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O Brasil vai mal

Terminou neste fim de semana, no Rio, a Peugeot Tennis Cup, o sétimo torneio Challenger realizado no Brasil, com vitória de um argentino (Agustin Velotti). Na semana passada um colombiano foi o campeão no São Paulo Challenger. Desde que a temporada começou apenas um brasileiro (Rogério Dutra Silva, em Itajaí) ganhou um torneio da série ATP Challenger Tour no país. O reflexo se vê diretamente no ranking. Não há um brasileiro entre os top 100 e apenas 3 entre os top 200.  O Brasil vai mal. Agustin Velotti

Não é o primeiro post que escrevo sobre o momento do tênis brasileiro. Isso já vem desde o início de 2012, mas agora parece que a situação piora a cada semana. Ricardo Mello que costumava vencer alguns destes Challengers, já não joga mais. Júlio Silva também não. Thiago Alves daqui a pouco também para.

Mais grave ainda é que nenhum brasileiro alcançou as semifinais de nenhum destes Challengers realizados em São Paulo e no Rio nas últimas semanas. Quinze jogadores do Brasil começaram a disputa do SP Challenger na chave. Nenhum alcançou as quartas.

No Rio foram 12 na chave e apenas Guilherme Clezar e Leonardo Kirche nas quartas. Clezar Guilherme

Pior ainda, no fraquíssimo qualifying, com 25 tenistas brasileiro jogando por 4 vagas na chave, apenas um conseguiu passar a fase classificatória, Tiago Fernandes.

Enquanto isso, os outros países sul-americanos parecem viver uma fase de renovação. O Chile teve dois tenistas com menos de 18 anos nas quartas-de-final, Bastian Malla e Christian Garin, vindos do qualifying. O Equador começou a ver a sua nova sensação chegar pela primeira vez à semifinal de um torneio Challenger, Emilio Gomez. A Colômbia comemorou o título de Alejandro Gonzalez, na semana passada e a Argentina, seja em torneio Future, Challenger, ATP, Masters 1000 e Grand Slam, sempre tem tenista chegando longe. Não foi diferente no Brasil com Agustin Velotti.

O que assusta é ver que nem nos torneios Challengers do Brasil os tenistas daqui estão conseguindo se destacar, conseguindo aproveitar estas oportunidades. São pouquíssimos os tenistas novos conseguindo bons resultados. Parabéns a Thiago Monteiro que marcou boas vitórias em Challengers na Europa.

Pior do que tudo isso é constatar que do nosso tênis juvenil também não está sendo surpreendente. Os bons circuitos juvenis como o Sul América, Banco do Brasil, Credicard e Unimed acabaram. A Confederação achou que ter apenas o Circuito Correios bastaria. Não basta. Todos os tenistas profissionais de sucesso no Brasil relatam suas passagens por algum destes quatro circuitos, afinal competiam com frequência e em um nível razoável de tênis.

Já ouvi dizer de outras pessoas que estão no dia a dia do tênis brasileiro, vendo tudo isso acontecer. Vocês estão reclamando agora? E daqui a três anos?

Sá Andre

Bruno Soares, Marcelo Melo, Thomaz Bellucci, Teliana Pereira, Thiago Alves, Marcelo Demoliner, entre muitos outros, todos eles jogaram os circuitos juvenis.

A situação é tão ruim do nosso tênis que até o Guga que não gosta muito de reclamar andou dizendo que o tempo está passando, que nunca houve tanto investimento, tantos torneios, para tão pouco resultado; Meligeni já cansou de alertar. O que será que precisa acontecer para algo realmente mudar?

É maravilhoso ver André Sá conquistando torneio, ver Bruno Soares erguendo o trofeu do Masters 1000 de Montreal, Marcelo Melo com o vice de Wimbledon, mas só duplas não sustentam o esporte.

Confesso que temi que hoje na final da Peugeot Tennis Cup, no Rio, sem um brasileiro, o público não fosse comparecer. Mas, o torcedor, o fã de tênis que se acostumou com Guga & Cia, que gosta de ver Federer, Nadal, Djokovic e Murray jogarem, apareceu no Jockey, o público ainda se apresenta. Não sei até quando.

Torço muito para aqueles que estão dando duro dentro e fora das quadras consigam avançar. Parece que este sera o caso mais uma vez, os esforços individuais prevalecendo no Brasil.

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E Clezar vai se transformando em jogador!

Guilherme Clezar ATPSabe quando você tem a sensação de ver um tenista começar a se desgarrar do grupo, a tomar dianteira e a se transformar? É essa a sensação que tenho com o jovem Guilherme Clezar, de 20 anos e que disputa a segunda semifinal seguida de ATP Challenger Tour – São Paulo – entrou nesta semana para o top 200 do ranking mundial(é o 197 e vai subir mais) e já é o quinto brasileiro mais bem ranqueado na ATP.

O gaúcho treinado por João Zwetsch, desde que terminou a carreira juvenil, com direito a vice-campeonato de duplas de Roland Garros, vinha tendo alguns resultados expressivos aqui e ali.

Ganhou, no ano passado, o Challenger do Rio Quente Resorts, mas numa temporada instável, com muitas derrotas em primeiras rodadas e a disputa de torneios Futures.

Clezar começou 2013 no Aberto de São Paulo e foi se arriscar no qualifying do Australian Open. Não ganhou um jogo, mas já estava ali entre os grandes do circuito.

Poucas semanas depois passou o qualifying do Brasil Open e só perdeu para Thomaz Bellucci, na primeira rodada, no tie-break do 3º set. Clezar não estava com medo, nem intimidado pelo grande ginásio do Ibirapuera e pelo top 40 da ATP. Depois, venceu 2 jogos no duríssimo qualifying do ATP de Buenos Aires e voltou a jogar os torneios Challengers.

Foi semifinalista em Santos, perdendo para o número dois do País, Rogério Dutra Silva, também em 3 sets e agora já está na semi, no Paineiras do Morumby. Nesta semana venceu o cabeça-de-chave 2, o também brasileiro João Souza, o Feijão, nas oitavas-de-final.

São jogos como os contra o Bellucci e essas vitórias que ele vai conquistando, agora de forma mais consistente, diante de tenistas mais bem ranqueados e mais experientes, com um bom mix de torneios entre ATPs e Challengers, que dão a certeza de que Clezar está de fato se transformando em um jogador.

Rogerio Dutra Silva tenis

Entre todos os tenistas brasileiros que disputaram essas 3 semanas de Challenger por aqui, com exceção de Rogerio Dutra Silva, campeão em Itajaí e vice em Santos, Clezar foi o único que se destacou. Nos três torneios, já nas quartas-de-final quase não havia brasileiros em quadra.

No Taroii Open, em Itajaí, apenas Rogério Dutra Silva estava nas quartas; em Santos, Rogerinho, Clezar e João Souza eram os brasileiros em ação e em São Paulo, apenas Clezar e Rogerinho.

O sinal de alerta para o tênis brasileiro continua vermelho.

 

Fotos de João Pires

 

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Resultados dos Challengers dão novo sinal de alerta para o tênis brasileiro

Sei que estamos no meio do ATP Finals, que Del Potro ganhou um jogo emocionante contra Roger Federer, as semifinais foram definidas com os dois, além de Murray e Djokovic, mas isso não me faz parar de pensar no momento alarmante que o nosso tênis passa. Já escrevi um post sobre o assunto em abril e volto a escrever agora.

 

Tivemos uma boa sequência de torneios Challengers no Brasil nas últimas semanas e desde a Peugeot Tennis Cup, no Rio, venho observando os resultados dos brasileiros. Em três torneios da categoria no País – Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Leopoldo, nenhum tenista do Brasil alcançou a semifinal.

 

Quando escrevi em abril sobre o primeiro sinal de alerta, pelo menos havia tenistas brasileiros avançando nos Challengers do Brasil, mesmo sendo mais velhos. E o alerta era para isso, pelo fato de nenhum Novato, fora Guilherme Clezar, apresentar resultado  consistente nos Challengers.

 

Thiago Alves, 30 anos,  havia vencido o Challenger de São Paulo (Villa-Lobos);  Ricardo Hocevar, 27 anos, havia sido vice em Santos; Julio Silva, 33, em São Paulo e Clezar empolgando com o título do Challenger do Rio Quente Resorts.

Veio o segundo semestre e a situação não mudou. Piorou. Pelo menos em dois dos cinco Challengers jogados no Brasil, um tenista daqui foi à final. No entanto, nem Leonardo Kirche, 27, vice em Campinas e Hocevar, campeão em Belém, são jogadores novos.

 

Entendo que houve uma mudança no circuito, que não jogadores novinhos se destacando no top 100. Mas é sim um momento de alerta, quando três vezes seguidas, com 12 brasileiros na chave, ou mais (foram 12 no Rio e em Porto Alegre e 13, em São Leopoldo), nenhum deles alcança a semifinal. E ainda, no Rio, por exemplo, apenas Ricardo Mello, 33 anos e André Ghem, 30 estavam nas quartas-de-final. 

 

Tentei buscar explicações e não encontrei. Alguns disseram, ah, esse Challenger está muito forte, por isso os brasileiros não estão indo bem? Ah, a quadra está lenta, tem que saber jogar bem todos os fundamentos, não dá só para bater na bola…

Enfim, alguma coisa precisa ser feita.

Não é falta de torneio; não é falta de investimento.

 

Seis meses se passaram do post que escrevi e não houve qualquer mudança de padrão no ranking dos brasileiros. Continuamos apenas com Clezar, 19 anos, entre os top 10 do País de novato e vendo a evolução, por méritos próprios, de Fabiano de Paula, 23 anos, que começou o ano na 380ª posição e está no 239º lugar.

 

Pelo menos, nas dulas, Bruno Soares, Marcelo Melo e André Sá, além de Thomaz Bellucci na simples, tem deixado a bandeira brasileira hasteada no circuito mundial

 

Fotos de João Pires/Fotojump

 

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Challengers no Brasil e ATPs europeus evidenciam momento alarmante do tênis nacional

A situação é alarmante para o tênis brasileiro. Já estamos praticamente em maio, no meio da temporada de saibro da Europa, já tivemos alguns Challengers no Brasil, um ATP e o único tenista que continua nos top 100, entre os top 50 é Thomaz Bellucci. Não vejo os outros jogadores arriscando, jogando os qualifyings dos ATPs europeus ou Challengers maiores mundo afora. E para piorar, poucos são os brasileiros se dando bem nos Challengers em casa e eles não são novatos.   

Estive durante a semana no IS Open, no Clube Paineiras do Morumby, quando comecei a fazer esta análise e pensar nos resultados dos últimos torneios Challengers no Brasil.

Os poucos brasileiros que estão conseguindo avançar nas chaves são os mais experientes, com mais de 25 anos e em sua maioria beirando os 30 anos ou até com mais do que as três décadas de existência.

Thiago Alves, com 29 anos, foi o único brasileiro a ganhar um torneio Challenger neste ano e ganhou dois: São Paulo e Guadalajara.

Ricardo Hocevar, aos 26 anos, jogou bem na semana passada em Santos, passando o qualifying e chegando à final.

Júlio Silva, aos 32, joga neste fim-de-semana a final do IS Open, em São Paulo.

Rogério Dutra Silva, 28 anos, fez algumas quartas-de-final de Challenger e foi às oitavas no ATP de Viña del Mar.

O único novato entre os top 10 é Guilherme Clezar, com 19 anos de idade.

João Souza, o nosso número dois, com 23 anos, até que está tentando, jogando os qualifyings dos Masters 1000 e ATPs, mesclando com alguns Challengers, mas não está avançando. O melhor resultado por enquanto foi as quartas-de-final no ATP chileno.

O mais alarmante, no entanto, é o fato de ver neste fim-de-semana de três ATPs 250 na Europa, teoricamente os mais fracos, não encontrar nenhum brasileiro jogando os qualifyings e somente João Souza na chave do ATP de Belgrado (Bellucci está lesionado).

Muitos dos tenistas que jogaram os Challengers do Brasil e da América do Sul nas últimas semanas, especialmente os argentinos, já foram para a Europa. E a julgar pela quantidade de portugueses e sérvios nas chaves dos qualifyings em Estoril e Belgrado, entrar ou não na chave não seria um problema.

Além disso, e os mais novos? Ainda não conseguiram dar o salto e continuam jogando torneios Futures?
Fico tentando encontrar uma explicação. Será comodismo de ficar no Brasil e jogar mais um Challenger na outra semana e chegar na Europa para jogar o qualifying de Roland Garros sem ter enfrentado os tenistas mais bem ranqueados e que estão jogando no velho continente? Será falta de ambição, de coragem de arriscar?
Imagino que questões financeiras não sejam mais os maiores problemas, pelo menos para bancar as viagens já que a CBT arca com este custo.

Os colombianos a quem derrotamos na Copa Davis há poucas semanas estão todos na Europa.

Apenas os duplistas – André Sá, Marcelo Melo, Bruno Soares (e Feijão), estão por lá.

Abaixo uma tabelinho dos 12 brasileiros mais bem ranqueados (excluí o Bellucci da tabela).

É triste, mas são fatos e é a nossa realidade não muito empolgante, principalmente se estivermos pensando no futuro. Parabéns aos mais experientes Alves e Silva e ao Hocevar que conseguiram bons resultados, mas precisamos de mais.

João Souza – 116º (começou 104º)

23 anos

Melhor resultado: Quartas-de-final em Viña del Mar

 

Rogério Dutra Silva – 122º (começou 124º)

28 anos

Semi em SP(CH) e Quartas em 4 Challengers no Brasil

OItavas em Viña del Mar

 

Ricardo Mello – 134º (começou 85º)

31 anos

2ª rodada do Australian Open e do Brasil Open

Passou o quali de Houston

Perdeu na estreia em Santos e SP

 

Thiago Alves – 152º (começou 340º)

29 anos

Campeão SP e Guadalajara

Semi em Florianópolis

 

Julio Silva – 159º (começou 153º)

32 anos

Quartas em Bucaramanga, Santos e decide o Challenger  em SP

 

Ricardo Hocevar – 251º (começou 282º)

26 anos

Quartas em Florianópolis e vice em Santos

 

Guilherme Clezar – 284º (começou 287º)

19 anos

Quartas em San Luis do Potosi

Jogouo  qualifying do Australian Open

 

Fabiano de Paula – 313º (começou 380º)

23 anos

Quartas em San Luis do Potosi

 

Caio Zampieri – 331º (começou 253º)

25 anos

Quali do Australian Open

Lesionado

 

Andre Ghem – 336º (começou 284º)

29 anos

Quali do Australian Open (última rodada)

Final de duplas em SP

 

Leonardo Kirche – 344º (começou 475º)

27 anos

Quartas do Challenger de Santiago

Jogou Futures no Egito

 

Fotos de João Pires e Wander Roberto

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Depois das declarações de Bellucci, Copa Petrobras promete agitar ainda mais o tênis no Brasil

Bellucci teve contrato com a adidas oficializado nesta sexta (foto de Sarkar/AFP/Getty Images)

A Copa Petrobras ainda nem começou e já está criando polêmica no tênis nacional. Não é pela competição, que aliás é de fundamental importância para o tênis da América do Sul.

Lançada há mais de 10 anos como Copa Ericsson, viu grandes nomes do tênis sul-americano subindo no ranking jogando o Circuito Challenger da ATP do final da temporada.

Nesta sexta, no lançamento oficial da etapa de São Paulo, na Sociedade Harmonia de Tênis, o cabeça-de-chave 1 do torneio e campeão do ano passado, Thomaz Bellucci, ao explicar um dos problemas do tênis no Brasil, acabou exagerando em suas declarações, ao afirmar que não há técnicos competentes no País, além de Larri Passos, treinador que levou Guga ao topo do ranking mundial e o seu, João Zwetsch, atual capitão da Copa Davis.

Não estive no evento de lançamento, nem no almoço que seguiu a coletiva, por isso não gosto de criticar. Não sei qual teria sido o contexto da pergunta. Mas, de qualquer maneira, é sempre bom pensar antes de fazer uma afirmação destas ou estar pronto para aguentar as consequências.

Os repórteres da Tennis View, Edgar Lepri e Fabiana de Oliveira participaram da entrevista e reproduzo aqui a matéria publicada no nosso site, em que Bellucci também fala da derrota na Copa Davis e da semana dolorosa na Índia: “uma semana infeliz no calendário.”

São Paulo (SP) – A etapa paulista da Copa Petrobras foi lançada nesta sexta-feira, na Sociedade Harmonia de Tênis, com a participação dos tenistas Thomaz Bellucci, melhor brasileiro e número 27 do mundo, e Tiago Fernandes, ex-número 1 juvenil. Além de falar da importância de jogar em casa e defender o título de 2009, Bellucci aproveitou para se defender das críticas relacionadas à sua atual fase e à derrota da equipe na Copa Davis, na Índia, e defendeu a maior atuação de ex-profissionais como treinadores.

Para o atual melhor tenista do país, faltam técnicos competentes para alavancar a carreira de um jogador, principalmente depois que ele chega ao top 250. “Faltam técnicos que saibam tirar o potencial dos jogadores. O Larri (Passos, treinador de Fernandes) e João (Zwetsch, seu treinador), por exemplo, são exceções, porque poucos técnicos têm qualidade para treinar jogadores de alto nível”, afirmou.

Bellucci não descarta fazer parceria com um treinador estrangeiro no futuro e enaltece a escassez de treinadores no Brasil. “Às vezes, a solução é um técnico de fora, e isso seria normal no Brasil, pela falta de técnicos que temos”. O paulista de Tietê ainda defendeu uma maior participação de ex-profissionais no tênis atual. “O ex-tenista tem muito a acrescentar e poderia ajudar como técnico. Isso é mais comum no exterior”.

O brasileiro também analisou sua primeira temporada entre os melhores tenistas do mundo e rebateu as críticas à equipe que caiu diante da Índia na Copa Davis, em setembro. “Só joguei torneios grandes neste ano, e às vezes a gente é obrigado a pegar um top 5. É preciso saber lidar com as derrotas, mas acho que fiz um bom ano, principalmente no primeiro semestre, que é mais fácil para tenistas de saibro, e consegui me manter no top 30”.

O tenista reconhece que receberá mais críticas por ser o número 1 do Brasil e precisa saber como enfrentá-las. Sobre a derrota na Davis, ele afirmou que na semana seguinte, quando voltou ao Brasil, ficou três dias sem conseguir fazer nada, pelo desgaste físico e mental da competição e do calendário longo na temporada. “A semana da Davis machucou muito todo mundo que estava lá. Não atrapalhou muito meu calendário, mas não caiu muito bem, pelas viagens longas que fiz. Fico um pouco chateado pelas críticas porque nunca deixei de defender o Brasil”.

Mais informações no www.tennisview.com.br

PS: Em tempo. A adidas confirmou hoje a parceria com Bellucci. O tenista já vinha usando o uniforme da marca há algum tempo, mas o contrato ainda não havia sido oficializado. www.tennisview.com.br

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