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A volta de Nadal. É hoje.

Wimbledon passou, vieram os Jogos Olímpicos, o US Open, o ATP Finals, a final da Copa Davis e o Australian Open. Todos esses grandes eventos – em Wimbledon, no meio da primeira semana ele já estava eliminado – sem a presença de Rafael Nadal, com uma lesão no joelho esquerdo. E hoje, depois de mais de meio ano, ou melhor, oito meses, o Rei do Saibro, o 11 vezes campeão de Grand Slam, o recordista de títulos de Roland Garros, com sete trofeus, o tenista que desafiou Roger Federer, mudou a história do esporte, volta a competir.

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Nadal Monaco

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A estreia nas duplas foi na noite de terça-feira, ao lado de Juan Monaco. E Nadal e o amigo argentino estrearam com vitória. Derrotaram os cabeças-de-chave 2, Frantisek Cermak e Lukas Dlouhy, por 6/3 6/2. Mas, como Nadal mesmo disse, duplas é mais tranquilo e o verdadeiro teste será no jogo de simples.

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O adversário de estreia, (19h Brasília com transmissão do BandSports) o argentino Federico Delbonis – 128º na ATP –  é tão desconhecido do grande público quanto o checo Lukas Rosol (era o 100º), responsável pela eliminação de Nadal, em Wimbledon.

O torneio onde Nadal está jogando, o VTR Open, em Viña del Mar, também está longe de ser um Grand Slam, Jogos Olímpicos e um Masters 1000. Mas, para o tenista a importância é tremenda e faz todo o sentido ele ter escolhido a pacata cidade para voltar a competir (escrevi sobre isso há poucos dias aqui). O evento, no entanto, se tornou grandioso com a presença do 6º número um da história a aparecer por lá. Nadal Viña del Mar

Mais de 300 jornalistas se credenciaram para cobrir a estreia de Nadal, no Club Naval Las Salinas, de Vinã del Mar. Direitos de televisão internacional foram vendidos para diversos países que antes não colocavam o ATP chileno na grade de programação. Novos patrocinadores surgiram, os ingressos aumentaram – segundo o jornal L’Equipe, de entre R$ 40 e R$ 110,00 para R$ 120,00 a R$ 230,00. As arquibancadas também ganharam mais espaço e agora tem capacidade de 5.000 lugares (antes era de menos do que 4.000).

Recebido pelo Presidente Sebastian Piñera e hospedado numa cidade de 290.000 habitantes e jogando um ATP 250. Assim acontece a volta de Rafael Nadal ao circuito mundial.

Não sei se de fato, Federer, Murray e Djokovic sentiram a falta do adversário, mas o público certamente sentiu.

Vamos, Rafa.

Foto de Jim Rydell/VTR Open by Canchantun

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Nós também “vivemos” por jogos épicos como o Djokovic x Wawrinka

Mais uma vez o tênis saiu vencedor. Quantas vezes já escrevi essa frase? Não importa. Ao ouvir Novak Djokovic falar em quadra, depois de passar 5h02min lutando para derrotar Stanislas Wawrinka por 1/6 7/5 6/4 6/7 12/10, nas oitavas-de-final do Australian Open, que é “por momentos como esses que ele joga tênis,” fiquei pensando que é por isso também que todos nós assistimos, acompanhamos e somos fãs deste esporte.

Novak Djokovic Australian Open

Sem contar o sono de quem ficou a madrugada toda acompanhando o Australian Open, quem não teve vontade de pegar a raquete e ir para a quadra depois de assistir esse épico?

Outro dia, conversando com uma amiga jornalista, estávamos falando sobre o porque de termos escolhido essa profissão. Uma das razões, sem dúvida, foi para estar onde a notícia acontece, para poder escrever sobre momentos como este, mesmo não estando em Melbourne.  Quem assistiu essa partida sentado na Rod Laver Arena não vai esquecer jamais.

É por isso, por jogos como estes, também que o fã de tênis acompanha o esporte.  Como já escrevi ontem, se fosse um jogo 6/3 6/2 6/3 do Djokovic ganhando do Wawrinka, todo mundo teria voltado pra cama, cochilado, ficaria zapeando com o controle remoto. Mas não. Não desgrudamos o olho da TV.

O jogo épico entre Monfils e Simon já ficou para trás. Djokovic e Wawrinka superaram em tempo (os franceses ficaram 4h43min em quadra) e em nível técnico. Mostraram para o público uma diferença notável. A do físico. Apesar de ambos estarem cansados – quem não estaria jogando cinco horas? – estavam muito mais fortes do que os franceses.

Li a entrevista do Simon no dia seguinte após a batalha contra o compatriota e fiquei um pouco perplexa com a resposta do número dois francês, quando perguntaram se ele não teria que melhorar o físico, fazendo uma comparação com Murray que havia melhorado muito. A resposta dele foi que o tipo físico dele era diferente do de Murray e que nunca seria igual ao britânico. Claro, cada um tempo um corpo, mas hoje em dia, no tênis, quem não tem resistência física e mental não consegue se recuperar.

Não estou muito preocupada com as condições de Djokovic para enfrentar o Berdych na próxima rodada. Mas, com as condições de Simon estou, e muito. Como ele mesmo disse, Murray era magrinho, fraquinho e melhorou muito. Porque ele não pode evoluir também? Só assim conseguirá passar para um outro nível.

Wawrinka x Djokovic Australian Open

Wawrinka aguentou o jogo de igual para igual com Djokovic, porque teve físico para isso. No final, Djokovic foi um pouco mais forte mentalmente e contou com a experiência nesses jogos longos, como ele mesmo admitiu que fez a diferença.

Como em tantos jogos, não só no Australian Open, que acabaram tarde, que levaram os tenistas ao limite, a serem chamados de super-tenistas, quem ganha é o tênis. Pelo menos no curto prazo.  O #ausopen e #wawrinka estavam alternando a segunda posição nos assuntos do momento no twitter, perdendo só para o #arsenal. O jogo já ganhou espaço nos principais meios de comunicação mundo afora e nem foi uma final.

O que jogos como esse trazem, são pessoas que não são tão fãs de tênis, comentando sobre a partida, onde quer que você vá.

Durante o jogo vi sugestões de gente que vive e viveu do tênis, dizendo que o quinto set deveria ser um tie-break no Grand Slam, como acontece no US Open. Um dos favoráveis a essa mudança de regra foi Ivan Ljubicic. Tenho dúvidas, mas não acho uma má ideia.

O jogo seria emocionante da mesma maneira, os tenistas seriam mais preservados e as transmissões de televisão seriam um pouco mais previsíveis. Mas é justo um jogo de cinco sets acabar num tie-break? Se acabasse no tie-break saberíamos o limite de um tenista? Não sei. Mas precisamos saber?

Pensamento que merece aprofundamento, estudo e enquete com os próprios tenistas.

Com certeza vai ser pauta entre os jornalistas de tênis e quero ver o que jogadores, dirigentes, redes de televisão tem a dizer sobre isso.

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Com o início de Wimbledon foi dada a largada para o verão mais esportivo da história de Londres

Esta segunda-feira foi apenas o primeiro dia do verão mais esportivo da história da Inglaterra. Com a abertura dos grandes portões de ferro do All England Lawn Tennis & Crocquet Club e o início do torneio de Wimbledon, foi dado o primeiro saque para quase dois meses de muito esporte, com data marcada para terminar. De hoje até 12 de agosto, dia da cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Londres (a data de início é 27 de julho), os olhos esportivos do mundo estarão completamente voltados para a Inglaterra.

Um dia após a eliminação da nação na Eurocopa, o público inglês já trocou os campos da Ucrânia e Polônia pela quadra central de Wimbledon. Os fãs de tênis lotaram o All England Club, aplaudiram as vitórias de Novak Djokovic, Roger Federer, Kim Clijsters, Heather Watson, entre outros e se decepcionaram com a precoce despedida de Venus Williams. Mas ela volto logo. Daqui a cinco semanas ela estará em Londres de novo, representando os Estados Unidos nas Olimpíadas.

 

O sol animou os ingleses, que abusaram do morango com Chantilly e dos PIMM’s, típica bebida alcóolica da Inglaterra, vendida pelo complexo e deitaram na grama da Murray Hill, como se estivessem num parque, para desfrutar do início do verão mais esportivo da história.

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Wimbledon: agora é a vez de Federer jogar pelo 7º trofeu

A temporada de grama começou assim que Roland Garros terminou, mas os olhos do mundo só se voltam mesmo para o tênis na grama a partir desta segunda-feira, quando a temporada mais longa da história neste tipo de piso tiver início, em Wimbledon.

O mais prestigioso clube de tênis do mundo, o All England Lawn Tenni & Crocquet Club, sediará no período de 7 semanas o terceiro Grand Slam da temporada e os Jogos Olímpicos.

Diferente dos torneios na terra batida, em que as atenções estavam voltadas para o duelo entre Rafael Nadal e Novak Djokovic, para ver que recorde seria quebrado em Roland Garros, agora as atenções se voltam de novo para Roger Federer.  O suíço tentará igualar o recorde de Pete Sampras de sete trofeus, no palco onde obteve as suas maiores glórias.

Recentemente em uma entrevista ele apenas disse que o objetivo para a disputa deste Wimbledon era ir além das quartas-de-final onde ele parou nos últimos dois anos.

O heptacampeonato na Inglaterra poderia aproximar Federer (a última final que ele jogou em Wimbledon foi aquela histórica contra Andy Roddick) do posto de número um do mundo para ele então quebrar outro recorde, o de semanas na liderança do ranking mundial. Ele está a apenas uma semana de Pete Sampras (286).

Apesar de Nadal e Djokovic estarem à frente de Federer e como vencedores das edições de 2010 e 2011, respectivamente, serem mais favoritos, em Wimbledon e na terra da Rainha, ele é sempre candidato a reinar novamente.

Entre as mulheres, apesar da derrota na estreia em Roland Garros, Serena Williams e a irmã, Venus, com a saúde ainda frágil, sempre serão destaque. Juntas, elas tem 9 títulos em Wimbledon, 5 de Venus e quatro de Serena.

Vice-campeã no ano passado, Maria Sharapova chega na Inglaterra tendo completado o Grand Slam, e confiante para tentar vencer novamente o primeiro dos quatro torneios que ela conquistou, há oito anos.

Atual campeã, a checa Petra Kvitova não está tendo uma temporada como a do ano passado, mas ainda é a número quatro do mundo.

Para rivalizar com ela, Victoria Azarenka pretende apagar a má impressão deixada em Roland Garros. É, o mesmo pretende Caroline Wozniacki, na terra do namorado Rory MclRoy.

Wimbledon antigamente era conhecido como o torneio em que as grandes surpresas podiam acontecer, por ser disputado num piso em que mais da metade da chave não tem tanta habilidade. Mas, com a diminuição da velocidade da quadra nos últimos anos estas surpresas diminuíram. De qualquer maneira, é o piso onde todos estão mais suscetíveis.

O caminho para o título já foi traçado com o sorteio da chave. Nadal abre a campanha contra o brasileiro Thomaz Bellucci; Djokovic contra Juan Carlos Ferrero; Federer enfrentando o espanhol Albert Ramos e Murray o russo Nikolay Davydenko.

Entre as mulheres, menos suscetíveis a surpresas na primeira rodada – vamos esquecer o jogo entre Serena e Razzano há algumas semanas em Roland Garros – Sharapova enfrenta Rodionova; Radwanska joga contra Rybarikova; Serena pega Zahvalova Strycova; Kvitova joga contra Amanmuradova; Wozniacki desafia a austríaca Tamira Paszek, ex-pupila de Larri Passos e Azarenka joga contra a americana Falconi.

O majestoso torneio de Wimbledon vai começar. Dentro de poucas semanas dois campeões e duas campeãs saírão do All England Lawn Tennis & Crocquet Club com o trofeu mais prestigioso do mundo e uma medalha de ouro olímpica.

 

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Batalha entre Djokovic e Nadal pelos recordes em Roland Garros só termina nesta 2ª

Desde o começo da semana que a previsão do tempo diz que vai chover no domingo. Mas, como, pelo menos na primeira semana eles deram uma errada, todo mundo estava esperando que houvesse um erro também para hoje. Mas, desta vez a “meteo” francesa foi certeira e a chuva estragou a histórica final entre Rafael Nadal e Novak Djokovic. Vamos ter que esperar até amanhã para saber se o campeão de Roland Garros será Nadal, superando o recorde de Bjorn Borg de seis títulos em Paris, ou Djokovic, igualando o recorde de Rod Laver que venceu os quatro Grand Slams seguidos em 1969.

A verdade é que desde sábado passado o tempo está péssimo em Paris, com frio, vento e chuvinha. Saí do apto todos os dias com guarda-chuva na bolsa. Mas como chuvas fortes não são comuns na Cidade Luz e sim aquele chuvinha fraca que volta e para, havia a possibilidade da chuva parar ou nem mesmo pingar durante o jogo.

A pena é que o espetáculo, de uma final que vale tanto para o livro dos recordes fica interrompida. É diferente se todo o jogo é transferido para amanhã, mas uma partida interrompida no meio é como um anti-climax.

Essa interrupção levanta de novo discussões sobre Roland Garros ter uma quadra coberta e o US Open também. Mas, não está nos planos da Federação Francesa de Tênis, com toda a reforma que está programada para terminar em 2017, ter uma quadra coberta, apenas mais espaço e mais quadras.

Será que vão repensar, depois da primeira final que fica para segunda-feira desde 1973?

Djokovic estava equilibrando o jogo, mas Nadal ainda tem vantagem no placar. Vai ganhando por 6/4 63 2/6 1/ 2 . Mas, como eles voltarão para a quadra amanhã ninguém sabe.  

O que será o amanhã? Responda quem puder…

Foto de Cynthia Lum

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Nadal e Djokovic disputam a final dos recordes em Roland Garros

Antes da temporada de saibro começar era essa a final de Roland Garros que todos sonhavam. A final que pode colocar Rafael Nadal como o maior campeão de Roland Garros da história, superando os seis títulos de Bjorn Borg, ou fazer de Novak Djokovic um campeão de Grand Slam pela primeira vez – ele só não ganhou na França –  e vencendo ainda os quatro maiores torneios do mundo na sequência, feito que ninguém conseguiu desde Rod Laver, em 1969.

Mas, quando a disputa na terra batida começou, em Monte Carlo, a expectativa de uma empolgante temporada de saibro, em que se esperava um round de batalha entre os dois a cada torneio, sofreu um desvio. Devido a uma série de incidentes, ficamos na dúvida se esses dois realmente disputariam a final do torneio que é o ápice do jogo no saibro, Roland Garros.

Em Monte Carlo, sem a participação de Roger Federer e com um Djokovic desgastado mentalmente na final devido à morte do avô naquela semana, ficamos sem saber se a vitória de Nadal havia sido realmente convicente.

Veio Madri e o saibro azul foi mais forte do que os tenistas. Ambos não conseguiram adaptar seus respectivos jogos ao escorregadio piso, foram eliminados precocemente e o trofeu de campeão ficou com Roger Federer.

Já na capital italiana, a vitória de Nadal sobre Djokovic, na decisão, deve ter dado aquela sensação de confiança que ele queria ter encontrado na final em Monte Carlo.

Durante Roland Garros não houve um especialista que não colocasse Rafael Nadal na final. Ele também não deu motivos para que se fosse ditto o contrário. Não perdeu um set no torneio e literalmente passou por cima dos adversários.

Mas Djokovic, pelo contrário, desde o início deu sinais de que não estava assim tão à vontade no saibro francês. Não teve uma primeira rodada muito tranquila, precisou de cinco sets para vencer o italiano Andrea Seppi nas oitavas-de-final e durante quatro vezes na partida contra Jo-Wilfried Tsonga se viu praticamente dentro do avião rumo a Belgrado, tendo que salvar quatro match points.

Salvar esses match points, segundo Guga, foi a salvação de Djokovic, que “ganhou nova vida no torneio e a sensação de que poderia ganhar de qualquer um.”
Será que ele vai se tornar o segundo homem a vence Rafael Nadal em Roland Garros, em oito anos? O único a conseguir vencer o espanhol em Paris foi Robin Soderling, nas oitavas-de-final, em 2009, ano em que Nadal admitiu estar com problemas sérios no joelho e em casa, com a separação dos pai, mas nunca deixou de dar mérito ao sueco, hoje sofrendo com mononucleose e afastado do circuito. Nadal tem o incrível recorde de 51 vitórias e 1 derrota em Paris. Nadal tem em jogo a conquista do sétimo Trophee des Mousquetaires. Djokovic, a conquista do inédito Grand Slam, o Novak Slam. Qual vai valer mais?

Fotos de Cynthia Lum

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O aniversário de Nadal em Paris e o meu parabéns pessoal

Todo ano no aniversário de Rafael Nadal é a mesma coisa. O departamento de comunicação de Roland Garros prepara um lindo bolo para ele, o campeão aparece, corta o bolo, posa para fotos, recebe presentes do Grand Slam e vai embora. Desta vez, num dia meio cinza em Paris e não dos mais agradáveis para jogar tênis, em que Nadal devia estar comemorando é o fato de não ter que estar em quadra, resolvi acompanhar o evento midiático, em comemoração aos 26 anos do hexacampeão, de perto.

Cheguei na hora marcada ao Bar de La Presse, que fica no segundo andar do Centro de Imprensa e já vi muitos fotógrafos amontoados perto do balcão da caixa registradora. Chegou o bolo, em formato de quadra, com raquetes e bolinhas de doces e Joyeux Anniversaire Rafael escrito, no melhor estilo francês e foi colocado no canto, perto das janelas, junto a um balde de Moet Chandon.

Mais fotógrafos e mais câmeras foram chegando e nada do Nadal aparecer. Até que num certo momento, com tantos jornalistas no bar de la presse, começaram a barrar a passagem de quem estava chegando para perto do bolo.

Uma hora depois, Nadal chegou, vestindo um casaco azul, sorrindo e já pedindo desculpas pelo atraso. Enquanto ele não chegava, os jornalistas que estavam esperando pela presença dele, perderam o fim do jogo em que Cibulkova derrotou a número um do mundo Victoria Azarenka e mais de um set da partida entre Seppi e Djokovic.

Nadal estava antes numa entrevista com a televisão francesa que aparentemente atrasou. Nadal não ficou no bar de la presse mais do que cinco minutos. O suficiente para posar para fotos com o bolo, cortar uma fatia, experimentar um pedacinho, receber o presente das mãos de Guy Forget, no seu novo cargo de diretor de Roland Garros e quase morrer de vergonha quando ensaiaram um “Que Lo Cumpla Feliz…” 

Mas, humilde e educado como sempre, na saída, que foi menos tumultuada do que eu esperava, o hexacampeão de Roland Garros ao me ver, ainda parou e recebeu os meus cumprimentos.

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Bernardes, a trajetória e a história da arbitragem no Brasil que abriu caminho para chegar à a final de Wimbledon.

Todo jogador de tênis tem um sonho,o de um dia disputar a final de um Grand Slam. A maioria deles sonha em estar na decisão de Wimbledon.

Foi o que Novak Djokovic afirmou ao derrotar Tsonga, chegar ao posto de número um do mundo e perceber que estava na final do mais tradicional torneio de tênis do mundo. “Wimbledon é o primeiro torneio que assisti na televisão quando era criança. Sempre sonhei em estar na final.”

Rafael Nadal, mesmo ganhando Roland Garros seis vezes, já cansou de falar que o torneio mais importante para ele é Wimbledon.

Neste domingo, quando Nadal e Djokovic estiverem jogando pelo trofeu, um brasileiro realizará seu sonho também. Carlos Bernardes estará comandando o embate entre o número um e o número dois no mundo.

Pela primeira vez na história um brasileiro sentará naquela cadeira, na final.

Será a terceira vez de Bernardes em uma final. Ele fez duas do US Open,  a entre Roddick e Federer e a entre Federer e Murray, mas nunca nenhuma na grama sagrada.

Fiquei emocionada quando recebi o email do próprio Bernardes, na sexta à noite, dizendo que tinha sido escolhido para fazer a final.

Alguns dias atrás havíamos nos encontrado pelos corredores do All England Lawn Tennis & Crocquet Club e por Bernardes ser colunista da Tennis View, há algum tempo, desenvolvemos uma relação mais próxima e de muito respeito profissional.

A cada edição ele pega o tempo livre, o pouco que tem, para escrever para os fãs de tênis do Brasil sobre regras, novidades no circuito e se dispõe a tirar dúvidas de todo mundo.

Esse post de hoje é uma homenagem ao Bernardes, que faz com que o Brasil esteja representado na final de um Grand Slam e a todos os árbitros brasileiros, principalmente aqueles que começaram com a formação da arbitragem no Brasil, anos e anos atrás.

Reproduzo aqui uma matéria muito especial que os jornalistas da Tennis View, Fabiana Oliveira e Leonardo Stavale, fizeram na edição 80, relatando como a história da arbitragem começou no País e explicando, de certa maneira, de onde veio e como Carlos Bernardes chegou lá (alguns dados estão desatualizados, mas a base da materia está superatual).

PS – reparem no Bernardes novinho na página 2

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E Roland Garros começou… Djokovic, Federer, Bellucci, Schiavone

Roland Garros começou ontem, no domingo, mas foi uma rodada sem grandes emoções e jogos.  Desde que iniciaram esse novo formato, talvez o único domingo inesquecível do campeonato tenha sido o da despedida do Guga em 2008. Os outros foram apenas um aquecimento para as grandes estrelas entrarem em quadra.

E nesta segunda, o torneio começou com tudo. 

Para os brasileiros, comemoração da vitória de Thomaz Bellucci sobre Andrey Golubev, do Cazaquistão, por 6/4 6/4 6/7(4) 7/6(5).

Roger Federer não teve muitas dificuldades para vencer Feliciano Lopez por 6/3 6/4 7/6(3) e nem Novak Djokovic, vindo de um dia de comemorações do seu 24º aniversário. Ele passou fácil por Thiemo de Bakker, por 6/2 6/1 6/3.

Campeã do ano passado, Francesca Schiavone arrasou a americana Melanie Oudin, por 6/2 6/0.

E o francês Stephane Robert, vindo do qualifying, se tornou a grande estrela do dia ao eliminar, em cinco sets, o semifinalista do ano pasado, Tomas Berdych, de virada, por 3/6 3/6 6/2 6/2 9/7.

Longe do circuito há 14 meses – jogou duplas em Munique há algumas semanas – Tommy Haas, usando seu ranking protegido jogou mas perdeu contra o turco Marsel Ilhan, por 6/4 4/6 7/6(1) 6/4.

Com muita expectativa em torno de sua participação, Aravane Rezai não conseguiu corresponder e perdeu para Irina Begu por duplo 6/3. A francesa de origem iraniana atravessa o período mais conturbado da sua história, com o pai tendo sido banido do circuito e ela tendo praticamente abandonado a família, por motivos pessoais, em que os familiars não aceitam sua posição de mulher ocidental.

Homem do momento, Novak Djokovic, teve talvez a estreia mais tranquila de Roland Garros até então.

Mas, até como forma de tirar um pouco a pressão de si mesmo, continua afirmando que o favorito ao título é Rafael Nadal. “Ele perdeu apenas um jogo em todas as participações dele em Roland Garros,” disse o sérvio na entrevista coletiva após o jogo.

Djokovic teve que falar também sobre a sua dieta sem glutem. Ontem, durante a comemoração do aniversário, em que visitou a redação do jornal L’Equipe e a embaixada sérvia com os jogadores de seu País, ele não comeu alimentos com glutem e evitou bebidas alcóolicas. “Não vou revelar detalhes, só vou dizer que é uma dieta sem glutem e me ajuda muito especialmente nos problemas que eu tinha de alergia, ainda mais nesta época do ano. Mas não é só isso que estou fazendo. Muitas outras coisas me ajudam, como a preparação física, mental, recuperação, etc…”

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Djokovic é o Rei de Roma, mas surpresa fica com Sharapova

Afirmar que Djokovic é o jogador do momento, é simplesmente escrever sobre os fatos. O sérvio não perdeu nenhum jogo ainda em 2011, ganhou Grand Slam, Masters 1000 e não há o que contestar. Está quase deixando Nadal para trás.

Por isso, já que meus posts tem sido raros – nestas semanas espero conseguir uma freqüência maior, especialmente porque o torneio favorito do ano está aí – Roland Garros – prefiro escrever sobre a nova “Regina de Roma,” Maria Sharapova.


Há dois meses, durante o Sony Ericsson Open, em Miami, bati um longo papo com o fisioterapeuta e preparador físico de Sharapova, o espanhol Juan Reque e ele me contou do trabalho que estava fazendo com a russa – ele fechou a clínica dele em Madri – em que chegou a atender Rafael Nadal, depois de ter trabalhado como fisioterapeuta da ATP – para se mudar para Los Angeles e atender exclusivamente a musa.

Sempre cético, sem se deixar envolver pelas emoções do circuito, achei Juan muito otimista em relação ao trabalho com Sharapova. Lembro dele falar que ela estava evoluindo, que o corpo dela estava respondendo bem ao trabalho, que o técnico – Thomas Hodgstedt – estava fazendo bem para a russa e que em pouquíssimo tempo ela estaria entre as melhores de novo.

Estranhei um pouco a confiança de Reque, mas fiquei feliz por ele – até porque imagino que os últimos tempos não devem ter sido dos mais fáceis -.  Sharapova acabou jogando tão bem naquela semana do nosso encontro em Miami, que foi à final e agora conquistou o maior título da carreira no saibro, em Roma. Durante a entrevista coletiva após a vitória sobre Samantha Stosur, disse estar mais forte fisicamente,  o que faz a diferença.

A próxima edição da Tennis View que sai nesta semana traz mais detalhes deste meu bate-papo com Reque em Miami, em que ele fala sobre preparação física no circuito e como ela evoluiu e mudou na última década.

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