavo Kuerten, foi emocionante.

 

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Pensava em como sou privilegiada, depois dos três títulos do Guga em Roland Garros, poder acompanhar o próximo que foi este, 11 anos depois, ouvir na sala de imprensa no alto falante anunciarem os campeões de duplas mistas Soares e Makarova, na coletiva; Chegar na sala de coletiva principal e ver o troféu de duplas mistas na mesa, entre os nomes de um brasileiro e uma russa; ver o Bruno dando entrevista em inglês e depois ser trasladado para uma sala de entrevistas menor para falar com os brasileiros, com o rapaz do anti-doping atrás e surgindo pergunta atrás de pergunta e depois ele sendo levado para entrevistas exclusivas, uma rotina de campeão, o troféu sendo levado embora pelo guardião do mesmo, é o que há de mais interessante e especial num Grand Slam. Afinal, desde que comecei minha carreira profissional, há pouco menos de 20 anos, isso só aconteceu quatro vezes.

 

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 O fato se torna mais especial, pois o Bruno é um daqueles garotos gente boa e que eu tive a oportunidade de acompanhar desde o início da carreira de juvenil, com a Tennis View (encontrei a primeira vez que ele apareceu em uma foto na revista, foi na edição 16, em 1999, há 13 anos) e com ele sendo junior na Copa Davis, na época em que o Guga liderava a equipe. Fizemos materias com ele desde que jogava o Banana Bowl, sentimos a ausência por dois anos quando ele se lesionou e quando ele chegou à semifinal de Roland Garros, nas duplas, em 2008, depois de ter começado a temporada praticamente sem ranking, eu também estava lá.

 

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Perguntei para o Bruno então o que isso tudo significava para ele e a resposta foi a de que “é muito especial e muito assustador.”

 

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Ele lembrou novamente de Thomaz Koch, a primeira pessoa que o fez sonhar, do Guga e falou que “se tornar o quarto jogador do Brasil a ganhar um Grand Slam é muito, muito especial. Estou muito feliz e esse título agora vai ficar marcado na minha carreira para sempre.”

 

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Continuei com a pergunta, tentando saber se como muitos falam, passou o filme da carreira dele na cabeça, quando beijou o trofeu. “Passou muito coisa, o juvenil, os dois anos de lesão que foi uma fase indefinida, a minha decisão acertada de decidir focar nas duplas, mas o que mais pensei foi no meu pai – falecido em junho. Queria muito que ele estivesse aqui. Ele está fazendo falta, mas tenho certeza que ele está assistindo. Ele e a minha mãe fizeram todos os sacrifícios para eu poder jogar.”

 

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Quis saber também do campeão do US Open, o que ele achava que esse título representava para o Brasil e Bruno foi rápido na resposta, esperando que traga “mais investimento, mais projetos e mais patrocinadores para o tênis brasileiro. Temos um ciclo olímpico de exatos quatro anos para trazer coisas boas para 2016.”

 

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Ao lado de Marcelo Melo e André Sá, com Thomaz Bellucci também, Bruno forma o quarteto de jogadores brasileiros que representam o Brasil o ano todo no circuito. São eles, só eles, que levam o nome do País às finais de ATPs, a enfrentar os jogadores tops, a fazer o Brasil sonhar com uma medalha olímpica e agora ele foi recompensado com o trofeu do US Open de duplas mistas.

 

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Parabéns, Bruno. É um prazer, um privilégio e uma honra acompanhar a sua carreira tão de perto, fazer parte da história do tênis do Brasil.

 

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Direto de NY – Um bate papo com o finalista do US Open, Bruno Soares… e com Makarova

Amanhã vou assistar a minha quarta final de Grand Slam com um brasileiro em quadra. Já assisti muitas outras, mas nada se compara a ver alguém do seu país, alguém que você conhece há muitos anos, em quadra, jogando por um dos mais cobiçados trofeus do mundo. A partir das 13h (Brasília), Bruno Soares, com a russa Ekaterina Makarova, jogam a final de duplas mistas, no Arthur Ashe Stadium, contra a checa Kveta Peschke e o polonês Marcin Matkowski.

 

Claro que não dá para comparar as três finais de Roland Garros do Guga, até porque trabalhava com ele, com a final de duplas mistas do Bruno Soares do US Open, mas não deixa de ser uma final de Grand Slam. E para o Brasil, uma muito importante. Depois do Guga erguendo os três trofeus em Paris, só Marcelo Melo jogo uma decisão de Grand Slam, em Roland Garros também, com a americana Vania King, em 2009. Eles perderam para Liezel Huber e Bob Bryan.

Antes, Jaime Oncins, em 2001, o ano do tricampeonato de Guga, foi vice de mistas, com Paola Suarez. Perderam para os espanhóis Tomas Carbonell e Virginia Ruano Pascuall. Essa eu assisti antes da final do Guga. A do Marcelo eu já tinha ido embora de Roland Garros.

 

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Nem sempre nos Grand Slams, com tanta coisa acontecendo, especialmente nas primeiras rodadas, consigo ver jogos de duplas mistas. Mas, por acaso, do Bruno, assisti todos e todos os dias bati um papo com ele após as partidas.

 

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O de hoje foi com a Makarova junto. Ela joga a segunda final de Grand Slam da carreira. Foi vice de duplas mistas com Levinski, no Australian Open, há dois anos.

 

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Claro que perguntei se ela estava falando alguma coisa de português. Respondeu que apenas obrigado e o Bruno, de russo, teve que fazer um esforço para lembrar como se falava spaseeba, o obrigado deles. Mas, lembrou que vamos é Davaj.

 

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Mas, o que eu queria saber mesmo era o motivo do sucesso da dupla. Bruno, no primeiro jogo, me contou que acabou jogando com Makarova por acaso, depois de não ter entrado na chave com a parceira de sempre, a australiana Jarmila Gajdosova.

 

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Foi Makarova quem respondeu: “Às vezes acontece isso, de você se sentir bem com o parceiro e me sinto muito à vontade com o Bruno.”

 

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Para Bruno, o diferencial de Makarova em relação a outras parceiras que ele jogou é a devolução de saque. “Normalmente as mulheres que jogam bem simples, devolve bem saque e ela devolve muito bem – é a 41ª em simples – , o que faz com que a gente consiga quebrar o saque do homem também. Ela tem um timing muito bom, então não dependemos somente da quebra de saque da mulher, que é o normal na dupla mista. Hoje, por exemplo, quebramos três vezes o saque do Cermak. Às vezes ela até devolve melhor o saque do homem do que da mulher.”

 

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O mineiro revelou que inclusive hoje, no jogo contra os checos Cermak e Hradecka, a russa foi fundamental no quarto game do segundo set. “A gente estava ganhando meio que no piloto automático. Estava 6/3 1/0 40/0. Comecei a ver lá na frente, a sentir um pouco que estávamos perto da final, perdi o saque, eles mantiveram o deles e no ½ foi um game duro. Ela segurou o game e fomos para cima. Foi o game mais importante do jogo.”

 

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Avaliações técnicas a parte, queria saber do Bruno da sensação de estar na final de um Grand Slam. “É a realização de um sonho. Desde que comecei a jogar e a conhecer um pouco mais do esporte, a entender a importância do Grand Slam sempre quis jogar uma final. Quando eu falo que estar na final é o sonho, é porque fico visualizando esse momento, da quadra, de uma decisão e sempre tive isso na cabeça, que queria jogar a final de um Grand Slam. Mas, claro que quero ganhar. Hoje dei o primeiro passo do sonho. Agora falta o segundo.”

 

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Makarova, mais experiente, disse que vai conversar com Bruno antes do jogo. “Jogar duplas mistas é divertido. Estou acostumada a jogar com todas essas meninas na simples e amanhã, na final, queremos vencer.”

Volto no ponto da emoção e da história de uma final de Grand Slam e quando pergunto quem é que vem à cabeça de Bruno quando ele pensa numa final de Grand Slam, ele me surpreende e responde Thomaz Koch. “Quando eu tinha uns 11, 12 anos treinei com o Thomaz e o Domingos Venâncio, no Rio, então lembro muito dele. Foi nessa época que comecei a entender da história do esporte e quem tinha sido o jogador Thomaz Koch. Ele é um gênio. Claro que depois vem o Guga e o Jaime também. Estava em Roland Garros quando ele fez a final com a Paola Suarez. Mas, o cara que mais me marcou foi o Thomaz.”

 

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E Thomaz Koch está em NY. “Converso com ele todos os dias.”

 

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Thomaz é o único brasileiro a ter um título de Grand Slam de duplas mistas. Foi em 1975, com a uruguaia Fiorela Bonicelli, em Roland Garros. Eles ganharam do chileno Jaime Fillol e da americana Pam Teeguarden, por 6/4 7/6.

 

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A final, claro é no Arthur Ashe Stadium e Bruno pisará na quadra central do US Open, pela primeira vez, para jogar a final que tanto sonhou e que é tão importante para o tênis do Brasil.

 

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Provei Sugarpova!

Um dos meus muitos objetivos desta vinda ao US Open era provar as balinhas da Sharapova, a Sugarpova. Mas, com o passar dos dias aqui já tinha esquecido, até que hoje, depois de sair da Apple Store, logo cedinho, caí quase que sem querer naquela loja dos sonhos de qualquer criança e muito adulto, a FAO Schwarz. Estava atravessando o salão térreo, quando vi uma sessão de doces…

 

E no meio dela estava Sugarpova. Seis fileiras das balinhas da campeã de Roland Garros deste ano, com nomes como “Chic,” “Splashy,” “Silly,” “Spooky,”, nas versões normal, sour (azedo) e levemente azedado, com açúcar em volta, ou sem.

Aí começou a dúvida. Qual vou comprar?

Já eliminei o Sour e o meio sour porque não gosto muito e fui mesmo pela embalagem e pelo desenho das balinhas gummy que gosto mais. Infelizmente não tinha nenhuma no formato bolinha de tênis, que estão esgotadas.

Acabei optando pelo Chic, Cheeky e Splashy, esse mais para dar para os sobrinhos em casa, porque tem formato de animais marinhos.

Cada saquinho de 142g de Sugarpova custou U$5,99, aproximadamente R$ 12. Até achei que fosse custar mais caro. Quando você entra numa dessas lojas de docinhos e pega os “yummis” com a pá e coloca no saquinho para pesar, não sai por menos do que isso.

Voltei para o hotel feliz com as compras do Sugarpova e decidida a experimentar no US Open.

Quando tirei o Sugarpova “Cheeky” da bolsa para abrir o saquinho, de repente, as balinhas da Sharapova se tornaram a sensação da sala de imprensa. Todo mundo queria saber onde estavam dando. Disse que havia comprado em Manhattan. Todos perguntaram o preço, quiseram ver a embalagem, tiraram fotos com a Sugarpova, brincando que era o mais próximo que chegariam da Sharapova e provaram comigo o “Gummy Candy.”

A conclusão dos jornalistas foi a mesma. Gostoso, aprovado, mas nada diferente dos “gummy bears”, ou “yummy” como outros chamam. O que conta mesmo é a embalagem. Ah, e ainda um agradecimento de Sharapova na parte de trás do saquinho dizendo “How sweet of you – que doce da sua parte – comprando o meu doce, uma porcentagem é doada para a Maria Sharapova Foundation, para ajudar as crianças ao redor do mundo a conquistarem seus sonhos. Assinado: Maria Sharapova.

 

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Rogerinho: “Quero ter cada vez mais experiências como esta”

Para quem pensou em parar de jogar tênis há três anos, Rogério Dutra Silva até que fez bonito. Enfrentou nesta sexta, em NY, no Arthur Ashe Stadium, o sérvio atual campeão do US Open, Novak Djokovic e apesar do placar de 6/2 6/1 6/2 para o número dois do mundo, o paulista, 112º da ATP, gostou da experiência e quer mais.

 

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Durante todo o tempo em que esteve na maior quadra de tênis do mundo, com capacidade para 23.000 pessoas, Rogerinho ouviu seu nome diversas vezes, com o público incentivando e aplaudindo as diferentes jogadas que ele tentou fazer diante de Djokovic. O brasileiro também foi ovacionado ao sair da quadra e até elogiado pelo campeão sérvio. “O placar não refletiu o que foi o jogo.”

 

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Depois da partida, sorridente e feliz com a experiência, Rogerinho foi até entrevistado por jornalistas estrangeiros, que perguntaram da sensação de jogar um game de 15 minutos (o segundo do segundo set). “Eu estava cansado. Estava tentando fazer alguma coisa para machucá-lo- no jogo –  e não conseguia.”

 

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Mesmo assim, Rogerinho continuou tentando até o final. “Tentei jogar de fundo, jogar mais rápido, variar, trocar bastante bola, mas o nível deles – Djokovic, Nadal, Federer e Murray – é muito, muito alto.”

 

Apesar do placar, Rogerinho disse ter gostado da experiência e ter tirado uma lição da partida. “Gostei muito. Nunca tinha enfrentado um campeão de US Open, número dois do mundo e nem chegado perto da quadra central. Fiquei lisonjeado de poder enfrentá-lo e agora é ir para a quadra amanhã e continuar trabalhando para cada vez enfrentar esses caras.”

 

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Enquanto dava entrevista após o jogo, o paulista lembrou dos momentos difíceis em que esteve perto de abandonar o esporte, há três anos. “Eu ia parar mesmo. Até que o Larri me convidou para treinar na academia dele e foi uma reviravolta total. Não estou mais tão novinho – 28 anos – mas para mim foi um super aprendizado essa partida.”

 

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Rogerinho, um dos tenistas mais guerreiros dessa geração de brasileiros, volta para casa e espera poder representar o Brasil no confronto da Copa Davis contra a Rússia, em São José do Rio Preto.

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Rogerinho se prepara com Verdasco, Dodig e Fognini para o jogo com Djokovic no US Open

O brasileiro Rogerio Dutra Silva jogará nesta sexta-feira, em Nova York, a maior partida da sua carreira, quando entrar em quadra para enfrentar o atual campeão do US Open, o sérvio Novak Djokovic. Será um desafio inédito para o paulista, que entrou pela primeira vez direto na chave principal do Grand Slam e nunca jogou com um dos Fab 4.

 

Depois de treinar com o italiano Fabio Fognini e antes de almoçar com o técnico argentino Andres Schneiter, bati um rápido papo com Rogerinho, no Player’s Lounge e deu para ver que ele está mesmo tranquilo para o jogo. “Espero que sirva para alavancar mais a minha carreira. Como já falei o cara é uma lenda do tênis e tenho que tentar desfrutar e aproveitar o momento.”

 

Para estar bem preparado para a ocasião, Rogerinho conseguiu fazer dois treinos no Arthur Ashe Stadium, onde nunca havia entrado, mesmo não tendo certeza se jogará lá ou no Louis Armstrong. Treinou com Fernando Verdasco e com Ivan Dodig.

 

Bem diferente do ano passado, em que entrou na chave principal como lucky loser, Rogerinho afirma estar mais maduro e em vez de buscar entrar para o top 100, quer conseguir se manter consolidado entre os 80 mais bem colocados do ranking mundial.  Para isso, montou um esquema com o técnico Larri Passos, que ele chama de coordenador, para viajar com o argentino Schneider, quando Larri não está disponível.

 

Diferente do ano passado, Rogerinho ficou longe da agitação de Manhattan. Optou por ficar na casa de um amigo, em Long Island, mais tranquilo e esperando fazer um bom espetáculo contra Djokovic, que será visto no mundo inteiro.

 

 

 

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Dá para imaginar a Dilma jogando tênis?

Podem falar o que quiserem dos americanos e da USTA, mas temos que aplaudir o que eles fizeram no US Open, ao conseguir que a Primeira Dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, fosse a Flushing Meadows, discursasse, batesse uma bolinha com John McEnroe, recebesse dicas de Serena Williams, posasse para fotos com Billie Jean King e James Blake a ainda fosse ao Arthur Ashe Stadium assistir um jogo.

Já tinha sido incrível, um ano atrás, durante o ATP de Washington, quando o casal Obama se encontrou com os irmãos Bryan, mas agora, depois que a First Lady encampou o projeto “Let’s Move,” usando o tênis como forma de esporte saudável e contra a obesidade das crianças principalmente, a promoção para o esporte é sem tamanho de tão boa que é.

Dá para imaginar a nossa Presidente Dilma Roussef com uma raquete de tênis na mão, batendo uma bolinha com Guga? Seria fantástico para o tênis no Brasil.

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Sem querer “chover no molhado,” mas US Open é vítima do “climate change”

Quem falava nesse assunto quando o Arthur Ashe Stadium começou a ser construído?

Não estou em NY mas estou acompanhando tudo sobre o US Open, na televisão, no application do torneio no Iphone, na internet, lendo jornais e sites, entre outros.  Confesso que deu um certo alívio ter cancelado a viagem quando vi toda a confusão armada pelo Hurricane Irene. Não que eu não quisesse estar em New York agora, mas teria sido uma confusão completa, porque era para eu ter chegado naquele primeiro fim de semana.

Agora, vendo dois dias seguidos de chuva na Big Apple, fico imaginando aquela sala de imprensa lotada de jornalistas sem ter muito o que fazer, procurando o que escrever, sem poder voltar para Manhattan, ou deixar de ir para o torneio, caso alguma coisa aconteça. Fica um clima de tensão no ar. Todos querem falar com o Diretor do Torneio, dependem de uma previsão do tempo, que funciona muito melhor lá do que aqui, os jogadores ficam irritados, todos agrupados no “player’s lounge,”, que mesmo crescendo ou sendo melhorado a cada ano, parece não dar conta de tanta gente.

Enfim, dias completos de chuvas em qualquer cidade já são complicados, em um torneio que tem data para começar e terminar ficam ainda mais, especialmente quando ainda estão sendo jogadas oitavas-de-final de simples no masculino, as mulheres estão nas quartas, tem torneio de duplas e duplas mistas em andamento, o juvenil, cadeira de rodas e muito mais.

A grande discussão em pauta no momento é porque o US Open, quando construiu o maior estádio de tênis do mundo, com capacidade para 23 mil pessoas, não programou um teto retrátil, como o Australian Open e Wimbledon já tem e como Roland Garros está programando nos seus planos de expansão.

Pensando nisso tudo, lembrei do ano da abertura do Arthur Ashe Stadium. Era 1997 e eu estava em Nova York. Guga havia ganhado Roland Garros poucos meses atrás e tinha sido o primeiro tenista a bater bola no gigantesco estádio. Uma cerimônia emocionante reuniu ex-campeões na primeira segunda-feira do torneio.

Há 14 anos o mundo era diferente. Quem falava em “Climate Change?”.

Quem imaginaria que o clima fosse mudar tanto?

Fui procurar dados de precipitação e temperaturas e para se ter uma ideia o National Climatic Data Center, oficial do Governo Americano, só tem dados disponíveis para consulta sobre temperaturas a partir de 1998 e fazendo uma rápida análise deu para ver que a média de chuva anual em Nova York foi aumentando praticamente todos os anos.

Claro que já havia órgãos preocupados com o clima antes disso, mas ninguém dava atenção.

O filme do ex-vice presidente dos Estados Unidos, Al Gore, “An Incovenient Truth,” curiosamente dirigido por Lucy Walker, a mesma do “Lixo Extraordinário,” que gerou a criação da “Rede Extraordinária,” foi lançado apenas em 2006. Para mim o filme é um divisor de águas na maneira como as pessoas comuns entendem o tal “Climate Change.”

Com mania de grandeza, os americanos nem titubearam em fazer um estádio gigantesco em vez de pensar em algo coberto.

Não chovia tanto em Nova York, naquela época.

O torneio começou a ter grandes problemas há três anos, quando teve que fazer a final na segunda-feira, o que se repetiu em 2009 e em 2010.

É provável que aconteça de novo em 2011.

É o US Open sendo vítima das mudanças climáticas que vem afetando o planeta.

Parece “chover no molhado,” mas é um fato. Ninguém imaginava, lá em 1997 – ou melhor, alguns anos antes, quando começaram a projetar o Arthur Ashe Stadium, que o mundo passaria por tantas mudanças climáticas, em tão pouco tempo, capazes de alterar o nosso cotidiano.

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O que eu estaria fazendo se estivesse no US Open em NY

Normalmente nesta época do ano estou em New York, para o US Open. Mas, desta vez por uma série de motivos pessoais e profissionais acabei ficando no Brasil e hoje passei o dia pensando no que eu estaria fazendo se estivesse em NY.

Eu estava com passagem aérea e hotel reservado já. A ideia era ter chegado hoje de manhã in the city.

Depois de passar aquela hora na fila da imigração teria pego um carro Carmel Limo, que sempre reservo no dia da viagem e sai mais barato do que o yellow cab e ido direto para o hotel, o Waldorf Astoria, um dos hotéis oficiais do US Open, deixar a minha mala – o quarto provavelmente não estaria pronto antes da hora do almoço – pego o meu papel confirmando o credenciamento e entrado no ônibus que sai a cada meia hora da Lexington Avenue para Flushing Meadows.

Ao descer do ônibus teria ido pegar a minha credencial da Tennis View – desde 1997 somos credenciados no US Open – na sala de credenciamento e me dirigido para a sala de imprensa, direto para a minha mesa, a 233, ao lado dos jornalistas argentinos e provavelmente do Alexandre Cossenza que já está por lá.

Computador na mesa, wifi funcionando, hora de cumprimentar os colegas, organizadores, procurar os amigos jornalistas e fotógrafos, saber como foram os dias de Hurricane Irene, pegar os media guides, programação dos jogos e partir para dar uma volta pelo complexo para “get that It Must be Love” feeling.

Já com fome teria comido aquele super cheeseburguer – sempre a melhor opção no restaurante da sala de imprensa – enquanto olhava o entra e sai de jornalistas e jogadores do corredor central do Arthur Ashe Stadium, onde fica localizado o media restaurant.

Com meu bloco na mão e a camera fotográfica teria ido para as quadras em seguida e assistido um pouco de alguns jogos e a partida do Bellucci.

A essa hora provavelmente ainda estaria na sala de imprensa, zumbi de sono – como estou agora depois de três dias de maratona no Rio de trabalho no Back2Black e no Itaú Masters Tour – torcendo para pegar o ônibus logo e ir para o hotel descansar.

Chegaria em Manhattan, pegaria um iogurte com cereal em alguma das vendinhas que lotam a Lexington Av. antes de dormir, para amanhã sim, começar com tudo o trabalho.

Essa normalmente é a minha rotina no meu 2º Grand Slam favorito e que há mais de 14 anos acompanho de perto.

Desta vez vou ver tudo pela TV, mas Tennis View estará muito bem representada em NY pelo Neco e pela estreante Renata Dias.

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Billie Jean King, a maior embaixadora do nosso esporte in the USA

Estou escrevendo uma matéria para a próxima edição da Tennis View sobre a Billie Jean King e apesar de já ter escrito outras vezes sobre a fundadora da WTA, vencedora da “Battle of the Sexes,” contra Bobby Riggs e campeã de inúmeros Grand Slams, sempre me impressiono com o poder de influência que ela tem, principalmente nos Estados Unidos.

Ela advoga em prol do esporte, das mulheres, é recebida por Barack Obama na Casa Branca, é convidada de honra para falar em convenções gigantescas, como uma que ocorre nos próximos dias na Califórnia, seu estado natal, a Women’s Conference, liderada por Maria Shriver e que terá a participação de Michelle Obama, Ophra Winfrey, Sally Field, Laura Bush, Arnold Schwarzeneger, Goldie Hawn, Caroline Kennedy, entre outras ilustres influentes dos Estados Unidos.

Ela organiza eventos de caridade, há 35 anos faz o World Team Tennis, é autora do livro Pressure is a Privilege, conselheira da WTA, embaixadora da UNICEF e muito mais…

Enfim, Billie Jean King é um presente que o tênis ganhou há muito tempo e que devemos ser eternamente gratos pela representatividade que ela dá e traz ao esporte.

Ah, não podemos esquecer que o maior estádio de tênis do mundo, o do US Open, o Arthur Ashe Stadium, fica no Billie Jean King National Tennis Center, em New York.

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And the 2010 US Open winner is… Rafael Nadal. Mais um latino triunfa na América

Fiquei olhando ontem à noite a cena de Nadal erguendo o troféu de campeão do US Open, completando o Grand Slam olímpico, derrotando Novak Djokovic no Arthur Ashe Stadium, in New York City, aos 24 anos de idade e uma das coisas que mais me chamou atenção foi ver as bandeiras americanas no fundo da sua imagem com o US Open trophy.

É uma cena que não estamos acostumados a ver, um latino sendo campeão in America. Acho que por isso pareceu estranho.

Difícil encontrar povo mais patriota do que os americanos, povo que “plede allegiance to the United States of America,”  todos os dias na escola, desde pequenos, que canta o hino com uma frequência inacreditável e pelo segundo ano seguido foi um latino que posou para a foto de campeão com as bandeiras americanas no fundo.

Ver Roger Federer nesta cena não parecia estranho. Era algo natural.

Talvez ver o Nadal lá na frente, erguendo de fato o troféu de campeão, tenha sido diferente porque há poucos anos não imaginávamos ver o espanhol conquistar o Grand Slam e a medalha de ouro olímpico em tão pouco tempo.

Ele já tem 9 Grand Slams – 5 Roland Garros, 2 Wimbledons, um Australian Open, um US Open e a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Beijing – e tem apenas 24 anos.

Acho que nem ele se deu conta do feito. A felicidade do espanhol era tamanha, mas por vencer o US Open.

Federer quando completou o Grand Slam no ano passado, tinha real noção da importância do momento.

Nadal, estava curtindo a vitória na América.

Transcrevo aqui dois trechos da entrevista coletiva do “mallorquín,” que não perde a humildade, a educação e o jeito de bom moço, não importa quantos torneios continue ganhando, em que ele deixa transparecer que o importante foi ganhar o US Open. O feito histórico, ele vai apreciar depois.

Parabéns, Rafa.

“You know, I still 24.  I have, I know, for me, it’s a dream have the career Grand Slam, but this is more dream have the US Open.  Is some moments unbelievable feeling because ‑‑ I worked a lot all my life, in all difficult moments to be here, but I never imagined have the four Grand Slams.”

“Sure, to win in here in the US Open I think is the more difficult tournament for me to play, more difficult conditions to adapt, to adjust my game on this court, for the balls, for the court, for everything, no? “

E antes de me despedir do 2010 US Open, deixo aqui alguns dados impressionantes do Nadal

-      Completou o career Grand Slam ao derrotar Novak Djokovic por 6/4 5/7 6/4 6/2

-      O US Open foi o 9º título de Grand Slam da carreira

-      É o 7º tenista da história a completar o Grand Slam

-      É o 3º tenista mais jovem a completar o Grand Slam, com 24 anos de idade, atrás apenas de Rod Laver e Don Budge.

-      É o 4º tenista da história a vencer Roland Garros, Wimbledon e US Open no mesmo ano. Os outros foram Laver, Trabert e Budge.

-      É o 7º da história com maior número de títulos de Grand Slam. Está atrás de Federer, Sampras, Emerson, Laver, Borg e Tilden.

(fotos de Cynthia Lum)

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