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Bruno embarca para nova série de torneios, culminando com o US Open

Depois de duas semanas de recuperação, treinamento e preparação, o tenista Bruno Soares embarca nesta quinta-feira para uma série de 5 torneios, culminando com o US Open. Ele inicia, com o parceiro austríaco Alexander Peya, a série de disputas com o ATP 500 de Hamburgo e depois segue para a América do Norte, onde joga o ATP 500 de Washington, os Masters 1000 do Canadá e de Cincinnnati e o US Open.

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“Depois da temporada de grama foi bom voltar pra BH – Belo Horizonte – , passar essas duas semanas, treinar bastante, recuperar o físico e me preparar para mais uma temporada pesada. Começo em Hamburgo e embalo direto pros Estados Unidos, com uma semana livre de treino em Miami, para manter clima e o ritmo lá que também é bem quente, fazer os últimos ajustes para o US Open e finalizar bem em NY,” antecipou o mineiro, que no ano passado, nesta temporada foi campeão de duplas do Masters 1000 canadense e de duplas mistas no US Open, com Sania Mirza.

“São 4 torneios grandes, o quinto é um Grand Slam e tem muito ponto em jogo. A corrida para Londres , para o Finals, está super disputada, como nunca esteve. Vai ser importante jogar bem e somar bastante nessa temporada de quadras rápidas. A gente defende muitos pontos, defende título de Montreal e queremos jogar bem, para manter o ranking para o final do ano.” Bruno e Peya são os 10o. colocados na Corrida para Londres.

Bruno viaja motivado, animado e à espera de um bom resultado. “Como venho falando, a gente está jogando bem há um tempo, bem mais consistente e logo logo vamos encaixar um resultado importante.”

CALENDÁRIO
27 jul – ATP 500 Hamburgo (saibro)
03 ago – ATP 500 Washington (rápida)
10 ago – Masters 1000 Canadá – Montreal (rápida)
17 ago – Masters 1000 Cincinnati (rápida)
31 ago – Grand Slam – US Open (rápida)

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Bruno é eliminado nas duplas, mas avança às quartas de mistas em Wimbledon, com Sania Mirza

O mineiro Bruno Soares teve dois resultados distintos nesta terça-feira em Wimbledon. Começou o dia com uma derrota nas quartas-de-final de duplas, ao lado de Alexander Peya, mas acabou com vitória nas duplas mistas, com Sania Mirza, em que agora joga para avançar à semi do Grand Slam inglês.

Bruno Soares WImbledon

Cabeças-de-chave 8, Bruno e Peya foram eliminados pelos cabeças 13, Jamie Murray e John Peers, por 3 sets a 0, parciais de 6/4 7/6(3) 6/3.
“Um pouco frustrante ter perdido essa dupla. Os caras jogaram bem. Tivemos poucas chances. Eles estavam inspirados no saque e toda pequena oportunidade que a gente teve, eles sacaram muito bem e complicaram a nossa vida,” analisou Bruno.

Mesmo com a derrota com Peya, Bruno conseguiu não se abalar para jogar a dupla mista, ao lado de Sania Mirza, sua parceira na conquista do US Open, no ano passado. Eles venceram os coratas Martin Draganja e Ana Konjuh, por 6/3 6/7(5) 6/3.  “É sempre difícil jogar duas partidas no mesmo dia, principalmente quando você perde o primeiro jogo. É complicado. Além do fator físico, tem o fator mental. Baixa a adrenalina e a energia. Mas o importante é que consegui recuperar bem e ganhar a dupla mista. Seguimos vivos em Wimbledon.”

A dupla adversária da próxima rodada (provavelmente na quinta-feira), curiosamente será o parceiro Peya, que joga com a húngara Timea Babos. “É complicado. É como jogar contra o Marcelo. Ele é um grande amigo. Mas, temos que ir pelo lado profissional e fazer o nosso jogo para estarmos na semi.”

SOBRE BRUNO SOARES – Mineiro nascido em 27/02/1982, Bruno Soares é um dos principais nomes da história do Brasil. Ao ganhar o US Open nas duplas mistas, em 2012, se juntou ao seleto grupo de campeões de Grand Slam brasileiros, que inclui apenas Maria Esther Bueno, Gustavo Kuerten, Thomaz Koch e Marcelo Melo. No ano passado repetiu a façanha conquistando o segundo título em Nova York.
Além dos trofeus no US Open, Bruno tem 19 títulos de duplas no circuito e 20 vice-campeonatos e chegou ao 3o. posto no ranking mundial de duplas em 2013 (é o 14o. atualmente).
O tenista que  tem a sua carreira gerenciada pela LinkinFirm, do ex-tenista profissional Marcio Torres, conta atualmente com os patrocínios da Asics, Correios, MRV Engenharia, Banco BMG, Land Rover, Estácio,Wilson e Optimum Nutrition.

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US Open – Brasil vive momento único nas duplas

Não vamos nos acostumar mal e achar que é normal. Vamos aproveitar este momento único na história do esporte brasileiro, com os tenistas de duplas disputando finais de Grand Slam, como faz o mineiro Bruno Soares, ao lado do austríaco Alexander Peya, no US Open, neste domingo, contra Leander Paes e Radek Stepanek.

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O tênis brasileiro está vivendo um momento mágico nas duplas. É o segundo Grand Slam seguido que temos um tenista do Brasil na final. A 2ª melhor parceria do mundo tem um brasileiro – Bruno Soares – e a 10ª – Marcelo Melo – também. Temos 6 jogadores entre os top 100: Soares (4º), Melo (14º), Sá (68º), Demoliner (76º) e Souza (93º). E Melo ainda deve subir de posição quando os novos rankings forem divulgados na segunda à noite. Temos enormes chances de contar com dois brasileiros no ATP Finals, em Londres.

Bruno Soares, 31 anos, está vivendo essa fase de resultados espetaculares desde que conquistou o primeiro Grand Slam da carreira, há um ano, neste mesmo US Open, nas duplas mistas.

De lá para cá foram quatro títulos no fim de 2012 e mais cinco este ano, incluindo o primeiro trofeu de Masters 1000 (Canadá) e outras três finais. Esses bons resultados incluem ainda a semifinal de Roland Garros nas duplas e o vice-campeonato nas duplas mistas.

Sim, esta será a terceira final de Grand Slam de Bruno Soares e a primeira nas duplas. A segunda final seguida no US Open.

Marcelo Melo, que perdeu a semifinal em New York, com Ivan Dodig, para Bruno Soares, já disputou duas finais de Grand Slam. Foi vice-campeão de duplas mistas, em 2009, em Roland Garros e vice de Wimbledon, neste ano.

É tão difícil chegar à uma final de Grand Slam, que o Brasil demorou 08 anos, entre o título de Gustavo Kuerten em 2001, em Roland Garros e o vice de Melo, nas mistas, em 2009.

É tão raro vencer um Grand Slam, que até hoje, entre os brasileiros, apenas Maria Esther Bueno, Thomaz Koch, Guga e Soares ergueram o tão cobiçado trofeu.

Por isso, não vamos nos acostumar mal, achando que é normal assistir jogo de duplas na televisão e ver brasileiro na cerimônia de premiação. É raríssimo e eles devem ser festejados e reverenciados.

Nos acostumamos tão mal com Guga como número um do mundo e beijando o Tropheé des Mousquetaires, em Paris, que hoje parecemos apreciar – inclusive ele – muito mais o que ele fez, do que na época. Parecia normal, mas não é.

O que essa turma de duplistas está jogando de tênis é que é fora do normal.

 

 

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