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Aquecimento para o Rio Open

As quadras do Rio de Janeiro começarão a ficar movimentadas no início de agosto. Está confirmada a 2ª edição da Peugeot Tennis Cup, entre os dias 02 e 11, no Jockey Club Brasileiro, mesmo local onde será disputado no ano que vem o Rio Open, o WTA International e o ATP 500 do Brasil. Demoliner Souza Peugeot Tennis Cup

A Peugeot Tennis Cup foi confirmada hoje.
Mais infos aqui:

Depois do sucesso da primeira edição da Peugeot Tennis Cup, no ano passado, que lotou as quadras do Jockey Club Brasileiro, trazendo depois de 11 anos um torneio da série ATP Challenger de Tour para o Rio de Janeiro, a competição está de volta. Desta vez ela acontece de 02 a 11 de agosto, distribuindo U$ 50 mil em prêmios, com entrada gratuita para o público.

Como no ano passado, os dias que antecedem a competição, serão brindados com ídolos do tênis de alguns anos atrás, jogando bem perto do público, na quadra central do Jockey. Simultaneamente, os tenistas do Challenger jogam o qualifying. Na segunda-feira, dia 05, tem início a chave principal. O campeão da disputa profissional marca 80 pontos no ranking mundial.

Considerado o último passo antes da chegada ao ATP Tour, o circuito ATP Challenger é uma vitrine de futuros campeões. Com raras exceções, praticamente todos os tenistas tops, passam pelo circuito Challenger. É conhecida a história de Gustavo Kuerten, que na semana anterior ao seu primeiro título de Roland Garros, ganhou um Challenger no Brasil. Thomaz Bellucci, no ano passado meses, ganhou um torneio do ATP Challenger Tour, na Alemanha. Medalhista de ouro olímpico e campeão do US Open, Andy Murray ganhou títulos do ATP Challenger Tour em 2005. Assim como o semifinalista de Wimbledon, Juan Martin del Potro, que venceu torneios Challengers inclusive no Brasil.
Gastao Elias Peugeot Tennis Cup
A Peugeot Tennis Cup, que no ano passado, coroou o tenista português, treinado por Jaime Oncins, Gastão Elias, e Marcelo Demoliner e João Souza, nas duplas, além de Fernando Meligeni e Oncins, vencendo o Desafio de Campeões, será disputada no mesmo local do ano passado e onde será no ano que vem, o Rio Open, o WTA International e o ATP 500 do Brasil.

A lista de participantes do ATP Challenger Tour e do Desafio de Campeões Entre Países será divulgada nos próximos dias. A disputa nas quadras de saibro do Jockey Club Brasileiro envolverá 32 jogadores no qualifying, 32 na chave de simples e 16 duplas. As partidas acontecerão diariamente a partir das 10h, com rodadas noturnas, de segunda a quinta-feira, começando às 18h30min.

A PEUGEOT TENNIS CUP 2013 é patrocinada pela Peugeot e pelo Governo do Rio de Janeiro/ Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, com o co-patrocínio de Itaú, Petrobras, Braskem, Sextante, Universidade Estácio de Sá e Brasil Brokers e o apoio de ATP Challenger Tour. O Jockey Club Brasileiro é a sede do evento. Media partner: SporTV. A organização do evento é do Instituto Sports.

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Resultados dos Challengers dão novo sinal de alerta para o tênis brasileiro

Sei que estamos no meio do ATP Finals, que Del Potro ganhou um jogo emocionante contra Roger Federer, as semifinais foram definidas com os dois, além de Murray e Djokovic, mas isso não me faz parar de pensar no momento alarmante que o nosso tênis passa. Já escrevi um post sobre o assunto em abril e volto a escrever agora.

 

Tivemos uma boa sequência de torneios Challengers no Brasil nas últimas semanas e desde a Peugeot Tennis Cup, no Rio, venho observando os resultados dos brasileiros. Em três torneios da categoria no País – Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Leopoldo, nenhum tenista do Brasil alcançou a semifinal.

 

Quando escrevi em abril sobre o primeiro sinal de alerta, pelo menos havia tenistas brasileiros avançando nos Challengers do Brasil, mesmo sendo mais velhos. E o alerta era para isso, pelo fato de nenhum Novato, fora Guilherme Clezar, apresentar resultado  consistente nos Challengers.

 

Thiago Alves, 30 anos,  havia vencido o Challenger de São Paulo (Villa-Lobos);  Ricardo Hocevar, 27 anos, havia sido vice em Santos; Julio Silva, 33, em São Paulo e Clezar empolgando com o título do Challenger do Rio Quente Resorts.

Veio o segundo semestre e a situação não mudou. Piorou. Pelo menos em dois dos cinco Challengers jogados no Brasil, um tenista daqui foi à final. No entanto, nem Leonardo Kirche, 27, vice em Campinas e Hocevar, campeão em Belém, são jogadores novos.

 

Entendo que houve uma mudança no circuito, que não jogadores novinhos se destacando no top 100. Mas é sim um momento de alerta, quando três vezes seguidas, com 12 brasileiros na chave, ou mais (foram 12 no Rio e em Porto Alegre e 13, em São Leopoldo), nenhum deles alcança a semifinal. E ainda, no Rio, por exemplo, apenas Ricardo Mello, 33 anos e André Ghem, 30 estavam nas quartas-de-final. 

 

Tentei buscar explicações e não encontrei. Alguns disseram, ah, esse Challenger está muito forte, por isso os brasileiros não estão indo bem? Ah, a quadra está lenta, tem que saber jogar bem todos os fundamentos, não dá só para bater na bola…

Enfim, alguma coisa precisa ser feita.

Não é falta de torneio; não é falta de investimento.

 

Seis meses se passaram do post que escrevi e não houve qualquer mudança de padrão no ranking dos brasileiros. Continuamos apenas com Clezar, 19 anos, entre os top 10 do País de novato e vendo a evolução, por méritos próprios, de Fabiano de Paula, 23 anos, que começou o ano na 380ª posição e está no 239º lugar.

 

Pelo menos, nas dulas, Bruno Soares, Marcelo Melo e André Sá, além de Thomaz Bellucci na simples, tem deixado a bandeira brasileira hasteada no circuito mundial

 

Fotos de João Pires/Fotojump

 

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