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Serena e Nadal – por enquanto, 2013 é deles

O ano por enquanto tem apenas 2 campeões de Grand Slam, Victoria Azarenka e Novak Djokovic. No entanto, a vitória no Australian Open parece distante e 2013 vem sendo a temporada de Serena Williams e Rafael Nadal.

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Serena Williams Rome

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Depois do primeiro Grand Slam da temporada, quando Serena foi eliminada por Sloane Stephens, nas quartas-de-final e Nadal ainda estava em casa se recuperando da lesão no joelho que o deixou quase 8 meses sem competir, os trofeus mudaram de mãos.

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Azarenka que mantivera o posto de número um do mundo ao conquistar o bicampeonato em Melbourne, venceu apenas mais uma vez depois, ganhando o WTA de Doha.

Abandonou a disputa em Indian Wells, voltou a jogar em Madri onde perdeu para Ekaterina Makarova e na final, em Roma, foi arrasada por Serena Williams, por 6/1 6/3.

Foi o quarto título seguido de Serena. Ela ganhou Miami, Charleston, Madri e Roma.

Djokovic, apesar de ainda manter o posto de número um do mundo, venceu o Masters 1000 de Monte Carlo, derrotando Rafael Nadal na final e nos outros Masters 1000 da temporada, em Indian Wells, Miami, Madri e Roma foi eliminado, respectivamente, por Del Potro, Haas, Dimitrov e Berdych. Nadal Rome

Federer ainda não venceu um torneio em 2013. Assim como Azarenka, foi arrasado por Nadal na decisão do Foro Itálico, por 6/1 6/3.

Para uma temporada que começou com Djokovic e Azarenka no topo, em destaque, vê agora, uma semana antes de Roland Garros, o segundo Grand Slam de 2013 começar, um domínio absoluto de Serena Williams e Rafael Nadal, o tenista que ficou 8 meses parado e que muitos duvidassem que voltasse a jogar como antes – até agora jogou 8 torneios e chegou à final em todos eles, vencendo seis. Ao pensarmos em tênis, hoje em dia, há apenas dois nomes que vêm imediatamente à mente de qualquer pessoa, Serena e Nadal.

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Nadal e Venus no Brasil

Enquanto o Australian Open vai esquentando, aqui no Brasil os bastidores do esporte estão pegando fogo, com o anúncio, no mesmo dia, da vinda, em fevereiro, de Rafael Nadal e Venus Williams ao país para jogar, respectivamente os únicos ATP e WTAs existentes aqui.

venus williams rafael nadal

Quando o espanhol anunciou a desistência de jogar o Australian Open e manifestou a intenção de competir em algum torneio antes do ATP de Acapulco, as especulações sobre a vinda dele aumentaram. O Brasil Open era a melhor opção para um calendário cauteloso que o “Rei do Saibro,” prioriza na sua volta.

O campeonato, disputado no saibro indoor do Ginásio do Ibirapuera, na semana do carnaval, não é colado em Acapulco, como o ATP de Buenos Aires, realizado na semana seguinte e dá ao heptcampeão de Roland Garros tempo para descansar entre uma competição e outra. Afinal, além de uma volta ser sempre cheia de expectativas e incertezas, com desgaste mental além do normal, a viagem entre, tanto Buenos Aires e São Paulo e Acapulco não é das mais simples. Pensamos que o México é aqui do lado, mas demora muito para chegar em Acapulco. Falo por experiência própria.

Nadal ainda contempla a opção de jogar na semana anterior ao Brasil Open, em Viña del Mar. Talvez por isso ainda não tenha feito um pronunciamento oficial sobre a sua segunda vinda para jogar o ATP brasileiro, depois da conquista do título em 2005, na Costa do Sauípe. O comum nestes casos é o atleta e torneio combinarem um pronunciamento mútuo e simultâneo, mas não foi o que aconteceu.

Coincidentemente ou não, Venus Williams, ao ser anunciada como grande estrela do WTA do Brasil, a ser realizado em Florianópolis, duas semanas depois do Brasil Open, também não comentou a vinda inédita ao País.

O fato é que, com pronunciamento ou não, dois tenistas que foram número um do mundo e ganharam muitos Grand Slam estarão por aqui e o Brasil começa a ser destaque no cenário mundial do tênis. No momento, não por termos tenistas super tops – peço desculpas aos duplistas, mas falando de simples, mas por estarmos conseguindo trazê-los para cá.

Australian Open, a vitória surpreendente de Kimiko Date Krumm, a derrota de Tommy Haas, a doença do CEO da ATP, Brad Drewett (Lou Gherig’s Disease) e até mesmo a eliminação de Thomaz Bellucci na estreia, ficaram em segundo plano.

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Depois dos “Fab Four,” o tênis encontrou seu “Wonder Boy,” com Tomic em Wimbledon

Há algum tempo venho observando, mesmo que de longe, lendo uma coisa aqui outra ali, o Bernard Tomic.

Muito se falou dele, desde que tinha 15 anos de idade, como a esperança do tênis australiano, the next big thing, mas também do relacionamento tempestuoso entre o pai e técnico, John, a Tennis Australia  e até mesmo entre os jogadores mais veteranos.

Parece que só com a entrada de Patrick Rafter – que está em Wimbledon e vem assistindo os jogos no box de Tomic – como capitão da Copa Davis, que a relação melhorou. “Quero trabalhar com o Tomic nas bases do que o pai dele já fez,” disse o vice-campeão de 2001 ontem em Londres.

A ideia era ter escrito sobre o novo “wonder boy” do tênis ontem, mas com tantos jogos na “manic Monday” em Wimbledon foi impossível.

Vi a coletiva de imprensa de um relaxado Tomic e fui pesquisar mais sobre ele antes de escrever, até no meu próprio blog (escrevi sobre ele no começo do ano durante o Australian Open -)

Hoje fiquei surpresa ao ver o pouco espaço que dedicaram os jornais ingleses ao australiano. O foco ficou todo em cima da derrota das irmãs Williams, da lesão do Nadal e claro, de Andy Murray, além da presença do Prince William e da sua senhora, Kate – os Duques de Cambridge.

Eis o que pesquisei. Tomic nasceu em Stuttgart, na Alemanha e se mudou para a Austrália quando tinha dois anos e meio, três e começou a jogar tênis aos cinco. O nome Tomic não soa tipicamente alemão porque os pais tem origens croatas e é por isso que Tomic fala Sérvio e se dá bem com Djokovic.

Aliás, ele fala bem sérvio e não alemão.

Desde o início ele sempre foi treinado pelo pai que controla toda a sua carreira e o garoto prodígio sofreu pressões da Tennis Australia e da mídia pelos seus métodos de treinamento e opções de calendário e respostas mal dadas à Federação e a outros jogadores.

O comportamento sempre foi o maior problema da família Tomic, tanto que o próprio pai John já afirmou que não queria ser conhecido como o próximo Damir, se referindo ao pai de Jelena Dokic.

Com o passar do tempo, desde que começou a chamar a atenção, aos 15 anos de idade, três anos atrás, foi criticado pelos resultados demorarem a aparecer.

Se “salvou” ao avançar à terceira rodada do Australian Open e se tornar o único australiano ainda na competição.

E agora, em Wimbledon, quando todos já falavam do fim do tênis australiano, o que irritou Roger Federer, defendendo Lleyton Hewitt “Vocês falam disso como se o Hewitt não existisse mais. Ele merece respeito e poderia ter ganhado do Soderling. Se tivesse, todo o discurso seria diferente, não é?,”  Tomic surpreendeu.

A história dele remete à daquelas dos grandes campeões que surgem no fim da adolescência. “Boom boom Becker” foi relembrado ontem, afinal Tomic se tornou o jogador mais jovem desde Becker, em 1986 a alcançar as quartas-de-final em Wimbledon.

E ontem, na coletiva, Bernard explicou porque os resultados demoraram um pouco – mas nem tanto – a aparecer. Típica coisa da transição do juvenil para o profissional.

“Well, you know, I was so used to playing a lot of junior tennis, where I got into the habit of playing a lot of defense tennis.  That’s what made me win a few junior titles, where I was really good in juniors.

That’s where players missed, as opposed to here; they don’t miss as much.  I found out, look, if I really want to play against these guys, I have to relax like I do in practice.  That’s when I play my best tennis, in practice.

I know if I play like I do in practice, I’ll play much better in my game. “

Mas a explicação do ex-número três do mundo juvenil e campeão de Grand Slams na categoria não parou por aí:

“It’s got to happen sometime (smiling).

Yeah, I mean, look, I said to myself, you know, I’m going to have a tournament here.  Play well.

Ever since quallies, I tried to play a little bit more relaxed than I’m used to.  I’ve been doing that ever since I qualified.  Davydenko, I played relaxed.  Now I found my game, where I need it be, and that’s to have fun, relax out there, not play under pressure where as opposed to maybe six months ago I was playing a little bit more defensive, not playing my game.

I think now I really learnt the way I should play my game. “

E é isso mesmo que acha outro campeão australiano de Wimbledon, Pat Cash. “Ele é um garoto ótimo, que não tem medo de muito coisa não. Ele vai pra quadra e joga e com a vantagem de que nem muita gente sabe como jogar contra ele”

Tomic, que veio do qualifying – aliás ele é o primeiro qualifier a alcançar as quartas-de-final desde Vladimir Voltchkov que foi semifinalista no ano 2000 e que inclusive passa completamente desapercebido por Wimbledon e só tem o gostinho dos dias de glória quando vai pra quadra bater bola com Maria Sharapova. Sim, a russa o chamou para ser hitting partner na temporada de grama- e vem afirmando rodada após rodada que não esperava estar onde está, também explicou a sua relação com Djokovic, seu próximo adversário. “Treinamos algumas vezes juntos e nos damos bom porque a gente fala a mesma língua.”

Como dizem os especialistas que gostam de contar depois que estavam no lugar, no momento em que o fato aconteceu, estamos tendo a oportunidade de ver o Tomic “grow up in front of our eyes. A Star in the making”

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Djokovic comprova evolução mental e física na conquista do Australian Open

Lembro logo que o Australian Open começou de ter ouvido uma pergunta para o Djokovic, após uma de suas vitórias, que me chamou a atenção. A questão era. Desde Roland Garros você vem melhorando de produção nos Grand Slams. Foi às quartas em Paris, à semi em Wimbledon e a à final no US Open. Vai ganhar o Australian Open?

Sim, Novak Djokovic, o “Imperador da Sérvia,” ganhou o  seu segundo título de Grand Slam, convincentemente, derrotando Federer na semifinal e Andy Murray na decisão, por 6/4 6/2 6/3, sem falar do Berdych nas quartas.

Como a comparação da evolução dos resultados nos Grand Slams, a vitória para a Sérvia na Copa Davis, no fim do ano, é notória a evolução mental, física (lembra quando ele tinha que abandonar jogos, especialmente no calor, por não aguentar fisicamente?) e técnica do seu jogo.

Para duelar de igual para igual com Federer e Nadal, teve que  fazer mudanças em todos os planos do seu jogo.

Mudanças que ele mesmo explica e que foram principalmente mentais e físicas. Como costuma dizer o colunista de preparação física e mental da Tennis View, o internacional Steve Jack, não há como separar a mente do corpo. Djokovic comprova.

Veja o que ele disse na entrevista coletiva do campeão do Australian Open 2011.

N  Djokovic – 30 01 11 1

Q.  Do you think you could play any
better than this?  Is it a perfect match that
you expected, that you dream of, or not?
NOVAK DJOKOVIC:  This was a great match.  From the start to the last point, I did what I intended of doing tactically, what I talked with my coach, what I prepared for.  Physically I was very fit. I had two days between the semifinals and finals match, which was important at this stage of the tournament.  Because I was aware of the fact that I
am going to — yeah, bring it to me.  (Laughter.)  That will have long rallies and I will have a player who doesn’t miss a lot, a very talented player who is one of the best returners in the game.  And, yeah, you know, I had to step in.  That was the key.  When I had the chance to step in and try to move him around the court, that’s what I did.  Probably the turning point was the last game of the first set where we had some incredible exchange from the baseline, long rallies, and some passing shots that turned the
match around.  You know, when you have a set advantage, it’s much different, you know, instead of getting into the match.

Q.  It’s been three years between getting one of those.  Do you feel like now that you’re older and more experienced, it
won’t be as long the next time?
NOVAK DJOKOVIC:  Yes, I feel like more experienced player.  I feel a better player
now than I was three years ago, because I think that physically I’m stronger, I’m faster, mentally I’m more motivated on the court.  I know how to react in certain moments, and I know how to play on a big stage.  It’s the best way that I could ask for to start a season.

Q.  How did you fix your serve?
NOVAK DJOKOVIC:  Well, hitting thousands and thousands of balls on the practice.  It’s all about hard work and patience, I guess, dedication to the hard work which in the end pays off.  That’s the situation.  There is no secrets.  Of course, I was aware of what I do wrong.  But once it gets into your head, it’s really hard to get it out of your habit.  Everybody was, you know, criticizing me, Why did I change my serve?  I didn’t change it intentionally.  It just came like that.  I worked hard the last 10 months, and
now it’s back.

Q.  You took a tough loss here last year, Roland Garros obviously, and then even
Wimbledon.  Did something happen in between Wimbledon and the hard courts where you regained confidence?
NOVAK DJOKOVIC:  Something switched in my head, because I am very
emotional on and off the court
.  I show my emotions.  This is the way I am.  Everybody’s
different.  The things off court were not working for me, you know.  It reflected on my game, on my
professional tennis career.  But then, you know, I settled some things in my head.  It was all on me. You know, I had to try to find the best possible solution and try to get back on the right track.  That’s what I did.

Q.  Can you talk about some of those secrets that you discovered about yourself that helped you get back on track?
NOVAK DJOKOVIC:  As I said, you know, something switched in my head.  It’s been a big mental struggle, because I was trying to separate my, of course, professional life from my
more private life.  But, you know, if somebody’s emotional — we’re all humans.  It’s not possible.  If something isn’t working off court, then it’s going to reflect on the court.  I managed to solve that problems.
This is all part of life.  Of course, everybody’s facing difficult situations in their lives.  To overcome the crisis and to stand up
and try to still dedicate yourself to the sport was a big success for me as a person.

Q.  You said you were sure Andy would win one one day.  What makes you sure?
NOVAK DJOKOVIC:  I just said.  He’s, first of all, a very talented player and he’s a hard
worker.  He’s been in finals three times, and he just needs to make that final step.
Of course, it’s not easy.  You could see his struggle and frustrations tonight, because he
felt his chances to win a first Grand Slam trophy tonight.
But, you know, it’s a learning process, I guess.  It wasn’t easy for me, as well.  I know
how he feels.  I’m sure that he knows how he feels the best.  He’s still young.  I’m sure he’s
gonna have more chances to win it, so…

Q.  Three sets to Federer and three sets to Murray.  How different were you  feeling against Federer and Murray?  When
you were more worried?
NOVAK DJOKOVIC:  You’re always worried, the semifinals and finals of Grand Slam.
You have your own worries and little pressure and expectations and things that you feel during the match.
But, you know, you work hard to be mentally prepared for these moments and physically fit to overcome the long five-setters.

You know, both of those matches were different, because I played against two different types of
players.  You know, I take always one match at a time.  I try not to look who I’m going to play, you
know, in the later stages of the tournament, even though maybe as a top player I’m expected to.
But, you know, it’s always been like that.  I always try to take one match at a time.

Q.  You have so much in common.  What’s the difference between having two Grand Slams and not having one?  What’s the
difference between you, do you feel?
NOVAK DJOKOVIC:  Well, it’s hard to say.  What do you mean?

Q.  Do you feel for him it’s a mental issue in the big matches?  You looked very confident and strong out there tonight.
NOVAK DJOKOVIC:  Well, it is in some ways a mental issue when you are facing a
situation, playing the finals of a Grand Slam, being so close to winning a title.  Every time you get it there, you know, you want to win it badly, but some things go wrong.  You’re thinking too much.  You’re worrying too much in your head.
It’s a mental battle, definitely.  Bottom line is that this is a very mental sport in the end
.  Everybody
is very fit.   I think tennis has improved so much in the last couple of years.  It’s incredible.  To compare the tennis from 2007, ’8, to the tennis of 2010, ’11, I have the feeling the ball is traveling much faster, they’re big hitters, big servers.
So in order to keep up, you have to be always dedicated professional and consistent with your success.

Q.  There are a few people saying now that because Rafa and Roger went out before the final, the tide is turning, a changing of the guards, so to speak. Do you feel that’s the case?
NOVAK DJOKOVIC:  Still Rafa and Roger are the two best players in the world.  No question about that.  You can’t compare my
success and Murray’s success to their success.  They’re the two most dominant players in the game for a while.  All the credit to them.  It’s nice to see that there are some new players in the later stages of Grand Slams fighting for a title.  That’s all I can say.

Q.  Some of your footwork was outstanding.  At the end when you took your shoes off to throw them into the crowd, you
took out the insoles.  Do you have to have special insoles?
NOVAK DJOKOVIC:  Yes.  That’s the secret to my footwork.  You got me there
(smiling).

Q.  The Davis Cup win and now this, the last two months, has this been the best period in your life so far?
NOVAK DJOKOVIC:  On the tennis court, yes.  Yeah, Davis Cup title and another Grand Slam title.  I’m living the dream of a tennis player, definitely.

Q.  Are you more focused than ever on your game?
NOVAK DJOKOVIC:  Yeah, I’m very focused.  Yes, I have been more focused and dedicated to the sport than I have ever been before.

Q.  There are only two players but Nadal and Federer that have won two slams, you and Hewitt.  Hewitt when he did it, he
stopped.  What do you expect from yourself, to win many?
NOVAK DJOKOVIC:  I don’t want to stop here.  Definitely I want to keep my body healthy,
fit, and ready for some more challenges to come.

I feel that I have a good game for all the surfaces.  I have proven that in the past.

Q.  Which ones?
NOVAK DJOKOVIC:  Hard court.  Hard
court is my favorite surface.  Two finals in US
Open and two finals here.  It’s obvious; results
are showing everything.
But, still, I feel I can do well at French
Open and Wimbledon.

Q.  You’ve driven yourself to the point of exhaustion, overplaying, in previous seasons.  How do you avoid doing that again
this year?
NOVAK DJOKOVIC:  Well, I think you’re getting wiser by the time of being a part of this
sport.  You are more aware of the things that you should do and not do.  I was spending too much
energy on the things I shouldn’t spend on.  I mean, it’s school, a learning process.
That’s why I have a big team around me of people who are organizing my time and making me feel a bit released and making me perform the best that I can on the court.

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Irmãos Bryan e Bhupati/Paes jogam por recordes na final do Australian Open

Todo mundo está falando agora das finais de simples do Australian Open, Clijsters x Li Na, ou Na Li – como preferirem – e Murray x Djokovic.

Mas, o sábado é dia de final de duplas e tem muitos números e recordes em jogo no embate entre os irmãos americanos Bob e Mike Bryan, que estarão no Brasil na outra semana para jogar o  Brasil Open, e Leander Paes e Mahesh Bhupathi, da Índia.

Depois de terem se tornado os maiores campeões de todos os tempos no ano passado, passando os lendários australianos “Woodies” – Mark Woodforde e Todd Woodbridge, os Bryans podem se tornar, ainda neste ano, nos maiores vencedores de Grand Slams. Atualmente tem 9 títulos, contra 11 dos recordistas “Woodies.”

Só por estarem na final já deixaram todos os outros duplistas da história para trás, em número de decisões de Grand Slam. São 18.

Bhupathi e Paes estão em busca de completar o Grand Slam. Se vencerem o Australian Open, terão os trofeus dos quatro torneios mais importantes do mundo, juntos. A carreira deles é longa e já jogaram com diversos parceiros.

Tudo isso me chamou atenção em um comunicado que recebi da ITF e reproduzo aqui, com todos os recordes em jogo nesta final em Melbourne.

Ah, é a primeira vez que as duplas se enfrentam em 10 anos.

Road to the Final

BRYAN/BRYAN BHUPATHI/PAES

d. Scott Lipsky/Rajeev Ram 63 36 64

1st Round

d. Ivo Karlovic/Dusan Vemic 57 63 60

d. Carlos Berlocq/Pere Riba 76(6) 63 2nd Round d. Feliciano Lopez/Juan Monaco 76(2) 64
d. Benjamin Becker/Michael Kohlmann 75 62 3rd Round d. No. 13 Marcel Granollers/Tommy Robredo 64 46 64
d. No. 6 Jurgen Melzer/Philipp Petzschner 63 76(7) Quarterfinals d. No. 8 Michael Llodra/Nenad Zimonjic 64 64
d. Eric Butorac/Jean-Julien Rojer 63 62 Semifinals d. Max Mirnyi/Daniel Nestor 76(3) 46 63

BRYAN/BRYAN

  • Defending champions Bryan/Bryan are bidding for their 5th Australian Open title following their successes here in 2006 (d. Leander Paes/Martin Damm), 2007 (d. Jonas Bjorkman/Max Mirnyi), 2009 (d. Mahesh Bhupathi/Mark Knowles) and 2010 (d. Daniel Nestor/Nenad Zimonjic). They are contesting their 6th Australian Open final in 7 years, having also been runners-up in 2004 and 2005.

  • The Bryans are today bidding for their 10th Grand Slam title. As well as winning here in 2006-07 and 2009-10, they won 2003 Roland Garros, 2006 Wimbledon and the 2005, 2008 and 2010 US Open. They sit in 2nd place for most Grand Slam doubles titles won by a team in the Open Era.

Most Grand Slam team doubles titles (Open Era)

Rank Team No. of titles
1. Todd Woodbridge/Mark Woodforde 11
2. Bob Bryan/Mike Bryan 9
3= Peter Fleming/John McEnroe 7
John Newcombe/Tony Roche* 7

* also won pre-Open Era titles

  • By reaching the 2010 Australian Open final, the Bryans broke the Open Era record for the most Grand Slam final appearances by a team. They are making their 18th appearance in a Grand Slam final [see table overleaf]:

Most Grand Slam team doubles final appearances (Open Era)

Rank Team No. of finals
1. Bob Bryan/Mike Bryan 18
2. Todd Woodbridge/Mark Woodforde 15
3. Peter Fleming/John McEnroe 10
Bob Lutz/Stan Smith 10
5. Mark Knowles/Daniel Nestor 8

  • Bryan/Bryan’s 2006 Wimbledon victory saw them complete a career Grand Slam of doubles titles. They are 1 of 7 doubles teams to own a career Grand Slam, alongside Frank Sedgman/Ken McGregor, Lew Hoad/Ken Rosewall, Roy Emerson/Neale Fraser, John Newcombe/Tony Roche, Jacco Eltingh/Paul Haarhuis, and Mark Woodforde/Todd Woodbridge.

  • The Bryans have reached at least one Grand Slam final per season every year since 2003.

  • This is the Bryans’ 52nd Grand Slam doubles event, and 12th straight Australian Open. They have played on the tour together for over 15 years, having made their team debut as wildcards at the 1995 US Open.

  • The Bryans won 11 titles in 2010: Australian Open, Delray Beach, Houston, Rome, Madrid, Los Angeles, Toronto, Cincinnati, US Open, Beijing and Basel. They have won a total of 67 titles together. They became the 4th team in the Open Era to register 50 titles or more after Todd Woodbridge/Mark Woodforde (61), Peter Fleming/John McEnroe (57) and Bob Hewitt/Frew McMillan (57).

  • The Bryans finished 2003, 2005-07, 2009 and 2010 as the No. 1-ranked team. They are currently jointly ranked No. 1 on the ATP doubles rankings.

  • Bob or Mike Bryan have also have won 9 Grand Slam mixed doubles titles between them. Mike has won 2 with Lisa Raymond, the 2002 US Open and 2003 Roland Garros, while Bob has won 7 with 6 different partners: the 2003 US Open (Katarina Srebotnik), 2004 US Open (Vera Zvonareva), 2006 US Open (Martina Navratilova), 2008 Roland Garros (Victoria Azarenka), 2008 Wimbledon (Sam Stosur), 2009 Roland Garros and 2010 US Open (both Liezel Huber).

  • Bob Bryan played in the mixed doubles here this year. He teamed up with Liezel Huber and, as No. 1 seeds, they gave a walkover in the 2nd round to wildcards Sally Peers and Carsten Ball.

  • The Bryans became the third brothers to win any Grand Slam event in the Open Era after fellow Americans Luke and Murphy Jensen (1993 Roland Garros) and Sandy and Gene Mayer (1979 Roland Garros). The Bryans are also the most successful brothers in terms of titles won in the Open Era; Tim and Tom Gullikson are the second best with 10 titles.

  • Bob Bryan plays lefthanded and Mike righthanded. They are coached by David Macpherson.

BHUPATHI/PAES

  • Bhupathi/Paes are looking to complete the career Grand Slam of doubles titles. The pair has teamed up at a Grand Slam for the first time since the 2002 Australian Open.

  • Bhupathi/Paes have won 3 Grand Slam titles together at 1999 Roland Garros (d. Goran Ivanisevic/Jeff Tarango) and 1999 Wimbledon (d. Paul Haarhuis/Jared Palmer), and 2001 Roland Garros (d. Petr Pala/Pavel Vizner).

  • This is Bhupathi/Paes’ 6th Grand Slam final as a pair. They reached the Australian Open doubles final together in 1999, losing to Jonas Bjorkman and Pat Rafter, and the US Open final in 1999, losing to Sebastien Lareau and Alex O’Brien.

  • Bhupathi had the chance to complete the career Grand Slam of doubles titles at the 2009 Australian Open. He lost as No. 3 seed (w. Mark Knowles) to today’s opponents in the final.

  • Since 2002, Bhupathi and Paes have teamed up to represent India at the 2004 and 2008 Olympic Games, the 2006 Asian Games, where they won the gold medal in men’s doubles, and the 2010 Commonwealth Games, where they won a bronze medal in the men’s doubles event. They have played Davis Cup together since 1995 and have a staggering 25-2 win-loss record, their only two losses occurring in 1996. This is the longest winning streak by a doubles team in Davis Cup.

  • Paes and Bhupathi are the only two Indian players to win Grand Slam men’s doubles titles in the Open Era.

  • Bhupathi has won a total of 47 career doubles titles with 12 different partners, 24 of those with Paes.

  • Paes has won 44 career doubles titles with 10 different partners, 24 of those with Bhupathi.

  • In 1999, Bhupathi/Paes reached the finals at all four majors, a feat which had not been accomplished within a calendar year since Ken McGregor and Frank Sedgman reached all four finals in 1952 (winning three). The Bryans are the only other doubles team that has reached the finals at all four majors in one calendar year in the Open Era, doing so in 2005. (The Woodies, from 1996 Wimbledon through 1997 Wimbledon, played in five consecutive Grand Slam tournament doubles finals, winning four.)

  • Bhupathi and Paes are both Grand Slam doubles champions: Bhupathi has won 4 majors, Paes 6:

BHUPATHI PAES
Grand Slam titles (4) Partner Grand Slam titles (6) Partner
1999 Roland Garros Leander Paes 1999 Roland Garros Mahesh Bhupathi
1999 Wimbledon Leander Paes 1999 Wimbledon Mahesh Bhupathi
2001 Roland Garros Leander Paes 2001 Roland Garros Mahesh Bhupathi
2002 US Open Max Mirnyi 2006 US Open Martin Damm
2009 Roland Garros Lukas Dlouhy
2009 US Open Lukas Dlouhy

  • Bhupathi is playing in his 10th Grand Slam final. He played a total of 5 Grand Slam finals with Paes (1999 Australian Open, Roland Garros, Wimbledon and US Open, and 2001 Roland Garros), 2 with Max Mirnyi (2002 US Open, 2003 Wimbledon) and 2 with Mark Knowles (2009 Australian Open and US Open).

  • Paes is playing in his 13th Grand Slam final. He played a total of 5 Grand Slam finals with Bhupathi (1999 Australian Open, Roland Garros, Wimbledon and US Open, and 2001 Roland Garros), 1 with David Rikl (2004 US Open), 2 with Martin Damm (2006 Australian Open and US Open) and 4 with Lukas Dlouhy (2008 US Open, 2009 Roland Garros and US Open, and 2010 Roland Garros).

  • Bhupathi completed a career Grand Slam of mixed doubles titles at the 2006 Australian Open. He has won 7 Grand Slam mixed doubles titles in his career with 7 different partners (1997 Roland Garros with Rika Hiraki, 1999 US Open with Ai Sugiyama, 2002 Wimbledon with Elena Likhovtseva, 2005 Wimbledon with Mary Pierce, 2005 US Open with Daniela Hantuchova, 2006 Australian Open with Martina Hingis and 2009 Australian Open with Sania Mirza).

  • Paes owns 6 Grand Slam mixed doubles titles in total – 1999 Wimbledon with Lisa Raymond, the 2003 Australian Open and 2003 Wimbledon with Martina Navratilova, as well as the 2008 US Open and 2010 Australian Open and 2010 Wimbledon titles with Cara Black.

  • Bhupathi and Paes both played the mixed doubles event here. Bhupathi and Anastasia Rodionova gave a walkover in the quarterfinals, while Paes teamed up with Cara Black, losing as No. 4 seeds in the 2nd round to Yung-Jan Chan and Paul Hanley.

Paes won a bronze medal, as a singles player, at the 1996 Atlanta Olympics, matching his father’s achievement as part of the Indian field hockey team at the 1972 Munich Olympics. His mother also participated at the same Olympics in

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Nadal perde embate com Ferrer e se nega a falar sobre a lesão no Australian Open

Rafael Nadal enfrentou nesta quarta-feira em Melbourne, primeiro David Ferrer e após ser eliminado pelo amigo, por 6/4 6/2 6/3, nas quartas-de-final, na Rod Laver Arena, enfrentou os jornalistas na coletiva de imprensa.

Nadal insistiu em não falar sobre a lesão que sentiu no primeiro set. Primeiro por não saber sobre o que de fato aconteceu – virilha? -, já que a partida havia terminado há poucos minutos, depois por respeito ao adversário e amigo que “jogou muito tênis” e também por não querer usar a lesão como desculpa para cada derrota que tem.

O fato é que mesmo os super-heróis do esporte são humanos. O corpo de Nadal já vinha dando sinas de cansaço desde o torneio de Doha e apesar dele ter dito que estava se sentindo superbem antes do jogo contra Ferrer, em algum momento o corpo pede descanso.

O tão falado Rafa Slam ficará para um outro momento, ou um outro jogador. Antes do Grand Slam australiano começar, Nadal mesmo admitia que essa chance era praticamente única e que seria difícil chegar perto disso novamente, ganhar tantos Grand Slams na sequência.

Transcrevo aqui as partes mais interessantes do embate entre Nadal e os jornalistas no Australian Open.

D. FERRER/R. Nadal

6-4, 6-2, 6-3

RAFAEL NADAL

Q.  What can you tell us about the

injury?  What did David say to you at the end

of the match?

RAFAEL NADAL:  I can say nothing

about the injury.  Seriously, I would prefer don’t

talk a lot about the injury.

Tonight, first of all, I don’t know nothing.

Second thing, for respect to the winner and to a

friend, I prefer to talk about the match.  I think he

played at a very high level.  I just congratulate

him and wish him all the best for the semifinal.  I

think he’s doing a fantastic tournament.  If he

keep playing like this, he going to have a good

chances.

What David told me at the net is for me

and that’s it.

Q.  How emotional is it for you

tonight?

RAFAEL NADAL:  Yes, is a difficult day

for me.  I lost in quarterfinals another time.  So I

tried my best.  I couldn’t do more.  Tonight I think

I played against a great player, a great opponent.

Today I really can’t do more than what I did.  So

he played at a very high level, and I wasn’t able

to compete against him tonight.

Q.  It’s going to be difficult for us to

write a piece without appreciating how well

you could move.  It seemed to us you

couldn’t move as well as you would like to

have been moving tonight.  Is that a fair

statement?

RAFAEL NADAL:  You see the match?

Q.  Yes.

RAFAEL NADAL:  So you are ready to

write everything.  I don’t have to tell you about

what I felt on the court because I tried my best all

the time.  But is obvious that I didn’t feel at my

best.  I had a problem during the match, in the

very beginning.  After that, the match was almost

over.  So that’s what I can say.

But you know what, for me is difficult

come here and speak about.  In Doha I wasn’t

healthy.  Today I have another problem.  Seems

like I always have problems when I lose, and I

don’t want to have this image, no?  I prefer don’t

talk about that today.  If you can respect that, will

be a very nice thing for me.  Thank you.

Q.  What was the problem, though?

RAFAEL NADAL:  You are listening me?

I can’t tell you which problem I have.  First thing,

because I don’t know.  That’s my answer.

Q.  What you achieved in the last year

was nothing short of amazing.  Does this

break your heart a little bit that it had to

happen like this?

RAFAEL NADAL:  The tennis career,

you have higher moments and lower moments.  I

had almost all the time very, very happy

moments and very nice moments in my career.

That’s part of the sport.  Last year I was very

lucky.  I was healthy most of the year.  I was

playing unbelievable during all the year.

This year I did I think all the right things

to start the season playing really well.  And,

seriously, I was playing like this in the first

exhibition in Abu Dhabi.  After that starts the

problem.  Was a difficult month for me, no?

That’s part of the sport.  Accept; keep

working; try my best in the next tournament.

That’s what I can do.

Last year I had a fantastic year.  This

year the year just start.  Last year in the

beginning I had problems, too, and finally was

the best season of my career.  I think is almost

impossible to repeat that.  But remain a lot, and

remain a lot to have hopefully really good

moments, and at the same time, too, really

negative moments.

So this is one of bad ones, one of

negative moments.  That’s part of the sport.  I

think I am very, very lucky sportsman about what

happened in my career.  And I have to accept the

fantastic moments that I had during a lot of years

with the same calm that when I have problems.

And if I am ready to accept both things with I

think let’s say everything the same, I going to be

able to come back and play my best tennis

another time.

Q.  How do you think David will get on

in the semifinals?

RAFAEL NADAL:  He’s playing fantastic.

But I think he’s not the favorite.  But if he keep

playing like this, hopefully he can have a good

chance to be in the final or win the tournament.  I

would love.  Is a fantastic person.  Is a close

friend of mine.  So I wish him all the best.

I think that Andy is playing very good,

too, but David is playing at high level, no?

Q.  After what happened in Doha,

coming here a little bit late…

RAFAEL NADAL:  Coming late?

Q.  You were ill in Doha and came to

Melbourne a little bit late.

RAFAEL NADAL:  I didn’t came late.

You are wrong.  I was here one week before the

tournament.  Is more than enough.

Q.  The question is, with you being ill

in Doha, then what happened after the Tomic

match, did you feel that maybe this

tournament wasn’t meant to be, wasn’t

destiny to win?

RAFAEL NADAL:  I tried my best in

Doha.  Was a difficult week for me.  Here,

seriously, before the match of today I started to

feel that I am playing much better and I am very

healthy and don’t have no problem in general.

So I was happy about happened during the first

week because I was through without being

perfect.

I started the second week with a very

good match against Cilic and improving my level

every day.  Seriously, I was practicing much

better than in the beginning of the tournament,

and I felt ready to play this quarterfinals.  But

wasn’t the day.

Q.  What will be your next

tournament?

RAFAEL NADAL:  I don’t know yet.  I

have to think a little bit about everything and we

will see what’s going on in the next weeks.

Q.  We appreciate your fair play, and

we understand what you’re saying.  I just

would like to know if you didn’t have in front

of you a friend of yours, would you have kept

till the last ball and point to stay on court or

would you have left a little before?

RAFAEL NADAL:  I hate the retirements,

so this wasn’t the day.  I did last year.  I hate that

moment.  I didn’t want to repeat that.

Q.  The match against Cilic showed

you were recovering well.  Did you feel

anything unusual the last couple days?

RAFAEL NADAL:  I felt fantastic the last

couple days.  I practiced very good yesterday.  I

had a fantastic warmup today before the match.

Only feeling that I can say was very positive.  I

started the second week, and when the second

week started, everything was better and better

for me:  the health, sweat, the level of tennis.

Everything was better and better.

Q.  Earlier today Andy Murray said

there’s a number of guys on tour who on any

given day can beat each other:  yourself,

Robin, Roger…

RAFAEL NADAL:  I didn’t understand.

Q.  He said any one of the top six or

seven players on any day can beat each

other.  Do you think after the year you had

last year, our expectations of you are

probably higher than yours, given the

evenness of the top six or seven players?

RAFAEL NADAL:  For me there are

much more than six or seven on the tour that can

beat everybody.  I think is more than these few.

In general, the expectations, I don’t know which

expectations you have about me.  I have my

ones.  I have my goals.  Probably we think

different ways, no?

I live day to day with myself.  You see

everything from outside.  I know how difficult is

everything.  Probably, you know, not exactly the

same.  This part is difficult, no?  This part is very

competitive.  You have to have be in perfect

conditions to win.  The season is always crazy,

very long.  You can’t have time to rest and come

back to prepare perfect in a season.  That’s this

game.  Only the best players, only the more

prepared players physically and mentally are

ready to be here and to be in the top positions a

long time.

My expectations, I said before the

tournament, I said before the year start, is enjoy

every day and practice hard every day with same

illusion, humble and motivation that I did all my

career.  So that’s my principal goal, in general,

no?

I lost in quarterfinals today.  We’ll see

what’s happen in next tournament.  I’ll work hard

to be ready.

Q.  Can you tell us your feelings

tonight compared to this time last year?

RAFAEL NADAL:  Is different because

last year was the knees.  I had a problem, big

problem, in the knee in the past.  So was hard for

me to have another time the same.  I didn’t see a

solution in that.  Is not the case.

I came last year after probably six, seven

months really hard for me of injuries and of

problems in general.  So was a hard situation.

This year everything is a little bit different.  I have

three more Grand Slams at home, a few more

Masters 1000s and a few more tournaments.

I can say nothing wrong because I had a

fantastic time last year.  Not possible be all the

time at hundred percent.  Not possible all the

time to have all the positive factors together to

win in every tournament.

Last year happened in almost every one.

This year we start with a little bit of unlucky.  I

gonna work hard to come back and to keep

having chances and to compete against the best

players and to keep being in the top positions of

the ranking, so…

I love playing tennis.  I love the

competition.  And I love, in general, the hard

moments because you are ready to change the

situation working hard, working every day with a

goal and with illusion.

Q.  You said your preparation was

good for this year.  Was the vacation long

enough after London?

RAFAEL NADAL:  The vacation long

enough?  No, one day is enough, you think?

Never is enough.  With this sport you never have

vacations enough.  This part is special for

different things.  This factor is one of the special

things that makes the tour hard and difficult.

Only the best players mentally prepared are

ready to be here long time.

I said before, wasn’t a problem of

holidays, the start of the season.  The only

problem was a little bit of unlucky.  In general, I

had a virus.  When you have a virus, your body

goes down and you have more risk of everything.

That’s probably what happened.  That’s the

simple thing.

Now we have to accept.  I said 100

times.  But the only thing I can say is, accept the

situation and work to try to have another very

good season.

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Djokovic, o “Imperador da Sérvia,” quer reinar de novo no Australian Open

Novak Djokovic continua impressionando neste início de 2011. Com motivação em alta e principalmente muita confiança depois de vencer a Taça Davis no final do ano, enfrentará Roger Federer por uma vaga na final do Australian Open. Desde Roland Garros do ano passado ele vem evoluindo. Alcançou as quartas em Paris, a semi em Wimbledon e foi à final do US Open. Quer agora conquistar o título.

Reproduzo neste post a matéria – editada – que escrevi sobre Djokovic para a última edição da Tennis View, falando sobre a Davis, mas principalmente como Djokovic se tornou o jogador que é hoje, desde o início da carreira e mostrando sua importância como líder muito além das quadras na Sérvia.

Tenista é o “Novo Imperador” da Nação

A Sérvia se tornou o 13º país da história a vencer a Taça Davis. Com Novak Djokovic, Victor Troicki, Nenad Zimonjic e Janko Tipsarevic, a nação venceu a França de Gael Monfils, Gilles Simon, Michael Llodra e Arnaud Clement, por 3 jogos a 2, na Arena de Belgrado, no início de dezembro.

A conquista marcou um momento histórico para o jovem País, o maior feito esportivo da República da Sérvia, nome que foi oficializado apenas em 2006, quando se separou de Montenegro.

A história, em um breve relato, explica a importância do feito para os jogadores e a população. Desde os séculos XV e XVI a região viveu mais conflitos e dissoluções, do que se pode imaginar. Foram décadas de luta com o Império Otomano, fizeram parte do Império Austro Húngaro,  do Habsburgo, do Russo, viveram a Primeira Guerra Mundial, a Guerra dos Balcãs, foram dominados pelos alemães na II Guerra, se desentenderam com os países vizinho, passaram pela Guerra da Bósnia, do Kosovo, foram chamados de Iugoslávia, Sérvia e Montenegro, até finalmente, quatro anos atrás serem oficializados República da Sérvia.

A guerra esteve presente na vida de todos os tenistas e do público presente na Arena de Belgrado, até um passado bem recente. Conquistar a Taça Davis era então prioridade para o líder da equipe Novak Djokovic.

“É o maior momento da minha carreira. Não se compara a nenhum outro. A alegria de estar aqui com os meus companheiros de equipe e de dar esse título ao meu país é imensa,” comemorou Djokovic, campeão do Australian Open em 2008.

Antes de vencer a Taça Davis, internacionalmente, como esporte coletivo, a Sérvia havia conquistado uma medalha de prata no vôlei, nos Jogos Olímpicos e vencido o campeonato europeu de basquete.

Carente de ídolos e de motivos para festejar, o País parou para celebrar os novos expoentes e o mundo entendeu a importância da competição entre nações.

DJOKOVIC, o Novo Imperador

Apesar do ponto decisivo do confronto ter sido dado por Troicki ao derrotar Llodra, foi Djokovic quem liderou a Sérvia, desde a sua primeira participação na Copa Davis, em 2004, ainda como representante de Sérvia e Montenegro, na Terceira Divisão do Zonal Europeu.

Primeiro campeão de Grand Slam do País em 2008, vencendo o Australian Open, mesmo ano em que Ana Ivanovic ganhou Roland Garros, Djokovic construiu um novo Império na República da Sérvia, o Império Novak. Através de negócios com a família e com os dirigentes governamentais, conseguiu expandir o seu sucesso no tênis, muito além do que as compatriotas Ivanovic e Jelena Jankovic vem fazendo.

Com o pai Srdjan dirigindo os negócios da família, através da Family Sports e a mãe, Djana, à frente também, Novak se tornou sinônimo de prosperidade na Sérvia e maior estrela do País. Mais popular até do que os jogadores de futebol Dejan Stankovic, da Inter de Milão e Nemanja Vidic, do Manchester United.

O tenista conseguiu, em meio a um já complexo calendário da ATP, há dois anos, trazer um torneio ATP 250 para a capital durante a temporada de saibro; abriu dois restaurantes em Belgrado, uma loja de esportes, a Novak Shop, tem um clube de tênis com spa, onde o ATP é disputado e está construindo um Centro de Treinamento, o CT Novak, com apoio do Governo, e lançamento previsto para o segundo semestre de 2011. O CT terá cinco quadras cobertas e outras 15 ao ar livre além de um hotel. A ideia é ter 50 pessoas treinando simultaneamente, com metade do espaço reservado aos jovens talentos sérvios.

“Na Sérvia nós não temos estrutura alguma. O jogador está sozinho. Se ele quiser evoluir tem que sair do País e queremos acabar com isso,” afirma o Sr. Srdjan, o pai de Novak.

É o mesmo Sr. Srdjan também quem representa as marcas patrocinadoras do filho, Head e Sergio Tacchini em toda a região dos Balcãs.

Tudo é comandado do escritório da Family Sports, empresa aberta há quatro anos e cujas instalações se assemelham a de uma corporação do mais alto padrão, com salas de reuniões, conferências e uma organizada e luxuosa sala de troféus.  Quem quiser conhecer um pouco mais é só acessar o site do tenista – http://www.novakdjokovic.rs – e assistir a apresentação dos negócios Novak, em 3D.

Um dos restaurantes Novak fica justamente no primeiro andar do Prédio da Family Sports e lá turistas e fãs podem adquirir chaveiros, canetas e mimos em geral do ídolo.

Além das propriedades e negócios, Novak é visto em outdoors pelo país, em campanhas dos patrocinadores, que inclui a Telekom Serbia, da Cruz Vermelha, de campanhas de alerta contra o câncer e do Governo. A mais atual exibe Djokovic pedindo ao povo que mantenha as cidades limpas.

A história de Djokovic com a Sérvia só não é perfeita devido a um desentendimento com a Federação de tênis do País, presidida pelo ex-top 20 Slobodan Zivojinovic.

A família de Novak acusa a Federação de não ser transparente e de não ser capaz, nem ao menos, de saber quantas pessoas jogam tênis na Sérvia e divulgar quantos são os Federados.

INÍCIO PERTO DO KOSOVO

Mas, o que é agora um conto de fadas para os Djokovics, teve momentos de história mal-assombrada.

Foi nas montanhas de Kopaonik, perto da fronteira com o Kosovo e onde fica a maior estação de esqui de Sérvia, que Novak deu as primeiras raquetadas, em três quadras de tênis construídas pelo Governo, no fim dos anos 1980, em frente à pizzaria da família.

O garoto foi logo observado pela técnica Jelena Gencic, a mesma que havia descoberto Monica Seles e Goran Ivanisevic, em Kopaonik para uma clínica, em 1993, e que no terceiro dia de treinamentos disse ao Sr. Srdjan, que o filho, então com seis anos de idade, seria um campeão.

Para progredir, Novak foi enviado a Belgrado, onde vivia com o avô e treinava no Clube Partizan. Era 1999, época dos bombardeios na região e mesmo assim, o tenista e a técnica encontravam maneiras de treinar, nos lugares bombardeados nos dias anteriores, esperando que não fossem jogar bombas novamente.
“Nós lembramos disso e nunca vamos esquecer. É algo muito forte, que está dentro da gente. Foi uma experiência traumática e claro que você fica com lembranças ruins. Ouvíamos o barulhos das sirenes, no mínimo, três vezes por dia, avisando que os aviões com bombas estavam chegando. Até hoje quando ouço algo parecido, fico assustado,” lembrou Djokovic, em uma recente entrevista ao New York Times.

Por isso, o pai Srdjan, enfatiz que “o diferencial do Novak é o mental. A força mental fez dele um campeão.” De Belgrado, logo depois de completar 12 anos de idade, Novak foi para Munique, na Alemanha, treinar com Niki Pilic, hoje o técnico da Sérvia na Copa Davis.

De acordo com relatos, a família toda, incluindo os tios, investiram tudo o que tinham para que ele pudesse treinar e ter todas as condições. “Foi um investimento,” diz o tio Goran, sócio na pizzaria inicial em Kopaonik e que continua envolvido com os negócios na Family Sports.

“E hoje o Novak se tornou o produto de exportação número um da Sérvia. Antigamente os exemplos para a juventude eram ladrões, gangsters e hoje é um tenista,” se orgulha a mãe Dijana.

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Dolgopolov, o filho do treinador de Medvedev está nas 4ªs do Australian Open, com técnico australiano

Alexandr Dolgopolov  depois de 19 anos no circuito mundial avançou nesta segunda-feira às quartas-de-final de um Grand Slam pela primeira vez na carreira, ao derrotar o sueco Robin Soderling por 1/6 6/3 6/1 4/6 6/2 e enfrentará Andy Murray em busca de uma vaga na semifinal do Australian Open.

Após vencer Jo-Wilfried Tsonga na Terceira rodada e com a vitória sobre Soderling, Dolgopolov se transformou na grande surpresa em Melbourne.

Aos 22 anos de idade, 19 no circuito, alcançou o melhor resultado da carreira e aparecerá, na semana que vem, na sua melhor posição no ranking mundial. Atualmente é o 46º. Há um ano não estava nem perto dos top 100.

Mas, vida de jogador top não é novidade para Dolgopolov. Desde os três anos de idade ele viaja o circuito mundial. Acompanhava o pai Oleksandr, técnico do ucraniano mais famoso do tênis, Andrei Medvedev, que chegou a ser o quarto colocado no ranking mundial e vice-campeão de Roland Garros, em 1999.

“Eu não lembro muito bem de todos os jogadores, mas muitos brincavam comigo. Sabe como é, quando tem uma criança no circuito, todo mundo brinca com ela,” contou Dolgopolov  em entrevista coletiva concorrida, após derrotar Soderling.

“Os que eu mais me lembro são o Muster e o Rosset. Eles passavam bastante tempo comigo.”

O tenista até tentou chegar longe ao lado do pai Oleksandr, mas o excesso de convivência estragou a relação pai treinador e quando o jovem atingiu 19 anos, resolveu seguir o caminho nas quadras sem o mentor de Medvedev.

Para alegria dos australianos, que agora encontraram alguém para torcer, depois das derrotas de todos os jogadores australianos na terceira rodada ou antes do Grand Slam, Dolgopolov escolheu um técnico da Austrália para guiá-lo. “Mais do que no meu tênis em si, o Jack Reader – treinador – me ajudou na parte mental e física.”

Técnico mais conhecido dos torneios menores, Reader contou aos jornais australianos que o mais difícil foi fazer o tenista reencontrar o prazer de jogar tênis. “O vi jogar a primeira vez há alguns anos, na Europa e dava para ver que el era muito talentoso. Mas, como ele estava no circuito desde muito criança, até ele mesmo esperava muito dele.”

Para treinar com Reader, Dolgopolov está na Austrália desde o fim de novembro e deve ser adotado como um local, neste Australian Open sem heróis  nacionais.

Ah, Dolgopolov está inscrito para disputar o Brasil Open, no mês que vem!

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Canadense de 20 anos, nascido em Montenegro e comparado a Philippoussis é a surpresa do Australian Open

Comparado a Philippoussis, o canadense nascido em Montenegro, Milos Raonic, aos 20 anos, é a grande surpresa do Australian Open. Por enquanto.

Se o sábado foi de tristeza para os australianos, com a última esperança de sucesso no Grand Slam, Sam Stosur perdendo para Petra Kvitova, já que de Bernard Tomic, só esperavam mesmo por um milagre para que ele derrotasse Rafael Nadal, no Canadá e em Montenegro, o fim de semana é de festa.

Milos Raonic, de 20 anos, 1,96m, derrotou o cabeça-de-chave 10, Mikhail Youzhny, por 6/4 7/5 5/6 6/4 e está nas oitavas-de-final do Grand Slam, depois de ter vindo do qualifying.

Com um saque impressionante como uma de suas principais armas – deu 31 aces em Youzhny -, alto e moreno, já vem sendo comparado pela mídia australiana a Mark Philippoussis. “Era um dos caras que eu mais gostava de ver jogar quando era criança,” confessou o canadense.

Canadense, mas nem tanto. Nascido em Montenegro, Raonic se mudou para o Canadá com a família, em 1994 e apesar de se considerar canadense, mantém fortes laços com o país europeu. O tio é vice-presidente da nação e os dois irmãos residem por lá. “Vou constantamente para visitar.”

Mas, é pelo Canadá que ele joga e não pretende mudar de nacionalidade. Todo o seu tênis foi desenvolvido na América do Norte, mais especificamente em Toronto, onde treinou nos últimos três anos, com a equipe da federação canadense.

Há três meses se mudou para Barcelona, para treinar com um ex-companheiro de Guga, Galo Blanco, contratado pela Tennis Canada, ou seja, mesmo morando na Espanha, quem financia a carreira do jovem Raonic é a federação canadense. “Inclusive a minha programação de torneios e viagens é discutida com o pessoal da Tennis Canada,” explica o jovem com cara de criança ainda, próximo de entrar no top 100.

Atualmente colocado no 152º posto na ATP, deve garantir um lugar entre os top 100, independente do resultado da próxima rodada contra o espanhol David Ferrer.

A federação canadense já pode ao menos começar a celebrar o resultado do investimento que vem fazendo há algum tempo, contratando inclusive Bob Brett para gerenciar o programa de desenvolvimento, para ver o tênis brilhar além das duplas com Daniel Nestor.

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Petkovic, a tenista que quer ser política na Alemanha

Nascida na Bósnia e criada na Alemanha, Andrea Petkovic, 23 anos, vem se tornando uma das grandes sensações da WTA. Não só pelo sucesso nas quadras e pela beleza, mas por outras qualidades ainda pouco conhecidas de muita gente.

A extrovertida Petkovic avançou às oitavas-de-final do Australian Open depois de Venus Williams desistir do jogo, quando o placar marcava 1×0, sentindo uma forte lesão na virilha, surgida no jogo de segunda rodada. A próxima adversária da alemã é a russa Maria Sharapova.


Há pouco tempo não passava pela cabeça de Petkovic seguir carreira no tênis profissional. Ela tinha e ainda tem outros planos em mente: assumir um cargo politico na Alemanha.

Não fala isso da boca para fora e a ideia não é um sonho distante. Ela estuda Ciências Políticas na University of Hagen, tem um blog em alemão, e até entrar entre as tops 50 (é a 33ª na WTA), o principal objetivo era se formar e iniciar uma carreira política.

O plano está adiado temporariamente, até porque Petkovic pode começar uma carreira de artista.

Além de surpreender com a dedicação aos estudos, a alemã é divertida. Ao vencer Nadia Petrova no US Open do ano passado dançou em quadra o que chamou de “Petko Dance.”  [simfany]106333[/simfany]

A tenista anteriormente treinada pelo pai Zoran e hoje pelo ex-técnico de Ivo Karlovic, Petar Popovic, gosta de fazer videos divertidos. Há uma série deles no site dela. No último ela ensina como dançar a “Petko Dance,” e já avisou que o próximo contará com a participação de John Isner.

Entre tantos novos nomes que surgem no circuito e que temos dificuldade de guardar e acompanhar, vale a pena ficar de olho na divertida tenista politizada.

Ah, e para terminar vale a pena ler o parágrafo que extraio do site dela, em que Petkovic explica a motivação para jogar tênis:

What is it, that makes a human struggle eight hours a day in practice and cross borders that you would normally avoid? What makes an athlete with all her strengths and weaknesses confront the public just to be judged mercilessly when success is missing? Is it the money, the fame or the recognition? A little bit of everything and nothing of that really.

If you grow up playing tennis from your childhood and you compete with your opponents eyeball to eyeball all the time, these concomitants fade. The intense emotions you experience within a match cannot be compared to anything else or be found in another job. Me being bubbly and sensitive anyway, I undergo the whole spectrum from anger, grief, disappointment and distress to joy, euphoria, pride and happiness throughout a match. Some people jump out of planes, some go skiing or drive a car real fast, others change their partners and take drugs to live in extremes. I take the rollercoaster of feelings every time I go out on the court and I am extremely fortunate to be able to make a living out this way.

The competition, the pursuit of almost impossible perfection, the often underestimated mental challenge, the release after you convert a match ball – all that brings a certain something to my life, that makes it interesting, diverse and worth living.

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