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Nem Serena, nem Nadal. O primeiro Grand Slam do ano é de Na Li e Wawrinka.

Há duas semanas só se falava em Serena Williams, Rafael Nadal, Victoria Azarenka, Novak Djokovic, um pouco sobre Maria Sharapova, Roger Federer, Andy Murray e Juan Martin del Potro. No entanto, quem saiu de Melbourne erguendo os trofeus do Australian Open foram Na Li e Stanislas Wawrinka.

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Na Li Australian Open championA chinesa vinha chegando perto do título há alguns anos, mas sempre parecia faltar algo para que o sonho de vencer o “Grand Slam da Ásia Pacífico,” fosse realizado.  Wawrinka vinha melhorando mês a mês, desde o incrível jogo com Djokovic, no ano passado, neste mesmo Grand Slam. Mas, até então, de fato imaginar que o trofeu não ficaria nas mãos de um dos top 4 – só Safin e Del Potro conseguiram tal feito desde 2005 – também parecia sonho.

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Na Li chegou ao título de maneira consistente, depois de salvar match point contra Safarova, na terceira rodada e com a chave aberta não precisou nem enfrentar tenista entre as top 20 para ganhar o seu segundo Grand Slam. Mas, isso não importa. Ninguém vai lembrar, anos lá na frente, ao olhar o nome de Na Li entre as campeãs na Austrália, de quem ela ganhou para se tornar a detentora do título.

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Assim como pouquíssimos lembraram hoje da final abandonada por Justine Henin, diante de Amelie Mauresmo, em 2006, quando começaram a levanter a hipótese de Nadal desistir no meio da final contra Wawrinka, após ser atendido pelo médico, sentindo dor nas costas. Wawrinka Australian Open champion

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O número 1 suíço, isso mesmo – confesso que é estranho escrever o número 1 para o Wawrinka, até ele disse na entrevista que apesar de ser o primeiro jogador do seu país, ainda acha que está atrás de Federer, mereceu o título. Ganhou de Djokovic nas quartas-de-final, de Berdych na semi e vinha fazendo um jogo brilhante até Nadal dar sinais de que algo estava bem errado.

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Conseguiu administrar a situação de ver um adversário lesionado e apesar de ter perdido o terceiro set, não deixou a cabeça ir muito longe, já pensando no trofeu, no título, na hora de fechar o jogo no quarto.

O tênis esperava comemorar os recordes de Serena Williams e Rafael Nadal neste Grand Slam. Serena se aproximaria cada vez mais de Chris Evert e Martina Navratilova, venceria o 6º Australian Open. Nadal se tornaria o primeiro tenista depois de Rod Laver a vencer todos os Grand Slams pelo menos duas vezes e igualaria a marca de 14 trofeus de Pete Sampras, que estava lá para entregar a taça ao campeão.

Mas, em vez disso o torneio viu dois novos campeões e dos mais populares, triunfarem na Rod Laver Arena. É um interessante início de temporada para a ATP e para a WTA.

Bravo, parabéns Na Li e Wawrinka.

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Campeão Djokovic, cada vez mais número um. Análise e entrevista.

Se 2011 foi o grande ano da carreira de Djokovic, ganhando o Australian Open, Wimbledon e o US Open, 2012 viu o tenista conseguir se manter no topo, disputando três das quatro finais de Grand Slam e ganhando o mesmo torneio em Melbourne. A temporada 2013, com o tricampeonato consecutivo na Rod Laver Arena, começa consolidando a condição de número um do mundo do sérvio.

Djokovic Australian Open campeao

Com muito menos drama, emoção e horas em quadra do que no ano passado quando precisou de 5h53min para derrotar Rafael Nadal, Djokovic venceuAndy Murray por 6/7(2) 7/6(3) 6/3 6/2 para conquistar o inedito tricampeonato consecutivo do Australian Open, na Era Aberta, o quarto da carreira na Oceania e o 6º Grand Slam para a sua coleção.

Federer, Nadal, o próprio Murray, ganham um ou outro torneio de vez em quando, mas aos pouquinhos Djokovic vai dominando o mundo do tênis, conquistando os sonhos de criancinha. Desde pequeno ele já dizia querer ser número um do mundo.

E o mais interessante é que faz tudo isso de uma maneira intensa e leve ao mesmo tempo. Fico perplexa como ele consegue dar conta de tanta coisa e fazer tudo parecer parte do trabalho, normal e divertido.

É intrigante – e isso ele não conseguiu explicar bem – como consegue jogar mais de 4 horas e voltar para a quadra 48h depois e derrotar Tomas Berdych, sem problemas e em seguida arrasar David Ferrer? Não reclamou das horas em quadra, do cansaço, apenas disse que estava fazendo tudo legalmente possível para estar em forma. E estava.

Entre um jogo e outro ele ainda se diverte. Entrou na quadra vestido de médico, no jogo dos Seniors, para acudir Henri Leconte; li que até algumas palavras em chinês ele falou com Jie Zheng; e muitas outras coisas que ele deve ter feito para se divertir que fogem aos nossos olhos.

A vinda dele ao Brasil, alguns dias depois de ganhar o Masters, mostraram a disposição e vontade dele de aproveitar o momento incrível. Mas até aqui fiquei surpresa com a quantidade de coisas que ele fez e todas parecendo curtir cada momento.

Ele tirou férias e que não foram muito longas e agora já está de novo com um trofeu de Grand Slam na mão.

A entrevista coletiva da vitória em Melbourne  - coloco alguns trechos – acho que dá para entender um pouquinho como funciona a mente do supercampeão Djokovic. Um tenista determinado, em busca da vitória, consagração, sucesso, que sabe o papel que tem no esporte, mas que consegue fazer as obrigações do dia-a-dia se tornarem, de certa maneira, prazerosas.

Djokovic Melbourne

Q. How hard was that match for you tonight?

NOVAK DJOKOVIC: It’s hard. I mean, when you play one of your biggest rivals and somebody that is in the top form in finals of a Grand Slam, there is a lot to play for. I think it went 2 hours, 20 minutes, the first two sets. I think that says enough about the intensity of the match. I kind of expected that. I knew that it’s going to be physically very demanding, a lot of long rallies, so I needed to hang in there. I’ve done that. There was a few turning points in the match. Maybe one of them was the second game in the second set when I was Love-40 against the breeze. He missed a few shots. I managed have that crucial hold. After that I felt just mentally a little bit lighter and more confident on the court than I’ve done in the first hour or so.

 Q. How does this compare with the others you’ve won, the feeling?

NOVAK DJOKOVIC: Every tournament, especially the major tournaments, is very special. So every win, of course also adding to that the history part, you know, winning it three in a row,it’s incredible. It’s very thrilling. I’m full of joy right now. It’s going to give me a lot of confidence for the rest of the season, that’s for sure.

Q. Andre Agassi always played verywell in this tournament. You got the trophy from him tonight. Is there something similar in your attitudes, styles, that means you tend to start the season in such terrific form?

NOVAK DJOKOVIC: Maybe the style of clothing that we had. He had many colors and I love colors, so on that regard maybe there is some similarities. But, no, also he’s I think one of the players that changed the game – not just the game itself, but also the way the people see it. He’s a legend of the sport, of course. He had so much success. He won everything: Gold medal, Olympic Games, Grand Slam, everything.vAlso he made a huge impact on the sport by changing the style. He was I think one of the first baseline groundstroke players on the tour. Most of the players before him were playing serve and volley. That’s where the game startedvto change a bit and you could have more players winning the events from the baseline. So it was obviously a big pleasure and honor for me to receive the trophy from him.

Q. What are your goals for the rest of the season? Is the French Open a priority for you now?

NOVAK DJOKOVIC: Priority for me now is to enjoy this victory. In life, you know, you don’t get many of the opportunities to win Grand Slams. As a tennis player, that’s a pinnacle of the ambitions and of the success.vSo I try to enjoy it for few days with the people I love the most, family, friends, and team. And then after I turn to the rest of theseason. It’s Davis Cup already coming up,vindoors, clay courts, next weekend, so that’s going to be a lot of fun (smiling).vAnd then after that, obviously — there is still four or five months till the French Open. Of course, I want to go all the way in French Open.vI went to the finals last year and had a great match against Rafa, but he’s always the favorite on that surface and he’s the ultimate player to beat on clay.vBut I think if I continue on playing well, stay healthy, I can have a chance.

Q. You had tough losses to Rafa and Roger and Andy in the last three Grand Slams coming in here. Going into today, any special motivation saying that you wanted anothervGrand Slam title?

NOVAK DJOKOVIC: What more motivation you need than from this trophy? Just seeing it and reading the names of the winners in last 50, 100 years, it’s incredible. To be also mentioned in the history aspect, you know, and winning three in a row, it’s a huge achievement. So I’m always motivated in every match that I play on. But of course Grand Slam finals are always bringing something new, something special to every player, and that’s where you want to perform your best.

Q. This final and last year were incredibly physical. Do you get a sense it’s taking stuff out of you or you’re just taking it in your stride?

NOVAK DJOKOVIC: Well, as somebody that has experiences playing on the big stage in Grand Slam finals, especially against the top guys, I expected that to happen. I tried to use that necessary experience in the past to implement that in my game, in my mental approach and mindset before this final. I didn’t expect an easy match. You never get the Grand Slam trophy in an easy way. You have to earn it. I’m very glad that I’m sittin next to it now.

Q. You spoke about Andre. Are you changing the game, too? If yes, in what aspect do you think?

NOVAK DJOKOVIC: I leave you guys to judge about changing the game or not. I’m just trying to play this game with 100% of devotion, love, passion, and fun also. I mean, 25 years old and I won six Grand Slams and have a lot of trophies. It’s amazing. You know, I’m just trying to embrace this moment and enjoy it as much as I can and see where tomorrow brings me.

Q. Do you switch from one surface to another surface?

NOVAK DJOKOVIC: That’s why I said it’s going to be a lot of fun next weekend to see how I can adjust to clay court in indoor conditions, playing away Davis Cup, which is always tricky. But, look, you know, right now my thoughts are going in this trophy, enjoying as much as I can. Hopefully I’m going to have time to recover and get ready for that tie.

Q. Do you think you’re the funnest guy in players nowadays?

NOVAK DJOKOVIC: Do you think (smiling)?

Q. I also heard from some ballkids, they said you are always humor. I notice you said hello to Jie Zheng in Chinese in the press conference, too. I want to know about your philosophy in life for humor?

NOVAK DJOKOVIC: It’s tough to find a rational answer for that question. But the only thing I can say is I try to enjoy what I do and every moment of the life that I have is a blessing. There is so many athletes, professional tennis players around the world and it’s such a global sport, they want to be the best in what they do. They want to succeed. Many of them, they don’t succeed in the end. I’m fortunate to have this opportunity and to succeed. I mean, what else can you do but to be happy and try to, you know, bring that joy to the other people around, especially in the tournaments. Everybody has bad days. I’m not always funny or laughing. It’s normal. But generally I’m aware of the fact that it’s an incredible trip for me, you know, being a professional tennis player.

I don’t know if you’re informed or not. I got the permission to leave tonight actually very early in the morning, not tomorrow. So I’m very sorry, and I apologize for not talking to you furthermore tomorrow.The main reason for that is because I want to get to Europe as quick as possible so I can be ready for the Davis Cup tie. I hope I find your understanding for that.

In the end, there is a little tradition that we try to initiate in World Tour Finals in London, the end of the year, the last press conference, gave chocolate to all the people who were in the press. I want to start the year with the samething, if you allow me. Let’s keep it sweet.

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Nós também “vivemos” por jogos épicos como o Djokovic x Wawrinka

Mais uma vez o tênis saiu vencedor. Quantas vezes já escrevi essa frase? Não importa. Ao ouvir Novak Djokovic falar em quadra, depois de passar 5h02min lutando para derrotar Stanislas Wawrinka por 1/6 7/5 6/4 6/7 12/10, nas oitavas-de-final do Australian Open, que é “por momentos como esses que ele joga tênis,” fiquei pensando que é por isso também que todos nós assistimos, acompanhamos e somos fãs deste esporte.

Novak Djokovic Australian Open

Sem contar o sono de quem ficou a madrugada toda acompanhando o Australian Open, quem não teve vontade de pegar a raquete e ir para a quadra depois de assistir esse épico?

Outro dia, conversando com uma amiga jornalista, estávamos falando sobre o porque de termos escolhido essa profissão. Uma das razões, sem dúvida, foi para estar onde a notícia acontece, para poder escrever sobre momentos como este, mesmo não estando em Melbourne.  Quem assistiu essa partida sentado na Rod Laver Arena não vai esquecer jamais.

É por isso, por jogos como estes, também que o fã de tênis acompanha o esporte.  Como já escrevi ontem, se fosse um jogo 6/3 6/2 6/3 do Djokovic ganhando do Wawrinka, todo mundo teria voltado pra cama, cochilado, ficaria zapeando com o controle remoto. Mas não. Não desgrudamos o olho da TV.

O jogo épico entre Monfils e Simon já ficou para trás. Djokovic e Wawrinka superaram em tempo (os franceses ficaram 4h43min em quadra) e em nível técnico. Mostraram para o público uma diferença notável. A do físico. Apesar de ambos estarem cansados – quem não estaria jogando cinco horas? – estavam muito mais fortes do que os franceses.

Li a entrevista do Simon no dia seguinte após a batalha contra o compatriota e fiquei um pouco perplexa com a resposta do número dois francês, quando perguntaram se ele não teria que melhorar o físico, fazendo uma comparação com Murray que havia melhorado muito. A resposta dele foi que o tipo físico dele era diferente do de Murray e que nunca seria igual ao britânico. Claro, cada um tempo um corpo, mas hoje em dia, no tênis, quem não tem resistência física e mental não consegue se recuperar.

Não estou muito preocupada com as condições de Djokovic para enfrentar o Berdych na próxima rodada. Mas, com as condições de Simon estou, e muito. Como ele mesmo disse, Murray era magrinho, fraquinho e melhorou muito. Porque ele não pode evoluir também? Só assim conseguirá passar para um outro nível.

Wawrinka x Djokovic Australian Open

Wawrinka aguentou o jogo de igual para igual com Djokovic, porque teve físico para isso. No final, Djokovic foi um pouco mais forte mentalmente e contou com a experiência nesses jogos longos, como ele mesmo admitiu que fez a diferença.

Como em tantos jogos, não só no Australian Open, que acabaram tarde, que levaram os tenistas ao limite, a serem chamados de super-tenistas, quem ganha é o tênis. Pelo menos no curto prazo.  O #ausopen e #wawrinka estavam alternando a segunda posição nos assuntos do momento no twitter, perdendo só para o #arsenal. O jogo já ganhou espaço nos principais meios de comunicação mundo afora e nem foi uma final.

O que jogos como esse trazem, são pessoas que não são tão fãs de tênis, comentando sobre a partida, onde quer que você vá.

Durante o jogo vi sugestões de gente que vive e viveu do tênis, dizendo que o quinto set deveria ser um tie-break no Grand Slam, como acontece no US Open. Um dos favoráveis a essa mudança de regra foi Ivan Ljubicic. Tenho dúvidas, mas não acho uma má ideia.

O jogo seria emocionante da mesma maneira, os tenistas seriam mais preservados e as transmissões de televisão seriam um pouco mais previsíveis. Mas é justo um jogo de cinco sets acabar num tie-break? Se acabasse no tie-break saberíamos o limite de um tenista? Não sei. Mas precisamos saber?

Pensamento que merece aprofundamento, estudo e enquete com os próprios tenistas.

Com certeza vai ser pauta entre os jornalistas de tênis e quero ver o que jogadores, dirigentes, redes de televisão tem a dizer sobre isso.

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Essa batalha épica, Simon x Monfils, era tudo o que o Australian Open precisava

Por que gostamos tantos desses jogos?

Eu não era a única. Estava vendo diversos comentários e um monte de gente comentando que o Australian Open, até então, não estava empolgando. Bastou esse jogo de 4h43min, em que Gilles Simon venceu a batalha épica francesa contra Gael Monfils, por 6-4 6-4 4-6 1-6 8-6 ,que tudo mudou. Já estou louca para que chegue a próxima rodada para ficar grudada na TV.

Gilles Simon Australian Open battle

Sou acostumada, todos os anos, a dormir tarde, acordar cedíssimo para ver os jogos noturnos de Melbourne, a passar duas semanas com o relógio todo errado. Mas, neste ano, o Australian Open ainda não havia me fisgado. Pensei que talvez fosse por ter voltado de Londres sem ter feito preparação alguma, ou seja, lido sobre tênis durante duas semanas ou assistido jogos na TV. Nada disso. Era o torneio que ainda não havia empolgado mesmo.

Claro que todo mundo gosta de ver uma exibição de gala de Roger Federer, Maria Sharapova, Novak Djokovic, Andy Murray, Serena Williams. Mas, eses jogos tão breves e unilaterais não mexem com as nossas emoções, não nos fazem acordar cedinho e não cair no sono de novo. Amanhã mesmo não vamos nem lembrar, na ponta da língua, de quem a Sharapova ganhou de 6/0 6/0 na primeira rodada.

Quem se lembra dos adversários fáceis que Federer enfrentou em 2008? Pouquíssimos acredito. Mas, todos se lembram do jogo épico entre Lleyton Hewitt e Marcos Baghdatis que varou a madrugada em Melbourne.

Não precisamos nem ir tão longe. Não consigo dizer, sem ter que pensar um pouco, de quem Rafael Nadal e Novak Djokovic ganharam antes de chegaram à semi do Australian Open e fazerem o jogo mais longo de uma final de Grand Slam todos os tempos.  Gael Monfils Australian Open battle

Diante de todos esses aspectos e do jogo entre Monfils e Simon, fiquei pensando, o que torna essas batalhas de gladiadores, de super-atletas, tão interessantes para o ser humano? Monfils e Simon, jogando 4h43min, não estavam apresentando um tênis do mais alto nível.

Eu mesma estava assistindo o jogo naquele estado, na cama, com um olho aberto e outro quase fechando. Até que no meio do terceiro, set, acho que no 3/3, reparei no Monfils agachando, se alongando e pensei.. Ih, esse cara está cansando, o jogo pode ficar interessante, porque o Monfils é lutador, vai correr agora atrás de todas as bolas. Foi o que aconteceu.

O que vimos em quadra foram dois tenistas transformados em super atletas, indo além dos limites, ninguém querendo sair de quadra sem lutar até o final, sem desistir, jogando na adrenalina, esquecendo as dores, mostrando fragilidade ao ter cãibras diante das telas do mundo todo, mas continuando a jogar.

Queremos torcer para um, mas ao mesmo tempo não queremos ver o outro que está lutando da mesma maneira intensa, perder.

Talvez, ao assistirmos jogos que fogem ao comum, apesar de estarmos vendo atletas superando os próprios limites, nos sentimos mais próximos deles, quando eles deixam transparecer as emoções. E em jogos épicos, não há como escondê-las.

Por isso que os Grand Slams e a Copa Davis são diferentes e os jogos em cinco sets nas finais do Masters 1000 também eram.

Alguns vão dizer que estou sendo imediatista e que agora o Simon não vai conseguir se recuperar para enfrentar o Murray nas oitavas-de-final. Pode ser que não consiga e dificilmente, com seu frágil corpo, estará em condições de jogar de igual para igual contra o campeão do US Open. Poucos conseguem se recuperar, como fez Rafael Nadal após vencer Fernando Verdasco na semifinal, em cinco longuíssimos sets e ganhar o campeonato, alguns anos atrás. Mas isso faz parte do jogo e vira uma outra questão para muito mais discussão.

O ponto agora é admitir que adoramos assistir essas batalhas e que era isso que o Australian Open precisava. Jeremy Chardy até venceu um jogo e tanto, em cinco sets, contra Juan Martin del Potro, mais cedo em Melbourne, mas foi longe de ser uma batalha heróica.

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Rafa

Desde que acabei de ler a biografia do Nadal, RAFA, de John Carlin, publicada aqui no Brasil pela Sextante, queria ter escrito sobre ele, fazendo uma resenha daquelas.

Mas, terminei a leitura no meio de uma época conturbada de trabalho e acabei deixando passar.

Continuo, como sempre, atolada de coisas para fazer, mas no meio do primeiro Grand Slam do ano, achei que valia a pena recomendar a leitura.

Antes de tudo, gosto de biografias, ainda mais quando são bem escritas.

A do Nadal, a exemplo da de Andre Agassi foi feita por um aclamado escritor, John Carlin, autor de Invictus. A de Agassi, foi escrita por um vencedor de Pulitzer.

Essas características por si só, já fazem a diferença.

As comparações, no entanto, param por aí. São bem diferentes.

Apesar de achar que biografias devem ser escritas quando o personagem em questão encerra a sua atividade de destaque, no caso, como fez Agassi, a de Nadal vale a pena.

Entre descrições detalhadas de jogos importantes da carreira do espanhol, que te fazem sentir dentro da quadra, há inúmeras páginas dedicadas à pessoa Rafael Nadal, que acabam por mostrar como tudo o que faz dele quem ele é, influenciaram e influenciam a sua carreira.

O mais surpreendente para mim foi como, ao ler o livro, deu para me sentir muito mais entendida sobre ele.

São passagens como a que ele revela o medo do escuro; de tempestades; o desejo de comprar um carro uma vez durante Roland Garros e que o pai não deixou; a relação próxima com a irmã Maribel; como ele se sentiu quando os pais se separaram – aliás, o pai aparece como muito presente na carreira dele, muito mais do que podia imaginar – e olha que eu costumo saber destas coisas -; como foi cada processo da descoberta e de recuperação das lesões mais sérias, inclusive detalhando visitas a médicos que jogadores raramente gostam de comentar, que fazem do livro especial.

São detalhes dos jogos mais importantes que revelam uma vontade de vencer ainda maior do que a vemos quando ele luta em cada ponto até o final.

Não sei que resultado esperar do confronto com Roger Federer na semifinal do Australian Open, depois desta vitória sobre Tomas Berdych, de virada.

Mas, com certeza, um grande espetáculo de tênis e a julgar pelo que aprendi no livro, um Nadal diferente do que vimos até agora em Melbourne.

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Djokovic, o “Imperador da Sérvia,” quer reinar de novo no Australian Open

Novak Djokovic continua impressionando neste início de 2011. Com motivação em alta e principalmente muita confiança depois de vencer a Taça Davis no final do ano, enfrentará Roger Federer por uma vaga na final do Australian Open. Desde Roland Garros do ano passado ele vem evoluindo. Alcançou as quartas em Paris, a semi em Wimbledon e foi à final do US Open. Quer agora conquistar o título.

Reproduzo neste post a matéria – editada – que escrevi sobre Djokovic para a última edição da Tennis View, falando sobre a Davis, mas principalmente como Djokovic se tornou o jogador que é hoje, desde o início da carreira e mostrando sua importância como líder muito além das quadras na Sérvia.

Tenista é o “Novo Imperador” da Nação

A Sérvia se tornou o 13º país da história a vencer a Taça Davis. Com Novak Djokovic, Victor Troicki, Nenad Zimonjic e Janko Tipsarevic, a nação venceu a França de Gael Monfils, Gilles Simon, Michael Llodra e Arnaud Clement, por 3 jogos a 2, na Arena de Belgrado, no início de dezembro.

A conquista marcou um momento histórico para o jovem País, o maior feito esportivo da República da Sérvia, nome que foi oficializado apenas em 2006, quando se separou de Montenegro.

A história, em um breve relato, explica a importância do feito para os jogadores e a população. Desde os séculos XV e XVI a região viveu mais conflitos e dissoluções, do que se pode imaginar. Foram décadas de luta com o Império Otomano, fizeram parte do Império Austro Húngaro,  do Habsburgo, do Russo, viveram a Primeira Guerra Mundial, a Guerra dos Balcãs, foram dominados pelos alemães na II Guerra, se desentenderam com os países vizinho, passaram pela Guerra da Bósnia, do Kosovo, foram chamados de Iugoslávia, Sérvia e Montenegro, até finalmente, quatro anos atrás serem oficializados República da Sérvia.

A guerra esteve presente na vida de todos os tenistas e do público presente na Arena de Belgrado, até um passado bem recente. Conquistar a Taça Davis era então prioridade para o líder da equipe Novak Djokovic.

“É o maior momento da minha carreira. Não se compara a nenhum outro. A alegria de estar aqui com os meus companheiros de equipe e de dar esse título ao meu país é imensa,” comemorou Djokovic, campeão do Australian Open em 2008.

Antes de vencer a Taça Davis, internacionalmente, como esporte coletivo, a Sérvia havia conquistado uma medalha de prata no vôlei, nos Jogos Olímpicos e vencido o campeonato europeu de basquete.

Carente de ídolos e de motivos para festejar, o País parou para celebrar os novos expoentes e o mundo entendeu a importância da competição entre nações.

DJOKOVIC, o Novo Imperador

Apesar do ponto decisivo do confronto ter sido dado por Troicki ao derrotar Llodra, foi Djokovic quem liderou a Sérvia, desde a sua primeira participação na Copa Davis, em 2004, ainda como representante de Sérvia e Montenegro, na Terceira Divisão do Zonal Europeu.

Primeiro campeão de Grand Slam do País em 2008, vencendo o Australian Open, mesmo ano em que Ana Ivanovic ganhou Roland Garros, Djokovic construiu um novo Império na República da Sérvia, o Império Novak. Através de negócios com a família e com os dirigentes governamentais, conseguiu expandir o seu sucesso no tênis, muito além do que as compatriotas Ivanovic e Jelena Jankovic vem fazendo.

Com o pai Srdjan dirigindo os negócios da família, através da Family Sports e a mãe, Djana, à frente também, Novak se tornou sinônimo de prosperidade na Sérvia e maior estrela do País. Mais popular até do que os jogadores de futebol Dejan Stankovic, da Inter de Milão e Nemanja Vidic, do Manchester United.

O tenista conseguiu, em meio a um já complexo calendário da ATP, há dois anos, trazer um torneio ATP 250 para a capital durante a temporada de saibro; abriu dois restaurantes em Belgrado, uma loja de esportes, a Novak Shop, tem um clube de tênis com spa, onde o ATP é disputado e está construindo um Centro de Treinamento, o CT Novak, com apoio do Governo, e lançamento previsto para o segundo semestre de 2011. O CT terá cinco quadras cobertas e outras 15 ao ar livre além de um hotel. A ideia é ter 50 pessoas treinando simultaneamente, com metade do espaço reservado aos jovens talentos sérvios.

“Na Sérvia nós não temos estrutura alguma. O jogador está sozinho. Se ele quiser evoluir tem que sair do País e queremos acabar com isso,” afirma o Sr. Srdjan, o pai de Novak.

É o mesmo Sr. Srdjan também quem representa as marcas patrocinadoras do filho, Head e Sergio Tacchini em toda a região dos Balcãs.

Tudo é comandado do escritório da Family Sports, empresa aberta há quatro anos e cujas instalações se assemelham a de uma corporação do mais alto padrão, com salas de reuniões, conferências e uma organizada e luxuosa sala de troféus.  Quem quiser conhecer um pouco mais é só acessar o site do tenista – http://www.novakdjokovic.rs – e assistir a apresentação dos negócios Novak, em 3D.

Um dos restaurantes Novak fica justamente no primeiro andar do Prédio da Family Sports e lá turistas e fãs podem adquirir chaveiros, canetas e mimos em geral do ídolo.

Além das propriedades e negócios, Novak é visto em outdoors pelo país, em campanhas dos patrocinadores, que inclui a Telekom Serbia, da Cruz Vermelha, de campanhas de alerta contra o câncer e do Governo. A mais atual exibe Djokovic pedindo ao povo que mantenha as cidades limpas.

A história de Djokovic com a Sérvia só não é perfeita devido a um desentendimento com a Federação de tênis do País, presidida pelo ex-top 20 Slobodan Zivojinovic.

A família de Novak acusa a Federação de não ser transparente e de não ser capaz, nem ao menos, de saber quantas pessoas jogam tênis na Sérvia e divulgar quantos são os Federados.

INÍCIO PERTO DO KOSOVO

Mas, o que é agora um conto de fadas para os Djokovics, teve momentos de história mal-assombrada.

Foi nas montanhas de Kopaonik, perto da fronteira com o Kosovo e onde fica a maior estação de esqui de Sérvia, que Novak deu as primeiras raquetadas, em três quadras de tênis construídas pelo Governo, no fim dos anos 1980, em frente à pizzaria da família.

O garoto foi logo observado pela técnica Jelena Gencic, a mesma que havia descoberto Monica Seles e Goran Ivanisevic, em Kopaonik para uma clínica, em 1993, e que no terceiro dia de treinamentos disse ao Sr. Srdjan, que o filho, então com seis anos de idade, seria um campeão.

Para progredir, Novak foi enviado a Belgrado, onde vivia com o avô e treinava no Clube Partizan. Era 1999, época dos bombardeios na região e mesmo assim, o tenista e a técnica encontravam maneiras de treinar, nos lugares bombardeados nos dias anteriores, esperando que não fossem jogar bombas novamente.
“Nós lembramos disso e nunca vamos esquecer. É algo muito forte, que está dentro da gente. Foi uma experiência traumática e claro que você fica com lembranças ruins. Ouvíamos o barulhos das sirenes, no mínimo, três vezes por dia, avisando que os aviões com bombas estavam chegando. Até hoje quando ouço algo parecido, fico assustado,” lembrou Djokovic, em uma recente entrevista ao New York Times.

Por isso, o pai Srdjan, enfatiz que “o diferencial do Novak é o mental. A força mental fez dele um campeão.” De Belgrado, logo depois de completar 12 anos de idade, Novak foi para Munique, na Alemanha, treinar com Niki Pilic, hoje o técnico da Sérvia na Copa Davis.

De acordo com relatos, a família toda, incluindo os tios, investiram tudo o que tinham para que ele pudesse treinar e ter todas as condições. “Foi um investimento,” diz o tio Goran, sócio na pizzaria inicial em Kopaonik e que continua envolvido com os negócios na Family Sports.

“E hoje o Novak se tornou o produto de exportação número um da Sérvia. Antigamente os exemplos para a juventude eram ladrões, gangsters e hoje é um tenista,” se orgulha a mãe Dijana.

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Petkovic, a tenista que quer ser política na Alemanha

Nascida na Bósnia e criada na Alemanha, Andrea Petkovic, 23 anos, vem se tornando uma das grandes sensações da WTA. Não só pelo sucesso nas quadras e pela beleza, mas por outras qualidades ainda pouco conhecidas de muita gente.

A extrovertida Petkovic avançou às oitavas-de-final do Australian Open depois de Venus Williams desistir do jogo, quando o placar marcava 1×0, sentindo uma forte lesão na virilha, surgida no jogo de segunda rodada. A próxima adversária da alemã é a russa Maria Sharapova.


Há pouco tempo não passava pela cabeça de Petkovic seguir carreira no tênis profissional. Ela tinha e ainda tem outros planos em mente: assumir um cargo politico na Alemanha.

Não fala isso da boca para fora e a ideia não é um sonho distante. Ela estuda Ciências Políticas na University of Hagen, tem um blog em alemão, e até entrar entre as tops 50 (é a 33ª na WTA), o principal objetivo era se formar e iniciar uma carreira política.

O plano está adiado temporariamente, até porque Petkovic pode começar uma carreira de artista.

Além de surpreender com a dedicação aos estudos, a alemã é divertida. Ao vencer Nadia Petrova no US Open do ano passado dançou em quadra o que chamou de “Petko Dance.”  [simfany]106333[/simfany]

A tenista anteriormente treinada pelo pai Zoran e hoje pelo ex-técnico de Ivo Karlovic, Petar Popovic, gosta de fazer videos divertidos. Há uma série deles no site dela. No último ela ensina como dançar a “Petko Dance,” e já avisou que o próximo contará com a participação de John Isner.

Entre tantos novos nomes que surgem no circuito e que temos dificuldade de guardar e acompanhar, vale a pena ficar de olho na divertida tenista politizada.

Ah, e para terminar vale a pena ler o parágrafo que extraio do site dela, em que Petkovic explica a motivação para jogar tênis:

What is it, that makes a human struggle eight hours a day in practice and cross borders that you would normally avoid? What makes an athlete with all her strengths and weaknesses confront the public just to be judged mercilessly when success is missing? Is it the money, the fame or the recognition? A little bit of everything and nothing of that really.

If you grow up playing tennis from your childhood and you compete with your opponents eyeball to eyeball all the time, these concomitants fade. The intense emotions you experience within a match cannot be compared to anything else or be found in another job. Me being bubbly and sensitive anyway, I undergo the whole spectrum from anger, grief, disappointment and distress to joy, euphoria, pride and happiness throughout a match. Some people jump out of planes, some go skiing or drive a car real fast, others change their partners and take drugs to live in extremes. I take the rollercoaster of feelings every time I go out on the court and I am extremely fortunate to be able to make a living out this way.

The competition, the pursuit of almost impossible perfection, the often underestimated mental challenge, the release after you convert a match ball – all that brings a certain something to my life, that makes it interesting, diverse and worth living.

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Tomic, o “garoto problema” da Austrália que pode enfim estar se tornando a solução. Aos 18 anos é o único australiano na 3ª rodada em Melbourne.

Por essa nem os australianos esperavam. O “garoto problema,” Bernard Tomic, fez valer o tão controverso wild card recebido para integrar a chave principal do Grand Slam, derrotou Feliciano Lopez e está na terceira rodada em Melbourne. Será o único do País a jogar no fim de semana e enfrentará o número um do mundo, Rafael Nadal.

A mídia australiana que já se preparava para escrever somente do tênis feminino, ganhou material de presente e com certeza, nos próximos dias é só dele que vai se falar daquele lado do mundo.

Aos 18 anos de idade, Tomic, com seu 1,95m de altura – e pode ser que ainda cresça mais -, e seus dois títulos de Grand Slam juvenil (ganhou o Australian Open em 2008 e o US Open em 2009), já conseguiu causar mais tumultos com a Tennis Australia do que muito jogador em toda a sua carreira.

Muito devido ao pai e técnico John Tomic.  Foi John que recusou um pedido de treinamento do clã Hewitt, em Wimbledon, há dois anos. Imagina, um juvenil recusando um convite de Hewitt para treinar o que causou de estranheza por parte dos australianos. Foi John também que brigou com juízes em um torneio Future há pouco tempo.

Há um ano, no Australian Open, com o seu segundo wild card seguido em mãos, reclamou do horário em que jogou – e perdeu em cinco sets – contra Cilic na segunda rodada. “Era muito tarde. Estou acostumado a dormir cedo.”

Foi John também que deixou o filho longe das quadras durante boa parte do segundo semestre do ano passado, colocando inúmeros pontos de interrogação na cabeça dos dirigentes do tênis australiano.

Há poucas semanas, o menino se viu envolvido em outra controvérsia quando decidiu não disputar o play-off pelo wild card no Australian Open. O pai enviou um comunicado com um comprovante medico alegando que o filho estava doente. Mas, qual não foi a surpresa dos dirigentes ao saberem que nos mesmos dias da competição “Bernie” estava treinando em casa, em Queensland. John saiu em defesa do filho e disse que o obrigou a treinar mesmo doente.

Diante destas situações só mesmo um bom resultado para provar que todo o trabalho que a Austrália, país que acolheu os Tomics – Bernard nasceu na Alemanha e a família se mudou da Croácia para a Austrália em 1996 – vem tendo, não está sendo em vão.

Sem garantia de um convite para a chave principal do Australian Open, Tomic foi jogar o qualifying do ATP de Sidney. Derrotou três top 100 na sequência – Kunitsyn, Berrer e Kubot – para perder na estreia para Dolgopolov e assim merecer enfim o convite para a chave principal em Melbourne, dado por Todd Woodbridge, chefe do tênis profissional e pelo capitão da Copa Davis, Patrick Rafter.

Bernard já entendeu que precisa melhorar a relação com os dirigentes do tênis australiano e com duas vitórias importantes no Grand Slam – derrotou Jeremy Chardy na estreia e passou por Feliciano Lopez, por 3 sets a 0 – começa a provar a que realmente veio.

Com patrocínio desde o início dos anos de juvenil, Tomic está sendo considerado um novo “Miloslav Mecir,” pelo seu jeito nada ortodoxo de jogar e a maneira de se posicionar em quadra.

Ele mesmo afirma que gosta de surpreender os adversários com suas jogadas estranhas e que um de seus pontos fortos é saber identificar rapidamente o ponto fraco do adversário.

Atualmente na 199ª posição no ranking mundial, é o adolescente mais bem colocado na ATP e se diz pronto para tentar surpreender Nadal. Diz que vai se preparar para não ficar com sono caso jogue à noite.

A Austrália agora se prepara para abraçar o novo herói que vem procurando há algum tempo para substituir Lleyton Hewitt e dar continuidade à tradição de Rosewall, Roche, Newcombe, Rafter, entre muitos outros ídolos surgidos daquele lado do mundo.

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