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Billie Jean King arrecada US$ 500 mil em uma noite com Agassi, Graf, Navratilova e Elton John

Esse post é mais um complemento do post escrito há algumas semanas sobre a Billie Jean King e da matéria que fiz com ela para a edição 109 da Tennis View.

Ela é mesmo incansável. Arrecadou US$ 500 mil em um único evento, na noite de segunda, em Washington DC, para a Elton John Aids Foundation.
Reuniu 94 títulos de Grand Slam na capital americana: Andre Agassi, Steffi Graf, Martina Navratilova, Rennae Stubbs, além de Anna Kournikova, Mark Philippoussis, Eric Butorac e Jan Michael Gambill.

Além do jogo exibição de simples, duplas e duplas mistas, houve um leilão em que uma aula de tênis com Agassi e Graf foi arrematada por US$ 50 mil.

Leia o press release do evento, na íntegra:

(November 15, 2010) – Tennis’ top names rallied for charity at WTT Smash Hits presented by GEICO on Monday night at American University in Washington, D.C., raising more than $500,000 for the Elton John AIDS Foundation and the Washington AIDS Partnership.


Billie Jean king gives Sir Elton John a kiss after learning that Smash Hits presented by GEICO raised more than $500,000 for AIDS charities.

Team Billie Jean defeated Team Elton 19-15 to tie their overall series at 9-9.  In its 18-year history, WTT Smash Hits has raised more than $10 million for the Elton John AIDS Foundation and local charities throughout the U.S.


Captained by longtime friends Billie Jean King and Sir Elton John, the Smash Hits players formed two teams and faced off in a modified World TeamTennis match, playing one set each of men’s singles, women’s doubles, men’s doubles and mixed doubles.

Sir Elton John started the evening off in style in a celebrity set by teaming with tennis great Martina Navratilova for a 4-1 win over the husband and wife tandem of Andre Agassi and Stefanie Graf.  Elton John delighted the sellout crowd with his solid forehand play, including several winners.

The WTT match kicked off with men’s doubles as Agassi partnered with Jan-Michael Gambill to face Mark Philippoussis and Eric Butorac. With a strong showing from both sides, Team Elton prevailed defeating Team Billie 5-4. The women’s doubles set pitted Anna Kournikova and Graf up against Navratilova and Rennae Stubbs, with Billie Jean’s players taking the set 5-3 and the lead over Elton’s team.

Andre Agassi celebrates after winning a point at Smash Hits.

At the halfway point, Team Billie Jean held a 9-8 lead which was extended when Philippoussis posted a 5-3 win over Agassi in men’s singles to increase the margin to 14-11.

With the match on the line in the final set of mixed doubles, Agassi and Kournikova fought off Navratilova and Philippoussis through four games, taking the set to a tiebreak, but their effort fell just short in forcing overtime.  The 5-4 win for Team Billie Jean King gave them the match with a final score of 19-15.

Before the on-court action began, the co-hosts and players attended a pre-match reception and live auction, which raised $267,000 of the evening’s total.  The top auction items of the night were the two popular Billie Jean King Wimbledon Packages, which King served up for $32,000 each.  Another coveted item was a hitting session with Andre Agassi and Stefanie Graf – a package that went for $50,000.  Other auction items were a 2011 Super Bowl Package, two Elton John-signed piano benches and a French Open package.  Fifty percent of the funds raised by the auction will support programs in Washington AIDS Partnership.

FINAL RESULTS – WTT Smash Hits presented by GEICO – Bender Arena at American University in Washington, D.C.:

Pro-celebrity set (does not count toward total match score):

Elton John/Martina Navratilova def. Andre Agassi/Stefanie Graf 4-1

TEAM BILLIE JEAN KING def. TEAM ELTON JOHN 19-15

Men’s Doubles: Andre Agassi/Jan Michael Gambill (Team Elton) d. Mark Philippoussis/Eric Butorac (Team Billie Jean) 5-4

Women’s Doubles: Martina Navratilova/Rennae Stubbs (Team Billie Jean) d. Stefanie Graf/Anna Kournikova (Team Elton) 5-3

Men’s Singles: Mark Philippoussis (Team Billie Jean) d. Andre Agassi 5-3 (Team Elton)

Mixed Doubles: Mark Philippoussis/Martina Navratilova (Team Elton) def. Andre Agassi/Anna Kournikova (who subbed for Graf at 2-2) ­5-4

E para complementar, aqui vai o link do vídeo da entrevista de Billie Jean na CNN, faland do World Team Tennis httpv://www.wtt.com/videolibrary.aspx?vid=0

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Documentário com Navratilova, “Breast Cancer, My Toughest Opponent” mostra força da tenista

Todo mundo deve ter acompanhado as notícias, no início do ano, quando Martina Navratilova, 53 anos, anunciou que estava com câncer de mama.

O anúncio da mulher que muitos consideram responsável pela transformação do esporte feminino, com relação à preparação física, chocou o mundo.

Martina, diagnosticada com uma das formas menos severas do câncer, o ductal carcinoma in situ ou D.C.I.S., foi há mais de 30 anos, uma das primeiras tenistas da WTA a investir na preparação física e era a pura imagem da mulher saudável.

Lançou livro de fitness com dicas de exercícios, Yoga, Pilates, e de uma alimentação mais benéfica para a saúde.

Como atleta ganhou 18 títulos de Grand Slams de simples, 31 de duplas e até poucos anos atrás estava conquistando Grand Slam de duplas mistas, somando, no total 59 troféus.

Fiquei surpresa quando vi a checa naturalizada norte-americana andando pelas alamedas de Roland Garros, neste ano e entrando no studio do Tennis Channel, para cumprir seu papel de comentarista.

Mais surpresa ainda fiquei ao ver seu nome na chave inaugural do torneio das lendas femininas, em Paris, em que jogaria duplas ao lado da também checa, Jana Novotna.

Martina não só jogou, mas ganhou a competição.

Ao longo do evento fiquei sabendo que ela estava fazendo radioterapia em Paris. Para não deixar de trabalhar, conseguiu transferir o tratamento para um hospital da capital francesa.

Algumas semanas depois, em Wimbledon, ela anunciou que escalaria o monte Kilamanjaro, no fim do ano, como parte do programa do Laureus Sports Association, em que é embaixadora.

Fiquei pensando que mágica ela tinha feito para estar tão bem em tão pouco tempo.

Desde que ouvi falar de câncer de mama / breast cancer, pela primeira vez, quando ainda estava na adolescência, fiquei sabendo de diferentes casos, de pessoas distantes, próximas, acompanhei o dia-a-dia de parentes sofrendo com a doença e não havia visto alguém conseguir suportar o tratamento, trabalhar e ainda competir, mesmo que de uma maneira light.

Para completar as “descobertas” sobre Martina Navratilova e como ela lidou com a situação, assisti nos úlitmos dias a um especial da CNN, em que a rede de televisão acompanhou a rotina da tenista antes, durante e depois do tratamento. CNN conversou com médicos, amigos, foi a Paris, a Roland Garros e vivenciou o seu dia-a-dia.

O vídeo é uma inspiração e Martina aceitou participar como uma forma de alertar as mulheres de todo o mundo sobre a importância de se fazer a mamografia, a melhor maneira de prevenir a doença.

Não sei se vocês já viram ou não, mas vale a pena assistir e divulgar.  Clique no link da CNN Martina Navratilova talks about her \’greatest opponent yet\’, cancer para assistir os nove vídeos: Diagnosis of a breast cancer; Lumpectomy; An excellent long term prognosis; Radiaton Therapy; French Open begins; Week 4 of Radiaton Therapy; Winning the Legends Final; Final Course of Radiation Therapy; Following up.

PS: cor do post é a cor da campaha do www.cancerdemama.com.br, rosa

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Bob e Mike Bryan os gêmeos músicos que se tornaram os maiores duplistas da história do tênis

O título do Farmer’s Classic, o ATP de Los Angeles, deu aos irmãos gêmeos Bob e Mike Bryan, neste domingo, um lugar na história do tênis mundial.

Ao erguerem o 62º troféu da carreira, na 100ª final que disputaram, eles passaram os lendários Woodies, Todd Woodbridge e Mark Woodforde, na lista dos maiores vencedores do circuito mundial.


Eles estavam tentando quebrar o recorde desde março, quando venceram o ATP de Delray Beach e o feito veio justamente em casa, na Califórnia.

Talvez jogar o torneio de Los Angeles, disputado nas quadras da UCLA, com uma sensação de um torneio familiar, em que todos te fazem sentir bem e em casa, era o que eles precisavam para encontrar a tranquilidade para bater a marca de 61 títulos dos “Woodies,” que há poucas semanas entraram para o Hall da Fama.

Mark Woodforde estava em Los Angeles e assistiu a vitória dos gêmeos. Elogiou a parceria e disse que eles vão ganhar muito mais ainda.

O próximo recorde a ser quebrado pela dupla é o de Martina Navratilova e Pam Shriver, que tem 79 troféus juntas.

“Quando começamos nunca imaginamos quebrar o recorde dos Woodies. Eram o Everest para gente,” afirmou Bob.

Maiores represententas da categoria na última década, Bob e Mike deram nova cara ao jogo de duplas. Extrovertidos, músicos nas horas vagas, com disco gravado, patrocinados por grandes empresas como a K-Swiss, Oakley, Prince, entre outras, os Bryans não deixaram a bola cair nas duplas, pelo contrário, deram maior valor e visibilidade à disputa.

Com o recorde quebrado, o tênis ganhou espaço novamente na grande mídia mundial.

Selecionei aqui alguns links de matérias interessantes  que saíram sobre eles, as duplas e o recorde, incluindo a entrevista que a Tennis View fez com os dois, na edição 104.

Bryans on court with Pat Cash, no programa Open Court da CNN. http://bit.ly/ccANgS

Champions and Saviors – Peter Bodo – http://bit.ly/cCBhjL “The Bryans brought an entirely new level of dedication and passion to doubles, serving as competitors as well as advocates and impresarios. Their extreme work ethic and unapologetic zest for the game opened eyes and demanded respect as well as attention. Thus, when tennis officials toyed with the idea of emasculating doubles to the point where the game would be nothing more than tournament filler, the Bryans led the charge to save doubles. Their record and commitment to doubles cloaked them with credibility—and gave them a platform—that could not be ignored by men like Etienne de Villiers, who became the ATP tour CEO at a bleak time for doubles, in 2005.”

Bryans Take Rocky Road to Record Win http://bit.ly/b0gENm

“Well-known for their chest bumps after closing out big wins, the Bryans were a bit more enthusiastic Sunday. After Mike put away match point on an overhead smash, he and Bob both dropped their rackets, with Mike jumping into his brother’s arms.”

Entrevista da Tennis View com Bob e Mike Bryan – http://bit.ly/cFRRi3 “Sempre, desde cedo, viajamos com os nossos instrumentos musicais e tocávamos com amigos nas festas dos torneios, ocasionalmente, em eventos de caridade e depois que o David Baron cantou, em 2008, no Jantar de Gala de Caridade que fazemos todos os anos, decidimos tentar gravar o disco. Nos divertimos tanto fazendo esse album em Los Angeles…”

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Os meus best sellers na literatura do tênis. Agassi, Serena, Sampras, Seles, Ashe, McEnroe…

Uma troca de mensagens no Twitter, na tarde desta quarta-feira, me fez pensar em livros.

A questão se referia aos livros das irmãs Williams.

Fã de livros, ainda mais de autobiografias, na hora respondi que o da Serena valia a pena ler.

O da Venus, Come to Win: Business Leaders, Artists, Doctors, and Other Visionaries on How Sports Can Help You Top Your Profession ainda não li. Quando vi o título pela primeira vez pensei se tratar de um daqueles livros chatos, com muita auto-ajuda, mas lendo algumas páginas, disponíveis nos sites internacionais de livrarias virtuais, está me parecendo muito mais um exemplo de como o esporte pode mesmo te ajudar na vida. Há depoimentos inclusive do ex-presidente norte-americano Bill Clinton.

Bem diferente do livro da Serena – aliás, difícil as irmãs fazerem coisas iguais, estão sempre juntas, mas se diferenciando uma da outra -, que é uma autobiografia.

Fiquei pensando no que me atraiu no livro dela. A primeira razão de adquirir um exemplar foi puramente profissional.

Como editora de uma revista de tênis tenho por obrigação ler materiais como este. Achei estranho e ainda acho ler autobiografias de tenistas que ainda estão em atividade, mas ao ler o Serena Williams, On The Line, não senti falta da carreira dela ainda não ter terminado. Demorei para pegá-lo para ler e confesso que o livro não foi um daqueles que fluiu, que me fez virar página após página, sem parar. Mas, foi um livro que me trouxe muita informação sobre a história dela e de toda a família Williams que eu jamais havia ouvido falar e o interessante é ler sobre essas histórias não por alguém que apurou os fatos e escreveu, mas sim da própria personagem.

Ela conta com detalhes como era a vida na Califórnia, bem antes da fama, como no início todas as irmãs treinavam, como iam para o treino – em uma van -, como ela convenceu o pai que jogaria o primeiro torneio, como aconteceu a mudança para a Flórida, como viveu a morte da irmã Yetunde e por aí vai.

Dá para perceber no livro também a admiração que ela tem pela irmã Venus, que desde a infância mantém o papel de irmã mais velha e protetora e entre outras coisas, que sua vida se divide entre a de uma super atleta, de celebridade e de uma pessoa normal, que vai à faculdade e faz curso de manicure.

Por ser uma rica fonte de informações, gostando ou não da Serena e suas attitudes, a leitura de On The Line é válida.

Ao pensar um pouco no livro dela, olhei em volta da minha sala na redação da Tennis View e percebi quantos livros de tênis eu já tinha lido. Resolvi então fazer uma seleção dos mais interessantes, começando pelo livro de Andre Agassi, Open, que teve sua versão em português lançada recentemente.

Independentemente de toda controvérsia que surgiu semanas antes do livro ter sido lançado, com Agassi confessando ter usado drogas e mentido em um tested a ATP, eu já teria adquirido o exemplar, imaginando que se Agassi estava lançando uma biografia teria algo de novo para contar.

Toda a controvérsia gerada com os capítulos publicados pré-lançamento no The Times da Inglaterra, os depoimentos dos jogadores, praticamente todos atacando o norte-americano e sua entrevista no programa 60 minutes, em que parecia completamente transtornado, aumentaram ainda mais a minha curiosidade.

Este livro sim, eu devorei. Mais ainda do que o livro da Serena, o do Agassi traz, muito além da história das drogas e da peruca, uma verdadeira descrição de quem ele é e como viveu, desde o momento em que o pai colocou uma raquete na mão dele até os dias de hoje, a relação de amor e ódio com o esporte.

O livro todo, capítulo a capítulo, é baseado nas relações de Agassi, começando pelo pai e passando pela mãe, os irmãos, o ex-melhor amigo Perry Rogers, Nick Bollettieri, Gil Reyes, Brooke Shields, Steffi Graf, entre muitos outros. Cada página foi tão bem escrita – Agassi contratou o vencedor do prêmio Pulitzer, J.R. Moehringer – que apesar de ser uma autobiografia de um tenista você parece estar lenda uma verdadeira obra prima, diferente de qualquer outro livro de tênis, de esportes, que eu já tenha lido.

Os capítulos estão tão bem amarrados, que quando você está lendo o livro, sem pular páginas, a parte que fala das drogas, da peruca, do exame anti-doping da ATP, não chocam tanto, porque lendo a história todo você parece entender o ser humano Andre Agassi.

Os fãs de romance vão adorar todo o relato de como ele se apaixonou por Graf e a conquistou.

A lista de livros é grande e se for relatar o que cada tenista contou é melhor eu começar a escrever um livro sobre os livros e deixar todos os meus outros afazeres de lado.

Continuo aqui observações mais sucintas sobre os outros livros.

You Can Not Be Serious, do John McEnroe é outro livro que se destaca nas autobiografias dos tenistas. Não sei, se no meu caso, por eu não ter acompanhado de perto a carreira dele, mas me trouxe também muita informação e a leitura foi das mais agradáveis.

O livro de Pete Sampras, a Champion’s Mind, ou em português Mente de Campeão, também entre na lista dos meus favoritos. Ao ler o livro não estava achando tão interessante, mas com o passar das páginas fui percebendo que havia ali muitas passagens que nunca haviam sido contadas e que o objetivo do livro, de relatar como pensa um campeão, estava sendo cumprido. A visão de Sampras sobre o que é ser um atleta profissional e como ele trilhou o seu caminho, merecem atenção.

Fã de Monica Seles, desde criança, devorei o livro Getting a Grip on My Body, My Mind, My Self. Muito mais do que aprender sobre a carreira vitoriosa dela, antes da fatídica facada, o livro é um fiel relato de como ela viveu aquele momento e como o acidente transformou completamente a sua vida, causando sérios danos a sua saúde mental e física. É chocante ler as descrições de como ela perdia o controle com a comida, como se sentia mal quando vestia uma roupa de jogo e ficava apertada e quanto tempo demorou para ela conseguir sair do buraco.

Adorei ler o livro de Boris Becker, The Player. É outro livro, que já começa falando do episódio em que ele engravidou uma garçonete, em um bar de Londres, após o seu último jogo como profissional e em que você sente de fato estar ouvindo a própria voz do autor página após página.

O “Je Voulais Vous Dire,” de Henri Leconte, também me agradou muito. Não era um tenista que eu conhecia muito, apesar de sempre ler e ouvir histórias sobre ele. O livro, além de detalhes da carreira, relata como era o circuito nos anos 80 e início dos anos 90, o que é sempre interessante.

Um dos primeiros livros que li, antes mesmo de me tornar jornalista e guardo até hoje é o Arthur Ashe, Days of Grace, que ele escreveu com Arnold Rempersad, um ano antes da sua morte.

O livro de Billie Jean King, Pressure is a Privilege: Lessons I’ve Learned from Life and the Battle of the Sexes, é pequeno, com poucas páginas e fácil de ler. É também um livro de auto-ajuda, com conselhos desta lenda mundial que tanto fez e continua fazendo pelo tênis. Mesmo sendo um livro pequeno, dá para ter mais apreço ainda pela pessoa especial que é Billie Jean. Foi a primeira vez que li, em detalhes, como foi a famosa “Battle of the Sexes,” entre ela e Bobby Riggs.

Outro livro que não é exatamente uma autobiografia, mas é bem interessante é o de Martina Navratilova, Shape Your Self. Entre dicas de hábitos saudáveis, alimentares e físicos, ela conta alguns detalhes da sua vida no circuito.

Best Seller do New York Times, o livro de James Blake.

Breaking Back: How I Lost Everything and Won Back My Life, não me entusiasmou. Não trouxe quase nada que eu não soubesse sobre sua história. Talvez, para um leigo no esporte, seja interessante.

Os livros de Roger Federer, Quest for Perfection – sera lançado em português ainda neste ano –  e de Rafael Nadal, “Rafael Nadal, a biografia de um ídolo do tênis,” de Tom Oldfield, não são auto-biográficos, mas são boas fontes de informação, especialmente o de Federer, do amigo jornalisa René Stauffer.

Tenho dois livros na minha prateleira, me olhando diariamente, o de Rod Laver, The Education of a Tennis Player e do Fabrice Santoro, A Deux Mains.

Mas, estou lendo outros dois livros fora do esporte e é preciso ler outras coisas de vez em quando.

Assim que concluir a leitura de ambos faço um post contando  o que achei de cada um deles.

Ah, já ia me esquecendo. Tem outros dois livros que gostei muito de ter lido, com histórias interessantes do circuito, o do Brad Gilbert, I’ve Got Your Back e o de Nick Bollettieri, My Aces, My Faults.

Já li inúmeros outros livros de tênis, mas assim de cabeça – já saí do escritório com minha prateleira repleta deles – são os que me mais me recordo e com certeza, se recordo é porque ou são recentes, ou são os mais legais.

PS – Quase esqueci, mas jamais poderia. Aqui Tem, o livro do Fernando Meligeni com o jornalista André Kfouri é uma agradável leitura das melhores passagens do tenista no circuito mundial. Só o fato de Meligeni, um tenista, ter  conseguido lançar um livro no Brasil, país em que pouco se lê, merece aplausos.

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