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Hewitt e Murray dão emoção à Davis e AUS e GBR vão à semi

O fim de semana de Copa Davis não era dos mais empolgantes. Fora o confronto que podia pegar fogo entre Grã Bretanha e França; Argentina e Sérvia, sem Djokovic não empolgavam; Austrália e Cazaquistão na distante Darwin também não e Bélgica e Canada, sem Pospisil e Raonic, menos ainda.  Mas, Murray e Hewitt conseguiram empolgar a competição centenária e se enfrentarão na semi, em setembro.

Hewitt Davis

A Austrália, jogando em Darwin, na grama, conseguiu reverter um placar de 0/2, graças ao duo Sam Groth e Lleyton Hewitt. Com Tomic de fora, por brigas com a Tennis Austrália, Kyrgios e Kokkinakis tinham tudo para brilhar em casa. Mas, foram os mais velhos e no caso de Hewitt, experientes, que deram o coração para levar o país à semi. Tanto Kokkinakis, quanto Kyrgios perderam seus jogos de sexta contra Kukushkine e Nedoyesov. Groth e Hewitt se uniram para tentar dar um respiro ao país nas duplas. Venceram Golubev e Nedoyesov e ambos foram escalados  pelo capitão Wally Masur, para tentar a vitória no domingo. Groth começou vencendo Kukushkin e coube a Hewitt, em seu ano de despedida do circuito, dar a vaga à sua tão amada nação, ganhando de Nedoyesov.

Comemorou a Austrália e vibrou a ITF. Imagina ter um Cazaquistão na semi de uma Davis?

Os australianos viajarão à Grã Bretanha, em setembro para enfrentar o time de Andy Murray. O sobrenome Murray foi quem colocou a nação na semi da Davis pela primeira vez desde 1981. Murray, o Andy ganhou de Jo-Wilfried Tsonga no primeiro dia, depois de James Ward ter perdido para Gilles Simon. No sábado, Andy e Jamie ganharam de Mahut e Tsonga e no domingo, no primeiro jogo, Andy ganhou de Simon de virada no Queen’s Club.

murray davis cup

Se sobrou emoção e empolgação nestes confrontos, os outros que definiram Argentina e Bélgica como semifinalistas, animaram apenas os seus torcedores locais.

Ambos jogaram em casa e venceram por 3×0. A Argentina, que sem estrelas no time alcança a sua décima semifinal em 14 anos, talvez com o time com menos jogadores de destaque de todas estas temporadas, ganhou fácil da Sérvia sem Djokovic, por 3×0. Os hermanos viajarão agora à Bélgica, que despachou o Canadá, em busca de uma outra chance de disputar a final. E eles vão lutar e muito. Com essa garra que eles conseguem, ano após ano, com ou sem Del Potro, com ou sem Nalbandian, com ou sem La Legion, chegar longe neste palco.

 

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