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E a temporada já começou com tudo: 6 torneios oficiais e a Hopman Cup

Dia 04 de janeiro, primeiro dia de jogos oficiais de chave principais de ATPs e WTAs pelo mundo. A temporada 2015 começou oficialmente.

Demorou um pouco mais do que de costume. Normalmente o circuito começa na semana anterior. Mas, com tantos pedidos de jogadores por uma temporada mais enxuta, os calendários vão se ajustando ano a ano e desta vez deu para fugir daquele início na última semana de dezembro.

Sharapova Brisbane

Aqui no Brasil sentimos falta do Challenger de São Paulo, no Parque Villa Lobos. Muitos tenistas brasileiros acostumados a começar o ano na capital paulista optaram por adiar o início da temporada ou viajar para bem longe, como fizeram João Souza, o Feijão, Guilherme Clezar e Fabiano de Paula.

Lá do outro lado do mundo, na Oceania, nos Emirados Árabes e na Índia, com passagem pela Tailândia é que tudo está acontecendo.

A tradicional exibição de Abu Dhabi, o Mubadala World Tennis Championships teve Andy Murray como vencedor, sem disputar a final. Novak Djokovic, com febre, não jogou a decisão. Foi bom para ver Wawrinka, Nadal, Almagro e Feliciano Lopez em ação nos primeiros dias do ano.

Outra exibição na Tailândia, em Hua Hin viu Berdych ganhar de Raonic. Também jogaram Fognini e Ferrer.

Sempre na frente dos ATPs e WTAs, a Hopman Cup começou hoje, em Perth. Com muitas desistências de jogadores inscritos, alguns dos quais disputaram a IPTL e pouco tempo tiveram para se recuperar de pequenas lesões ou investir em uma forte pré-temporada, mas com a presença de Serena Williams, Eugenie Bouchard, Agnieszka Radwanska, Andy Murray e do casal Fognini/Pennetta, entre outros, a competição entre países é sempre um bom aquecimento para a temporada.

Djokovic Doha

Ao mesmo tempo acontecem os WTAs de Brisbane, Shenzen e Auckland e os ATPs de Doha, Chenai e Brisbane, sim a cidade de Patrick Rafter recebe um torneio “combined.” E como são os primeiros torneios do ano, não importa se são ATPs 250 ou WTAs International (o de Brisbane é um Premier), as estrelas estão jogando. Nadal, Djokovic, Federer, Sharapova, Ivanovic, Halep, Azarenka, Kvitova, Wozniacki, Nishikori, Dimitrov, Wawrinka, entre muitos outros, estão todos competindo em busca de ritmo de jogo para o primeiro Grand Slam do ano, o Australian Open, que começa em 15 dias.

Aliás, as mulheres já começaram a jogar hoje. Samantha Stosur, vencendo por 5/1 no 3o. set levou uma virada de Varvara Lepchenko; Jankovic perdeu para Tomjlanovic e Petkovic caiu diante de Kanepi. Interessante primeiro dia.

Além disso dois Challengers são disputados nesta semana, o de Noumea e o de Happy Valley.

Entre os brasileiros, João Souza joga o ATP de Doha, o mesmo que Bruno Soares com Alexander Peya; Clezar e Fabiano de Paula disputam o Challenger da Nova Caledônia.

Estava com saudades? A temporada já começou pra valer!

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Provei Sugarpova!

Um dos meus muitos objetivos desta vinda ao US Open era provar as balinhas da Sharapova, a Sugarpova. Mas, com o passar dos dias aqui já tinha esquecido, até que hoje, depois de sair da Apple Store, logo cedinho, caí quase que sem querer naquela loja dos sonhos de qualquer criança e muito adulto, a FAO Schwarz. Estava atravessando o salão térreo, quando vi uma sessão de doces…

 

E no meio dela estava Sugarpova. Seis fileiras das balinhas da campeã de Roland Garros deste ano, com nomes como “Chic,” “Splashy,” “Silly,” “Spooky,”, nas versões normal, sour (azedo) e levemente azedado, com açúcar em volta, ou sem.

Aí começou a dúvida. Qual vou comprar?

Já eliminei o Sour e o meio sour porque não gosto muito e fui mesmo pela embalagem e pelo desenho das balinhas gummy que gosto mais. Infelizmente não tinha nenhuma no formato bolinha de tênis, que estão esgotadas.

Acabei optando pelo Chic, Cheeky e Splashy, esse mais para dar para os sobrinhos em casa, porque tem formato de animais marinhos.

Cada saquinho de 142g de Sugarpova custou U$5,99, aproximadamente R$ 12. Até achei que fosse custar mais caro. Quando você entra numa dessas lojas de docinhos e pega os “yummis” com a pá e coloca no saquinho para pesar, não sai por menos do que isso.

Voltei para o hotel feliz com as compras do Sugarpova e decidida a experimentar no US Open.

Quando tirei o Sugarpova “Cheeky” da bolsa para abrir o saquinho, de repente, as balinhas da Sharapova se tornaram a sensação da sala de imprensa. Todo mundo queria saber onde estavam dando. Disse que havia comprado em Manhattan. Todos perguntaram o preço, quiseram ver a embalagem, tiraram fotos com a Sugarpova, brincando que era o mais próximo que chegariam da Sharapova e provaram comigo o “Gummy Candy.”

A conclusão dos jornalistas foi a mesma. Gostoso, aprovado, mas nada diferente dos “gummy bears”, ou “yummy” como outros chamam. O que conta mesmo é a embalagem. Ah, e ainda um agradecimento de Sharapova na parte de trás do saquinho dizendo “How sweet of you – que doce da sua parte – comprando o meu doce, uma porcentagem é doada para a Maria Sharapova Foundation, para ajudar as crianças ao redor do mundo a conquistarem seus sonhos. Assinado: Maria Sharapova.

 

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Com Serena, Maria e Victoria medalhistas, pódio olímpico se iguala aos títulos de Grand Slam 2012

Com alegria contagiante, Serena de ouro se junta a Agassi Nadal e Graf

Só de ouvir a palavra olimpíadas, as irmãs Williams parecem tremer, tamanha a empolgação. Desde que o ano começou ambas, Venus e Serena deixaram claro que os Jogos Olímpicos de Londres eram prioridade no calendário. Do primeiro jogo até a vitória arrasadora na final, em que ganhou de Maria Sharapova por 6/0 6/1 e conquistou a sua primeira medalha de simples olímpica, e de ouro, dava para ver no olhar de Serena, a ambição dela, a vontade de ganhar e o que significava para ela colocar a medalha no pescoço.

Enquanto Sharapova sucumbia à pressão do momento, afinal Jogos Olímpicos para a Rússia tem um significado talvez ainda maior do que para os Estados Unidos, Serena elevava o seu nível ainda mais.

Não deu chances à russa que a derrotara oito anos atrás nesta mesma quadra central de Wimbledon, para vencer o Grand Slam inglês.

A alegria de Serena com a conquista era tanta, que ela pulou, dançou, como se estivesse ganhando naquelas quadras pela primeira vez. E de uma certa maneira ela estava. O cenário foi apenas uma coincidência para a inédita conquista. 

A alegria contagiou até mesmo Sharapova. Nem no pódio, Serena parava de pular.

A russa, porta-bandeira da nação onde nasceu, apesar da derrota, parecia apreciar o momento inédito. Ela também jogava pelo Golden Slam e não tinha nenhuma medalha olímpica. A tenista de bronze, Victoria Azarenka, que derrotou Maria Kirilenko e comemorou como se estivesse ganhando o ouro, ficou apagada na premiação.

Azarenka, a número um do mundo, por enquanto, está longe dos trofeus de Serena e Sharapova. Tem apenas um título de Grand Slam.

Sharapova tem quatro e Serena, 14.

E agora a americana tem o “Golden Slam,” e iguala a marca de Andre Agassi e Rafael Nadal. Eles também ganharam os quatro Grand Slams e o ouro olímpico, assim como Steffi Graf. Sim, Serena igualou Graf ganhando os quatro Grand Slams e o ouro nas olimpíadas.

Mas, o feito da esposa de Agassi, que ganhou os quatro maiores torneios do mundo e ouro olímpico, no mesmo ano, em 1988, em Seul, é difícil de imaginar sendo superado.

Neste domingo, Serena, Agassi e Nadal podem ganhar a compania de Federer, que joga pelo inédito ouro olímpico diante de Andy Murray.  A disputa do bronze é entre Del Potro e Djokovic. Dos quatro, apenas Djokovic já tem medalha de simples, a de bronze na China.

O pódio do tênis feminino, diferente de Beijing que teve domínio russo (Dementieva, Safina e Zvonareva) ficou com as três campeãs de Grand Slam deste ano:

Serena Williams – ouro / campeã em Wimbledon

Maria Sharapova – prata/ campeã em Roland Garros

Victoria Azarenka – bronze / campeã do Australian Open

 

 

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O que o Sony Ericsson Open, em Miami, tem de tão especial

Outro dia estava conversando com alguns amigos sobre viagens, tênis e um deles me perguntou porque o Sony Ericsson Open era chamado de quinto Grand Slam, o que ele tinha de tão especial.

Depois de dois dias de qualifying e uns jogos da chave principal feminina, o torneio começa para valer mesmo nesta quarta-feira, com grandes nomes em quadra.

Mas, voltando ao fato de ser chamado de quinto Grand Slam, a pergunta me inspirou a fazer uma matéria para a Tennis View (edição 118) em que coloco as 30 razões de porque ir ao torneio vale a pena. Reproduzo aqui neste post.

Já faz tempo que o Sony Ericsson Open é considerado o quinto maior torneio do mundo, ou seja, o mais importante depois dos Grand Slams. Com chave de 96 jogadores para homens e mulheres, os melhores do mundo duelam pelo prestigioso trofeu em 2012 até o dia 1º de abril, no Crandon Park, em Miami.

Com patrocínio com a Sony Ericsson renovado até 2014, e a nova parceria com a MasterCard, que entra na lista do que eles chamam de “Hot Sponsors,” assim como o Itaú, o torneio continua se reinventando para que a experiência para os fãs seja ainda mais especial.

Tennis View, que desde 1997 acompanha todas as edições do torneio (e está lá de novo) fez uma lista dos motivos que fazem a competição ser uma das melhores escolhas para o amante do tênis desfrutar, em um torneio internacional.

 

  • O torneio é considerado o quinto Grand Slam. Para a ATP é um Masters 1000 e para a WTA é um Premier Event.
  • Do 1º dia de jogos até a final, com certeza você assiste os melhores do mundo em ação. No ano passado Djokovic d. Nadal e Azarenka d. Sharapova.
  • Além de assistir os jogos, você pode ver todos os jogadores treinando e de perto. As quadras de treino são ao lado das de jogo e acessíveis a todos, com qualquer tipo de ingresso.
  • Os jogadores passam no meio do público para treinar ou jogar. Você tem chance de trombar com o Federer no meio do caminho.
  • A viagem do Brasil é a mais rápida para um torneio deste porte.
  • A comunicação é fácil. Não só em Miami, mas no torneio, todos falam espanhol.
  • É uma perfeita combinação de passeio, com tênis e compras.
  • O Crandon Park fica a 10 minutos da região da Brickell Avenue, em Miami e a 15 de Miami downton.
  • Dá par air de carro ou pegar um “shuttle” que te deixa na porta do torneio, em um dos hotéis oficiais do campeonato.
  • Você pode se hospedar nos diversos hotéis oficiais dos jogadores e não paga a mais por isso. O próprio torneio ou operadoras oficiais fazem a reserve para você, de acordo com o seu orçamento.
  • Há pacotes de viagem que incluem hospedagem, transporte, camiseta autografada pelo Sampras para clientes MasterCard, com vouchers para o Champions Club.
  • Mesmo se você não for um convidado VIP do torneio, tem a opção de comprar pacotes que dão acesso a espaço VIPS, com refeições completas, Open Bar e presença dos jogados. E os preços não são exorbitantes. Começam em US$ 600 (aproximadamete R$ 1050,00).
  • Há ingressos para todos os tipos de bolso. Os preços vão de US$ 29 (R$ 50,00) – lugar mais alto do Estádio – até o mais perto da quadra na final US$ 465 (R$ 815,00).
  • Além de pacotes com hotel e ingressos, há pacotes de ingressos para quem vai vários dias, ou só para as semi e finais. Opções não faltam para atender a todos os gostos.
  • Quer sentar lá embaixo, quase dentro da quadra, onde os fotógrafos se posicionam e se sentir como em um jogo de basquete da NBA? O torneio proporciona essa experiência. É o Star Box. *
  • Você pode jogar a moeda na quadra central e decider quem vai começar sacando. É o VIP Player Coin Toss. *
  • O torneio te dá acesso aos bastidores da competição. Você pode fazer um tour e ainda degustar de um buffet no The Terrace. *
  • Cliff Drysdale, Monica Seles, Lindsay Davenport e Nick Bollettieri, podem ser seus técnicos, em uma clínica de tênis nas quadras do torneio. *
  •  O caminho entre Miami e o Crandon Park é paradisíaco.
  • Há jogos de manhã até à noite, masculino e feminino.
  • Se o seu acompanhante de viagem não for fã de tênis, não tem problema. Há inúmeras opções de lazer e entretenimento dentro do Crandon Park.
  • Do Gourmet Hot Dog ao Veuve Clicquout Wine & Sushi Bar, são inúmeros os restaurantes ou stands de fast food. Entram nesta lista o Starbucks, Crepe Express, Corona Beach House, Latin Café and Bacardi House, The Grill e muito mais.
  • Há opções para verdadeiras refeições gourmet, para você desfrutar ou fazer uma reunião de negócios, no Collectors Club, Champions Club, The Terrace e nas Suítes dentro do Estádio.
  • Lojas também não faltam para você comprar os mais modernos equipamentos de tênis, roupas das mais diferentes marcas e acessórios. Tennis Plaza, parceira da Tennis View estará lá novamente!
  • Com a grande comunidade latina em Miami, incluindo os brasileiros e com o sucesso dos tenistas da região nos últimos anos, começando com Marcelo Rios em 1998, o torneio dá atenção e destaque para os jogadores e fãs latinos.
  • Durante o torneio há inúmeros eventos em Miami relacionados à competição.
  • Celebridades amantes do tênis costumam prestigiar o evento. Anna Wintour, Bob Sinclair, Lebron James, Andy Garcia e muitos outros estiveram no Crandon Park em 2011.
  • Os jogadores circulam à vontade pela cidade. É fácil encontrar algum deles jantando em diversos restaurantes de Miami, como o Novecento, o Nobu e a churrascaria Porcão.
  • A temperatura costuma ser das mais agradáveis possíveis, variando entre 22ºc e 28ºc.  Mas é bom levar protetor solar e beber muita água. Às vezes costuma esquentar no estilo do verão brasileiro.
  • O Brasil tem uma agência oficial do Sony Ericsson Open, a Faberg Tennis Tour, que tem pacotes disponíveis ou apenas a venda de ingressos individuais (www.faberg.com.br).

 

*pago à parte

 

Fotos: Dalia Gabanyi e Sony Ericsson Open

 

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Cincinnati: um super “tennis tournament” no midwest americano

a montanha-russa de Kings Island

Dá para imaginar um torneio no meio de uma american highway, no midwest americano, em que a atração mais próxima do complexo é um parque de diversões – Kings Island – e onde o hotel, em que os jogadores se hospedam, fica situado ao lado de um grande supermercado, um posto de gasolina e um restaurante Applebee’s?

Esse é o Masters 1000 de Cincinnati, localizado no município de Mason, Ohio, parte da Grande Cincinnati. Direto de uma grande metrópole, os tenistas, normalmente vindos de Toronto, se deparam com a calma e a tranquilidade do meio-oeste americano, onde a vida parece passar calmamente, entre plantações de milho e campos de golfe, onde xerifes dirigem seus carros pelas ruas da cidade, da mesma maneira que nos filmes, para se certificarem que tudo vai bem.

É neste pacato lugar que as maiores estrelas do tênis mundial disputam um dos maiores torneios da temporada, que para eles tem um atrativo a mais: um campo de golf ao lado das quadras. Não me pergunte como o estádio fica lotado ano após ano. Talvez pelo fato do torneio estar numa estrada facilite o acesso e talvez não haja tantas atrações em Mason, Ohio, além de Kings Island, para a população se divertir. A região também é próxima a Cleveland, Kentucky e Indiana, atraindo fãs de outras regiões.

Lendo essa descrição da região não daria para imaginar que é no Lindner Family Tennis Center que jogam Rafael Nadal, Roger Federer, Novak Djokovic e o campeão de Toronto, Andy Murray, nesta semana e muito menos que Kim Clijsters derrotou Maria Sharapova lá neste domingo. E é neste mesmo tournament site que no ano que vem, homens e mulheres jogarão simultaneamente. Mas, a tradição faz parte do tênis e o tênis faz parte da história de Cincinnati. O torneio é o mais antigo dos Estados Unidos a ser disputado na mesma cidade. São 111 anos de torneio, com uma lista de campeões que inclui Bobby Riggs, Pancho Segura, Pancho Gonzalez, Ilie Nastase, Stan Smith, Ken Rosewall, Jimmy Connors, John McEnroe, Mats Wilander, Stefan Edberg, Michael Chang, Pete Sampras, Andre Agassi, Patrick Rafter, Carlos Moyá, Andy Roddick, Federer e Gustavo Kuerten, campeão em 2001, entre muitos outros.

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Reciclagem de bolas chega a mais um torneio de tênis / Green Initiatives estão crescendo no esporte

O tema da sustentabilidade no tênis continua mesmo em alta.

Acabo de receber um press release do Bank of the West Tennis Classic, o Sony Ericsson WTA de Stanford, que começa na semana que vem e terá a participação de Sharapova, Ivanovic e Safina, entre outras, anunciando que as bolas usadas já tem destino certo, a reciclagem.

Uma parceria com a Rebounce, uma empresa que dá nova pressão às bolas usadas e doa para programas de inserção social, proporcionará que essa “repressurização” seja feita diretamente no torneio. A Rebounce criou uma máquina de tamanho acessível e que pode ser usada diretamente nos clubes e academias e que recicla até 3.000 bolas por mês.

Parceira da iniciativa de reciclagem de bolas na França / Roland Garros, a FEDEX também se uniu à campanha americana e doará o transporte das bolas através do serviço de caminhão.

Reproduzo abaixo o press release enviado pelo colega Sam Henderson, explicando todo o processo:

“Bank of the West, title sponsor of the Bank of the West Classic, today announced a tournament recycling initiative with Rebounces, organizers of the first national tennis ball recycling campaign. FedEx Ground, the small-package ground shipping service, will donate transportation of used tennis balls to Rebounces’ headquarters.

An estimated 300 million tennis balls are manufactured each year worldwide, and Bank of the West is encouraging tennis players and fans to bring old tennis balls to the Bank of the West Classic and recycle them. Tennis balls lose pressure with use and typically are discarded. For each dozen balls returned at the tournament July 30 through August 1, the bank and Rebounces will provide one can of new balls.

Balls collected at the Bank of the West Classic July 26- August 1 will be re-pressurized using Rebounces’ patented technology and a portion of these will be donated to Youth Tennis Advantage (YTA), a nonprofit organization dedicated to serving youth in Oakland and San Francisco through a program of tennis and academic tutoring.

Rebounces re-pressurizes tennis balls to restore dead balls to their original bounce. Rebounces’ new Green Tennis Machine allows tennis facilities to re-pressurize tennis balls on-site, saving money and reducing landfill waste. With a capacity of 400 tennis balls, the machine can re-pressurize 3,000 balls monthly and pay for itself in a year or two at an average-sized tennis club, according to the company.

Rebounces collected over 100,000 balls from tennis clubs and tournaments in 2009 and expects to collect more than 500,000 in 2010.”

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