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Nesta segunda, Rogerinho encara Gulbis na estreia em Roland Garros

Rogério Dutra Silva, número 94 do ranking e segundo melhor do Brasil, tem estreia marcada para esta segunda-feira no torneio de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, um dos quatro maiores eventos do mundo e torneio sobre o piso de saibro.

Rogerinho 3 peq

O brasileiro encara o letão Ernests Gulbis, 40 ºcolocado e tenista que deu trabalho a Rafael Nadal tanto em Indian Wells quanto em Roma nesta temporada:

“A expectativa é boa, tenho um jogo duro pela frente, mas espero ir bem e aproveitar minhas chances”, disse o brasileiro, que venceu Gulbis no ano passado, no saibro do ATP de Kitzbuhel, na Áustria.

Foto: Carol Coelho/Inovafoto

 

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Roland Garros: Serena e Errani passam com facilidade pela estreia. Sharapova joga nesta segunda

A norte-americana Serena Williams estreou com tranquilidade em Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, que é disputado no saibro parisiense.

Neste domingo, a campeã de 2002 e cabeça de chave nº 1 passou pela georgiana Anna Tatishvili, cedendo apenas um game, fechando a partida com parciais de 6/0 e 6/1.

Serena - FFT peq

Quem também venceu com facilidade neste domingo foi a italiana Sara Errani, quinta favorita da chave, que bateu a holandesa Arantxa Rus em sets diretos, com parciais de 6/1 e 6/2.

Campeã do torneio em 2008, a sérvia Ana Ivanovic precisou de três sets para superar a croata Petra Martic, fechando a partida com parciais de 6/1 3/6 e 6/3.

Duas cabeças de chave perderam logo na primeira rodada. A russa Nadia Petrova, 11ª favorita, perdeu de viarada para a porto-riquenha Monica Puig por 3/6 7/5 6/4, enquanto a norte-americana Venus Williams, vice-campeã em 2002, foi eliminada pela polonesa Urszula Radwanska, que venceu a partida com parciais de 7/6(5) 6/7(4) e 6/4.

A russa Maria Sharapova, atual campeã da competição e cabeça de chave nº 2, estreia nesta segunda. Ela enfrenta a taiwanesa Su-Wei Hsieh.

A polonesa Agnieszka Radwanska, quarta favorita da chave, enfrenta a israelense Shahar Peer, enquanto a chinesa Na Li, cabeça 6, joga contra a espanhola Anabel Medina Garrigues.

Cabeça 8, a alemã Angelique Kerber enfrenta a compatriota Mona Barthel, e a dinamarquesa Caroline Wozniacki, décima favorita, tem pela frente a britânica Laura Robson.

Para conferir a programação completa desta segunda-feira, clique aqui.

Filipe Alves, da Revista Tennis View.

Foto: FFT

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Roland Garros: Federer e Ferrer estreiam com tranquilidade. Nadal joga na segunda

Começou neste domingo a chave principal de Roland Garros, segundo Grand Slam do ano, disputado no saibro de Paris.

O suíço Roger Federer, campeão do torneio em 2009, venceu com facilidade o qualifier espanhol Pablo Carreno Busta, com parciais de 6/2 6/2 e 6/3.Federer - FFT peq

Outro favorito que estreou bem foi o espanhol David Ferrer, cabeça de chave nº 4, que venceu o australiano Marinko Matosevic em sets diretos, com parciais de 6/4 6/3 e 6/4.

O francês Gilles Simon precisou de 5 sets para superar o australiano Lleyton Hewitt, fechando a partida com parciais de 3/6 1/6 6/4 6/1 e 7/5, assim como o italiano Andreas Seppi, que bateu o argentino Leonardo Mayer com parciais de 6/7(4) 6/4 6/3 6/7(2) e 6/4.

Nadal estreia na segunda

Segunda-feira será o dia da estreia do maior campeão da competição

O heptacampeão Rafael Nadal estreia contra o alemão Daniel Brands, nº 59 da ATP, em confronto que será inédito.

Outro destaque desta segunda é a estreia do tcheco Tomas Berdych, cabeça de chave nº 5, que encara o francês Gael Monfils.

6º favorito da chave, o francês Jo-Wilfried Tsonga joga contra o esloveno Aljaz Bedene, enquanto Richard Gasquet, cabeça 7, encara o ucraniano Sergiy Stakhovsky.

Para conferir a programação completa desta segunda-feira, clique aqui.

Filipe Alves, da Revista Tennis View

Foto: FFT

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Roland Garros: Soares, Sá e Melo, representantes do Brasil nas duplas, conhecem adversários de estreia

Foi sorteada neste domingo a chave de duplas de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro parisiense.

O brasileiro Bruno Soares, nº 13 do ranking de duplas da ATP, e seu parceiro, o austríaco Alexander Peya, formam a dupla cabeça de chave nº 7. Segunda melhor parceria da temporada, eles encaram na primeira rodada o norte-americano James Cerretani e o eslovaco Lukas Lacko.

Soares e Peya - Wagner Carmo peq

A melhor campanha de Soares no torneio francês foi a semifinal de 2008, quando jogou ao lado do sérvio Dusan Vemic.

O outro brasileiro na chave será Marcelo Melo, nº 21 do ranking de duplas e que mais uma vez terá o croata Ivan Dodig como parceiro.

Cabeças de chave nº 12, eles enfrentam na estreia o romeno Victor Hanescu e o luxemburguês Gilles Muller. No ano passado, também ao lado de Dodig, o mineiro chegou às quartas de final.

André Sá joga ao lado do espanhol Feliciano Lopez e na primeira rodada eles enfrentam os britânicos Colin Fleming e Jonathan Marray, cabeças de chave nº 10.

Para conferir a chave completa, clique aqui.

Filipe Alves, da Revista Tennis View.

Foto: Wander Roberto/Inovafoto

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Roland Garros: Serena, Errani e Ivanovic estreiam neste domingo

Campeã em 2002, a norte-americana Serena Williams estreia neste domingo em Roland Garros, segundo Grad Slam da temporada, que é disputado no saibro.

Cabeça de chave nº 1 e embalada com recentes títulos em Madrid e Roma, ela enfrenta a georgiana Anna Tatishvili, nº 83 do ranking da WTA.

Outra campeã de Roland Garros que joga neste domingo é a sérvia Ana Ivanovic, que ficou com título em 2008. Ela estreia contra a croata Petra Martic.

Ivanovic peq

Ainda neste domingo, destaque também para o jogo da italiana Sara Errani, 5ª favorita da chave, contra a holandesa Arantxa Rus.

Venus Williams, cabeça 30 e vice-campeã em 2002, encara a polonesa Urszula Radwanska, enquanto a russa Nadia Petrova, 11ª favorita, tem pela frente a porto-riquenha Monica Puig.

Para conferir a programação completa, clique aqui.

Filipe Alves, da Revista Tennis View

Foto: FFT

 

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Roland Garros: Federer estreia contra qualifer espanhol neste domingo. Ferrer enfrenta Matosevic

O suíço Roger Federer será o grande destaque do primeiro dia de jogos de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, que começa neste domingo no saibro parisiense.

O suíço, nº 3 do mundo e campeão do torneio em 2009, entra em quadra para enfrentar o espanhol Pablo Carreno Busta, nº 166 da ATP, que passou pelo qualifying.

Federer peq

David Ferrer, cabeça de chave nº 4 e semifinalista no ano passado, entra em quadra para enfrentar o australiano Marinko Matosevic

Destaque também para o confronto entre o francês Gilles Simon, cabeça 15, que encara o australiano Lleyton Hewitt, ex-nº 1 do mundo.

Outro cabeça de chave que estreia neste domingo é o canadense Milos Raonic, 14º favorito da chave, que joga contra o belga Xavier Malisse.

Para conferir a programação completa, clique aqui.

Filipe Alves, da Revista Tennis View.

Foto: FFT

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Fique por dentro das novidades da transmissão de Roland Garros em 2013

Quem não poderá ter o prazer de acompanhar Roland Garros em Paris não precisa se desesperar. O canal BandSports fechou contrato e tem, a partir desta temporada, os direitos exclusivos de transmissão do torneio pelos próximos cinco anos. Na disputa pelos direitos, o canal do Grupo Bandeirantes de Comunicação derrubou os concorrentes ESPN, SportTV, Fox Sports e Esporte Interativo.

Court Philippe Chatrier

Na sua equipe, o canal contará com o jornalista Chiquinho Leite Moreira  como comentarista, além do narrador Oliveira Andrade. Serão transmitidas 36 horas de tênis ao vivo com dois canais televisivos e um no site do Bandsports. O diretor de Produção e Operações do canal Evandro Figueira, conta mais detalhes desta novidade.

Tennis View – Qual foi o investimento para trazer esta atração para o canal?

Evandro Figueira  – Infelizmente por força de contrato não podemos informar o valor por investimento em direitos. Mas os custos de produção devem chegar próximos de 1 milhão de reais. Neste valor estão incluídas despesas de viagem da equipe, hospedagem, e todas as facilidades técnicas que serão utilizadas em Paris para a maior cobertura de Roland Garros em território Brasileiro.

TV – Qual a importância para o canal de obter os direitos de transmissão de Roland Garros?

EF – O evento é o mais charmoso do circuito internacional de tênis e terá o tratamento que merece na programação do canal. Já tínhamos o circuito WTA com mais de 35 torneios por ano, além de alguns torneios ATP 250. Faltava um produto que pudesse compor com esta ampla programação dedicada ao tênis e achamos que seria uma importante oportunidade para o canal.

TV – Quais as expectativas e o que um produto como este agrega ao canal?

EF – Depois do reconhecimento que tivemos pela cobertura dos Jogos Olímpicos de Londres com o nosso Bus Studio, queremos mostrar ao amante do esporte que esta não foi uma ação única. Nossa equipe de produção sabe entregar para o assinante a melhor experiência dentro de um evento desta magnitude. Teremos equipes de reportagem e narração em Paris para trazer ao nosso assinante uma cobertura além das quadras. Vamos mostrar todas as peculiaridades e curiosidades do mais charmoso dos Grand Slams.  Queremos que o assinante do Bandsports chegue ao dia 9 de junho (dia da final) satisfeito com a cobertura do canal. E que ele tenha a sensação de que soube de tudo o que aconteceu por lá, e não perdeu nenhum detalhe.

 Leonardo Stavale, da Revista Tennis View

 

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Lembranças muito boas daquele Roland Garros 2001

Faz tempo, muito tempo que não escrevo neste blog que tanto adoro. Mas, como venho falando nos últimos meses, se o dia tivesse 48 horas, ainda faltaria hora para eu dar conta de fazer tudo, bem feito, em que estou envolvida.

Mas, como hoje é um dia especial, resolvi pelo menos postar aqui o texto que escrevi para a revista programa do Claro Rio Champions, sobre o jogo que comemora os 10 anos da conquista do tricampeonato do Guga em Roland Garros.

Foram duas semanas marcantes, cheias de emoção em Paris, em que quase voltamos para casa no meio do campeonato, naquele jogo com o Michael Russell. E depois, muita curtição no jogo com o Corretja e para mim, muito trabalho, depois da vitória, do desenho do coração na quadra Philippe Chatrier, da camiseta escrita “Je Aime Roland Garros”, das coletivas de Guga e do Larri…

Lembro de ter ido direto para a festa, com a roupa que estava no corpo naquele dia… e no dia seguinte sessão de fotos no Sacre Couer…

Há 10 anos Gustavo Kuerten era o número um do mundo. Havia começado a temporada no topo do ranking mundial depois de ter conquistado o título da Masters Cup, em Lisboa.

Chegava a Roland Garros como o cabeça-de-chave 1, detentor do título (campeão em 2000) e favorito a levanter pela terceira vez o “Trophee des Mousquetaires,” já tendo erguido no ano os trofeus dos ATPs de Buenos Aires e Acapulco, do Masters 1000 de Monte Carlo e ficado com o vice em Roma.

Derrotado na estreia do Masters 1000 de Hamburgo, aproveitou quase as duas semanas que separavam o campeonato alemão de Roland Garros para descansar e se preparar para o seu torneio favorito.

Já Corretja vinha de uma temporada sem grandes resultados. Havia alcançado as quartas-de-final em Barcelona e no Masters 1000 de Roma (perdeu para Guga) e com uma derrota na segunda rodada em Hamburgo, optou por jogar a World Team Cup, em Dusseldorf, onde marcou três vitórias.

Roland Garros começou e todos os olhos estavam voltados para o brasileiro e para o duelo de estreia contra Guillermo Coria. Muito se falou deste jogo, do jovem argentino que poderia complicar a vida do bicampeão. Mas, Guga não encontrou dificuldades para vencê-lo, por 6/1 7/5 6/4.

Na segunda rodada, vitória tranquila sobre outro argentino Agustin Calleri por triplo 6/4.

Veio a terceira rodada e o jogo contra o marroquino Karim Alami complicou um pouco, mas Guga se superou e estava nas oitavas-de-final do Grand Slam francês novamente.

Enfrentaria o desconhecido americano Michael Russell, vindo do qualifying e num dia sem muito sol e com muito vento em Paris, parecia que o caso de amor entre Guga e Roland Garros estava se acabando. Russell chegou a ter match point no terceiro set para eliminar o brasileiro, mas num ponto longo e com uma bola na linha Guga se salvou e começou a mudar a história do jogo e estreitar ainda mais a sua relação com o público francês.

Empurrado pela torcida e em busca do seu melhor tênis no meio da partida, Guga venceu o americano em um emocionante jogo de cinco sets e ao término da partida, em agradecimento ao público, desenhou um coração na quadra Philippe Chatrier.

Em seguida vieram as vitórias sobre Yevgeny Kafelnikov e Juan Carlos Ferrero, bem mais tranquilas do que em anos anteriores e lá estava o brasileiro em mais uma final de Roland Garros, contra um adversário não tão esperado quando o torneio começou. Outros favoritos como Safin e Agassi haviam sido eliminados em rodadas anteriores.

Corretja chegava na final só com um jogo complicado em Roland Garros naquele ano, o da estreia contra Mariano Zabaleta, em cinco set. Depois, passou por Knippschild, Larsson, Santoro, Federer e Grosjean sem perder um set.

Começava a final e o vento dominava a quadra central. Corretja jogava o seu melhor tênis e levava o primeiro set por 7/6(3) e continuava jogando melhor no segundo. Até que Guga conseguiu quebrá-lo no 5×5 do segundo set, vencer o a segunda parcial e passar a tomar controle do jogo.

Quando começou o terceiro set, o brasileiro já dominava o jogo e no quarto set passou os seis games com já curtindo a vitória. “Mesmo quando eu tentava errar uma bola ela entrava,” lembrou Guga, de tão bem que estava jogando no último set de Roland Garros. “Foi o meu ano mais emocionante em Paris, por causa daquele jogo com o Russell e foi o ano em que eu mais curti a vitória.”

 

Ao término do jogo, Guga desenhou novamente o coração para demonstrar todo o seu amor por Roland Garros, deitou dentro dele e na hora da premiação ainda vestiu uma camiseta desenhada por ele na noite anterior com os dizeres: “Eu amo Roland Garros.”

 

 

 

 

 

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Sem querer “chover no molhado,” mas US Open é vítima do “climate change”

Quem falava nesse assunto quando o Arthur Ashe Stadium começou a ser construído?

Não estou em NY mas estou acompanhando tudo sobre o US Open, na televisão, no application do torneio no Iphone, na internet, lendo jornais e sites, entre outros.  Confesso que deu um certo alívio ter cancelado a viagem quando vi toda a confusão armada pelo Hurricane Irene. Não que eu não quisesse estar em New York agora, mas teria sido uma confusão completa, porque era para eu ter chegado naquele primeiro fim de semana.

Agora, vendo dois dias seguidos de chuva na Big Apple, fico imaginando aquela sala de imprensa lotada de jornalistas sem ter muito o que fazer, procurando o que escrever, sem poder voltar para Manhattan, ou deixar de ir para o torneio, caso alguma coisa aconteça. Fica um clima de tensão no ar. Todos querem falar com o Diretor do Torneio, dependem de uma previsão do tempo, que funciona muito melhor lá do que aqui, os jogadores ficam irritados, todos agrupados no “player’s lounge,”, que mesmo crescendo ou sendo melhorado a cada ano, parece não dar conta de tanta gente.

Enfim, dias completos de chuvas em qualquer cidade já são complicados, em um torneio que tem data para começar e terminar ficam ainda mais, especialmente quando ainda estão sendo jogadas oitavas-de-final de simples no masculino, as mulheres estão nas quartas, tem torneio de duplas e duplas mistas em andamento, o juvenil, cadeira de rodas e muito mais.

A grande discussão em pauta no momento é porque o US Open, quando construiu o maior estádio de tênis do mundo, com capacidade para 23 mil pessoas, não programou um teto retrátil, como o Australian Open e Wimbledon já tem e como Roland Garros está programando nos seus planos de expansão.

Pensando nisso tudo, lembrei do ano da abertura do Arthur Ashe Stadium. Era 1997 e eu estava em Nova York. Guga havia ganhado Roland Garros poucos meses atrás e tinha sido o primeiro tenista a bater bola no gigantesco estádio. Uma cerimônia emocionante reuniu ex-campeões na primeira segunda-feira do torneio.

Há 14 anos o mundo era diferente. Quem falava em “Climate Change?”.

Quem imaginaria que o clima fosse mudar tanto?

Fui procurar dados de precipitação e temperaturas e para se ter uma ideia o National Climatic Data Center, oficial do Governo Americano, só tem dados disponíveis para consulta sobre temperaturas a partir de 1998 e fazendo uma rápida análise deu para ver que a média de chuva anual em Nova York foi aumentando praticamente todos os anos.

Claro que já havia órgãos preocupados com o clima antes disso, mas ninguém dava atenção.

O filme do ex-vice presidente dos Estados Unidos, Al Gore, “An Incovenient Truth,” curiosamente dirigido por Lucy Walker, a mesma do “Lixo Extraordinário,” que gerou a criação da “Rede Extraordinária,” foi lançado apenas em 2006. Para mim o filme é um divisor de águas na maneira como as pessoas comuns entendem o tal “Climate Change.”

Com mania de grandeza, os americanos nem titubearam em fazer um estádio gigantesco em vez de pensar em algo coberto.

Não chovia tanto em Nova York, naquela época.

O torneio começou a ter grandes problemas há três anos, quando teve que fazer a final na segunda-feira, o que se repetiu em 2009 e em 2010.

É provável que aconteça de novo em 2011.

É o US Open sendo vítima das mudanças climáticas que vem afetando o planeta.

Parece “chover no molhado,” mas é um fato. Ninguém imaginava, lá em 1997 – ou melhor, alguns anos antes, quando começaram a projetar o Arthur Ashe Stadium, que o mundo passaria por tantas mudanças climáticas, em tão pouco tempo, capazes de alterar o nosso cotidiano.

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Bernardes, a trajetória e a história da arbitragem no Brasil que abriu caminho para chegar à a final de Wimbledon.

Todo jogador de tênis tem um sonho,o de um dia disputar a final de um Grand Slam. A maioria deles sonha em estar na decisão de Wimbledon.

Foi o que Novak Djokovic afirmou ao derrotar Tsonga, chegar ao posto de número um do mundo e perceber que estava na final do mais tradicional torneio de tênis do mundo. “Wimbledon é o primeiro torneio que assisti na televisão quando era criança. Sempre sonhei em estar na final.”

Rafael Nadal, mesmo ganhando Roland Garros seis vezes, já cansou de falar que o torneio mais importante para ele é Wimbledon.

Neste domingo, quando Nadal e Djokovic estiverem jogando pelo trofeu, um brasileiro realizará seu sonho também. Carlos Bernardes estará comandando o embate entre o número um e o número dois no mundo.

Pela primeira vez na história um brasileiro sentará naquela cadeira, na final.

Será a terceira vez de Bernardes em uma final. Ele fez duas do US Open,  a entre Roddick e Federer e a entre Federer e Murray, mas nunca nenhuma na grama sagrada.

Fiquei emocionada quando recebi o email do próprio Bernardes, na sexta à noite, dizendo que tinha sido escolhido para fazer a final.

Alguns dias atrás havíamos nos encontrado pelos corredores do All England Lawn Tennis & Crocquet Club e por Bernardes ser colunista da Tennis View, há algum tempo, desenvolvemos uma relação mais próxima e de muito respeito profissional.

A cada edição ele pega o tempo livre, o pouco que tem, para escrever para os fãs de tênis do Brasil sobre regras, novidades no circuito e se dispõe a tirar dúvidas de todo mundo.

Esse post de hoje é uma homenagem ao Bernardes, que faz com que o Brasil esteja representado na final de um Grand Slam e a todos os árbitros brasileiros, principalmente aqueles que começaram com a formação da arbitragem no Brasil, anos e anos atrás.

Reproduzo aqui uma matéria muito especial que os jornalistas da Tennis View, Fabiana Oliveira e Leonardo Stavale, fizeram na edição 80, relatando como a história da arbitragem começou no País e explicando, de certa maneira, de onde veio e como Carlos Bernardes chegou lá (alguns dados estão desatualizados, mas a base da materia está superatual).

PS – reparem no Bernardes novinho na página 2

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