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Os meus best sellers na literatura do tênis. Agassi, Serena, Sampras, Seles, Ashe, McEnroe…

Uma troca de mensagens no Twitter, na tarde desta quarta-feira, me fez pensar em livros.

A questão se referia aos livros das irmãs Williams.

Fã de livros, ainda mais de autobiografias, na hora respondi que o da Serena valia a pena ler.

O da Venus, Come to Win: Business Leaders, Artists, Doctors, and Other Visionaries on How Sports Can Help You Top Your Profession ainda não li. Quando vi o título pela primeira vez pensei se tratar de um daqueles livros chatos, com muita auto-ajuda, mas lendo algumas páginas, disponíveis nos sites internacionais de livrarias virtuais, está me parecendo muito mais um exemplo de como o esporte pode mesmo te ajudar na vida. Há depoimentos inclusive do ex-presidente norte-americano Bill Clinton.

Bem diferente do livro da Serena – aliás, difícil as irmãs fazerem coisas iguais, estão sempre juntas, mas se diferenciando uma da outra -, que é uma autobiografia.

Fiquei pensando no que me atraiu no livro dela. A primeira razão de adquirir um exemplar foi puramente profissional.

Como editora de uma revista de tênis tenho por obrigação ler materiais como este. Achei estranho e ainda acho ler autobiografias de tenistas que ainda estão em atividade, mas ao ler o Serena Williams, On The Line, não senti falta da carreira dela ainda não ter terminado. Demorei para pegá-lo para ler e confesso que o livro não foi um daqueles que fluiu, que me fez virar página após página, sem parar. Mas, foi um livro que me trouxe muita informação sobre a história dela e de toda a família Williams que eu jamais havia ouvido falar e o interessante é ler sobre essas histórias não por alguém que apurou os fatos e escreveu, mas sim da própria personagem.

Ela conta com detalhes como era a vida na Califórnia, bem antes da fama, como no início todas as irmãs treinavam, como iam para o treino – em uma van -, como ela convenceu o pai que jogaria o primeiro torneio, como aconteceu a mudança para a Flórida, como viveu a morte da irmã Yetunde e por aí vai.

Dá para perceber no livro também a admiração que ela tem pela irmã Venus, que desde a infância mantém o papel de irmã mais velha e protetora e entre outras coisas, que sua vida se divide entre a de uma super atleta, de celebridade e de uma pessoa normal, que vai à faculdade e faz curso de manicure.

Por ser uma rica fonte de informações, gostando ou não da Serena e suas attitudes, a leitura de On The Line é válida.

Ao pensar um pouco no livro dela, olhei em volta da minha sala na redação da Tennis View e percebi quantos livros de tênis eu já tinha lido. Resolvi então fazer uma seleção dos mais interessantes, começando pelo livro de Andre Agassi, Open, que teve sua versão em português lançada recentemente.

Independentemente de toda controvérsia que surgiu semanas antes do livro ter sido lançado, com Agassi confessando ter usado drogas e mentido em um tested a ATP, eu já teria adquirido o exemplar, imaginando que se Agassi estava lançando uma biografia teria algo de novo para contar.

Toda a controvérsia gerada com os capítulos publicados pré-lançamento no The Times da Inglaterra, os depoimentos dos jogadores, praticamente todos atacando o norte-americano e sua entrevista no programa 60 minutes, em que parecia completamente transtornado, aumentaram ainda mais a minha curiosidade.

Este livro sim, eu devorei. Mais ainda do que o livro da Serena, o do Agassi traz, muito além da história das drogas e da peruca, uma verdadeira descrição de quem ele é e como viveu, desde o momento em que o pai colocou uma raquete na mão dele até os dias de hoje, a relação de amor e ódio com o esporte.

O livro todo, capítulo a capítulo, é baseado nas relações de Agassi, começando pelo pai e passando pela mãe, os irmãos, o ex-melhor amigo Perry Rogers, Nick Bollettieri, Gil Reyes, Brooke Shields, Steffi Graf, entre muitos outros. Cada página foi tão bem escrita – Agassi contratou o vencedor do prêmio Pulitzer, J.R. Moehringer – que apesar de ser uma autobiografia de um tenista você parece estar lenda uma verdadeira obra prima, diferente de qualquer outro livro de tênis, de esportes, que eu já tenha lido.

Os capítulos estão tão bem amarrados, que quando você está lendo o livro, sem pular páginas, a parte que fala das drogas, da peruca, do exame anti-doping da ATP, não chocam tanto, porque lendo a história todo você parece entender o ser humano Andre Agassi.

Os fãs de romance vão adorar todo o relato de como ele se apaixonou por Graf e a conquistou.

A lista de livros é grande e se for relatar o que cada tenista contou é melhor eu começar a escrever um livro sobre os livros e deixar todos os meus outros afazeres de lado.

Continuo aqui observações mais sucintas sobre os outros livros.

You Can Not Be Serious, do John McEnroe é outro livro que se destaca nas autobiografias dos tenistas. Não sei, se no meu caso, por eu não ter acompanhado de perto a carreira dele, mas me trouxe também muita informação e a leitura foi das mais agradáveis.

O livro de Pete Sampras, a Champion’s Mind, ou em português Mente de Campeão, também entre na lista dos meus favoritos. Ao ler o livro não estava achando tão interessante, mas com o passar das páginas fui percebendo que havia ali muitas passagens que nunca haviam sido contadas e que o objetivo do livro, de relatar como pensa um campeão, estava sendo cumprido. A visão de Sampras sobre o que é ser um atleta profissional e como ele trilhou o seu caminho, merecem atenção.

Fã de Monica Seles, desde criança, devorei o livro Getting a Grip on My Body, My Mind, My Self. Muito mais do que aprender sobre a carreira vitoriosa dela, antes da fatídica facada, o livro é um fiel relato de como ela viveu aquele momento e como o acidente transformou completamente a sua vida, causando sérios danos a sua saúde mental e física. É chocante ler as descrições de como ela perdia o controle com a comida, como se sentia mal quando vestia uma roupa de jogo e ficava apertada e quanto tempo demorou para ela conseguir sair do buraco.

Adorei ler o livro de Boris Becker, The Player. É outro livro, que já começa falando do episódio em que ele engravidou uma garçonete, em um bar de Londres, após o seu último jogo como profissional e em que você sente de fato estar ouvindo a própria voz do autor página após página.

O “Je Voulais Vous Dire,” de Henri Leconte, também me agradou muito. Não era um tenista que eu conhecia muito, apesar de sempre ler e ouvir histórias sobre ele. O livro, além de detalhes da carreira, relata como era o circuito nos anos 80 e início dos anos 90, o que é sempre interessante.

Um dos primeiros livros que li, antes mesmo de me tornar jornalista e guardo até hoje é o Arthur Ashe, Days of Grace, que ele escreveu com Arnold Rempersad, um ano antes da sua morte.

O livro de Billie Jean King, Pressure is a Privilege: Lessons I’ve Learned from Life and the Battle of the Sexes, é pequeno, com poucas páginas e fácil de ler. É também um livro de auto-ajuda, com conselhos desta lenda mundial que tanto fez e continua fazendo pelo tênis. Mesmo sendo um livro pequeno, dá para ter mais apreço ainda pela pessoa especial que é Billie Jean. Foi a primeira vez que li, em detalhes, como foi a famosa “Battle of the Sexes,” entre ela e Bobby Riggs.

Outro livro que não é exatamente uma autobiografia, mas é bem interessante é o de Martina Navratilova, Shape Your Self. Entre dicas de hábitos saudáveis, alimentares e físicos, ela conta alguns detalhes da sua vida no circuito.

Best Seller do New York Times, o livro de James Blake.

Breaking Back: How I Lost Everything and Won Back My Life, não me entusiasmou. Não trouxe quase nada que eu não soubesse sobre sua história. Talvez, para um leigo no esporte, seja interessante.

Os livros de Roger Federer, Quest for Perfection – sera lançado em português ainda neste ano –  e de Rafael Nadal, “Rafael Nadal, a biografia de um ídolo do tênis,” de Tom Oldfield, não são auto-biográficos, mas são boas fontes de informação, especialmente o de Federer, do amigo jornalisa René Stauffer.

Tenho dois livros na minha prateleira, me olhando diariamente, o de Rod Laver, The Education of a Tennis Player e do Fabrice Santoro, A Deux Mains.

Mas, estou lendo outros dois livros fora do esporte e é preciso ler outras coisas de vez em quando.

Assim que concluir a leitura de ambos faço um post contando  o que achei de cada um deles.

Ah, já ia me esquecendo. Tem outros dois livros que gostei muito de ter lido, com histórias interessantes do circuito, o do Brad Gilbert, I’ve Got Your Back e o de Nick Bollettieri, My Aces, My Faults.

Já li inúmeros outros livros de tênis, mas assim de cabeça – já saí do escritório com minha prateleira repleta deles – são os que me mais me recordo e com certeza, se recordo é porque ou são recentes, ou são os mais legais.

PS – Quase esqueci, mas jamais poderia. Aqui Tem, o livro do Fernando Meligeni com o jornalista André Kfouri é uma agradável leitura das melhores passagens do tenista no circuito mundial. Só o fato de Meligeni, um tenista, ter  conseguido lançar um livro no Brasil, país em que pouco se lê, merece aplausos.

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E só se fala no Jogo Sem Fim entre Isner e Mahut

Como já imaginava, só se fala no Jogo Sem Fim, que continua daqui a pouco.

Mesmo em época de Copa do Mundo, o tênis, com suas novas estrelas, Nicolas Mahut e John Isner, virou manchete mundial, capa dos principais jornais do mundo, ganhou destaque nos telejornais e até mesmo superou a Copa do Mundo em mensagens no Twitter.

Entre ontem à noite e hoje de manhã consegui ler alguns blogs, direto de Wimbledon, falando sobre o embate.

Selecionei aqui alguns deles e  a matéria do The Times, da Inglaterra, para dar ainda mais aquela sensação de estar assistindo a história acontecer.


http://www.budcollinstennis.com/?p=1407

Shall we call it “The Johnny and Nico Show”?  Two young guys skipping about on a grassy stage of an outdoor theatre called Wimbledon, and hoping “you’ll tune in again tomorrow because we ain’t finished yet.”

http://cynthiasinsiderblog.wordpress.com/2010/06/24/day-three-2/

I felt like I was in the twilight zone, with a never-ending match going on while the rest of the world proceeds normally.   People aging, newborns growing,  fabulous space age inventions happening, but here at Wimbledon this tennis match just keep going, and going and going, like that battery advertisement.  Neither of the players aging or changing

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/o-duelo-interminavel

Mas as tiradas no sector da imprensa também foram memoráveis. Os jornalistas franceses sublinhavam que «o presidente Sarkozy deveria retirar todo o dinheiro destinado à selecção de futebol e dá-lo a Mahut por restabelecer a dignidade do desporto francês»; um americano desabafou que «Jimmy Van Halen, o inventor do tie-break, deve estar a dar voltas na tumba»; um alemão comentou que um avião que sobrevoava o All England Club rumo a Heathrow «tinha descolado de Nova Iorque já depois do quinto set ter começado», o ex-jogador Jeff Tarango dizia que «o John vai ganhar porque ele come muito, já o vi fechar dois daqueles restaurantes de pasta que deixam o cliente comer o que quiser por um preço fixo», outro ex-jogador, o belga Filip Dewulf, registava que as protagonistas do encontro agendado a seguir no mesmo court, Alla Kudryavtseva e Alysa Kleybanova, «bateram o recorde de maior espera nos balneários». E hilariante é o facto do próximo adversário do vencedor do confronto entre Isner e Mahut, o holandês Timmo de Bakker, também só ter ganho o seu encontro por 16-14 num longo quinto set…

http://msn.foxsports.com/tennis/story/john-isner-nicolas-mahut-make-history-with-wimbledon-epic-062310

But before we get into the stats let us pay tribute to two quite extraordinary athletes who, incredibly, improved the level of their play as the match went on and showed a focused fortitude of mind and body that left their peers open-mouthed in amazement.

John McEnroe, talking on BBC television, said, “This is the greatest advertisement for our sport. It makes me proud to be a part of it. We often don’t get the respect we deserve in tennis for the athletic demands it places on players but this should push that respect way up.”


http://www.thetimes.co.uk/tto/sport/tennis/article2571165.ece

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Isner x Mahut e o jogo sem fim: superação dos limites em Wimbledon

O dia 23 de junho de 2010 ficará marcado para sempre no livro dos recordes do esporte mundial.

A partida entre John Isner e Nicolas Mahut, interrompida por falta de luz natural, na quadra 18 de Wimbledon, no 59 a 59 do 5º set – é até estranho escrever este placar – após exatas 10 horas de jogo, só terminará no dia 24, mas o que o americano e o francês fizeram neste 23 de junho, não será jamais esquecido ou apagado dos livros dos recordes e da memoria de quem acompanhou ao vivo, na televisão, on-line, com imagens não oficiais de internet, ou por um amigo passando o resultado.

O jogo de estreia de Isner, 19º colocado no ranking mundial, e Mahut, 148º, em Wimbledon havia começado na terça-feira e sido interrompido quando estava empatado em dois sets (64 36 67(7) 76(3)). Isner havia vencido o primeiro e o quarto. Até aí, um jogo interessante entre um sacador e um francês que gosta de jogar na grama e que no qualifying já havia tido um longo jogo contra Alex Bogndanovic, em que venceu por 24/22 no terceiro set.

Ao entrarem em quadra para encerrar o embate, nenhum dos dois imaginava o que estava por vir.

Multidão se aglomera para assistir momento histórico no esporte mundial

Nesta quarta-feira 23 de junho cheia de reuniões, ao sair de uma delas, no final da manhã perguntei no escritório se alguma coisa de diferente havia acontecido em Wimbledon nas últimas horas e se Roddick havia vencido Llodra. A vitória de Roddick foi confirmada e um colega jornalista me comentou: acontecer ainda não aconteceu, mas o Isner e o Mahut estão jogando o quinto set e está 23 a 23.

Saí em seguida para uma outra reunião, perto do escritório, no Brooklin mesmo e com uma televisão ligada ao fundo, ouvi em um certo momento que Isner estava no ace número 74. Pensei comigo mesma: nossa, será que esse jogo ainda não acabou?

Voltei para a redação da Tennis View mais de duas horas horas depois de ter saído e a partida continuava.

Liguei o live scores de Wimbledon, até que o colega jornalista me passou um link com uma transmissão de imagens de internet. Aí sim, passei a assistir de fato o jogo. Estava 40 a 39.

Meu telefone tocava, mensagens entravam a todo instante, de amigos de várias partes do mundo, que nem são tão fãs de tênis, me perguntando se eu estava vendo o que estava acontecendo.

Sim, estávamos, todos nós, acompanhando um daqueles momentos históricos, de completa superação dos limites físicos e psicológicos.

Fiquei lembrando do jogo dos mineiros André Sá e Marcelo Melo, em Wimbledon, há três anos, quando venceram Hanley e Ullyett, por 28 a 26 no quinto set. Foi o recorde de jogo com maior número de games em Wimbledon. Lembro do momento histórico, de todos os fotógrafos indo à quadra para registrar o fato; de Melo e Sá dando entrevista coletiva; lembro da imagem do placar na quadra, imagem que agora parece não ter importância, afinal Isner e Mahut já jogaram mais do que o dobro de games no quinto set e a partida ainda não terminou.

Fico pensando também que nos últimos tempos, partidas históricas tem acontecido em Wimbledon. É só lembrar das finais dos últimos dois anos entre Federer e Nadal e Federer e Roddick.  Jogos longos, partidas incríveis, momentos inesquecíveis, que transcendem o tênis.

Penso no blog que li outro dia de um jornalista inglês, falando que o tênis pode não ser o futebol, que Wimbledon pode estar perdido no meio da Copa do Mundo, mas que só o tênis produz momentos como este, em que não há um árbitro que determine o fim do jogo. Ele se referia à final entre Federer e Roddick de 2009, em que o suíço ganhou por 16 a 18 no quinto set.

Enquanto penso e trabalho, fico olhando a tela do computador. Está escurecendo, mas Isner e Mahut continuam jogando. Pode ter outras partidas em Wimbledon, mas todos estão olhando para a quadra 18. John McEnroe está lá. Tim Henman também é visto. O árbitro quer interromper a partida, mas os tenistas querem continuar.

Eles jogam mais dois games. Isner chega ao match point no 59 a 58, no saque de Mahut, mas o francês salva, empata o set novamente e aí não tem mais jeito. A lua está iluminando mais a quadra do que o sol que já está se pondo. O embate, que só neste quarta teve 7h06min de duração – só o quinto set – continuará na quinta-feira.

Mahut e Isner estão exaustos, mas antes de saírem da quadra conversam rapidamente com a televisão inglesa.

Mahut afirma, com um sorriso no rosto, que ambos estão lutando como nunca lutaram e que os dois querem ganhar, mas que a decisão terá que ficar para quinta. Isner, um pouco menos sorridente, com um ar mais cansado, diz saber estar vivendo um momento histórico, que nada como isso acontecerá novamente e que quer ver as estatísticas do jogo. Até agora, Isner deu 98 aces e Mahut, 95. É o novo recorde do circuito mundial.

Ovacionados, como várias vezes aconteceu durante a partida, nos intervalos dos games, os dois jogadores deixam a quadra. Já são 21h em Londres. Amanhã, às 15h30 (Horário de Londres), eles tem que estar novamente na quadra 18 para continuar o embate.

Antes mesmo da partida terminar, já começam os comentários. Será que é agora que Wimbledon vai eliminar de vez o tie-break do quinto set, como já acontece no US Open, ou é isso que eles querem, a busca completa da superação?

Continuo imaginando cenas – logo me vem à cabeça a imagem daqueles maratonistas em olimpíadas, perto da linha de chegada, quase caindo, ao alcançar a reta final. Fico tentando, de longe, viver a atmosfera. Avisto a nossa fotógrafa em quadra – que bom, ela estava lá registrando o momento -, começo a pensar em como este fato histórico será retratado. Tenho vontade e curiosidade de entrar nos sites, ler notícias e blogs, mas prefiro antes deixar minhas próprias impressões aqui e depois me perder por esse mundo cibernético, para colocar os links para vocês do que de mais interessante eu encontrar.

Ah, antes de finalizar o blog, vou checar se o horário do jogo entre Isner e Mahut é mesmo 15h30. Sim, está correto. Vou até o final da página e vejo o nome dos dois novamente no “schedule of play” de quinta-feira. Tanto Isner, quanto Mahut, estão inscritos nas duplas e tem jogo marcado para não ante das 18h (Londres). Isner joga com Querrey, contra  Sela e Przysiesny e Mahut, com Clement, contra Fleming e Skupski.

Quantas horas mais será que eles vão conseguir jogar?

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