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Roland Garros: Nadal vence de virada e Monfils elimina Berdych. Djokovic estreia na terça

Rafael Nadal entrou em quadra nesta segunda-feira em Roland Garros e não foi nada fácil. O heptacampeão precisou virar contra o alemão Daniel Brands, na estreia do segundo Grand Slam da temporada, que é disputado no saibro parisiense. No fim, vitória do espanhol com parciais de 4/6 7/6(4) 6/4 e 6/3.

Nadal FFT peq

Tomas Berdych, cabeça 5, também enfrentou muitas dificuldades na estreia, mas diferentemente de Nadal, não conseguiu a virada. O tcheco foi eliminado por Gael Monfils, em longa partida de 5 sets, que acabou com o triunfo do francês por 7/6(8) 6/4 6/7(3) 6/7(4) 7/5.

Monfils FFT peq

Outro favorito que fez sua estreia foi o francês Jo-Wilfried Tsonga, sexto favorito da chave, que não encontrou muitas dificuldades para bater o esloveno Aljaz Bedene por 6/2 6/2 e 6/3.

Richard Gasquet, cabeça 7, foi outro tenista da casa que venceu com tranquilidade, anotando 6/1 6/4 e 6/3 sobre o ucraniano Sergiy Stakhovsky, enquanto o espanhol Nicolas Almagro, cabeça de chave nº 11, virou sobre o austríaco Andreas Haider-Maurer, fechando a partida com parciais de 4/6 6/4 6/3 e 6/3.

Djokovic estreia na terça-feira

A terça será o dia da estreia do nº 1 do mundo. Novak Djokovic inicia a caminhada em busca do único Grand Slam que lhe falta na carreira e enfrenta na primeira rodada o belga David Goffin, que no ano passado se destacou em Roland Garros, quando tirou um set de Roger Federer nas oitavas de final.

O sérvio Janko Tipsarevic, oitavo favorito, estreia contra o francês Nicolas Mahut, enquanto o suíço Stanislas Wawrinka, cabeça 9, tem pela frente o holandês Thiemo De Bakker.

Ainda nesta terça, o alemão Tommy Haas, 12º favorito, enfrenta o francês Guillaume Rufin, e o local Benoit Paire, cabeça de chave nº 24, encara o cipriota Marcos Baghdatis.

Para conferir todos os resultados desta segunda-feira, clique aqui.

Para conferir a programação completa desta terça, clique aqui.

Filipe Alves, da Revista Tennis View.

Foto: FFT

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Roland Garros: Federer e Ferrer estreiam com tranquilidade. Nadal joga na segunda

Começou neste domingo a chave principal de Roland Garros, segundo Grand Slam do ano, disputado no saibro de Paris.

O suíço Roger Federer, campeão do torneio em 2009, venceu com facilidade o qualifier espanhol Pablo Carreno Busta, com parciais de 6/2 6/2 e 6/3.Federer - FFT peq

Outro favorito que estreou bem foi o espanhol David Ferrer, cabeça de chave nº 4, que venceu o australiano Marinko Matosevic em sets diretos, com parciais de 6/4 6/3 e 6/4.

O francês Gilles Simon precisou de 5 sets para superar o australiano Lleyton Hewitt, fechando a partida com parciais de 3/6 1/6 6/4 6/1 e 7/5, assim como o italiano Andreas Seppi, que bateu o argentino Leonardo Mayer com parciais de 6/7(4) 6/4 6/3 6/7(2) e 6/4.

Nadal estreia na segunda

Segunda-feira será o dia da estreia do maior campeão da competição

O heptacampeão Rafael Nadal estreia contra o alemão Daniel Brands, nº 59 da ATP, em confronto que será inédito.

Outro destaque desta segunda é a estreia do tcheco Tomas Berdych, cabeça de chave nº 5, que encara o francês Gael Monfils.

6º favorito da chave, o francês Jo-Wilfried Tsonga joga contra o esloveno Aljaz Bedene, enquanto Richard Gasquet, cabeça 7, encara o ucraniano Sergiy Stakhovsky.

Para conferir a programação completa desta segunda-feira, clique aqui.

Filipe Alves, da Revista Tennis View

Foto: FFT

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US Open – Treinador brasileiro é destaque nos EUA e coordena centro de formação

Andy Roddick já anunciou que se despede do tênis neste US Open, deixando os americanos órfãos de um líder. Mas, uma nova geração de jogadores, recém-saídos do tênis universitário, com Steve Johnson, que enfrenta Richard Gasquet neste domingo, no US Open, começa a aparecer. O brasileiro Leonardo Azevedo, é quem treina essa nova turma e uma série de novas meninas no centro da USTA, na Califórnia.

 

Depois de morar três anos na Espanha, trabalhando com alguns dos melhores jogadores do país, treinar Thomaz Bellucci e Flávio Saretta, Leo recebeu um convite da USTA, a Federação de Tênis dos Estados Unidos, para trabalhar num novo projeto. Liderado por Jose Higueras (ex-número 6 do mundo e treinador de nomes como Jim Courier, Michael Chang, Todd Martin, entre outros) o objetivo do projeto é desenvolver o tênis no saibro entre os americanos, tão acostumados a jogar em quadra rápida.

Leo começou no centro da USTA da Flórida, e há dois anos se mudou para o Centro da Califórnia, em Carson.

 

Ontem, depois de um dia de treinos e jogos no US Open, sentado no jardim dos jogadores, Leo contou que topou o desafio da mudança da Flórida, para a Califórnia, porque “o centro não ia bem, lá seria coordenador e estaria muito próximo do Higueras – ele vai ao centro duas vezes por semana.”

 

Com quatro quadras de saibro e seis rápidas, Léo recebe meninas, em sua maioria entre 12 e 14 anos, treina Mardy Fish e Sam Querrey, quando eles aparecem por lá, viajou a Indian Wells, no ano passado, com Donald Young, quando o americano ganhou de Andy Murray e há três meses dois tenistas recém-saídos do tênis universitário, foram para o centro: Steve Johnson e Bradley Klahn.

 

Azevedo veio com os dois tenistas para o US Open. “Eles já queriam treinar lá e iam de vez em quando. Mas há três meses entraram full time no centro.”

 

Klahn, 22 anos, se formou na Universidade de Stanford e venceu na primeira rodada o austríaco Jurgen Melzer, depois de ter passado o qualifying. Perdeu na segunda rodada para Richard Gasquet.

 

Já Johnson, se formou na USC, com todas as honras da NCAA, foi bicampeão individual da NCAA e levou os Trojans, da USC, a quatro títulos seguidos por equipe. Ganhou um convite da USTA e hoje, na terceira rodada, desafia Gasquet.

 

Outra sensação americana que treina no Centro de Los Angeles, coordenado pelo brasileiro, é Sloane Stephens, cotada como a próxima americana a possivelmente atingir o top 10 e treinada pelo ex-profissional David Nainkin.

 

Com tantos tenistas tops jogando lá, Leo conta que tem gente que dirige 1h30min ida e volta (ou seja, 3horas), por dia, só para treinar no Centro da Califórnia.

 

Tão respeitado é o trabalho de Leo Azevedo na USTA que ele inclusive integra o time de treinadores que escolhe os Wild Cards (convites) dos americanos, no qualifying e na chave principal. “É um projeto a longo prazo. Nunca havia treinado meninos e especialmente meninas tão novos. Quando você trabalha com esse grupo, ainda em formação, você sonha mais, se torna mais idealista.”

 

Com Jay Berger como coordenador geral do projeto e Patrick McEnroe, que gerencia o tênis masculino e feminino, próximo de Higueras e treinando Johnson e Klahn, além das novas meninas, Azevedo prevê uma mudança no cenário americano. “Não temos muitos meninos jogando tênis, mas sim muitas meninas e as melhores, entre 12 e 14 anos estão no nosso centro. Temos perdido praticantes agora até para o futebol e não o americano. É um fenômeno que acho que aconteceu na Espanha, quando a Arantxa Sanchez Vicário e a Conchita Martinez pararam, que durante uma época não tinha jogadora espanhola competindo. Está acontecendo o mesmo aqui com o masculino.”

 

Talvez por isso, o sucesso de Johnson e Klahn tenha chamado tanto a atenção neste US Open.

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A Davis, o “cansaço” brasileiro na Índia e a vitória unida da França, em Lyon

Sei que deveria estar escrevendo da derrota para o Brasil na Índia, no Play Off do Grupo Mundial da Davis, mas tenho pouca informação de Chenai para fazer qualquer análise diferente do que já tenha sido publicado ou emitir mais uma opinião de surpresa.

Só não consigo entender o fator cansaço e calor serem um dos responsáveis pela derrota do Brasil de Bellucci, Mello, Soares e Melo.

Mello e o capitão Zwetsch (Marcelo Ruschel/Poapress)

Novak Djokovic disputou a final do US Open na segunda-feira e representou a Sérvia no sábado e no domingo, jogando duplas e simples.

Rohan Bopanna foi vice-campeão de duplas do US Open, poucos dias atrás e jogou as mesmas partidas de simples do que Mello e Bellucci.

A maioria dos envolvidos em importantes disputas da Davis neste fim de semana foi bem mais longe no US Open do que os brasileiros e muitos ainda tiveram que trocar de piso e enfrentar uma quadra indoor. De nenhum deles se ouviu a palavra cansaço: Mardy Fish, Sam Querrey, Robin Soderling, Eduardo Schwank e Horacio Zeballos, David Nalbandian, Gael Monfils, Michael Llodra, Arnaud Clement, entre outros.

E é da França que eu quero falar.

Llodra (Tennis View)

Da ousadia do capitão Guy Forget em colocar Michael Llodra para jogar simples e duplas, surpreendendo a todos no dia do sorteio dos jogos, quinta-feira.

Lembro que até comentei com um amigo que Forget estava ousando e a tática do capitão francês deu certo.

Os argentinos (Monaco, Nalbandian, Schwank e Zeballos), guerreiros na Davis, não tiveram chance alguma no Palais de Sports Gerland, em Lyon contra Llodra, Monfils, Clement e Simon.

Uma França unida, que contou com Jo-Wilfried Tsonga, Julien Bennetau, Richard Gasquet torcendo o tempo todo pelo País, com Tsonga e Bennetau lesionados e Gasquet de quinto jogador.

Uma França que ainda se lembra da vitória do País sobre os Estados Unidos, em 1991, na mesma Lyon, quando Forget era jogador.

Uma França que não parecia acreditar estar na final novamente, a primeira desde 2002.

Uma França que apostou nas suas melhores armas para vencer, misturando uma equipe renovada com um time experiente.

Uma França que viu Gael Monfils, como ele mesmo disse “finalmente entender o que significa uma Copa Davis,” e jogar o seu melhor tênis.

Uma França que soube jogar em equipe.

Reproduzo aqui algumas das declarações dos jogadores, nas entrevistas coletivas, após a vitória arrasadora sobre a Argentina, que os colocou na decisão contra a Sérvia, na terra de Novak Djokovic, em dezembro.

Monfils: “Acho que demorei mais do que os outros para entender o que significava a Davis. Agora que compreendi vou buscar a Taça. Pedi até para os meus companheiros me beliscarem para eu entender que não era um sonho.”

Monfils (Tennis View)

Clement: “Foram o Tsonga e o Benneteau que classificaram a equipe para esta fase. Eu tinha pressão para ganhar a dupla e estou superfeliz de ter conseguido. Tomara que eles voltem a jogar logo.”

Bennetteau: “É um momento magnífico e não posso nem imaginar como será a final. Vamos dar de tudo até dezembro e vamos à decisão em equipe, não com três ou quatro jogadores, mas sim com sete, oito. Graças ao Forget conseguimos entender o verdadeiro significado da Copa Davis e o que essa competição exige da gente.”

Gasquet: “Ganhamos os três confrontos de três a zero, sem perder um jogo. É enorme. Eu, de fora da quadra, fiquei impressionado com o nível de jogo do nosso time.”

Tsonga: “Desde pequeno eu sonho com a Davis e agora vamos jogar a final. O sonho está quase se tornando realidade.”

Llodra: “As imagens de 1991 nunca saíram da minha cabeça. E estamos refazendo a história. Ainda não consegui perceber de fato o que está acontecendo. É muita emoção.”

Forget: “Eu tinha até esquecido até que ponto essa emoção maravilhosa da Copa Davis nos leva. O que fizemos até agora fizemos bem, mas não é nada comparado ao que nos espera e ao que poderemos viver na final. O momento é mágico, mas pode ser mais ainda. Temos que aproveitar a chance, porque ela pode demorar a voltar.”

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Um treino com Nadal no US Open. Brasileiro treina com Nadal e Gasquet em NY.

Depois de estrear com uma boa vitória sobre o venezuelano Ricardo Rodriguez, por 6/3 3/6 6/0, no domingo, no US Open juvenil, o gaúcho Guilherme Clezar, passou por uma experiência inédita na sua carreira. Aqueceu o francês Richard Gasquet para a partida contra Gael Monfils e depois treinou, por 1h30min, com Rafael Nadal, em Flushing Meadows.

O empresário de Clezar, Cesar Villares, já havia me avisado, ontem à noite, que o brasileiro treinaria com o número um do mundo. Então, em vez de aproveitar a manhã de labor day sale em Manhattan, vim assistir o bate-bola.

Luis Carlos Enck, o Biba, Nadal e Clezar

Não dá para chamar de bate-bola um  treino de Rafael Nadal. Durante uma hora e meia, Clezar aguentou os “tiros” do espanhol, que estava acompanhado em quadra do tio e técnico Toni Nadal. “Conversamos bem pouco, só na hora de tomar água. Ele fica concentrado e só fala mesmo com o tio,” contou Clezar ao sair da quadra.  “Não conhecia ele. Foi o meu empresário que organizou tudo.”

O jovem, de 17 anos, nunca havia treinado com um tenista top. “Foi muito bom. Só tinha treinado com os jogadores do Brasil e hoje já foram dois de uma vez. Aqueci o Gasquet de manhã e agora fiquei correndo atrás dos mísseis do Nadal. Foi puxado, mas estou bem,” continuou Clezar, com os olhos brilhando, enquanto conversávamos e ele observava o melhor do mundo distribuir autógrafos na saída da quadra.

Clezar volta a quadra hoje, mas não para mais um treino. Joga duplas ao lado de Tiago Fernandes, o campeão juvenil do Australian Open que ontem ganhou de Mitchell Kruger , na simples, por 6/0 6/1.

O próximo adversário de Clezar é  argentino Andrea Collarini. Fernandes enfrenta o croata Mate Pavic. Ambos jogam na terça.

Além deles, outro juvenil brasileiro venceu na chave principal do US Open. Karue Sell, que veio do qualifying ganhou  do americano Raymond Sarmiento por 7/6(4) 4/6 6/4.

Fotos: Diana Gabanyi-TennisView / BPBarbadillo

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O tênis, com o herói Nalbandian, faz a Argentina vibrar neste 11 de julho

Nalbandian vibra com a vitória contra a Rússia, em Moscou

Há dois dias escrevi neste blog que a Copa Davis não passava de um evento perdido em meio à decisão da Copa do Mundo de Futebol, fato incontestável.

Mas, as incríveis vitórias da Argentina e da França, fizeram as respectivas nações vibrarem e comemorem uma conquista diferente da que imaginavam há algumas semanas.

Torcedor na África do Sul, na partida da Argentina contra o México, David Nalbandian e acabou se tornando o herói nacional neste 11 de julho, depois que as esperanças de conquistar o “Mundial” terminaram com a derrota do País para a Alemanha, nas quartas-de-final. Mesmo sem competir há quase três meses, ainda se recuperando da cirurgia no quadril a que foi submetido há um ano, Nalbandian aceitou o papel de protagonista mais uma vez e levou a “celeste” à primeira vitória na Rússia, nos últimos 15 anos, garantindo a vaga do País na semifinal, enquanto o maior ídolo da nação, Lionel Messi, descansava nas praias do Rio.

A vitória podia servir de tema para um Tango. Foi dramática e decidida apenas no quinto jogo, com Nalbandian, que aumentou o seu recorde de vitórias na Davis, em simples, para 20, contra apenas 4 derrotas.

Foi Nalbandian quem abriu o placar na sexta-feira ganhando de Nikolay Davydenko; no segundo jogo Leonardo Mayer foi derrotado por Mikhail Youzhny; no sábado, com o confronto empatado, os ainda novatos em Davis, Eduardo Schwank e Horacio Zeballos ganharam de Igor Kunitsyn e Davydenko nas duplas; Schwank tentou fechar o confronto no quarto jogo, neste domingo, mas Davydenko foi superior e como já havia feito outras vezes, inclusive na primeira rodada contra a Suécia neste ano, Nalbandian voltou à quadra do Estádio Olímpico de Moscou para marcar o ponto da vitória. Nem deu chances a Youzhny. Venceu por 3 a 0 e fez a Argentina vibrar.

“Entrei em quadra decidido a buscar a vitória. Na sexta ganhei mas não tinha jogado bem, mas contra o Youzhny joguei um tênis de altíssimo nível. Estou muito feliz por estarmos na semifinal outra vez,” comemorou Nalbandian, que não contou novamente com os tops argentinos Juan Martin del Potro e Juan Monaco, lesionados. “É um grupo novo, mas estamos nos dando muito bem. Espero que possamos contar com o Juan Martin e com o Monaco na semifinal.”

Para avançar à decisão, os argentinos terão que viajar novamente, desta vez para a França, que surpreendeu ao vencer a Espanha, por 3×0.

“Mesmo sem o Nadal, os espanhóis formam uma equipe muito forte com Verdasco, Ferrer, Lopez e o Almagro, por isso não imaginávamos vencer por 3×0,” comentou o capitão francês, Guy Forget, após a vitória em Clermond Ferrand.

Assim como os argentinos e espanhóis, Forget não pôde contar com os seus principais tenistas em quadra. Jo-Wilfried Tsonga e Richard Gasquet também lesionados assistiram pela TV os jogos. “Foi quando falei para o Monfils, Llodra, Bennetteau e Simon que uma Davis se ganhava jogando em equipe e foi o que aconteceu.”

Monfils teve uma de suas melhores performances na Davis vencendo Ferrer, no primeiro jogo, em cinco sets.

“Provei para o meu capitão que ele pode confiar em mim,” desabafou Monfils. O segundo ponto veio com Llodra, que ganhou de Verdasco em quatro sets.

Com uma vitória em quatro sets, sobre Verdasco e Lopez, Llodra e Bennetteau encerram o confronto, marcando a primeira vitória sobre os espanhóis desde 1923 e a primeira passagem à semi da Davis, desde 2004.

Eliminada de maneira vergonhosa da Copa do Mundo de Futebol, em meio a polêmicas envolvendo técnico e jogadores e decepcionando toda uma nação, o tênis devolveu orgulho ao País. O L’Equipe, principal jornal esportivo da França, estampou, em cima da foto da comemoração da equipe de Forget, na sua capa deste domingo: “Essa é a França que vence.”

A outra semifinal será entre Sérvia e República Checa, na terra de Djokovic, que pela primeira vez tem seu país em uma semifinal de Copa Davis.

Resultados completos

França d. Espanha

Gael Monfils (FRA) d. David Ferrer (ESP) 76(3) 62 46 57 64

Michael Llodra (FRA) d. Fernando Verdasco (ESP) 67(5) 64 63 76(2)

Julien Benneteau/Michael Llodra (FRA) d. Feliciano Lopez/Fernando Verdasco (ESP) 61 62 67(6) 76(5)

Gilles Simon (FRA) d. Nicolas Almagro (ESP) 76(4) 76(7)

Julien Benneteau (FRA) d. Feliciano Lopez (ESP) 76(3) 64



ARGENTINA d. RUSSIA 3-2

David Nalbandian (ARG) d. Nikolay Davydenko (RUS) 64 76(5) 76(6)
Mikhail Youzhny (RUS) d. Leonardo Mayer (ARG) 63 61 64
Eduardo Schwank/Horacio Zeballos (ARG) d. Nikolay Davydenko/Igor Kunitsyn (RUS) 76(7) 64 67(3) 61
Nikolay Davydenko (RUS) d. Eduardo Schwank (ARG) 46 63 61 64
David Nalbandian (ARG) d. Mikhail Youzhny (RUS) 76(5) 64 63

Sérvia d. Croácia

Novak Djokovic (SRB) d. Ivan Ljubicic (CRO) 76(3) 64 61
Marin Cilic (CRO) d. Viktor Troicki (SRB) 64 75 62
Janko Tipsarevic/Nenad Zimonjic (SRB) d. Marin Cilic/Ivan Dodig (CRO) 63 62 64
Novak Djokovic (SRB) d. Marin Cilic (CRO) 63 63 62
Janko Tipsarevic (SRB) d. Antonio Veic (CRO) 62 76(5)

República Checa d. Chile

Ivo Minar (CZE) d. Nicolas Massu (CHI) 60 62 63
Jan Hajek (CZE) d. Paul Capdeville (CHI) 60 62 61
Lukas Dlouhy/Jan Hajek (CZE) d. Jorge Aguilar/Nicolas Massu (CHI) 76(3) 63 36 63
Jorge Aguilar (CHI) d. Lukas Dlouhy (CZE) 61 76(6)
Ivo Minar (CZE) d. Cristobal Saavedra-Corvalan (CHI) 76(2) 62

PS: A Espanha comemora neste domingo a sua segunda grande conquista esportiva em uma semana. Há sete dias Nadal conquistava o bicampeonato de Wimbledon e foi até a África do Sul torcer pelo País na final da Copa do Mundo.

*o blog está sendo reestruturado. Peço desculpas por qualquer inconveniente.

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