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Bruno Soares e Jamie Murray vencem e estão na semi do Australian Open

O brasileiro Bruno Soares e o britânico Jamie Murray estão na semifinal do Australian Open. Nesta terça-feira eles derrotaram a parceria formada por Rajeev Ram, dos Estados Unidos e por Raven Klaasen, da África do Sul, de virada e em um jogo decidido no tie-break do terceiro set, por 6/7(3) 6/4 7/6(3). É a primeira vez que ambos chegam à semi em Melbourne e apenas o terceiro torneio que estão disputando juntos. A decisão na vaga na final é contra a dupla francesa formada por Lucas Pouille e Adrian Mannarino.

Bruno Soares e Jamie Murray estão a um jogo da final em Melbourne

” Foi um jogão mesmo. A gente sabia que ia ser duro. Essa dupla vem bem desde o ano passado e tinham ganhado três jogos duríssimos aqui. Era um jogo com 50% de chance pra cada lado. Conseguimos jogar um tie-break do terceiro set muito firme e por isso ganhamos,” comemorou Bruno.

“Estou muito feliz com uma semi de Grand Slam e a primeira aqui em Melbourne. Vamos pegar uma dupla que ganhou de todos os cabeças e é muito forte. Vamos seguir fazendo a nossa parte,” antecipou o brasileiro, sem querer colocar a cabeça na final. “Claro que sei que estamos a um jogo de uma final de Grand Slam. Falta só um. Mas temos que focar na semi.”

Antes de jogar pela semi de duplas, Bruno volta a a quadra nesta quarta ao lado da russa Elena Vesnina, para enfrentar Jamie Murray e Katerina Srebotnik, pelas quartas de final de duplas mistas.

É nas duplas mistas que Bruno Soares tem 2 títulos de Grand Slam, conquistados no US Open, com Ekaterina Makarova e Sania Mirza.

Tanto ele, quanto Jamie Murray buscam o primeiro Grand Slam de duplas. A parceria que começou a jogar nesta temporada, foi campeã há 10 dias do ATP de Sydney.

SOBRE BRUNO SOARES – Mineiro nascido em 27/02/1982, Bruno Soares é um dos principais nomes da história do Brasil. Ao ganhar o US Open nas duplas mistas, em 2012, se juntou ao seleto grupo de campeões de Grand Slam brasileiros, que inclui apenas Maria Esther Bueno, Gustavo Kuerten, Thomaz Koch e Marcelo Melo. No ano passado repetiu a façanha conquistando o segundo título em Nova York.
Além dos trofeus no US Open, Bruno tem 20 títulos de duplas no circuito e 20 vice-campeonatos e chegou ao 3o. posto no ranking mundial de duplas em 2013 (é o 22o. atualmente).
O tenista que  tem a sua carreira gerenciada pela LinkinFirm, do ex-tenista profissional Marcio Torres, conta atualmente com os patrocínios da Asics, Correios, MRV Engenharia, Banco BMG, Land Rover, Estácio,Wilson e Optimum Nutrition.

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Bruno conquista 1o. título da temporada e o 1o. com novo parceiro

Bruno Soares conquistou neste sábado em Sydney o primeiro trofeu da temporada 2016 e o primeiro ao lado do novo parceiro, o britânico Jamie Murray. Eles derrotaram na final do ATP 250, a parceria formada pelo indiano Rohan Bopanna e pelo romeno Florian Mergea, por 6/3 7/6(6), no segundo torneio que disputam juntos. O próximo desafio é o Australian Open que começa na segunda, em Melbourne.

Bruno campeão em Sydney

A decisão da final quase foi para um super tie-break, mas o brasileiro e o britânico conseguiram reverter um 5 a 0 no tie break e fecharam a partida em dois sets.

“O jogo foi muito bom. Foi o nosso melhor jogo de todos até agora. Fizemos um grande primeiro set, com os dois jogando e sacando muito bem. Conseguimos executar as nossas jogadas bem, quase não fizemos erros não forçados e aproveitamos as poucas chances que tivemos. Isso era muito importante. No segundo set a coisa emparelhou mais. Apesar da gente ter tido um monte de break points, eles conseguiram jogar bem e salvar. Foi importante ganhar em dois sets e virar, depois de estar perdendo o tie-break por 5 a 0. Não tivemos que passar pelo sofrimento do super tie-break,” relatou Bruno.

Com o primeiro título conquistado ao lado de Murray, com quem começou a jogar na semana passada, a dupla segue confiante para o primeiro Grand Slam da temporada. “É sempre bom começar o ano com título. Chegar na final já dava uma confiança muito boa para Melbourne. Ganhar dá ainda um pouco mais. Temos que manter esse embalo, essa postura, melhorar a cada dia, com foco e muita energia para o primeiro Grand Slam do ano e o primeiro que vamos jogar juntos.”

O trofeu erguido em Sydney foi o 21o. da carreira de Bruno Soares e o sexto com um parceiro diferente. Foi apenas o segundo título que ele conquistou na Oceania. O outro havia sido em Auckland, em 2013.

Com o título, Bruno e Murray vão liderar o ranking de duplas do ano, nesta 2a. feira. “Espero que a gente esteja nesta posição no final do ano,” brincou o brasileiro.

SOBRE BRUNO SOARES – Mineiro nascido em 27/02/1982, Bruno Soares é um dos principais nomes da história do Brasil. Ao ganhar o US Open nas duplas mistas, em 2012, se juntou ao seleto grupo de campeões de Grand Slam brasileiros, que inclui apenas Maria Esther Bueno, Gustavo Kuerten, Thomaz Koch e Marcelo Melo. No ano passado repetiu a façanha conquistando o segundo título em Nova York.
Além dos trofeus no US Open, Bruno tem 21 títulos de duplas no circuito e 20 vice-campeonatos e chegou ao 3o. posto no ranking mundial de duplas em 2013 (é o 22o. atualmente).
O tenista que  tem a sua carreira gerenciada pela LinkinFirm, do ex-tenista profissional Marcio Torres, conta atualmente com os patrocínios da Asics, Correios, MRV Engenharia, Banco BMG, Land Rover, Estácio,Wilson e Optimum Nutrition.

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Bruno disputa 21a. final da carreira e a 1a. com novo parceiro, em Sydney

O tenista Bruno Soares disputa neste sábado em Sydney, na Austrália a sua primeira final da temporada 2016 e a primeira ao lado do novo parceiro, o britânico Jamie Murray. Eles enfrentam na decisão o indiano Rohan Bopanna e o romeno Florian Mergea. O brasileiro joga pelo 21o. título da carreira.

Soares joga primeira final com Murray

Para chegar à decisão, Soares e Murray tiveram que vencer dois jogos nesta sexta-feira, devido a chuva que caiu em Sydney durante a semana. Começaram vencendo os australianos Matt Reid e Jordan Thompson, por duplo 6/4 e depois ganharam dos poloneses Lukasz Kubot e Marcin Matkowski por 7/5 2/6 10-3.

” Foi uma semana complicada aqui, pelo fator climático. Muita diferença de temperatura e clima no mesmo dia mesmo. Chuva, vento, calor e temos que nos adaptar. Mas vem sendo uma grande semana pra gente. Independente do resultado da final foram dois bons torneios preparatórios para o Australian Open. A gente vem jogando melhor a cada dia como dupla,” disse Bruno. “É isso que importa antes de um Grand Slam.”

Para a final, Bruno espera jogo duro contra Bopanna e Mergea. “O jogo é duríssimo. Eles são umas das duplas sensação do ano passado e já estão fazendo mais uma final nesta temporada. O importante é focar no que a gente tem que fazer no nosso jogo e em executar bem as nossas jogadas. Vamos tentar aproveitar as chances que vão aparecer, tentar fazer um grande jogo e pegar esse primeiro título para a nossa dupla, que aumenta ainda mais a confiança para Melbourne.”

De olho no 21o. título de duplas – o último foi conquistado em outubro, no ATP 500 de Basel – Bruno está disputando a 41a. final da carreira e pode vencer o trofeu com o sexto parceiro diferente. Os outros foram vencidos com Alexander Peya, Marcelo Melo, Eric Butorac, Colin Fleming e Kevin Ulllyett.

SOBRE BRUNO SOARES – Mineiro nascido em 27/02/1982, Bruno Soares é um dos principais nomes da história do Brasil. Ao ganhar o US Open nas duplas mistas, em 2012, se juntou ao seleto grupo de campeões de Grand Slam brasileiros, que inclui apenas Maria Esther Bueno, Gustavo Kuerten, Thomaz Koch e Marcelo Melo. No ano passado repetiu a façanha conquistando o segundo título em Nova York.
Além dos trofeus no US Open, Bruno tem 20 títulos de duplas no circuito e 20 vice-campeonatos e chegou ao 3o. posto no ranking mundial de duplas em 2013 (é o 22o. atualmente).
O tenista que  tem a sua carreira gerenciada pela LinkinFirm, do ex-tenista profissional Marcio Torres, conta atualmente com os patrocínios da Asics, Correios, MRV Engenharia, Banco BMG, Land Rover, Estácio,Wilson e Optimum Nutrition.

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Campeão, Soares investe nos negócios e quer trazer a Solfire para o Brasil

Bruno Soares não poderia ter escolhido momento melhor para se tornar sócio da marca de roupas que ele vem jogando há alguns meses, a Solfire.  Campeão neste domingo do terceiro ATP da temporada, o Rakuten Open, o ATP 500 de Tóquio, ao lado de Alexander Peya, ganhando dos fortíssimos Leander Paes e Radek Stepanek, por 6/3 7/6(5), Bruno não sabe o que é perder há um mês.

 

Desde o início de setembro ele foi campeão de duplas mistas do US Open, ganhando o seu primeiro Grand Slam, depois, com Marcelo Melo levou o Brasil de volta ao Grupo Mundial da Copa Davis, dando o ponto decisivo ao País; na semana passada ganhou o ATP 250 de Kuala Lumpur, com Peya e neste domingo ergueu o oitavo trofeu da carreira, no Japão.

 

Durante o US Open conversei bastante com Bruno e com Brendan Murphy, fundador da marca de roupas que o mineiro veste, a Solfire. Bruno me contou que havia se tornado sócio da de Brendan Murphy. Os dois se conheceram através do outro sócio da marca no Brasil, Marcio Torres, técnico de Bruno.

 

Com design diferente das tradicionais marcas esportivas, a Solfire surgiu das mãos do artista plástico Murphy, que começou a desenhar camisetas para ele e os amigos jogarem tênis. Aos poucos foi entrando no circuito e começou a patrocinar alguns jogadores.

Os desenhos coloridos que estampam as roupas são todos extraídos de quadros de Murphy. O que Bruno vem usando é uma parte do “caos da cidade,” nas versões branca e preta.

 

Pouco conhecido no Brasil, mas habitué da cena da arte americana, o artista exibiu o seu trabalho recentemente em Nova York, no Atelier Building e foi aclamado pela crítica. “Para mim, desenhar essas camisetas é algo muito fácil, porque assim como os meus quadros e como diz o nome da marca, vem da alma (soul) e a arte dirige a minha vida.”

Murphy parece mesmo ter um forte senso de expressão através da arte, daí o nome fogo (fire), na marca e confessa analisar bastante como as roupas  com a sua arte“vestem e se traduzem de maneira diferente, dependendo da pessoa.”

 

Além de camisetas, a Solfire tem uma linha completa de roupas esportivas, que se misturam com o casual e a alta performance. Como estratégia de vendas, depois de um início conturbado nos negócios, em que a distribuição em um país tão grande como os Estados Unidos, acabou custando caro, em breve as roupas poderão ser encontradas na gigante Tennis Warehouse, não só na América do Norte, mas na Europa também.

 

E claro que com Bruno Soares fazendo a melhor propaganda que a marca poderia ter no Brasil, no tênis atualmente, Murphy quer trazer as artísticas roupas para cá, com os sócios mineiros.

 

Esta não é a primeira vez que Bruno se aventura no mundo dos negócios. Quando estava lesionado, há cinco anos, montou uma série de academias de ginástica para mulheres, em Belo Horizonte, sua cidade natal.

Durante o US Open, o trio Murphy, Soares e Torres, cogitava já ter algo para o Gillette Federer Tour, em que Bruno jogará uma partida de duplas com Marcelo Melo, contra os irmãos Bob e Mike Bryan, em São Paulo.

 

“Vamos começar aos poucos, mas queremos muito em breve estar vendendo, pelo menos, uma camiseta para começar a entrar no mercado.”

 

Com alta qualidade e design, as camisetas nos Estados Unidos devem ser vendidas por U$ 45 (R$ 90,00) e chegar a um preço similar no Brasil.

 

Enquanto Murphy coloca a sua alma na pintura e nas roupas, Bruno Soares coloca no esporte, ganhando títulos e jogando com alegria. A parceria não poderia ter encontrado melhor momento de sintonia.

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Que mês inspirado de Bruno Soares

Já vi acontecer de tenistas terem semanas e até meses inspirados, mas do jeito que o mês de setembro se armou para Bruno Soares, é difícil ver. Entre o dia 06 e 30 de setembro, ele ganhou o primeiro Grand Slam da carreira, o US Open, nas duplas mistas, colocou o Brasil de volta no Grupo Mundial da Copa Davis, e neste domingo ergueu o 7º trofeu de duplas da carreira e o primeiro com o austríaco Alexander Peya, no ATP de Kuala Lumpur, na Malásia.

Tenistas estão acostumados, com raríssimas exceções, a passar justamente pelo contrário. A ganhar numa semana, perder na outra, ou ganhar alguns jogos e perder antes da final. É o normal, afinal em uma chave de um torneio normal da ATP, são 32 jogadores na chave de simples e 16 duplas. Apenas um tenista e uma dupla sai com o trofeu de campeão. É comum ouvir os tenistas falando: “o bom do tênis é que sempre temos uma nova chance na semana seguinte.”

Tudo isso passou longe de Bruno Soares nas últimas três semanas. Há 24 dias ele estava em Nova York, erguendo o seu primeiro trofeu de Grand Slam, com Ekaterina Makarova. Horas depois pegava um avião para Belo Horizonte, comemorava com a família e viajava em seguida para defender o Brasil na Copa Davis. Com Marcelo Melo, ajudou a colocar o país de volta no Grupo Mundial. Voltou para casa por alguns dias, curtiu as vitórias e viajou para o outro lado do mundo, para a Malásia, para jogar o ATP 250 com Alexander Peya e ganhou o torneio, vencendo na final Colin Fleming e Ross Hutchins, por 5/7 7/5 10/7.

Foi o sétimo título de Bruno Soares na carreira, em 16 finais que disputou. É o segundo de 2012 – o outro foi o do Brasil Open, com Eric Butorac – e o primeiro na Ásia.

Aos 30 anos de idade ele está vivendo aquele momento especial que todo jogador um dia sonha em atingir. Aquela rara sensação de ser praticamente invencível.

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Um post mais do que merecido sobre o André Sá

Independente do resultado da final em Delray Beach deste domingo (ele foi vice também em 2009), André Sá está mais do que merecendo um post.

Aos 34 anos, desde 1997 jogando full time no circuito profissional, parece estar com a mesma apetitite de competir de que quando começou. Nas últimas três semanas, ao lado do parceiro eslovaco Michael Mertinak, alcançou a final dos torneios que disputou: Brasil Open, Buenos Aires e Delray Beach.

Não sei se todos se lembram, mas o André também teve uma carreira de sucesso no circuito, jogando simples. Foi quadrifinalista de Wimbledon e chegou à 50ª posição na ATP.

Mas, desde o início da carreira sempre jogou duplas e encontrou nela a longevidade no circuito.

Lembro de quando conheci o André. Era 1997 e ele estava jogando um torneio Satélite – o antigo nome, apesar de ter um formato diferente, dos Futures atuais – em Sorocaba, com o então técnico e parceiro de duplas, Nelson Aerts.

Havíamos fundado a Tennis View poucos meses antes e o Neco me chamou para assistir o torneio. Foi lá que conheci o André e a namorada, Fernanda, que se tornou uma grande amiga. Depois veio o casamento e a filha Carolina, que hoje está com cinco anos.

Não esqueço do Neco, que ainda jogaria mais uns dois, três anos no circuito e que viajou mais de uma temporada com o André, falando da importância das duplas. E que gostoso foi acompanhar a ascensão deles e a disputa da primeira final do André em um ATP e a última do Neco, em San José, em 1998.

Depois deste foram mais 20 finais – em ATP – (sem contar com a de Delray Beach deste domingo), com sete títulos; medalha de ouro Pan-Americana; participações Olímpicas e em Copa Davis.

A carreira do André foi acompanhada de perto pela Tennis View. Já na quarta edição da revista ele era um dos tenistas da capa. Sempre atencioso, colaborou conosco inúmeras vezes, esteve em outras capas e chegou a ganhar uma foto só sua na capa da edição 67.

É de se admirar um tenista que está há 15 anos no circuito e jogando os grandes torneios há muitas temporadas.

Não fiz uma pesquisa profundíssima – e pode haver erros – mas são pouquíssimos os brasileiros que chegaram a disputar 21 finais de ATP – seja em simples e duplas, simples ou somente duplas. A lista inclui, claro, Gustavo Kuerten, Carlos Kirmayr, Cassio Motta e Luiz Mattar – de Thomaz Koch só há registros de 1971 em diante.  Fernando Meligeni, Jaime Oncins, Ricardo Mello, Flavio Saretta, Marcos Daniel, Thomaz Bellucci, Bruno Soares, Marcelo Melo, Fernando Roese, João Soares, entre muitos outros, não alcançaram esta marca, apesar de alguns terem obtido melhores resultados do que André em simples.

Isso é uma mostra de como não é fácil se manter no circuito sendo competitivo.

Apesar de ter um jogo a menos por semana do que os torneios de simples, do jogo ser mais rápido e do tenista dividir a quadra com um parceiro, é necessário estar em forma fisicamente, cuidar das lesões, e seguir a rotina de um tenista profissional. As viagens são igualmente longas e desgastantes.  Às vezes, a gira dos duplistas acaba sendo mais longa do que a dos tenistas de simples.

Por tudo isso temos que aplaudir André Sá, exemplo de longevidade, misturado com profissionalismo, competitividade e amizade. Além dos resultados, ele também é conhecido por ser um dos tenistas mais queridos de todo o tour há tempos. Troca ideias e tem amizade desde Roger Federer até os tenistas que jogam Futures.

Conheço também vários produtores, empresários e patrocinadores que já fizeram eventos com André Sá e são só elogios para o tenista.

Nascido em Belo Horizonte (1977), André começou a jogar tênis por influência do irmão Vinicius, e aos 13 anos foi treinar na academia de Nick Bollettieri, nos Estados Unidos, onde além de treinar, aperfeiçoou o inglês e desenvolveu o gosto pelo basquete.  Voltou ao Brasil em 1996/97 – quando iniciou de fato a carreira profissional.

E que ela continue por mais temporadas para inspirar e ainda servir de exemplo para muita gente.

 

Os títulos e finais de André Sá, em ATPs

1998 – Vice em San Jose  (com Aerts)

2001 – Campeão em Hong Kong (com Braasch) e vice em Newport (com Weiner) e Bogotá (com Rodriguez)

2002 – Vice do Brasil Open (com Guga) e em Amersfoort (com Simoni)

2003 – Vice em Amersfoort (com Haggard)

2007 – Campeão em Estoril (com Melo)

2008 – Campeão em New Haven (com Melo), Portschach (com Melo), Brasil Open (com Melo) e vice em Queen’s (com Melo)

2009 – Campeão em Kitzbuhel (com Melo) e Vice em Queen’s (com Melo) e Delray Beach (com Melo)

2011 – Campeão em Metz (com J Murray) e Vice em Kitzbuhel (com Ferreiro) e Buenos Aires (com Ferreiro)

2012 – Vice em Buenos Aires (com Mertinak) e do Brasil Open (com Mertinak).

 

PS – não podemos esquecer de mencionar a semifinal em Wimbledon, com Melo, em 2007

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