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Bernardes, a trajetória e a história da arbitragem no Brasil que abriu caminho para chegar à a final de Wimbledon.

Todo jogador de tênis tem um sonho,o de um dia disputar a final de um Grand Slam. A maioria deles sonha em estar na decisão de Wimbledon.

Foi o que Novak Djokovic afirmou ao derrotar Tsonga, chegar ao posto de número um do mundo e perceber que estava na final do mais tradicional torneio de tênis do mundo. “Wimbledon é o primeiro torneio que assisti na televisão quando era criança. Sempre sonhei em estar na final.”

Rafael Nadal, mesmo ganhando Roland Garros seis vezes, já cansou de falar que o torneio mais importante para ele é Wimbledon.

Neste domingo, quando Nadal e Djokovic estiverem jogando pelo trofeu, um brasileiro realizará seu sonho também. Carlos Bernardes estará comandando o embate entre o número um e o número dois no mundo.

Pela primeira vez na história um brasileiro sentará naquela cadeira, na final.

Será a terceira vez de Bernardes em uma final. Ele fez duas do US Open,  a entre Roddick e Federer e a entre Federer e Murray, mas nunca nenhuma na grama sagrada.

Fiquei emocionada quando recebi o email do próprio Bernardes, na sexta à noite, dizendo que tinha sido escolhido para fazer a final.

Alguns dias atrás havíamos nos encontrado pelos corredores do All England Lawn Tennis & Crocquet Club e por Bernardes ser colunista da Tennis View, há algum tempo, desenvolvemos uma relação mais próxima e de muito respeito profissional.

A cada edição ele pega o tempo livre, o pouco que tem, para escrever para os fãs de tênis do Brasil sobre regras, novidades no circuito e se dispõe a tirar dúvidas de todo mundo.

Esse post de hoje é uma homenagem ao Bernardes, que faz com que o Brasil esteja representado na final de um Grand Slam e a todos os árbitros brasileiros, principalmente aqueles que começaram com a formação da arbitragem no Brasil, anos e anos atrás.

Reproduzo aqui uma matéria muito especial que os jornalistas da Tennis View, Fabiana Oliveira e Leonardo Stavale, fizeram na edição 80, relatando como a história da arbitragem começou no País e explicando, de certa maneira, de onde veio e como Carlos Bernardes chegou lá (alguns dados estão desatualizados, mas a base da materia está superatual).

PS – reparem no Bernardes novinho na página 2

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