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Um post mais do que merecido sobre o André Sá

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Independente do resultado da final em Delray Beach deste domingo (ele foi vice também em 2009), André Sá está mais do que merecendo um post.

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Aos 34 anos, desde 1997 jogando full time no circuito profissional, parece estar com a mesma apetitite de competir de que quando começou. Nas últimas três semanas, ao lado do parceiro eslovaco Michael Mertinak, alcançou a final dos torneios que disputou: Brasil Open, Buenos Aires e Delray Beach.

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Não sei se todos se lembram, mas o André também teve uma carreira de sucesso no circuito, jogando simples. Foi quadrifinalista de Wimbledon e chegou à 50ª posição na ATP.

Mas, desde o início da carreira sempre jogou duplas e encontrou nela a longevidade no circuito.

Lembro de quando conheci o André. Era 1997 e ele estava jogando um torneio Satélite – o antigo nome, apesar de ter um formato diferente, dos Futures atuais – em Sorocaba, com o então técnico e parceiro de duplas, Nelson Aerts.

Havíamos fundado a Tennis View poucos meses antes e o Neco me chamou para assistir o torneio. Foi lá que conheci o André e a namorada, Fernanda, que se tornou uma grande amiga. Depois veio o casamento e a filha Carolina, que hoje está com cinco anos.

Não esqueço do Neco, que ainda jogaria mais uns dois, três anos no circuito e que viajou mais de uma temporada com o André, falando da importância das duplas. E que gostoso foi acompanhar a ascensão deles e a disputa da primeira final do André em um ATP e a última do Neco, em San José, em 1998.

Depois deste foram mais 20 finais – em ATP – (sem contar com a de Delray Beach deste domingo), com sete títulos; medalha de ouro Pan-Americana; participações Olímpicas e em Copa Davis.

A carreira do André foi acompanhada de perto pela Tennis View. Já na quarta edição da revista ele era um dos tenistas da capa. Sempre atencioso, colaborou conosco inúmeras vezes, esteve em outras capas e chegou a ganhar uma foto só sua na capa da edição 67.

É de se admirar um tenista que está há 15 anos no circuito e jogando os grandes torneios há muitas temporadas.

Não fiz uma pesquisa profundíssima – e pode haver erros – mas são pouquíssimos os brasileiros que chegaram a disputar 21 finais de ATP – seja em simples e duplas, simples ou somente duplas. A lista inclui, claro, Gustavo Kuerten, Carlos Kirmayr, Cassio Motta e Luiz Mattar – de Thomaz Koch só há registros de 1971 em diante.  Fernando Meligeni, Jaime Oncins, Ricardo Mello, Flavio Saretta, Marcos Daniel, Thomaz Bellucci, Bruno Soares, Marcelo Melo, Fernando Roese, João Soares, entre muitos outros, não alcançaram esta marca, apesar de alguns terem obtido melhores resultados do que André em simples.

Isso é uma mostra de como não é fácil se manter no circuito sendo competitivo.

Apesar de ter um jogo a menos por semana do que os torneios de simples, do jogo ser mais rápido e do tenista dividir a quadra com um parceiro, é necessário estar em forma fisicamente, cuidar das lesões, e seguir a rotina de um tenista profissional. As viagens são igualmente longas e desgastantes.  Às vezes, a gira dos duplistas acaba sendo mais longa do que a dos tenistas de simples.

Por tudo isso temos que aplaudir André Sá, exemplo de longevidade, misturado com profissionalismo, competitividade e amizade. Além dos resultados, ele também é conhecido por ser um dos tenistas mais queridos de todo o tour há tempos. Troca ideias e tem amizade desde Roger Federer até os tenistas que jogam Futures.

Conheço também vários produtores, empresários e patrocinadores que já fizeram eventos com André Sá e são só elogios para o tenista.

Nascido em Belo Horizonte (1977), André começou a jogar tênis por influência do irmão Vinicius, e aos 13 anos foi treinar na academia de Nick Bollettieri, nos Estados Unidos, onde além de treinar, aperfeiçoou o inglês e desenvolveu o gosto pelo basquete.  Voltou ao Brasil em 1996/97 – quando iniciou de fato a carreira profissional.

E que ela continue por mais temporadas para inspirar e ainda servir de exemplo para muita gente.

Os títulos e finais de André Sá, em ATPs

1998 – Vice em San Jose  (com Aerts)

2001 – Campeão em Hong Kong (com Braasch) e vice em Newport (com Weiner) e Bogotá (com Rodriguez)

2002 – Vice do Brasil Open (com Guga) e em Amersfoort (com Simoni)

2003 – Vice em Amersfoort (com Haggard)

2007 – Campeão em Estoril (com Melo)

2008 – Campeão em New Haven (com Melo), Portschach (com Melo), Brasil Open (com Melo) e vice em Queen’s (com Melo)

2009 – Campeão em Kitzbuhel (com Melo) e Vice em Queen’s (com Melo) e Delray Beach (com Melo)

2011 – Campeão em Metz (com J Murray) e Vice em Kitzbuhel (com Ferreiro) e Buenos Aires (com Ferreiro)

2012 – Vice em Buenos Aires (com Mertinak) e do Brasil Open (com Mertinak).

PS – não podemos esquecer de mencionar a semifinal em Wimbledon, com Melo, em 2007

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