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Guga e Agassi no Rio. O poder de dois ídolos.

Fazia tempo que o Brasil não assistia um espetáculo de tênis com 9.000 torcedores presentes.

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Mérito das estrelas do Tênis Espetacular, Gustavo Kuerten e Andre Agassi, um o maior ídolo do esporte no Brasil e o outro, talvez o tenista mais popular mundialmente de todos os tempos.

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As palavras de Larri Passos, depois da vitória de Guga por 7/5 7/6(5), resumiram o que a vinda de Agassi ao Brasil e o confronto signficaram.

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“Agassi, vê-lo aqui no Brasil com essa motivação é uma honra. Quando nós começamos no circuito, eu e o Guga, você era o nosso ídolo e hoje você está aqui,” disse emocionado o mestre de Guga, corajosamente improvisando no inglês e ainda lembrando do trabalho que o Americano faz com as crianças, através da Andre Agassi Foundation, nos Estados Unidos. “O trabalho que você faz com as crianças é maravilhoso e serve de inspiração para nós.”


Agassi, que não vinha ao Brasil desde que conquistou o seu primeiro título na ATP, em 1987, elogiou o Brasil, falou da esquerda de Guga e principalmente da cidade do Rio de Janeiro. “Há alguns dias eu vi a população apoiando a lei (law enforcement) e isso diz tudo sobre o povo de um lugar.”


Guga, que não conseguiu conter as lágrimas ao ver a mãe Alice, o irmão Rafael, Larri, Agassi e o promotor da Masters Cup de LIsboa, João Lagos, reunidos, para homenageá-lo, diante de imagens marcantes de sua carreira, agradeceu a presença do público, das pessoas que estiveram com ele durante toda a carreira e disse que “Quando fui campeão em Lisboa o Agassi me falou para eu aproveitar aquele momento que era muito especial. Dez ano depois eu continuo aproveitando por causa de vocês.”

  • O evento que foi uma comemoração da conquista da Masters Cup de Lisboa, no ano 2000, em que Guga venceu Agassi por triplo 6/4, chegando assim ao topo do ranking da ATP, foi um presente para o público brasileiro.


  • Eu mesma não sabia muito o que esperar da partida. Afinal fui privilegiada e havia feito parte da carreira do Guga e assistido, de camarote, para o meu trabalho, praticamente todos os confrontos dele com Agassi, incluindo este histórico de Lisboa.

Mas foi maravilhoso ver os dois ex-números um do mundo em ação de novo. Apesar de 10 anos mais velhos daquele jogo em Lisboa, que Guga considera ter sido a sua melhor performance em quadra, eles ainda conseguiram exibir muitos dos golpes e das jogadas que os consagraram.

Jogaram sério, lutaram pelos pontos, fizeram o público vibrar e da beirinha da quadra, onde estava sentada junto aos fotógrafos, dava para sentir a força da batida na bola, ver os golpes bem de perto, perceber a frustração e/ou a alegria de ambos ao fazerem uma jogada brilhante, como quando Guga conseguiu fazer uma belíssima esquerda paralela.


Mais uma vez me senti privilegiada ao assistir este espetáculo ao vivo. Claro que poderia ter visto pela televisão e a transmissão do SporTV, pelo que me disseram, também foi legal, mas nada como ver o jogo de perto e claro que eu também queria participar deste momento que consagrou a carreira do Guga. Assistir pela televisão teria sido como ver um show de rock em um DVD. É legal, mas nada se compara a assistir um daqueles shows num estádio de futebol.

  • Obrigada Guga, obrigada Agassi. Detalhes de organização a parte, tenho certeza de que o agradecimento é de todo o público brasileiro que estava saudoso de ver o seu maior ídolo em ação, em um grande momento.

Dois ídolos reunidos, em completa sintonia, conseguiram fazer o tênis brilhar mais uma vez.

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Revivendo a semana do Guga em Lisboa parte II – Guga decide jogar e vence Norman

Depois da derrota para Agassi na estreia e as dores na coxa direita, lembro que foram quase dois dias de suspense, para todo mundo, até o Guga decidir continuar jogando no torneio.

Era uma infinidade de jornalistas me perguntando o que iria acontecer e eu não tinha resposta para dar, porque dependia do Guga saber como se sentia e até determinado momento nem ele tinha a resposta.

Foi um alívio poder escrever esse release que coloco aqui, dando praticamente como a certa a presença dele em quadra para enfrentar o Norman e melhor ainda escrever o seguinte, relatando a vitória sobre o sueco, em Lisboa

GUGA ENFRENTA NORMAN NESTA QUINTA-FEIRA À NOITE, NA MASTERS CUP DE LISBOA

O sueco Magnus Norman, 4o. colocado na Corrida dos Campeões e no ranking mundial, será o próximo adversário de Guga, na Masters Cup de Lisboa. A partida acontece nesta quinta, às 19h (Brasília), com transmissão ao vivo do Sportv.

O brasileiro, que ontem teve um espasmo na coxa, só decidirá se jogará horas antes do jogo. Mas, Guga e o técnico Larri Passos passaram a quarta-feira muito confiantes em uma recuperação. Enfrentar Magnus Norman não será novidade para Guga. Eles já se enfrentaram sete vezes, com o brasileiro vencendo quatro, inclusive as duas últimas, nas quartas-de-final do Masters Series de Hamburgo e na histórica final de Roland Garros.

O primeiro confronto entre os dois aconteceu no saibro, em um Challenger na Itália e o sueco venceu por 7/5 1/ 2 desistência. Na segunda vez que se enfrentaram, Guga também desistiu da partida, depois de estar perdendo o primeiro set por 5/2, no ATP Tour de Stuttgart 99, no saibro. O terceiro confronto aconteceu no ATP Tour de Indianápolis 99, na quadra rápida e Guga ganhou por 6/4 7/5. O quarto jogo entre os dois foi no US Open 99, também em quadra rápida, com vitória de Guga por 7/6 (4) e desistência. Os dois voltaram a se enfrentar na final do Masters Series de Roma, neste ano, no saibro e Norman levou a melhor, por 6/3 4/6 6/4 6/3. Nos dois últimos confrontos, respectivamente em Hamburgo e Roland Garros, Guga venceu por 6/4 6/2 e por 6/2 6/3 2/6 7/6.

GUGA SE SUPERA E VENCE NORMAN NA MASTERS CUP DE LISBOA

Brasileiro enfrenta Kafelnikov, nesta sexta, às 19h (Brasília)e precisa vencer para se classificar para a semifinal.

Há dois dias nem o próprio Gustavo “Guga” Kuerten imaginaria que entraria em quadra para jogar novamente, na Masters Cup de Lisboa, muito menos, que entraria e ganharia do sueco Magnus Norman, 4o. colocado no ranking mundial e na Corrida dos Campeões, por 2 sets a 0, parciais de 7/5 6/3.

Depois de ter sentido um espasmo na coxa, no primeiro jogo do torneio, na terça-feira, contra Andre Agassi, Guga teve dúvidas se teria condições de jogar. Passou a quarta e a quinta-feira toda fazendo tratamento e tentando se recuperar ao máximo para estar em forma para jogar.

Antes de entrar na quadra central do Pavilhão Atlântico, Guga ainda fez um teste para ter certeza que estava bem. Bateu bola durante 40 minutos com o técnico Larri Passos, na quadra de treino, se sentiu bem e foi jogar. Muito aplaudido ao entrar na quadra, Guga teve uma chance de quebrar o saque de Norman, logo no quarto game. Não conseguiu e a chance voltou a aparecer no 6/5, depois de uma passada cruzada incrível. O brasileiro aproveitou, fechando o set. Vibrando, Guga entrou com tudo no segundo set e no segundo game, quebrou o saque de Norman, ficando com vantagem suficiente para só precisar manter o seu serviço. E foi o que ele fez. Com um ace, no 5/3, marcou a sua primeira vitória na Masters Cup e a terceira consecutiva sobre Magnus Norman.

Durante o jogo, que teve duração de 1h14min, Guga (Banco do Brasil/Diadora/Head/Globo.com/Motorola) marcou 15 aces no sueco, fez duas duplas-faltas, teve 62% de aproveitamento do primeiro serviço, fez 25 winners e 20 erros não forçados.

Amanhã (sexta-feira), às 19h (Brasília), Guga voltará a quadra central do Pavilhão Atlântico, em busca de uma vaga na semifinal do Mundial do Tênis. Ele enfrenta o Campeão Olímpico, Yevgeny Kafelnikov, da Rússia, que ocupa a quinta posição na Corrida e no ranking de entradas e de acordo com a ATP, precisa vencer para garantir a vaga na semifinal.

Guga e Yevgeny Kafelnikov já se enfrentaram sete vezes e a maioria delas em situações inesquecíveis. No total, são quatro vitórias para Guga e três para Kafelnikov.

O primeiro jogo entre os dois foi no saibro, do ATP Tour de Stuttgart, em 1996 e Kafelnikov venceu por 6/1 6/4. O segundo confronto aconteceu no caminho para o primeiro título de Roland Garros, em 97, no saibro e Guga ganhou por 6/2 5/7 2/6 6/0 6/4. No terceiro jogo, Kafelnikov ganhou, no ATP Tour de New Haven 98, em quadra rápida por 6/4 6/4. O quarto confronto aconteceu também em quadra rápida, no Masters Series de Indian Wells, com vitória de Guga por 0/6 7/6 6/3. O quinto, foi no Masters Series de Roma 99, em que Guga foi campeão, no saibro, e o brasileiro ganhou por 7/5 6/1. Neste ano, Guga e Kafelnikov se enfrentaram duas vezes. A primeira em Roland Garros, em que Guga venceu dramaticamente, por 6/3 3/6 4/6 6/4 6/2 e a segunda, nos Jogos Olímpicos de Sydney, com vitória do russo, por 6/4 7/5.

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Federer é campeão do ATP World Finals. Dez anos atrás era o Guga

Federer é pentacampeão da Masters Cup, agora ATP World Finals. Derrotou Rafael Nadal na final deste ano, na O2 Arena, in London, por 6/3 3/6 6/1 e encerrou a temporada com um título importante, assim como começou, vencendo o Australian Open.

Federer creditou o título ao novo técnico Paul Annacone e disse que arriscou jogando cinco torneios em sete semanas, que estava cansado, mas que em 20 anos não se lembraria do cansaço e sim dos títulos que venceu.

A colocação de Federer é perfeita.

Essa época de Masters Cup é sempre um pouco nostálgica para mim. Não tem como não lembrar daquela semana inspirada de Guga em Lisboa, 10 anos atrás, vencendo Pete Sampras e Andre Agassi na sequência para vencer o campeonato e chegar ao topo do ranking mundial. Não tem como não ficar relembrando cada momento, nesta época, tendo vivido de perto tudo aquilo.

Como o calendário naquela época era ainda mais longo, esta semana começaria amanhã para o Guga.

Por isso, os próximos dias deste blog serão dedicados a relembrar cada momento daquela semana mágica em Portugal.

Para começar, reproduzo a materia que escrevi para edição 109 da Tennis View, em que relembro a temporada do ano 2000 de Guga.

Somente ao escrevê-la é que eu tive noção de quanto ele jogou e viajou naquele ano. Muito mais do que Federer jogou nas últimas semanas, mas com certeza, o Guga não fica lembrando do cansaço e de quantas semanas ele ficou fora de casa. O que está e ficará para sempre são os títulos especiais que ele conquistou no ano 2000, culminando com o Masters.

Uma viagem pela temporada de Guga

Dez anos atrás o circuito mundial de tênis era dominado por um brasileiro.

Essas palavras, às vezes, parecem ter saído de um sonho, mesmo para nós que acompanhamos cada vitória daquela trajetória.

Mas, foi real. Um brasileiro ganhou Roland Garros três vezes, venceu Masters 1000 e chegou ao topo do ranking mundial.

Não só alcançou o lugar mais alto do ranking, como terminou uma temporada como o melhor do mundo, fato inédito para um sul-americano, ao vencer a Masters Cup de Lisboa – hoje o Masters – e depois de ter ganhado de Pete Sampras e Andre Agassi, na sequência. Feito que só ele na história do tênis atingiu.

Dez anos atrás, o mundo do tênis se curvava a Gustavo Kuerten.

A vitória sobre Andre Agassi, em Lisboa, por 6/4 6/4 6/4, encerrou uma temporada mágica para Guga. Uma, que como ele costuma dizer que “nem nos meus melhores sonhos poderia imaginar que conquistaria tanto.”

Para comemorar esse momento e o dia 04 de dezembro, em que viu seu nome no primeiro posto do ranking mundial, pela primeira vez, Guga jogará uma exibição com Agassi, no Maracanãzinho, no dia 11 de dezembro deste ano.

Tennis View, para homenagear o eterno número um e mostrar, relemebrando a história, que o Brasil já teve o melhor do mundo, vamos fazer uma retrospectiva da temporada que levou Gustavo Kuerten ao auge da sua carreira.

Guga começou o ano 2000 como o 5º colocado no ranking mundial.

Perdeu nas estreias dos ATPs de Sidney e do Australian Open, para os espanhóis Francisco Clavet e Albert Portas.

Logo depois venceu o francês Jerome Golmard, na Copa Davis, em Florianópolis e perdeu para Nicolas Escude, quando já não valia mais nada.

Foi à Cidade do México, com o ranking na 6ª posição, jogar o ATP local e depois de ganhar de Gaston Etlis na estreia, perdeu para Juan Ignacio Chela.

A temporada começou a tomar o rumo de um ano vitorioso no torneio seguinte, o ATP de Santiago, em que foi campeão de simples, sem perder um set, e duplas.

Guga e Antônio Prieto - campeões em Santiago

Ganhou, na sequência de Jean Rene Lisnard, Orlin Stanoytchev, Agustin Calleri e Mariano Puerta.

Nas duplas, ganhou o troféu ao lado de Antonio Prieto, vencendo Lan Bale e Pietr Norval.

De volta à 5ª posição no ranking, foi até a semifinal do ATP de Bogotá, derrotando Sergi Brugera, Sebastian Prieto, Markus Hantschk e perdendo para Puerta.

A breve temporada norte-americana de quadras rápidas (6º no ranking) foi marcada pela derrota na segunda rodada em Indian Wells (venceu Justin Gimelstob na estreia), para Tommy Haas e pelo vice-campeonato em Miami.

Guga, vice em Miami

A campanha em Key Biscayne começou com Guga tendo que salvar match point contra Arnaud Clement na estreia. Depois ganhou de Goran Ivanisevic, Gianluca Pozzi, Wayne Ferreira, Andre Agassi, o número um do mundo na época e perdeu uma das mais marcantes decisões da carreira, para Pete Sampras.

Sem tempo para comemorar a chegada à final em Miami, o brasileiro, novamente no 5º posto da ATP, voou no mesmo dia para o Rio de Janeiro, para defender o Brasil na Copa Davis, contra a Eslováquia. Ganhou de Karol Kucera, mas não resistiu a Dominik Hrbaty. Fernando Meligeni acabou fechando o confronto e colocando o Brasil na semifinal da competição.

Guga- Brasil na semi da Davis

Com a sua melhor posição na temporada, a quarta, Guga foi a Monte Carlo e perdeu para Kucera na estreia.

Ficou treinando e com dois lugares atrás no ranking foi para a Itália. Derrotou, na sequência, em Roma, Golmard, Mark Philippoussis, Younes El Aynaoui, Albert Costa, Alex Corretja e só parou na final diante de Magnus Norman.

Próximo destino: Hamburgo.

A primeira vitória na Alemanha, com o ranking na 7ª posição, foi sobre Karim Alami. Em seguida, ele derrotou Sebastien Grosjean, Wayne Ferreira, Norman, Andrei Pavel e em uma emocionante final, de mais de quatro horas, Marat Safin na final.

Era o segundo título da temporada.

De volta ao seu torneio favorito, Guga disputava Roland Garros como o quinto do mundo e cabeça-de-chave cinco. Arrasou Andreas Vinciguerra na estreia, perdendo só três games. Não deu chances a Marcelo Charpentier, na segunda rodada. Ganhou de Michael Chang, que se despedia das quadras, na terceira fase e eliminou o amigo Nicolas Lapentti nas oitavas-de-final. Depois de estar perdendo por 2 sets a 1 para Yevgeny Kafelnikov virou e avançou à semifinal. O mesmo aconteceu contra Juan Carlos Ferrero e Guga estava em mais uma decisão de Roland Garros.

Guga bi em Roland Garros

O adversário era um de seus grandes rivais da temporada: Norman. Depois de onze match points, o brasileiro erguia o seu segundo título em Paris e o terceiro da temporada.

Depois de surgir no quarto lugar do ranking e com dreadlocks em Wimbledon, alcançando a terceira rodada na Inglaterra (venceu Chris Woodruff e Justin Bower, perdendo para o alemão Alexandre Popp), Guga foi para a Austrália, defender o Brasil na Copa Davis. Perdeu para Patrick Rafter e viajou para a América do Norte.

Ganhou da Arnaud di Pasquale an estreia em Toronto, mas perdeu para o local Sebastien Laureau na segunda rodada.

Em Cincinnati, estreou derrotando Jerome Golmard e depois passou por Gianluca Pozzi, Stefan Koubek e Todd Martin, para alcançar a semifinal do Masters 1000 do meio-oeste americano. Perdeu uma disputada semifinal, no tie-break do terceiro set para Tim Henman.

Começou a campanha no hoje extinto torneio de Indianápolis com o seu melhor ranking, o 2º e com  vitória sobre Todd Woodbridge. Depois a vítima foi Taylor Dent, seguida por Wayne Ferreira, Lleyton Hewitt e por fim o russo Marat Safin.

Era o primeiro troféu de Guga em quadras rápidas e o quarto do ano 2000.

O bom momento parou em Wayne Arthurs, na estreia do US Open, em que perdeu no tie-break do quarto set.

Nova viagem a Austrália levou Guga às Olimpíadas de Sidney, em que, na 3ª posição na ATP, começou vencendo Christophe Pognon, Rainer Schuettler e Ivan Ljubicic, para chegar às quartas-de-final em que foi parado por Kafelnikov.

A temporada continuou na Ásia, com as quartas-de-final nos ATPs de Hong Kong e Tóquio. Ganhou de Vincent Spadea e Sargis Sargsian, perdendo para Rafter no primeiro torneio. Superou Nicolas Massu e Andrea Gaudenzi no Japão, perdendo para Hrbaty.

Da Ásia, a longa temporada de Guga, seguiu para a Europa, com uma vitória sobre Nicolas Escude em Stuttgart – indoor – e derrota para Grosjean.

Em Lyon, com uma breve volta ao segundo lugar no ranking, nova derrota para Rafter nas quartas-de-final, depois de ter vencido Pavel e Michael Llodra.

O último Masters 1000 do ano, em Paris, viu Guga, 3º da ATP, vencer Woodruff, Rafter e Albert Costa, só parando na semifinal diante de Philippoussis.

O brasileiro chegava ao último torneio do ano, a Masters Cup, em Lisboa, com poucas chances matemáticas de ascender ao topo do ranking mundial. Marat Safin, 75 pontos na frente de Guga, então número um, era o favorito para terminar o ano como tal.

Os oito melhores da temporada foram divididos em dois grupos. Safin, Sampras, Hewitt e Corretja estavam no vermelho e Guga, Agassi, Kafelnikov e Norman, no verde.

O desenrolar da semana em Portugal, continuam nos próximos posts.

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