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Update sobre o futuro de Roland Garros – Grand Slam deve permanecer em Paris

Desde a edição deste ano do torneio de Roland Garros, um dos assuntos mais comentados é a possível mudança do local histórico do torneio, de Paris para alguma outra região próxima à capital francesa. Algo que parecia apenas história, começou a se tornar uma real possibilidade.

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Durante o torneio, tive acesso a um dossier com as possíveis candidaturas  das regiões de Versalhes, Marne-la-Vallée e Gonesse para receber o Grand Slam para fazer a matéria para a Tennis View, que reproduzo neste blog.

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O principal motivo para a mudança é a falta de espaço do lugar onde está hoje o French Open.

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Todos os Grand Slams cresceram, menos Roland Garros.

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O público, os jogadores, a imprensa, enfim, todos os envolvidos no evento sentem a falta de espaço e na localização atual, sem o auxílio da prefeitura para liberar áreas em Porte D’Auteil, não haveria maneira de aumentar o espaço físico do torneio.

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vista aérea de Roland Garros (FFT)

Ontem, em uma visita ao ATP de Metz, o Presidente da Federação Francesa de Tênis, Jean Gachassin, afirmou que desde o anúncio da possibilidade real de mudança de lugar de Roland Garros, a prefeitura vem se mobilizando para ajudar a manter o French Open onde ele está e onde nós brasileiros assistimos Gustavo Kuerten brilhar.


“Há alguns dias obtivemos da prefeitura a concessão do estádio Jean Bouin, que tem 17 quadras e fica a 100m de Roland Garros. É um grande plus,” afirmou Gachassin.

Mesmo assim, o Presidente ainda não quer dar como definitivo “o fico”. Disse que ainda estão sendo estudadas mais melhorias na região e que as outras candidaturas não foram descartadas.

Nas últimas semanas até mesmo o maior ídolo francês, Yannick Noah se manifestou a favor da permanência de Roland Garros em Paris. “Pela tradição, pela história, o torneio merece ficar em Paris. As paredes falam. Os mosqueteiros, toda a história do torneio, há muitas coisas aqui e devemos conservar a tradição, mesmo que a gente perca um pouco de dinheiro.”

Mas, pelo desenrolar da história, Noah não precisará se preocupar. Parece que Roland Garros deverá ficar mesmo em Roland Garros.

Matéria da edição 106 da Revista Tennis View

Projeto da quadra Philippe Chatrier

O Futuro de Roland Garros

Roland Garros na Disney ou em Versalhes?

Dá para imaginar o Maracaña no Recreio dos Bandeirantes, ou o Morumbi em Jundiaí?

E Roland Garros em Versalhes, Marne-la-Vallée ou em Gonesse, na região do Val d’Oise?

Os estádios brasileiros não mudarão de endereço, mas o histórico complexo de Roland Garros, desde 1928 instalado na Avenue Gordon Bennett, em Porte D’Auteil, em Paris, pode ser completamente transformado e deslocado.

Com apenas 8,5 hectares de espaço, quase a metade do US Open (14 hectares) e quase um terço do Melbourne Park e de Wimbledon (ambos com 20 hectares), Roland Garros, apesar de todas as suas modernizações e ampliações ao longo das últimas décadas, está ficando para trás em termos de entretenimento e conforto para o público.

Ainda sem ter uma quadra com teto retrátil, o torneio não consegue mais acomodar tantos espectadores. Andar pelas suas alamedas durante o torneio é uma aventura. Buscar um lugar tranquilo para comer, relaxar, ou se proteger da chuva, se torna missão ingrata.

Diferente dos outros torneios do Grand Slam, as áreas VIPS, por falta de espaço, são pequenas, há poucos lugares para interatividade do público e para comunicação, com mais telões e placares eletrônicos.

Desde a criação do complexo, em 1928, o local foi se transformando. De cinco quadras hoje há 21 e a quadra central, a Philippe Chatrier, já sofreu várias intervenções, mas sem nunca perder a sua alma.

A quadra Suzanne Lenglen, símbolo da arquitetura moderna parisiense foi inaugurada há pouco mais de 15 anos.

Neste ano, novas áreas de restaurantes foram abertas durante o torneio, a sala dos jogadores II, na quadra Suzanne Lenglen foi completamente reformada para ficar mais agradável e dar mais espaço aos tenistas e seus familiares, mas mesmo assim, a Federação Francesa de Tênis, sabe que para que o evento continue crescendo e para que o tênis siga atraindo novos espectadores, ele precisa mudar. Além disso o contrato com a Prefeitura vence em 2015.

“Claro que temos uma ligação especial com o estádio onde ele está. Algumas das maiores páginas da história do esporte foram escritas nestas quadras. Esse estádio tem um passado, uma alma. A sua rica história é a razão dele ser tão especial e estar tão ancorado em Paris.  Por isso elaboramos um plano, em perfeita harmonia com a Cidade de Paris, para otimizar o complexo, cobrindo a quadra Philippe Chatrier e espalhando outras quadras e áreas VIPs e de entretenimento, pelos arredores, como os Jardins de Serres D’Auteil e o Bois de Boulogne,” explicou o Presidente da Federação Francesa de Tênis, Jean Gachassin, em uma conversa com os jornalistas durante o torneio deste ano.

Então por que mudar?

“Esse é um projeto complexo e precisamos ter um Plano B, que seria o deslocamento do estádio de Roland Garros para um destes locais: Marne-la-Vallée (onde fica a EuroDisney), Versalhes, Gonesse. Já recebemos os projetos e estamos analisando todas as opções. É uma decisão muito importante para Roland Garros, para a Federação Francesa de Tênis e para a França.”

Roland Garros é um dos maiores eventos anuais da França. É o único Grand Slam em que se fala francês e não inglês. É pequeno para os dias de hoje, mas talvez a sua estrutura atual seja o seu charme e é isso que a Federação Francesa não quer perder.

Desde o início do milênio há rumores sobre mudanças no complexo. Havia um projeto assinado para a construção de um novo estádio, com teto retrátil e capacidade para 15.000 pessoas, no Bois de Boulogne, praticamente em frente ao estádio atual, caso Paris ganhasse o direito de sediar as Olimpíadas de 2012. Mas, como a França perdeu a briga com Londres, Roland Garros perdeu também a sua ampliação com apoio do governo.

O maior problema para conseguir permanecer na região onde está atualmente é ter aprovação de ambientalistas e da prefeitura para usar regiões verdes e ultrapassar a altura permitida de construções na área, para cobrir a quadra.

Os custos estimados da renovação do estádio onde ele está atualmente – a FFT paga 1,5 milhões de Euros anuais à Prefeitura pela locação do espaço -  foram estimados em 200 milhões de Euros. Já os custos para a construção de um novo complexo chegam a 600 milhões de Euros, sem falar no custo da transformação do atual complexo de Roland Garros em algo novo.

Diante da possibilidade real de ver Roland Garros deixar a cidade de Paris, o prefeito, Bertrand Delanoe, parece mais disposto a colaborar política e financeiramente para que o torneio permaneça onde está e já afirmou ter encontrado algumas soluções.

Mas, enquanto nada é decidido, Gachassin, Presidente há menos de dois anos, da FFT, está ampliando suas possibilidades.

Versalhes é a região que sai na frente na briga para receber Roland Garros. Local mais próximo do atual complexo, a apenas 15km de Porte D’Auteil e 20km do centro de Paris, é a mais francesa das áreas, é histórica e tem fácil e rápido acesso.

Região onde está construída a EuroDisney, Marne-la-Vallée ganha no quesito quntidade de opções de acesso e no desenvolvimento do local desde que o parque foi construído há mais de duas décadas. O tempo de viagem do centro de Paris, de trem, até Marne-la-Vallée é de 40 minutos e a estação recebe trens TGV de seis países da Europa.  A região é a segunda mais visitada na Ile de France e espaço não é problema.

A principal vantagem da região de Gonesse (Val d’Oise) é a sua localização entre os aeroportos de Roissy Charles de Gaulle e o de Le Bourget.  Fica a 5km de CDG e a 7km de Bourget. Há linhas de trens (RER) direto de Paris e a região é uma das que mais cresce economicamente na França.

A decisão final será tomada em fevereiro, na Assembléia anual da Federação Francesa de Tênis.

O Australian Open já mudou de lugar. Foi de Kooyong para o Melbourne Park. O US Open também saiu de Forest Hills e foi para Flushing Meadows.

E Roland Garros? Que destino terá o mais charmoso e torneio de tênis do mundo?

Diana Gabanyi,

De Paris

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