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Toronto ou Montreal? Tennis Canada traz inovações e ainda quer ver tenistas da ATP e WTA competindo nas duas sedes, ao mesmo tempo.

Comecei o dia hoje com a ideia de escrever este post para falar da volta dos grandes nomes do tênis às quadras, com a disputa do Masters 1000 do Canadá e na sequência, o de Cincinnati.

Apesar de todo mundo reclamar que a temporada de tênis é longa, que os grandes torneios deveriam ser mais espaçados, que as semanas de descanso poderiam se tornar uns dois meses, aposto que a maioria estava sentindo falta de ver ou ouvir falar de Rafael Nadal e Roger Federer.

Desde o fim do torneio de Wimbledon, há mais de um mês, nenhum deles jogou. Algumas outras estrelas do esporte, como Djokovic, disputaram a Copa Davis, ou jogaram um ou outro torneio do Olympus US Open Series, que começou há duas semanas, mas de Nadal e Federer só se viu fotos nas praias da Espanha e da Itália.

A ideia era falar um pouco deles e dos dois Masters 1000 na sequência, mas na hora de me atualizar sobre o primeiro, o de Toronto, achei e fui lembrando de tantas histórias e notícias interessantes que Nadal e Federer vão ficar para outro momento.

O Masters 1000 do Canadá tem uma história antiga. Começou a ser disputado em 1881. As sedes do torneio se alternam a cada ano. Um ano os tenistas jogam em Montreal e no outro, em Toronto, se revezando com as mulheres.


Neste ano o Masters 1000 será realizado em Toronto, na sede da Universidade de York, um bonito campus, não muito distante da metrópole.

Desde 2004, quando o estádio novo ficou pronto, o evento ganhou um upgrade e tem uma das mais belas estruturas do circuito. A quadra central tem capacidade para 11.800 pessoas, com luxuosas salas VIPs, inúmeros restaurantes e facilidades para o espectador.

Sempre querendo inovar, a Rogers Cup, que é disputada em duas semanas, sendo a primeira sempre masculina e a segunda feminina mudará no ano que vem.Passará a ser realizada simultaneamente, ou seja, tenistas da ATP e WTA continuarão alternando as sedes ano a ano, mas jogarão na mesma semana.

É a tendência do circuito de cada vez mais fazer campeonatos de homens e mulheres juntos, como já acontece em Indian Wells, Miami e Madrid além dos Grand Slams. Mas, no caso do Canadá pelo fato dos eventos serem disputados em duas sedes, será um novo desafio para a Tennis Canada, a Federação de tênis canadense.

O colega jornalista Tom Tebbutt, publicou na sua coluna de quarta-feira, no The Globe and Mail, uma entrevista com o Presidente da Tennis Canada, Michael Downey, em que ele tem grandes planos para o evento.  Para o ano que vem, quer inundar os canais de televisão com jogos ATP e WTA simultaneamente e tinha uma ideia mais arrojada de fazer metade da chave masculina e metade da feminina em cada sede, com os jogadores viajando de Montreal para Toronto e Toronto para Montreal, para disputar a final. Mas, num primeiro momento a ideia não foi bem aceita pelos jogadores. Ele quer agora ver como vai funcionar no ano que vem, deixar a história esfriar e quem sabe retomar o assunto e ver se os tenistas se acostumaram à ideia.

Nadal faz sorteio da chave ao vivo, com Live Streaming, direto da CN Tower

Mas, nem por isso a Rogers Cup deixará de inovar em 2010. O sorteio da chave será transmitido ao vivo nesta sexta, 16h (Toronto), com live streaming no novo site da Tennis Canada – lovemeansnothing.ca – com Rafael Nadal, direto da turística CN Tower.

Vamos ver como evoluirão os canadenses.

O Masters 1000 seguinte, o de Cincinnati, no ano que vem, terá disputa de homens e mulheres ao mesmo tempo e há pouquíssimos anos, nem havia um WTA feminino no meio-oeste americano.

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Mais de 15 anos de investimento trazem retorno ao tênis da Colômbia. País tem 2 top 70 na ATP e outros estão subindo.

Faz mais de 15 anos que a marca colombiana Colsanitas entrou no tênis mundial. Começou patrocinando um torneio Future feminino, em 1993 e  foi aumentando o investimento em campeonatos na Colômbia, passou a patrocinar jogadoras, até criar a Equipe Colsanitas masculina e feminina.

Fabíola Zuluaga foi o maior destaque do time, alcançando a semifinal do Australian Open em 2004 e chegando ao 16º posto no ranking mundial.

As vitórias de Fabíola mantiveram o patrocinador motivado e eles foram cada vez mais incrementando o patrocínio e montando um centro de treinamento e um staff de alto nível, para o Programa de juvenis que hoje virou o Programa de Alto Rendimento, com técnicos, preparadores físicos, médicos e psicólogos e realizando inúmeros torneios de diferentes categorias na Colômbia.

Já faz algum tempo que venho notando a ascensão colombiana no circuito.

Alejandro Falla o jogador número dois da Colômbia chamou atenção recentemente ao levar Roger Federer a disputar uma partida de cinco sets, na estreia em Wimbledon. Mas, já vinha tendo bons resultados. Dos qualifyings de Grand Slams passou a entrar direto nas chaves principais. Foi às quartas-de-final em ‘s-Hertogenbosch e na semana passada alcançou as quartas em Los Angeles, perdendo para Murray.

O número um, Santiago Giraldo, assim como Falla, não tem nenhum título na ATP, mas está sempre aí, jogando os maiores torneios do mundo e de tanto disputar os qualifyings, cresceu e hoje é o 58º colocado no ranking mundial.

Cabal

Escrevo este post de Campos do Jordão, onde dois colombianos estão nas quartas-de-final: Juan Sebastian Cabal e Robert Farah, os números quatro e cinco do País (Além deles também está no torneio o número sete do ranking colombiano Eduardo Struvay, que passou o qualifying e perdeu para Hocevar na estreia).

Farah recentemente ganhou o Challenger de Bogotá, com premiação de US$ 100 mil e deu um salto na carreira, começando a deixar para trás os torneios Futures.

Cabal, semifinalista em Bogotá, segue na mesma linha.

Falla

Falla é o mais velho da turma, com 27 anos. Cabal, Farah e Giraldo tem 23 e se espelham em Falla.

“Foi ele que fez ressurgir o tênis na Colômbia. Tivemos o Maurício Hadad que era o grande ídolo do nosso País – foi 78º na ATP – , e quando ele parou há mais de 10 anos o tênis tinha praticamente morrido,” contou Cabal, aqui na sala de imprensa da MasterCard Tennis Cup.

Chamei o tenista para saber o que ele esperava do próximo confronto no torneio, que sera contra Ricardo Mello e acabei batendo um interessante papo sobre muito do que escrevi neste post.

Cabal contou que todos os tenistas da equipe Colsanitas viajam com um técnico e que se, por acaso, um dos treinadores não pode ir, vai um preparador físico.Eles vestem com orgulho a logomarca da empresa nos seus uniformes e é a Colsanitas, com toda experiência de anos de tênis que tem, que cuida da carreira dos jogadores e negocia contratos de patrocínio.

O espanhol Marco Aurélio Gorriz, que  jogou o circuito – esteve entre os top 100 –  e foi técnico de Alberto Martin por muito tempo,  é o chefe dos treinadores e costuma viajar com Falla e Giraldo. Aqui em Campos Cabal e Farah estão acompanhados pelo capitão da Copa Davis da Colômbia, Felipe Béron. É ele que comandará a equipe, em setembro, no confronto com os Estados Unidos, no saibro, em casa e que pode colocar o País no Grupo Mundial da competição.  O renovado American Team do capitão Patrick McEnroe, provavelmente com Sam Querrey, John Isner, Mardy Fish e os irmãos Bryan, fará primeira viagem a América do Sul desde que os Estados Unidos ganharam do Brasil em Ribeirão Preto, em 1997, com Courier, Malivai Washington, Richey Reneberg e Alex O’Brien vencendo o time de Meligeni, Guga, Oncins e Roese.

Esse confronto EUA x Colômbia, que há algum tempo pareceria simples para os americanos, mesmo no saibro colombiano, hoje se tornou dos mais complicados, ainda mais porque pode entrar para a história. Os colombianos nunca chegaram ao Grupo Mundial, mas depois de mais de uma década de investimentos, a Colsanitas pode vir a ter o empenho recompensado.

No tênis feminine, mesmo já tendo colhido os frutos com Fabíola Zuluaga, a Colsanitas, não parou. Continua fazendo o WTA em fevereiro – aquele primeiro torneio Future que realizaram se tornou um evento Tier I com premiação de US$ 170 mil, do mesmo nível que a própria Zuluaga venceu em 1999, em São Paulo, quando a cidade sediava um evento da categoria e tem como grande aposta Mariana Duque Marino. Ela foi vice-campeã juvenil de Roland Garros, já jogou em Campos do Jordão e neste ano conquistou o WTA de Bogotá, a Copa Colsanitas.

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Campos, agora começa mesmo a MasterCard Tennis Cup. 10 anos de história no tênis

Começa nesta segunda-feira a chave principal do torneio masculino – ATP Challenger Series – da MasterCard Tennis Cup.

É a 10ª edição do torneio e como sempre, as semanas que antecemdem a disputa geram muitas expectativas.

Quem vai jogar? Quando vão chegar? Será que estão em forma? Quem tem mais chance de ganhar o título?

De uma hora para outro o cenário do torneio vai mudando.

Mello


As mulheres vão dando espaço para os homens e o Tênis Clube de Campos do Jordão ganha outra aparência e até a atmosfera muda.

O evento parece maior – e de fato é – os jogos são mais longos, há mais pessoas assistindo, mais estrelas e verdadeiras promessas do circuito.

Como esta é a 10ª edição do torneio fizemos uma exposição de fotos dos melhores jogadores que já passaram por Campos do Jordão e dos melhores momentos da competição desde o primeiro campeonato, em 2001.

Delgado o 1º campeão


Fazer esta “curadoria” foi uma viagem pelos anos de campeonato. Deu para ver a transformação que o torneio sofreu, sempre para melhor e todos os jogadores que passaram por aqui.

Tênis de época em Campos do Jordão - 2004

Sa, Soares, D.Melo e M.Melo, em 2004


Já escrevi tantas vezes em press releases desde o anúncio da edição 2010 do torneio quem passou por aqui, que parece ser repetitivo, mas a cada DVD de fotos que abria, encontrava uma fota que trazia uma boa lembrança. Ramon Delgado, Mario Ancic, Marcos Baghdatis, Andy Ram, Dudi Sela, Janko Tipsarevic, Dmitry Tursunov, André Sá, Marcelo Melo, Bruno Soares, Thomaz Bellucci, Juan Martin del Potro, Horacio Zeballos, Giovanni Lapentti, Justin Gimelstob, Dadá Vieira, Eduardo Schwank, Leonardo Mayer, Flávio Saretta, Yen Hsun Lu, Rik de Voest, Juan Chela, todos jogaram aqui. Sem falar nos que ainda jogam e vieram aqui pela primeira vez ou quando ainda eram juvenis.

Daniel


Neste ano estão de volta Marcos Daniel e Ricardo Mello, entre os mais bem colocados no ranking mundial.

Pela primeira vez, Josselin Ouanna joga aqui e quero ver como ele vai se sair. Afinal, ele já fez final de Grand Slam juvenil, pertencia a mesma turma de Monfils, Gasquet e Tsonga, mas não acompanhou o ritmo das estrelas do tênis da França.

Com os Wild Cards  – convites – distribuídos para a chave principal – Qualifying terminado, chaves de simples e duplas sorteadas, começa nesta segunda, de fato a 10ª edição da MasterCard Tennis Cup.

Entre todos os DVDs que abri, imagens que selecionei, outras que peguei mas não usei, a que mais ficou na minha cabeça é essa aqui, da final de 2005, de André Sá cumprimentando Juan Martin del Potro, após vencê-lo na final.

Del Potro e Sa - final de 2005



A torcida é para que a gente tenha uma semana sem chuva e de preferência com um brasileiro campeão. Não gosto nem de pensar no tenebroso ano de 2004, em que choveu tanto que a sala de imprensa, que ainda ficava sob a quadra central, em cima das arquibancadas, teve que ter o piso trocado duas vezes, nossas roupas viviam úmidas, os pés pareciam não esquentar nunca, o qualifying teve que terminar em São Paulo e para completar um japonês – nada contra os asiáticos, mas para o meu trabalho de divulgação não ajuda nada – ainda foi campeão.

Neste ano, só lindos dias de sol aqui em Campos, com aquele céu azul maravilhoso e um fim de noite dos mais agradáveis `a noite.

Let the tournament begin!

PS – fotos de Hedeson Alves, Dália Gabanyi e Alpha Imagem

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A Suíça brasileira, Jordan Fields, Estância da Cura: Campos do Jordão

Tive que fazer uma rápida viagem a São Paulo, no início desta semana, para organziar a participação da MasterCard Tennis Cup no programa esportivo do BandSports, Encontro de Craques.


Quarta-feira de manhã já estava subindo a serra novamente e no caminho, ao avistar as montanhas, com o verde misturado ao colorido do inverno com o céu azul, fiquei pensando na beleza de Campos do Jordão.

Muitas vezes, por estarmos aqui todos os anos nos esquecemos de apreciar a Suíça Brasileira.


Antes de visitar os Alpes Suíços pela primeira vez achava que esse era mais um daqueles nomes que dão a cidades do Brasil, como chamar Recife de Veneza brasileira. Mas, de fato, Campos do Jordão pode ser considerada a suíça brasileira, tanto pelas montanhas, quanto pelo estilo das casas e também pelo clima.

Pesquisas científicas acusaram a superioridade de seu clima – Campos do Jordão tem 1700m de altitude –  em relação a Davos Platz, nos Alpes Suíços, bem como um teor de oxigenação e ozona superior ao da famosa estância francesa de Chamonix, pela pureza do ar.


Quando era pequena me lembro de passar férias em Campos, onde alugávamos uma casa. Depois, um pouco mais crescida, vinha para cá e passava uma temporada na Colônia de Férias. Alguns anos mais tarde comecei a vir com amigos, em diversas épocas do ano e há dez anos venho para a MasterCard Tennis Cup.

Programas para quem vem passear aqui não faltam. São várias atrações turísticas, o famoso Festival de Inverno de Campos do Jordão, sem falar nos restaurantes e lojas temporárias que abrem apenas no inverno, época em que a cidade mais lucra e fica praticamente intransitável no mês de julho.

Hoje em dia, associo a cidade completamente ao torneio, mas além de tudo isso Campos sempre foi, na minha cabeça, de tanto ler em livros, ver em filmes e novelas, um lugar do mais puro ar e dotado de um certo poder de cura, com muita gente subindo a serra para se tratar da tuberculose.

E realmente, depois de ficar alguns dias aqui, a gente percebe como faz bem respirar esse ar puro, como é agradável estar nesta cidade.


Pela primeira vez, logo que subi a serra, na quarta-feira, tive que parar para esperar o trem passar. Sabia que havia um trem que fazia algum trajeto por aqui, mas para mim, não passava de folclore, já que o único que a gente vê pela cidade é aquele de turistas passando em frente ao Tênis Clube como parte do city tour.  Na verdade são três os trajetos que o trem faz. Um é o Campos do Jordão – Santo Antônio do Pinhal, o outro é Pindamonhagaba Campos do Jordão e o terceiro é um bonde que faz trajeto diário em julho (http://www.suicabrasileira.com/passefcj.htm).

Curiosa, quis saber um pouco mais sobre a cidade e descobri que ela foi descoberta na época da corrida pelo ouro, nos anos 1700. Foi o sertanista Gaspar Vaz da Cunha, o Oyaguara, que desbravou as matas virgens da Mantiqueira, chegou ao Vale do Paraíba e foi abrindo caminho . Alguns anos mais tarde, Inácio Caetano Vieira de Carvalho seguiu as pegadas de Oyaguara e chegou até o Pico do Itapeva.  Quando Caetano faleceu, suas terras foram hipotecadas a um tal Brigadeiro Jordão, que adquiriu mais sesmarias e chamou a região de Campos do Jordão.

Assim foi semeada a Campos do Jordão que conhecemos hoje. Várias vilas foram sendo fundadas nos arredores até adquirir o formato que tem hoje.

Nesta breve pesquisa sobre a história de Campos do Jordão, descobri da onde vem o nome de Abernéssia, um dos bairros da cidade. A vila foi fundada pelo escocês Robert John Reid, nascido na cidade de Aberdeen e filho de um escocês de Inverness. Juntou os dois nomes e criou a Vila Abernéssia.

Para complementar todas as informações, Campos do Jordão virou município em 1934 e tem uma área de 269km, com clima tropical de montanha e sol presente quase o ano todo.

É este sol que tem brilhado desde que a 10ª edição da MasterCard Tennis Cup começou.

O torneio entra na fase de quartas-de-final, com destaque para a argentina Paula Ormaechea e os tenistas do Challenger masculino ATP já começam a aparecer em Jordan Fields, outro nome que gostamos de dar a Campos do Jordão. O primeiro a pisar na nossa sala de imprensa foi o francês Josselin Ouanna.

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On the Tennis Road Again – em Campos do Jordão

Escrevo este post com quase um dia de atraso. A ideia era ter escrito ontem, antes de deixar São Paulo para mais uma viagem pelo mundo do tênis.

Desta vez não precisei pegar avião e cruzar um oceano.

Pouco mais de duas horas de carro me trouxeram a Campos do Jordão onde permanecerei nas próximas duas semanas.

Quadra Central

Entre algumas das funções de comunicadora que acumulo, exerço a de Diretora de Comunicação da Try Sports, empresa que organiza há 10 anos a MasterCard Tennis Cup, um torneio Challenger feminino e masculine na serra paulista.

Depois de todo um mês de preparação em São Paulo, fazendo a Revista Programa que conta a retrospectiva da década do torneio – em um outro post vou contar um pouco mais sobre todo mundo que já jogou por aqui -, escolhendo e fazendo legendas de inúmeras fotos expostas no Stella Artois Hall com a história de cada tenista que hoje está ou esteve entre os top 50 que já competiu no torneio, separando fotos que estão em um Totem gigante, com os campeões do torneio, fazendo reuniões, escrevendo os press releases de divulgação que antecedem o evento, estou agora na sala de imprensa do Campos do Jordão Tênis Clube.

Revista Programa da MasterCard Tennis CUp 2010 (foto Hedeson Alves)

Aqui, uma equipe de cinco pessoas, incluindo a minha pessoa, é responsável por divulgar para todo o País e ocasionalmente para o exterior também, tudo o que acontece na competição. Resultados, notícias, fotos, programação, atualização do site – www.trysports.com.br , do twitter @trysportsbrasil, credenciamento de imprensa, produção de matérias, cerimonial de premiação, acompanhar os jornalistas, sugerir pautas e fotos, são apenas alguns dos afazeres que temos em Campos, o que nos deixa no Campos do Jordão Tênis Clube praticamente o dia todo.

De dia o foco são os jogos, as tenistas, resultados e à noite, nos dirigimos todos para o Stella Artois Hall, a Sala VIP do evento, uma das mais belas que já vi pelo circuito e olha que já frequentei muitas. É lá que acontece o que chamam de marketing de relacionamento, onde os patrocinadores recebem seus principais clientes e os organizadores do torneio, os seus convidados.

Um buffet dos mais refinados, hoje tinha um Oyster Bar na hora do almoço –  fica à disposição durante o dia todo, com prosecco, vinhos – neste ano da Bodega Norton – e  Stella Artois, entre outros.

A programação do Stella Artois Hall muda a cada ano e para comemorar a 10ª edição, uma parceria com a WineBrands trouxe a Campos do Jordão, a sommelier da Norton, Judith Bernal e a TeaBlender, Inês Berton, simplesmente a consultora do Dalai Lama e a única mulher entre 11 TeaBlenders que existem no mundo a exercer tal função.

Conto no próximo post, mais um pouco sobre Inês Berton e seus chás e infusões.

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