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Copa Davis: O Brasil aproveitou a chance

Com uma equipe mais experiente e Madura, o Brasil finalmente aproveitou a chance, derrotou a Rússia por inconestáveis 3 jogos a 0, com vitórias de Rogerio Dutra Silva, Thomaz Bellucci e Marcelo Melo e Bruno Soares, que deram o ponto decisivo ao Brasil, vencendo Gabashvili e Bogomolov Jr. por 75 62 76(7)e voltou ao Grupo Mundial da Copa Davis, de onde saira em 2003.

Entre boicotes à então direção da entidade maior que rege o tênis brasileiro e a lesão e a aposentadoria de Gustavo Kuerten, o Brasil ficou quase uma década longe da elite do tênis.

Volta agora, mais maduro, guiados pelo capitão João Zwetsch, com o apoio de toda uma nação. Mas, não vamos nos iludir. Apesar de agora pertencermos ao grupo que tem os 16 melhores países do mundo, ainda não temos um time renovável. Sim, juvenis estão sendo preparados, mas há um buraco enorme entre os jogadores atuais e os que estão por vir.

É a hora de aproveitar essa chance que tiveram de derrotar a Rússia bicampeã da competição entre nações, que veio desfalcada ao Brasil, em um ambiente propício para o País, atrair mais adeptos e criar uma base consistente.

 

 

 

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Melo e Soares: Chance de entrar para a história do Brasil

Marcelo Melo escreveu mais uma vez seu nome na história de Wimbledon. Desta vez, ao lado de Bruno Soares, quebrou mais um recorde, vencendo Stepanek e Berdych, por 1/6 6/4 24/22, no 3º set mais longo dos Jogos Olímpicos. Já havia disputado e vencido também, o 5º set mais longo da história dos jogos de duplas, com André Sá, há cinco anos. Agora, já nas quartas-de-final, Melo e Soares tem chance de irem além, de entrarem para a história do Brasil.


Não há quem não conheça o trio de mineiros, Marcelo Melo, Bruno Soares e André Sá no tênis no Brasil. São eles que nos últimos anos vem erguendo trofeus de ATP para o Brasil mundo afora, ao lado apenas do jogador de simples Thomaz Bellucci. São eles que conseguem chegar longe nos Grand Slams.

A vitória desta quarta-feira em Londres, colocou a dupla Melo/Soares nas quartas-de-final da competição, significando que mais um jogo vencido os levaria a semifinal, já tendo chance de disputa de medalha.

Parece pouco, mas ainda é uma vitória que precisam e que poderia colocá-los como os primeiros medalhsitas de tênis da história do Brasil.

Fernando Meligeni, em Atlanta, foi o brasileiro que mais se aproximou da medalha. Jaime Oncins foi longe em Barcelona, mas não ganhou a medalha, assim como Guga, quadrifinalista em Sidney.

Só a repercussão que a vitória de hoje deu aos mineiros, foi uma pequena amostra do que um sucesso olímpico pode fazer para os atletas, num país em que não costumamos conquistar muitas medalhas.
Estava no carro, na hora do almoço e cada vez que mudava a estação de rádio, ouviu a notícia da vitória de Melo e Soares.

Que as vitórias continuem sendo anunciadas.
O próximo jogo é contra os cabeças-de-chave 2, os franceses Jo-Wilfried Tsonga e Michael Llodra.

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Nadal avisou: surpresas podem acontecer nas olimpíadas. Quase que o Bellucci surpreende.

Lembro exatamente quando estava procurando informações para escrever uma material sobre as Olimpíadas, das afirmações de Rafael Nadal, em uma entrevista coletiva, de que jogos em três sets na grama, poderiam trazer muitas surpresas. Uhm, não havia pensado nisso. Nadal foi a própria surpresa, ao ficar fora dos Jogos de Londres, mas neste domingo deu para ver claramente, nas vitórias aperdas de Jo WIlfried Tsonga sobre Thomaz Bellucci e de Novak Djokovic, diante de Fabio Fognini.

Bellucci, que só entrou na chave olímpica graças a um convite da ITF e fez por merecer nas últimas semanas com os bons resultados na ATP,  e Tsonga, o 6º colocado no ranking mundial e semifinalista em Wimbledon, há três semanas, fizeram um primeiro set equilibradíssimo. Bellucci jogou melhor o tie-break e venceu.  No segundo, Tsonga foi um pouco superior e no terceiro, o brasileiro chegou a ter dois break points no começo do set decisivo. Não converteu e Tsonga, quando teve a oportunidade, aproveitou e vibrou com o box da França lotado, centrado no medalhista Arnaud Di Pasquale, hoje diretor de desenvolvimento de alto nível da FFT.

Bellucci tentou reagir, mas uma quebra de saque na grama, ainda mais em jogos de três sets, tem se provado praticamente fatal e Tsonga selou a vitória com 6/7 6/4 6/4.

Ao lado de André Sá, no sábado, ele já tinha feito uma boa estreia nas duplas, contra os irmãos Bryan. Também venceu um set, mas no fim, os melhores duplistas da história acabaram confirmando o favoritismo.

Com duas boas atuações, mas sem a vitória, pelo menos mostrando evolução, Bellucci encerra a participação em Londres.

O Brasil ainda continua na competição. Melo e Soares, que ganharma de Isner e Roddick, aguardam os vencedores do jogo entre os italianos Seppi e Braccialli e os checos Stepanek e Berdych. Só devem voltar a jogar na terça-feira.

 PS – sobre o Djokovic, o campeão de Wimbledon 2011, da mesma maneira do Tsonga, perdeu o primeiro set por 76 (7), num jogo interrompido pela chuva. Precisou vencer mais dois para ganhar do show man Fognini.

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