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E só foi o 1º dia do US Open

O US Open mal começou e neste primeiro dia já vimos:

A Simona Halep perder um set da estreante Danielle Collins;

Venus Williams vencer uma batalha de 3 sets, com uma das raras tenistas mais velhas do que ela no circuito, Kimiko Date Krumm;

Maria Sharapova quase não tomar conhecimento da outra Maria russa, a Kirilenko; Sharapova US Open

Agnieszka Radwanska arrasar a canadense Sharon Fichman;

Sloane Stephens avançar com vitória fácil diante de Annika Beck;

Caroline Wozniacki vencer Magdalena Rybarikova quando a eslovaca desistiu no terceiro set;

Jelena Jankovic passar sem dificuldades pela conterrânea sérvia Bojana Jovanovski;

Andrea Petkovic suar para ganhar da tenista da Tunísia Ons Jabeur;

Shahar Peer ganhar um jogo em torneio grande – derrotou Johanna Konta;

A campeã do Rio Open, Kurumi Nara vencer Aleksandra Wozniak;

Sara Errani passar pela Kirsten Flipkens;

Lucie Safarova derrotar Timea Babos;

Roberta Vinci ganhar da única argentina na chave, Paula Ormaechea;

Daniela Hantuchova ainda continuar viva no torneio, superando Romina Oprandi;

Camila Giorgi, que fez oitavas no ano passado, perder para Anastasia Rodionova;

Garbiñe Muruguza, que brilhou na Austrália e em Paris, ser elimada por Mirjana Lucic, agora Baroni também.

Belinda Bencic superar a sempre perigosa Yanina Wickmayer;

A suíça Timea Bacszinszky ganhar o jogo quando Kiki Bertens desistiu da partida sem resistir ao calor;

A porto-riquenha Monica Puig vencer;

Virginie Razzano ser derrotada por Johanna Larsson por duplo 6/0;

Andy Murray US Open

Entre os homens, o primeiro dia da primeira rodada também foi interessante e vimos:

Andy Murray sofrer mais do que precisava, inclusive tendo cãibras, para vencer Robin Haase;

Nick Kyrgios eliminar um ex-semifinalista do US Open, Mikhail Youzhny;

Thomaz Bellucci estrear com uma belíssima vitória diante de Nicolas Mahut;

Stan Wawrinka ganhar de Jiri Vasely e se tornar o próximo adversário de Bellucci;

Milos Raonic avançar, derrotando Daniel Taro;

Juan Monaco incomodar Jo-Wiflried Tsonga, mas o francês acabar vencendo em quatro sets; Nick Kyrgios US Open

Donal Young dar adeus à competição logo no primeiro dia, perdendo para Blaz Kavcic;

Tommy Robredo derrotar Edouard Roger Vasselin;

Vasek Pospisil ser eliminado na primeira rodada de novo, desta vez por Simon Bollelli;

Michael Llodra que teve seu wild card contestado, ganhar de Daniel Gimeno Traver;

Benoit Paire vencer o duelo francês, em cinco sets, contra Julien Benneteau;

Radek Stepanek ficar na estreia, perdendo para Mathias Bachinger;

Jeremy Chardy ganhar de Alejandro Falla;

Pablo Carreño Busta passa por Andreas Beck;

Blaz Rola endurecer o jogo com Fernando Verdasco, mas o espanhol acabar levando a vitória em cinco sets;

Paul Henri Mathieu superar Gilles Muller, também em cinco sets;

E para terminar o dia, Novak Djokovic ganhar, em um bom jogo, do argentino Diego Schwartzman.

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US Open: Vai começar o Show Slam em New York

O Grand Slam mais agitado da temporada está chegando. Daqui a poucos dias uma multidão de pessoas sairá da linha 7 do metrô, direto em Flushing Meadows para assistir os maiores tenistas do planeta em ação. Roger Federer e Serena Williams, campeões em Cincinnatti, são favoritos?

US Open under the lightsAmbos já venceram o US Open 5 vezes e se acostumaram a jogar em Nova York. Se o Australian Open tem um ambiente relaxado, Roland Garros tem todo aquele glamour, Wimbledon a tradição e a calma, o US Open tem a agitação da Big Apple. Às vezes andar pelo torneio entre uma quadra e outra é como cruzar a Times Square em horário de pico.

São vários os jogadores que confessaram ter uma dificuldade de adaptação ao torneio. Os hotéis oficiais ficam em Mid Town Manhattan, longe do Corona Park. São necessários, no mínimo, 30 minutos de trajeto entre um local e outro, sem trânsito algum. Andar ao redor do hotel para ir a um restaurante ou apenas dar uma voltinha também é agitado. Há sempre diversas pessoas atravessando as ruas, olhando para os seus telefones e com copos de café na mão. Jogar em Flushing Meadows, especialmente nas sessões noturnas, não é para qualquer também.

Federer US Open

As arquibancadas ficam cheias de pessoas que estão indo a um evento. Como nas competições de baseball, basquete, futebol americano, compram seus sanduíches, nachos, cerveja, comem e conversam enquanto Djokovic dispara uma de suas devoluções, ou enquanto Sharapova desfere seus golpes no Arthur Ashe Stadium.

Ficam no jogo até o fim, gritam, aplaudem e entram no jogo à moda nova yorquina, sempre barulhenta.

O US Open, diferente dos outros Grand Slams é um evento de entretenimento. Toda primeira segunda-feira do campeonato há uma cerimônia de abertura pirotécnica; todos os dias à noite, alguém é designado para cantar o hino nacional americano, tudo vira um show. Experiências e atividades para os fãs fora das quadras são inúmeras, em muito mais número do que na Inglaterra, França ou Austrália. Bares de champagne e cerveja se espalham pelo complexo e são cada vez maiores os números de restaurantes e lanchonetes por lá.

O tênis muitas vezes fica em segundo plano.

Para esta edição de 2014 do US Open, as principais atenções estarão voltadas para Novak Djokovic e Roger Federer. O número um do mundo e o suíço que teve os melhores resultados no US Open Series. Djokovic, apesar de não ter jogado bem nos Masters 1000 da América do Norte é sempre favorito.

Campeão em 2012, Andy Murray, assim como Tomas Berdych que não fez um bom “verão” são algumas incógnitas.

Jo-WIlfried Tsonga, campeão em Toronto, diz estar mais preparado e mais forte do que nunca. Vencedor do Australian Open, Stanislas Wawrinka é outro ponto de interrogação desta Grand Slam.

Muitos apostam em um bom resultado de Grigor Dimitrov, semifinalista em Wimbledon.

Ferrer e Milos Raonic também são bons nomes para uma boa campanha em Nova York. Ambos jogaram bem as últimas semanas e podem fazer estrago em Flushing Meadows.

Gael Monfils, Nick Kyrgios, John Isner, Marin Cilic, Feliciano Lopez, entre outros, prometem ser bons coadjuvantes do show.

Entre as mulheres Serena Williams, a campeã do US Open Series, chega como principal favorita. Atual campeã do Grand Slam americano é a sua propria adversária. Não jogou bem na Austrália, na França e na Inglaterra. Serena Williams US Open

Simona Halep, Maria Sharapova, Agnieszka Radwanska, Ana Ivanovic, Petra Kvitova, Caroline Wozniacki (venceu 1 set da americana em Montreal e Cincinnati) podem desafiá-la. Eugenie Bouchard, que fez boa campanha em todos os Grand Slams, mas não foi bem em Montreal e em Cincinnatti, pode se sair bem em Nova York, mas no momento é uma incógnita, assim como Azarenka que ainda não parece recuperada da lesão que a tirou por alguns meses de ação neste ano.

Pennetta, Venus, Petkovic, Makarova, Kuznetsova, Cibulkova, Safarova, entre outras, farão o papel de coadjuvante no show das mulheres em Nova York.

 

fotos de Cynthia Lum

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Você não precisa de ticket para o Arthur Ashe Stadium para aproveitar o US Open

Tem coisa mais complicada do que escolher que tipo de ingresso comprar para um Grand Slam, especialmente se você nunca esteve em algum deles? Ground pass? Arthur Ashe? Day session ou night session? Louis Armstrong? Que dia? Nestes primeiros dias de US Open, um Ground Pass é valiosíssimo. US Open tickets

O Ground Pass, custa U$ 66 nos primeiros dias, te dá direito a entrar em todas as quadras, menos na central.

A quadra principal só tem 5 jogos por dia e como as maiores estrelas entram em ação no Arthur Ashe, nas primeiras rodadas costumam ser contra jogadores mais fracos e consequentemente os jogos não são dos mais interessantes. Vale por ver um número um do mundo, um campeão de Grand Slam em ação e entrar na maior quadra de tênis do mundo.

Estes tenistas tops, como Federer, Nadal, Serena, Murray, Djokovic, entre outros, treinam normalmente nas quadras P1 a P5, todas em que os fãs podem ficar olhando!

Ou seja, não é necessário ter um ingresso para o Arthur Ashe Stadium, para vê-los. Se tivesse que escolher entre o ground pass e a quadra central, nestes primeiros dias de Grand Slam, iria só de Ground Pass.

Dá par aver 50 jogos em Flushing Meadows e em quadras menores, com melhor atmosfera ainda do que na gigante Arthur Ashe.

Hoje resolvi dar uma de turista e até à noite, só entrar no Arthur Ashe para ir na sala de imprensa ou na sala dos jogadores.

Bryans

E olha o que eu consegui assistir – pelo menos por alguns minutos.

Evans ganhar do Tomic e os ingleses vibrarem com a vitória da surpresa britânica sobre o bad boy australiano.

Deu para ver também que ainda falta um caminho a ser percorrido por Eugenie Bouchard para ela começar a desafiar as grandes jogadores, depois da derrota para Kerber.

Quase não cheguei a tempo de ver Ana Ivanovic arrasar Dulgheru na quadra 2. Peguei uns games do jogo da Lisicki, a vice-campeã de Wimbledon, que ganhou da argentina Ormaechea.

Vi também uns games do Gasquet ganhando do Stephane Robert e da ex-campeã do US Open, Svetlana Kuznetsova, vencendo Shuai Peng.

Around the Grounds

Acompanhei o 3º set do jogo em que Jack Sock, um desses novos garotos americanos, garantindo vaga na 3ª rodada, ao derrotar Maximo Gonzalez.

Ah, vi uns 3 games da campeã de Wimbledon de 3 anos atrás, Petra Kvitova, que ganhou da Jovanovski.

Dei também uma olhadinha no jogo dos Bryans – vitória e na Kirilenko ganhando da Larcher de Brito, a portuguesa que derrotou Sharapova em Wimbledon.

Antes de começar a escrever este post, ainda dei uma passadinha na Louis Armstrong, pra ver uns games da campeã do Australian Open, Victoria Azarenka, contra a canandense Wozniak.

Vou voltar na mesma quadra, mais tarde, para ver Isner contra Monfils.

Quando a noite cair, vou subir as escadas rolantes e entrar no Arthur Ashe. O jogo do Rogerinho, o Dutra Silva, contra Nadal é a atração noturna. O do Roger, Federer, contra o espanhol, só nas quartas-de-final.

PS – e mesmo para a final, se você não tiver um ingresso para entrar no Arthur Ashe, vale o passeio até Flushing Meadows. Os ground passes serão vendidos a U$ 25, haverá telões pelo complexo todo e muito entretenimento, desde as 12h.

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Murray, campeão do US Open, ganha status de super-herói com Djokovic, Federer e Nadal

 

As gaitas escocesas tocavam e Andy Murray ia deixando o Arthur Ashe Stadium. Mas, diferente das outras quatro vezes em que saira da quadra, de uma final de Grand Slam, depois de posar para as fotos, desta vez Murray saía com o trofeu de campeão, após derrotar Novak Djokovic por 7/6 7/5 2/6 6/3 6/2 no US Open, em mais uma épica final. Os Fab Four do tênis não param de surpreender e agora, mais um super-herói se junta ao grupo de Roger Federer,  Novak Djokovic e Rafael Nadal.

 

Tudo o que faltou para Andy Murray, desde que jogou a primeira decisão, em 2008, nesta mesma quadra em NY, ainda vestido de Fred Perry, quando perdeu para Roger Federer, por 3 sets a 0, sem parecer lutar, e uma apatia no rosto, ele mostrou hoje.

 

Dominou o jogo, perdeu o controle da partida, reclamou das pernas, por vezes parecia perdido, outras mostrava reação, vibrou com a torcida, manteve o foco, buscou forças de onde nem mais Djokovic tinha, olhou fixo para Ivan Lendl, lutou até o fim e enfim, ganhou o tão esperado trofeu de Grand Slam.

 

Há quatro anos era só nisso que a imprensa inglesa falava. Se passaram 76 anos desde que o último inglês foi campeão em um dos quatro maiores torneios do mundo e enfim, Andy Murray acabou com todos essa espera e em uma final, em que fez por merecer.

 

Palavras do próprio Djokovic na cerimônia de premiação, em que ambos extenuados, pareciam estar em uma outra esfera. Não pulavam ou comemoravam como Serena Williams fizera na final feminina, ou como até mesmo Victoria Azarenka, a vice-campeã, graciosa na derrota.

 

As 4h54min de um jogo de longas trocas de bola, em que os dois alternavam momentos de cansaço extremo com força mental e jogadas geniais, tiraram tudo o que eles tinham para dar.

 

É um clichê, mas de fato o tênis foi o vencedor nesta final do US Open. Primeiro porque não vamos ter que escutar mais falar que Andy Murray era o tenista que já poderia ter vencido um Grand Slam e não venceu, que a Grã Bretanha não conquista um Grand Slam há 76 anos, que Murray treme na final. Depois, porque as finais de Grand Slam tem sido históricas.

Quem não quis pegar uma raquete e ir pra quadra depois deste jogo?

A final do Australian Open deste ano foi assim. Nadal e Djokovic batalharam por 59 minutos a mais do que Murray e o sérvio.

Ganharam status de super-herói.

Murray, que por um período era o patinho feio entre os Fab Four, foi elevado a esta mesma categoria e com direito a um recorde que nenhum deles têm: é o único tenista da história a ganhar a medalha de ouro olímpica e o US Open, no mesmo ano.

 

 

 

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Tamanho e construção em cima de lixão são os maiores problemas para implementação de telhado no US Open

 

Todo ano é a mesma história e ela se reforça quando acontece algo como hoje, em que um Tornado passa por NY e muda a final feminina entre Serena Williams e Victoria Azarenka, para domingo e a final masculina, pela quinta vez seguida, para segunda. Quando construirão um telhado no Arthur Ashe Stadium, o maior estádio do tênis do mundo? Por que ainda não construíram? O que estão esperando? Bem, porque o estádio foi construído em cima de um lixão e o peso de uma cobertura seria excessivo em um terreno que não é tão estável. Mas, há esperança. A direção da USTA anunciou que construirá um teto, quando encontrarem a tecnologia necessária.

 

Segundo o Diretor de Operações do US Open, Gordon Smith, em entrevistas durante o torneio, um teto retrátil será construído. “Já contratamos quatro estudos diferentes e temos alguns pontos principais: o tamanho do estádio que requer um teto cinco vezes maior do que o de Wimbledon; as condições do solo – construído em cima de um lixão; e o jeito que o estádio foi construído, não podendo suportar mais peso.”

 

Quando Mr. Smith fala em tecnologia, ele quer dizer tecnologia de material de construção, para poder remover parte da arquibancada, reconstruí-la com material mais leve, sem perder muito espaço e aí sim, colocar um estádio com material de pouco peso, não afetando assim o peso que o Ashe Stadium tem hoje em dia. “Construir o teto sem ser desta maneira, seria como construir outro prédio em cima do estádio.”

 

Além dos estudos do estádio, o diretor também já afirmou que haverá um dia de descanso entre a semifinal e a final masculina. Desde 1984, o US Open tem o Super Saturday, para muitos o melhor dia de tênis do ano, em que são disputadas as duas semis masculinas e a final feminina. Mas, tanto os homens, quanto as mulheres, vem pedindo um dia para descansar entre estes jogos importantes, como acontece nos outro Grand Slams.

Sucesso da programação de televisão, a CBS está avaliando com a USTA a melhor maneira de fazer essa mudança, sem prejudicar o espaço dedicado ao tênis e aos anunciantes, gerando grande receita para a rede de TV. Tenistas não gostam da ideia de uma final na segunda-feira e a CBS, por enquanto, não se mostra muito favorável. Afinal, segunda-feira é dia de futebol americano, é o “Monday Night Football.”

 

Enquanto essas discussões não saem do papel, algumas mudanças já estão sendo sentidas por Flushing Meadows. A USTA inaugurou a quadra 17, um mini estádio aconchegante, que já se tornou uma das minhas quadras favoritas. A quadra onde Bruno Soares e Makarova ganharam de Clijsters e Bryan.

O estádio Louis Armstrong, a segunda maior quadra do US Open, antigamente a quadra central até a inauguração do Ashe, em 1997 e a quadra GrandStand, serão destruídos e construídos novamente pelos “grounds” de Flushing Meadows. As duas quadras já tem mais de 50 anos.

 

A ideia da USTA também é dar mais espaço e conforto para os fãs. Apesar de não ser o mesmo aperto para circular do que Roland Garros e Wimbledon, já senti mais dificuldade para andar de uma quadra para outra este ano. Antes de perder o bonde, pelo menos, neste quesito, eles já estão avançando.

 

 

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Fui visitar a Uniqlo, marca que faz as roupas do Djokovic

Aproveitei uma manhã mais tranquila em Nova York para finalmente conhecer a Uniqlo, a loja e marca de roupas japonesa que desde maio veste Novak Djokovic em quadra.  Com o endereço em mãos e a curiosidade, me dirigi para a 5ª Avenida, sem saber muito o que esperar, afinal estamos acostumados a frequentar as lojas da Nike, adidas, Lacoste, Asics e Fila, em sua maioria, para adquirir as peças esportivas que os jogadores tops estão usando. 

 

Não tinha ideia do que encontraria. Quando fui chegando, subindo a 53rd Street, vindo da Lexington, Park Avenue e Madison, deu para ver que era uma loja grande, de esquina.

 

Olhei as vitrines e não vi nada de Djokovic. Já pensei que mal fosse ter coisa do campeão do US Open por lá. Que engano. Foi só abrir a porta da megastore que me deparei com um banner gigantesco, pendurado bem no meio da escada rolante.

Apesar de ver lindas calças coloridas, como as que adoro, sendo vendidas por U$ 19,90 (R$ 40,00), resolvi ir primeiro ao departamento Djokovic. Perguntei onde ficava o espaço das roupas do Djokovic, a um vendedor que achando que eu fosse fazer compras, me entregou uma daquelas sacolas para usarmos dentro da loja. Ele me apontou o segundo andar.

 

Subi as longas escadas rolantes e me deparei com uma sessão Djokovic, bem no meio da loja, toda decorada com bolinhas de tênis, fotos do jogador e todas as peças de roupa com o logo DJ, além de bandanas e munhequeiras.

 

Olhei peça por peça e como ainda não tinha visitado a loja, não sabia que era uma loja de roupas de peças básicas, de diferentes tecidos e cores e com um preço acessível. Diria que é uma versão um pouco melhorada da H&M.

 

 

 

 

 

Por isso fiquei surpresa quando vi que a maioria das peças de Djokovic, inclusive a camisa polo que está jogando no US Open, custa U$49,90 (R$ 100,00), muito menos do que os U$ 85,00 da camisa do Federer, dos U$ 110 da camisa do Roddick e dos U$ 65,00 da do Djokovic.

A calça do uniforme também custa o mesmo preço, assim como os shorts. A única peça que custa mais, é a jaqueta, que estava sendo vendida a U$ 89, quase o preço da camisa do Federer.

O pacote com duas munhequeiras custa U$ 9,90 e a bandana, que Djokovic não usa, mas resolveram incluir na sessão de roupas dele, também sai por U$ 9,90.

 

Depois de olhar as roupas do sérvio, fui passear pela loja e confesso que se não estivesse indo direto de lá para o US Open, poderia ter feito um estrago. 

Roupas bonitas, do estilo que uso, coloridas, com preço mais do que acessível.

 

Só para não dizer que não saí de mãos vazias da Uniqlo, comprei um par de meias – sempre levo menos do que uso nas viagens – e fiquei chocada quando cheguei no caixa. Dezoito caixas de um lado da loja e 18, do outro. Atrás de todos uma TV passando imagens de Djokovic.

Claro que perguntei para a vendedora se todas as lojas da Uniqlo eram megas, deste tamanho. Ela respondeu que não, que eu estava na maior do mundo e que as roupas do Djokovic eram best sellers.

 

Patrocinado anteriormente por adidas e Sergio Tacchini, Djokovic assinou contrato com a marca japonesa, aberta em 2004, em maio deste ano.  É um dos raros casos de tenistas que tem contrato com marca de roupas fora do mundo esportivo. Seria o mesmo que ver Sharapova, por exemplo, patrocinada pela C&A. Uma iniciativa interessante, que pelo menos leva o tenista para a 5ª Avenida – a loja da Nike fica na 57ª e a da adidas, em downtown, em Nova York – em grande destaque, vende as roupas que ele está jogando por um preço mais em conta do que as marcas tradicionais, mas que pode vir a não chegar no mundo tudo. Fora da Ásia, a Uniqlo tem lojas nos Estados Unidos, França e Inglaterra.

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Rogerinho se prepara com Verdasco, Dodig e Fognini para o jogo com Djokovic no US Open

O brasileiro Rogerio Dutra Silva jogará nesta sexta-feira, em Nova York, a maior partida da sua carreira, quando entrar em quadra para enfrentar o atual campeão do US Open, o sérvio Novak Djokovic. Será um desafio inédito para o paulista, que entrou pela primeira vez direto na chave principal do Grand Slam e nunca jogou com um dos Fab 4.

 

Depois de treinar com o italiano Fabio Fognini e antes de almoçar com o técnico argentino Andres Schneiter, bati um rápido papo com Rogerinho, no Player’s Lounge e deu para ver que ele está mesmo tranquilo para o jogo. “Espero que sirva para alavancar mais a minha carreira. Como já falei o cara é uma lenda do tênis e tenho que tentar desfrutar e aproveitar o momento.”

 

Para estar bem preparado para a ocasião, Rogerinho conseguiu fazer dois treinos no Arthur Ashe Stadium, onde nunca havia entrado, mesmo não tendo certeza se jogará lá ou no Louis Armstrong. Treinou com Fernando Verdasco e com Ivan Dodig.

 

Bem diferente do ano passado, em que entrou na chave principal como lucky loser, Rogerinho afirma estar mais maduro e em vez de buscar entrar para o top 100, quer conseguir se manter consolidado entre os 80 mais bem colocados do ranking mundial.  Para isso, montou um esquema com o técnico Larri Passos, que ele chama de coordenador, para viajar com o argentino Schneider, quando Larri não está disponível.

 

Diferente do ano passado, Rogerinho ficou longe da agitação de Manhattan. Optou por ficar na casa de um amigo, em Long Island, mais tranquilo e esperando fazer um bom espetáculo contra Djokovic, que será visto no mundo inteiro.

 

 

 

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E o US Open nem começou. Série de eventos movimenta NY durante a semana.

O US Open nem começou, eu ainda nem cheguei em NY e já estou enlouquecida tentando acompanhar todos os eventos pré-torneio na Big Apple. Ninguém sabe aproveitar como eles a semana que antecede o Grand Slam para intensificar a relação das marcas com o evento, com os tenistas e os consumidores. Sharapova deu o saque inicial lançando o Sugarpova na segunda e o auge da promoção do US Open acontece no sábado, com o Arthur Ashe Kid’s Day, em que Flushing Meadows vira uma Disney para as crianças.

Todo ano prometo que vou arranjar uma maneira de não me sentir “engulida” por Nova York, em meio a tantos eventos, reuniões, jogos que entram madrugada adentro, mas desta vez, já de longe estou sentindo essa pulsação a mil.

Até o sorteio da chave –nesta quinta – é um mega evento no US Open. Não que não seja nos outros Grand Slams, mas eles trazem comentaristas ao vivo, para o mesmo local onde a chave está sendo sorteada, tem muita mídia e o buzz é bem maior. Antigamente era em Manhattan, hoje em dia é no Arthur Ashe Stadium mesmo.

Só ontem, quarta-feira, teve o Djokovic dando autógrafos na loja da Uniqlo, da 5ª avenida, a Victoria Azarenka substituindo Rafael Nadal no evento da Bacardi, Champions Drink Responsibly e fazendo o drink “Mix With Victoria,” no Lower East Side,   inauguração de quadras públicas sendo reformadas perto do US Open, em uma parceria com o American Express e um bate papo no Facebook, entre Sharapova e fãs, via Evian.

Hoje, quinta, além do sorteio da chave, tem o BNP Paribas Taste of Tennis, para mim, o melhor de todos esses eventos.

Participei da primeira edição, em 1999, quando a reunião de chefs estrelados e tenistas tops ainda estava começando. O espaço no Hotel W, um dos oficiais do US Open, era pequeno e nem os tenistas sabiam muito bem o que esperar de uma ação de mídia, envolvendo chefs e esportistas. Mas o evento pegou e chegaram até a fazer uma edição em Melbourne.

Quem quiser participar compra um ingresso pelo valor de U$ 275 e pode experimentar comidas e drinks de alguns dos melhores chefs dos EUA, trombar com tenistas como Andy Roddick, Richard Gasquet, Victoria Azarenka, James Blake, Andre Agassi, Petra Kvitova, entre outros, em um ambiente agradável, sem a pressão de ser um evento apenas de aparição, em que os jogadores chegam, tiram fotos, dão autógrafos e vão embora.

E ainda o valor arrecadado com a venda dos ingressos é doado para a New York Junior Tennis League.

Além dos eventos, não paro de receber uma quantidade enorme de press releases sobre os parceiros do US Open, as novidades no torneio e eles continuam.

O Arthur Ashe Kid’s Day é o último grande evento e claro, o maior deles, que acontece antes do US Open começar e os ingressos já estão esgotados.

Cantores teens que estão entre os favoritos dos EUA tomam conta da quadra central, cantam e interagem com os tenistas. The Wanted; Rachel Crow; Jordin Spark; Mindless Behaviour; Carly Rae Jepsen, todos nomes desconhecidos para mim, mas ídolos dos teens americanos estarão no Arthur Ashe Stadium, no sábado, cantando ao lado de Federer,  Serena Wiliams, Novak Djokovic, entre outros tenistas.

Enquanto isso, do lado de fora do estádio, as quadras viram um playground de tênis para as crianças.

Algo inimiginável na sagrada grama de Wimbledon, ou no elegante Stade Roland Garros.

Pronto para o US Open? Mas ainda não acabou, no domingo, na véspera do Grand Slam, a ITWA (International Tennis Writers Association), convida para um coquetel no Yale Club of New York.

E O US Open nem começou…

 

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