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Serena e Nadal – por enquanto, 2013 é deles

O ano por enquanto tem apenas 2 campeões de Grand Slam, Victoria Azarenka e Novak Djokovic. No entanto, a vitória no Australian Open parece distante e 2013 vem sendo a temporada de Serena Williams e Rafael Nadal.

Serena Williams Rome

Depois do primeiro Grand Slam da temporada, quando Serena foi eliminada por Sloane Stephens, nas quartas-de-final e Nadal ainda estava em casa se recuperando da lesão no joelho que o deixou quase 8 meses sem competir, os trofeus mudaram de mãos.

Azarenka que mantivera o posto de número um do mundo ao conquistar o bicampeonato em Melbourne, venceu apenas mais uma vez depois, ganhando o WTA de Doha.

Abandonou a disputa em Indian Wells, voltou a jogar em Madri onde perdeu para Ekaterina Makarova e na final, em Roma, foi arrasada por Serena Williams, por 6/1 6/3.

Foi o quarto título seguido de Serena. Ela ganhou Miami, Charleston, Madri e Roma.

Djokovic, apesar de ainda manter o posto de número um do mundo, venceu o Masters 1000 de Monte Carlo, derrotando Rafael Nadal na final e nos outros Masters 1000 da temporada, em Indian Wells, Miami, Madri e Roma foi eliminado, respectivamente, por Del Potro, Haas, Dimitrov e Berdych. Nadal Rome

Federer ainda não venceu um torneio em 2013. Assim como Azarenka, foi arrasado por Nadal na decisão do Foro Itálico, por 6/1 6/3.

Para uma temporada que começou com Djokovic e Azarenka no topo, em destaque, vê agora, uma semana antes de Roland Garros, o segundo Grand Slam de 2013 começar, um domínio absoluto de Serena Williams e Rafael Nadal, o tenista que ficou 8 meses parado e que muitos duvidassem que voltasse a jogar como antes – até agora jogou 8 torneios e chegou à final em todos eles, vencendo seis. Ao pensarmos em tênis, hoje em dia, há apenas dois nomes que vêm imediatamente à mente de qualquer pessoa, Serena e Nadal.

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Rafa parte II – escrevendo coluna de Melbourne

E para complementar o post que escrevi ontem sobre o Nadal, aqui vai o link da coluna que ele escreveu hoje para o jornal de Melbourne, The Age.

 

http://www.theage.com.au/sport/tennis/win-or-lose-its-a-good-start-20120125-1qi2u.html

 

A coluna não é muito longa, nem excepcional. Ele mesmo conta que escreveu com o PR dele, o Benito Perez Barbadillo, com quem trabalhei muitos anos no circuito. Mas, é uma outra maneira de deixar o espanhol ainda mais perto dos fãs. Por isso, vale a leitura.

HELLO everybody. Well, this is new for me to write a column for a newspaper before a semi-final match. I suppose there’s always a first time for everything.

I do have to say I have what they call a ghost writer for this piece, which is my PR guy Benito Perez-Barbadillo since, (1) my English is not that good, and (2) he can help me express myself a bit better as he knows this world better than me.

Here I am again in a semi-final of the Australian Open. After the past two years reaching the quarters of this tournament and not being able to finish well in the matches – I had to retire in 2010 against Andy Murray and last year got injured after the third game against David Ferrer – finally I am playing again in a semi and I’m very excited about it.

For me, it is very important and a happy moment to start the season. Win or lose, it is a good start considering the end of the season I had last year with many doubts.

It is always special to play against Roger (Federer), for many reasons, but for me to play against arguably the best player of all time – together with Rod Laver – is always something special.

This is the tenth time I have played him at a grand slam tournament and in most of the previous encounters we played the final.

He is playing amazing. Remember when many were saying he was done? Well, here it is. I always said it, he is a great champion.

Many people have asked me about my memories of the last match I played against him here in Australia. It was the 2009 final and that is one of the matches that will always stay in my memory.

After that very hard and physical semi-final, I never thought I could go out and play the final with many chances to win. We both played a great match, a beautiful match and I managed to win that one. That meant for me something special since it has been the only time I’ve won this event.

I am sure this semi-final will be another great match – hopefully very different to the last match we played in London, and I hope all the fans will enjoy watching.”

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O ingresso mais valioso do tênis é o desta 2ª em Wimbledon

Lembro perfeitamente da primeira vez que vim a Wimbledon, há 14 anos – nossa, faz tempo e de um colega jornalista chamando a minha atenção de que a segunda-feira, da segunda semana de Wimbledon, depois do Middle Sunday, era a mais interessante do tênis.

Foi um 1997 que choveu muito e os jogos acabaram se enrolando, não dando para seguir muito o que eles chamam de “intended order of play,” do torneio e não me dei conta do que era a segunda mais valiosa do tênis.
Desta vez, a segunda depois do “Middle Sunday,” é assim que os Brits se referem ao domingo de folga – lembrando que a folga não é direcionada aos tenistas e sim à gram que precisa descansar – é o melhor ingresso de tênis do ano para quem for assistir um campeonato ao vivo.


Wimbledon é único Grand Slam que tem, no mesmo dia, todas as oitavas-de-final de homens e mulheres. Nos outros Grand Slams são em dias separados e nem sempre todos os homens jogam as oitavas no mesmo dia e nem mesmo as mulheres.

Nesta segunda no All England Lawn Tennis & Crocquet Club, quem comprou ingresso vai assistir o que há de melhor na ATP e WTA. São os 16 melhores do torneio em ação, desde agora até à noite.

Enquanto escrevo esse texto, depois de ter descansado também no middle Sunday, Sharapova e Peng já estão jogando por uma vaga nas quartas-de-final, assim como Azarenka e Petrova; Lisicki e Cetkovska; Paszek e Pervak e abrindo a sessão masculina, a surpresa e revelação Tomic x Malisse.

Ao longo do dia, o quarteto mágico do tênis estará em ação: Murray x Gasquet; Nadal x Del Potro; Federer x Youzhny e Djokovic x Llodra.

Ah e tem também as irmãs Williams; Serena x Bartoli; Venus x Pironkova, a número um do mundo Wozniacki x Cibulkova, o vice do ano passado, Berdych x Fish, o Lopez que eliminou o ROddick  x o polaco Kubot e ainda Ferrer x Tsonga?

Quanto vale um ingresso desses hein?

Imagem do ingresso!

 

 

Para se ter uma ideia, um ingresso para quadra central hoje custa 54 pounds, ou seja, 138 reais, mas esse mesmo ticket não dá direito a assistir os jogos da quadra 1, ou quem tiver o ingresso da quadra 1 também não pode ir à central. Mas, mesmo assim, continua sendo o ingresso mais bem pago de tênis do ano. E sempre dá para assistir uma partida ou outra sentado na Murray Mountain, desfrutando strawberries & cream com champagne ou típico British Pimm’s.

 

 

 

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Com Nadal entre os favoritos, tênis é destaque no Laureus

Nadal, vencedor do Laureus de novato do ano em 2006

Poucas semanas antes do Oscar eleger os seus escolhidos no cinema, em Los Angeles, os esportistas também tem vez com o Laureus, o Oscar dos esportes. O evento de gala acontece nesta segunda-feira em Abu Dhabi e o tênis é destaque.

Além de contar com tenistas como Boris Becker, Martina Navratilova, Henri Leconte, Monica Seles, entre outros, na seleta lista de membros da sua diretoria, o Laureus dá importância ao tênis. Ou melhor, o tênis se sobresai entre tantos esportes, sempre tendo jogadores como candidatos nas diversas categorias em disputa.

Rafael Nadal, vencedor do Laureus em 2006 de novato do ano,  é candidato ao prestigioso título de melhor jogador do ano, concorrendo com Kobe Bryant (US, basketball), Andres Iniesta (Spain, football), Lionel Messi (Argentina, football), Manny Pacquiao (Philippines, boxing), Sebastian Vettel (Germany, motor racing).

A categoria feminina de esportista do ano tem três tenistas: Kim Clijsters, Serena Williams e Caroline Wozniacki, que disputam o troféu com  Jessica Ennis (UK, athletics), Blanka Vlasic (Croatia, athletics) e Lindsey Vonn (US, skiing).

Recém aposentada novamente, Justine Henin concorre ao prêmio de Jogadora Retorno por suas atuações no ano passado, ao lado de Paula Creamer (US, golf), Tyson Gay (US, athletics), Carolina Kluft (Sweden, athletics), Merlene Ottey (Slovenia, athletics), Valentino Rossi (Italy, motor cycling).

O tênis ainda concorre entre as principais categorias, com Esther Veerger, no quesito atleta com alguma deficiência.  A holnadesa supercampeã do tênis em cadeira de rodas tem como um dos adversário o nadador brasileiro Daniel Dias e Verena Bentele (Germany, skiing/biathlon), Matt Cowdrey (Australia, swimming),  Jakub Krako (Slovakia, skiing), Esther Vergeer (Netherlands, wheelchair tennis), Lauren Woolstencroft (Canada, skiing).

Esta é a segunda vez que o Laureus é realizado em Abu Dhabi, com a renda arrecadada em seus eventos beneficiando mais de 80 fundações ao redor do mundo.

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