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Federer e Murray se aproximam do no. 1 e do ATP Finals

Roger Federer e Andy Murray saíram vitoriosos das últimas disputas de torneios ATP World Tour 500 da temporada. Federer ganhou o seu sexto título em Basel, enquanto que Murray venceu em Valência pela segunda vez.

O suíço, jogando em casa, não teve muitas dificuldades para superar o surpreendente David Goffin, por duplo 6/2, depois de ter vencido, na sequência, Muller, Istomin, Dimitrov e Karlovic. Com o título, Federer agora se aproxima ainda mais de Novak Djokovic em busca do posto de número um do mundo.Federer Basel

SeFederer saiu vitorioso na Suíça, Nadal, que jogou por lá, encerrou a sua temporada depois de ser superado por outro jovem, Borna Coric (17 anos), nas quartas-de-final. Confirmado no Rio Open para 2015, ele anunciou que não jogaria o Masters 1000 de Paris e nem o ATP World Tour Finals, em Londres, para operar da apendicite, no início do mês.

Andy Murray, diferente de Federer, teve que jogar por 3h20min, para conquistar o título do ATP 500 espanhol. Venceu Tommy Robredo por 3/6 7/6 7/6 salvando 5 match points, como havia feito semanas antes na final do ATP de Shenzen, diante do mesmo adversário. Para chegar ao título, Murray ganhou de Melzer, Fognini, Anderson e Ferrer. A vitória coloca Murray quase no ATP Finals.

Foi em Valência também que Thomaz Bellucci somou importantes pontos para voltar ao top 50, alcançando as quartas-de-final da competição que encerrou a sua temporada.

 

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ATP celebra 40 anos de ranking e celebra os 16 da Elite, com Guga entre eles

A ATP iniciou nesta semana, em Dubai, as comemorações dos 40 anos da instituição do ranking com uma grande campanha chamada HERITAGE – herança, para resgatar os heróis do nosso esporte. São em eventos como este que damos ainda mais valor ao feito do Guga.

Kuerten number one ATP

A entidade não resgata apenas todos os 25 tenistas que chegaram ao topo do ranking mundial, mas destaca e valoriza os apenas 16 tenistas que terminaram uma temporada como número um do mundo. Guga está entre eles.

Fotos com mini textos sobre os tenistas que conseguiram encerrar um ano no topo do ranking ilustram a campanha do que eles chamam de os 16 da Elite. O nome de Guga aparece com o de Federer, Djokovic, Nadal, Roddick, Hewitt, Agassi, Sampras, Courier, Edberg, Wilander, Lendl,McEnroe, Borg, Connors e Nastase.

Um vídeo de pouco mais de 4 minutos mostra imagens dos tenistas número um do mundo. Guga aparece em diversos momentos, entre entrevistas de tenistas que terminaram a temporada como número um do mundo e outros tenistas apenas com a legenda, ex-número um do mundo. Nomes como o de Boris Becker e Patrick Rafter, por exemplo, aparecem nesta segunda lista.

Confesso que vendo a campanha, me pergunto. Como nunca usei isso nos tantos anos que trabalhei com o Guga. Sempre destacamos o fato de ter sido o primeiro sul-americano a terminar o ano como número um do mundo, o nome dele entre tantos grandes e o dele ter ficado 43 semanas no topo. Na época e até ele se aposentar, em junho de 2008, estes 16 eram apenas 14… Grande ideia deles. Não sei o que os tenistas que não terminaram o ano no topo, mas chegaram ao posto de número um, como Safin, Rafter, Moyá, Muster, entre outros, acharam.

Como Guga chegou ao topo do ranking, com quase nenhuma chance, em Lisboa, na Masters Cup, é inesquecível. Tinha tudo para não acontecer – Safin precisava de apenas uma vitória e Guga não podia perder. Safin perdeu e Guga ganhou todos os jogos.

Imagens e momentos que não saem jamais da minha mente.

Ele chegou ao topo e se tornou o primeiro sul-americano a encerrar uma temporada como número um do mundo. Permaneceu, no total, 43 semanas como o Rei do Tênis. Só perdeu a coroa, no fim do ano, em Sydney, para o anfitrião da Masters Cup, Lleyton Hewitt.

Todo mundo que estava naquele Pavilhão Atlântico, naquela semana e naquele dia, se lembra das cenas, dos golpes, da tensão, da comemoração. Quem não estava lá, imagino, que como em grandes e raros momentos de glórias do nosso esporte, saiba onde assistiu o jogo e viu o Guga erguer o trofeu de número um do mundo. A ATP, com a nova campanha, resgata estes momentos e nos faz lembrar do que já pudemos nos orgulhar.

A frase destaque da página web criada para o ATP HERITAGE programa, diz tudo.

“É uma rara conquista, alcançada apenas pelos campeões, pelas lendas do nosso esporte, depois de um ano brutal, um teste de atleticismo, técnica, endurance e força mental: permanecer sozinho e vitorioso, no ranking do fim da temporada, como número um do mundo”

“It’s a rare achievement attained only by the legendary champions of our sport after a brutal year-long test of athleticism, technique, endurance and mental strength: To stand alone and victorious at year’s end as ATP World Tour No. 1.”

Coloco aqui a lista de todos os números do um mundo, com o  vídeo – “Veja o que é preciso fazer para ser número um do mundo”

Ilie Nastase

John Newcombe

Jimmy Connors

Bjorn Borg

John McEnroe

Ivan Lendl

Mats Wilander

Stefan Edberg

Boris Becker

Jim Courier

Pete Sampras

Andre Agassi

Thomas Muster

Marcelo Rios

Carlos Moyá

Yevgeny Kafelnikov

Patrick Rafter

Marat Safin

GUSTAVO KUERTEN

Lleyton Hewitt

Juan Carlos Ferrero

Andy Roddick

Roger Federer

Rafael Nadal

Novak Djokovic

 

 

 

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Os inúmeros tributos a Roger Federer e ao feito inédito no tênis

São 287 semanas como número um do mundo, mais do que qualquer outro tenista da história e prestes a completar 31 anos de idade. As homenagens a Roger Federer não param de chegar e estão lindas. Reuni aqui os tributos que a ATP, Nike, Wilson, Lindt e Credit Suisse fizeram para o suíço.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É incrível mesmo vê-lo no topo do ranking mundial novamente. Lembro exatamente do momento da derrota dele para Robin Soderling, em 2010, nas quartas-de-final em Roland Garros. Estava assistindo o jogo com um pessoal da ATP e da ITF e lembro do comentário. “Ele perdeu esse jogo, perde o posto de número um e nunca mais vai recuperar essa chance de voltar ao topo e quebrar o recorde do Sampras.”

 

 

 

 

 

 

Federer provou o contrário. Trabalhou duro desde meados do ano passado. O que todos diziam é que ganhar um outro Grand Slam ele até poderia ganhar, mas que chegar novamente ao posto de número um do mundo, não chegaria. Para isso é necessário ganhar e ganhar torneios, ter consistência. Foi o que ele fez.

Depois da derrota na semifinal do US Open, ganhou o ATP de Basel, o Masters 1000 de Paris, ganhou o Masters em Londres e jogou muito no começo do ano. Algumas vezes sem levantar o título de campeão, como no Australian Open, em Doha e em Miami. Mas, outras vezes triunfando como em Roterdã, Dubai, Indian Wells, Madri, até chegar ao sétimo trofeu de Wimbledon, o 17º de Grand Slam da carreira e o título que lhe devolveu o posto de rei absoluto do tênis mundial.

 

287 semanas é muito tempo. Como está escrito no texto que acompanha o tênis comemorativo da Nike – eles fizeram uma edição limitada do tênis do Federer, Zoom Vapor 9, com 287 pares -, são 2009 dias, 48.000 horas, enfim não dá nem para começar a contar ou a comparar a que esse número equivale, que vamos ver que é muita, muita coisa. Coisa para gênio da raquete. Coisa para Roger Federer.

Ah, e como o gênio é educado, ele gravou um vídeo de agradecimento. Não consegui colocar o vídeo, mas o link está aqui, no site de Roger Federer .

 

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