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Bruno Soares e Jamie Murray são campeões do US Open

Bruno Soares fez história mais uma vez neste sábado em Nova York. Ao lado do britânico Jamie Murray ele derrotou a dupla espanhola de Pablo Carreño Busta Guillermo Garcia Lopez, por 6/2 6/3, para conquistar o título do US Open, o último Grand Slam da temporada, pela primeira vez. Foi o 2o. título de Grand Slam de duplas, o 2o. com Murray e o 2o. deste ano. O resultado coloca a parceria como a primeira, desde os Bryans em 2013, a vencer dois Grand Slams na mesma temporada. Com os outros três trofeus de duplas mistas, Bruno Soares tem agora 5 títulos de Grand Slam.
Abaixo as declarações de Bruno Soares sobre a conquista.
No domingo, o tenista deixa Nova York e viaja para a Bélgica, onde se junta a equipe da Copa Davis, para jogar o Play Off do Grupo Mundial no fim de semana.

Bruno Soares e Jamie Murray são campeões do US Open

Sobre ganhar 2 Grand Slams no mesmo ano, com Jamie Murray
“É difícil imaginar um ano como esse, principalmente a gente que não tinha conquistado nenhum título juntos e estava começando a parceria. Ganhar dois Grand Slams é muito especial”.
“Em função do trabalho que a gente vem fazendo e de toda a dedicação que a gente colocou veio o resultado. A gente sabia que estava preparado para conquistar coisas grandes. Estamos colhendo os frutos.”

Como chegaram ao título em Nova York
“Foi uma combinação de coisas. As condições são as mais favoráveis pra gente. O ano mostrou que a quadra rápida é o nosso melhor piso. A preparação foi muito boa. Ter vindo mais de uma semana antes pra cá ajudou muito. A gente foi crescendo. Tivemos um primeiro jogo muito complicado. Ganhamos 7/5 no terceiro e a gente cresceu de mais. As quartas contra o André foi um jogo duríssimo e no mental também, enfrentando um grande amigo. A semi foi outro grande jogo e na final jogamos o nosso melhor tênis, executando tudo com perfeição e conseguimos levar o título.”

Ganhar 5 Grand Slams
“É difícil de acreditar. Quando você fala pra mim que eu ganhei 5 títulos de Grand Slam é inacreditável. A gente sonha com esses torneios desde pequeno. Mas não sonhamos nem em ganhar. É tão grande, tão fora da realidade, que a gente sonha em primeiro participar. Depois o sonho vai ficando mais próximo, se tornando realidade, virando uma coisa palpável e hoje aqui estou eu, campeão de 5 Grand Slams. Só tenho que sorrir e agradecer. Sou um privilegiado de ter a oportunidade de conquistar isso tudo.”

Ganhar com a presença dos amigos e da família
“A nossa torcida foi o centro das atenções nos nossos jogos. A turma fez uma festa bacana. É muito especial poder conquistar com todo mundo muito perto. Feliz de mais por dividir isso com a família e os amigos.”

A busca pela dupla número 1
“Com certeza dá pra gente pensar no número um. Eles estavam bem na frente mas a gente se aproximou. Agora demos uma encostada boa e vamos deixar a corrida interessante para o fim do ano.”

Os títulos de Grand Slam de Bruno Soares

US Open 2012 – Duplas Mistas com Ekaterina Makarova
US Open 2014 – Duplas Mistas com Sania Mirza
Australian Open 2016 – Duplas com Jamie Murray
Australian Open 2016 – Duplas Mistas com Elena Vesnina
US Open 2016 – Duplas com Jamie Murray
(e ainda)
Wimbledon 2013 – Vice-campeão com Lisa Raymond
US Open 2013 – Vice-campeão de duplas com Alexander Peya

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Bruno Soares é campeão do Australian Open. “A sensação de ganhar o 1o. Grand Slam é indescritível”

O brasileiro Bruno Soares conquistou neste sábado em Melbourne o primeiro Grand Slam de duplas e o terceiro da carreira. Ao lado do britânico Jamie Murray, com quem começou a jogar no início do ano, derrotou os experientes Daniel Nestor e Radek Stepanek, por 2/6 6/4 7/5, para ganhar o Australian Open. Na madrugada deste domingo (03h Brasília), ele volta a quadra para tentar mais um título, o de duplas mistas, ao lado de Elena Vesnina, contra Coco Vandeweghe e Horia Tecau.

Soares campeão do Australian Open

“A sensação de ganhar o meu primeiro Grand Slam de duplas é indescritível. Esse tipo de torneio começa pra gente, desde pequeno, como um sonho. Aos poucos vai se tornando realidade, depois passa a virar um objetivo, e agora passa a ser um título. Realmente é muito especial. A gente trabalha para isso e se sacrifica para esse momento. Uma vitória como essa, faz tudo valer a pena,” disse um emocionado Bruno.

Para conquistarem o título, Bruno e Murray precisaram de 2h19min e muita maestria para superarem Nestor e Stepanek, de virada. “Foi super disputado. Não tinha como esperar outra coisa. Eles são super experientes e entraram muito sólidos e soltos. Demoramos um pouco para entrar no jogo. No início do segundo set conseguimos nos soltar e depois da quebra, impusemos nosso jogo e até o final poderia ter sido um pouco mais fácil. Salvaram umas bolas espíritas, mas foi importante manter a tranquilidade e conseguir fechar o jogo.”

Desde que resolveram jogar juntos, o brasileiro e o escocês colocaram como grande objetivo vencer um Grand Slam. Ambos já haviam sido campeões na dupla mista, disputado finais de duplas masculina, mas nunca vencido na categoria.

“Não é uma surpresa que a gente tenha se dado bem em quadra tão rápido. Quando resolvemos jogar juntos, quando o Jamie me convidou, a gente já imaginou que poderia ser uma dupla muito boa. Mas, até aí dizer que ganharíamos o primeiro Grand Slam, o Australian Open, não dava para imaginar. Nós dois fizemos uma pré-temporada muito boa, ficamos em contato e fizemos muitos jogos, apesar de terem sido só dois torneios, antes de chegar aqui.” (Bruno e Jamie foram à semi em Doha e ganharam o ATP de Sydney, passando agora a liderar o ranking de duplas na corrida da ATP para Londres).

Ainda emocionado com a vitória, Bruno lembrou do feito para o Brasil nas duplas.
“É mais um grande feito para o Brasil. Mais um título de Grand Slam, depois de tudo que a gente vem fazendo pelo tênis brasileiro. É mais uma coisa para entrar para a história. Hoje o Brasil tem dois campeões de Grand Slam, nos últimos, 7, 8 meses. É muito especial para o nosso tênis.”

Com este resultado, e Marcelo Melo como número um do mundo e campeão em Roland Garros, Bruno afirma que é possível sonhar com o Ouro Olímpico. “Dá sim para sonhar com o ouro. Sonhamos com essa medalha desde Londres, em 2012. A gente sabe o nível de tênis que estamos jogando e sabe que joga bem junto e em casa. Com certeza vamos em busca do ouro.”

HISTÓRICO – Bruno conquistou o primeiro título de Grand Slam em 2012, no US Open, ao lado da russa Ekaterina Makarova, parceira de Elena Vesnina, com quem ele está jogando o Australian Open. O segundo título de Grand Slam veio dois anos depois, o mesmo US Open, com a indiana Sania Mirza. Bruno foi vice de duplas com Alexander Peya, também em Nova York, em 2013, além do vice de duplas mistas em Wimbledon, com Lisa Raymond.

Este foi o 22o. trofeu da carreira nas duplas. O primeiro foi conquistado em 2008, ao lado do sul-africano Kevin Ullyett.

O próximo torneio do brasileiro, depois da final de duplas mistas, é o Rio Open, de 15 a 21 de fevereiro.

SOBRE BRUNO SOARES – Mineiro nascido em 27/02/1982, Bruno Soares é um dos principais nomes da história do Brasil. Ao ganhar o US Open nas duplas mistas, em 2012, se juntou ao seleto grupo de campeões de Grand Slam brasileiros, que inclui apenas Maria Esther Bueno, Gustavo Kuerten, Thomaz Koch e Marcelo Melo. Em 2014 repetiu a façanha conquistando o segundo título em Nova York.
Além dos trofeus no US Open, Bruno tem 21 títulos de duplas no circuito e 20 vice-campeonatos e chegou ao 3o. posto no ranking mundial de duplas em 2013 (é o 22o. atualmente).
O tenista que  tem a sua carreira gerenciada pela LinkinFirm, do ex-tenista profissional Marcio Torres, conta atualmente com os patrocínios da Asics, Correios, MRV Engenharia, Banco BMG, Land Rover, Estácio,Wilson e Optimum Nutrition.

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Bruno Soares vai à final com Vesnina no Australian Open e faz história no tênis

Bruno Soares está fazendo história na Austrália. Depois de ter se classificado para a final de duplas, com o britânico Jamie Murray, nesta sexta-feira ele avançou também à decisão de duplas mistas, com a russa Elena Vesnina. Eles venceram a indiana Sania Mirza e o croata Ivan Dodig, por 7/5 7/6(4). Com a vitória, Bruno se tornou o primeiro brasileiro, depois de Maria Esther Bueno, e o único entre os homens, a disputar duas finais no mesmo Grand Slam.

Soares e Vesnina

Além de fazer história para o país, Bruno Soares jogará pelo terceiro trofeu de duplas mistas da carreira, já tendo dois do US Open, com Ekaterina Makarova, em 2012 e outro com Sania Mirza, em 2014. Jogará pelo primeiro título de duplas, tendo sido vice-campeão do US Open, em 2013.

“Difícil de imaginar que estaria nas duas finais. Um torneio como Grand Slam, fazer uma final já é super difícil, ainda mais duas. Vamos tentar aproveitar o momento e surfar essa onda e quem sabe pegar os dois títulos. No ano em que fiz final em 2013, no US Open, quando o Alex (Peya) machucou, perdi na semi de duplas mistas. Quase que deu dobradinha lá. E agora estou muito feliz com a dobradinha aqui. ,” disse Bruno Soares.

Esta é a primeira vez que Soares e Vesnina jogam juntos. “Conversei com a Sania no fim do ano e ela disse que queria trocar de parceiro. Mandei uma mensagem para a Vesnina, convidei e ela topou. A gente já se conhecia há um bom tempo, até por causa da Makarova. Ela ia sempre acompanhar o nosso jogo. Estou super feliz com o nosso resultado até agora.”

Com duas finais para disputar no fim de semana, Bruno credita o bom rendimento físico em quadra à pré-temporada realizada em Belo Horizonte. “O físico está super bom. O fato de estar disputando um jogo todo dia tem ajudado bastante. A programação tem sido muito boa, mas com certeza uma boa pré-temporada e o trabalho do Chriszogno Bastos foi fundamental para isso.”

Para se preparar para a final, o mineiro vai focar jogo a jogo. “Estou jogando todo dia e tem sempre que pensar no próximo jogo. Agora vou começar a focar na final de duplas masculinas que é amanhã e tentar esquecer o que a gente está jogando e focar em ganhar o jogo. Se pensar muito em final de Grand Slam, você acaba esquecendo de jogar. É focar no que a gente vem fazendo e que vem dando muito certo. Já sou mais experiente, já passei por isso outras vezes, já sei o que esperar e como me preparar. Estou tranquilo e espero poder jogar o meu melhor.”

A decisão de duplas, contra Daniel Nestor e Radek Stepanek, acontece no sábado, na Rod Laver Arena, após a final de simples feminina. A de duplas mistas, contra Coco Vandeweghe e Horia Tecau é realizada no domingo, antes da final de simples masculina.

Com chance de aumentar em 2 os trofeus do Brasil em Grand Slam, Bruno afirma:  “O Brasil também é o país das duplas. Há um bom tempo, eu o André e o Marcelo temos conseguido grandes resultados. Entra ano, sai ano e a gente vai elevando o nível do nosso tênis.”

SOBRE BRUNO SOARES – Mineiro nascido em 27/02/1982, Bruno Soares é um dos principais nomes da história do Brasil. Ao ganhar o US Open nas duplas mistas, em 2012, se juntou ao seleto grupo de campeões de Grand Slam brasileiros, que inclui apenas Maria Esther Bueno, Gustavo Kuerten, Thomaz Koch e Marcelo Melo. Em 2014 repetiu a façanha conquistando o segundo título em Nova York.
Além dos trofeus no US Open, Bruno tem 21 títulos de duplas no circuito e 20 vice-campeonatos e chegou ao 3o. posto no ranking mundial de duplas em 2013 (é o 22o. atualmente).
O tenista que  tem a sua carreira gerenciada pela LinkinFirm, do ex-tenista profissional Marcio Torres, conta atualmente com os patrocínios da Asics, Correios, MRV Engenharia, Banco BMG, Land Rover, Estácio,Wilson e Optimum Nutrition.

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Direto de NY – Soares: “Chegar à final seria a realização de um sonho”

E Bruno Soares continua fazendo história neste US Open. Depois de derrotar dois Bryans, aposentar Kim Clijsters, ele está a um jogo da final do Grand Slam americano, nas duplas mistas. “Seria a realização de um sonho. Falta um jogo,” disse o mineiro, logo após disputar e vencer, a segunda partida do dia em NY.

 

Ao lado da russa Ekaterina Makarova, Bruno virou um jogo difícil, contra o holandês Jean Julien Roger e a russa Anastasia Rodionova, por 4/6 6/3 10/7, para alcançar a sua primeira semifinal de duplas mistas da carreira. “Já tinha feito acho que umas 5 vezes quartas-de-final e em todas elas perdi no match tie-break.”

 

Em uma rápida visita ao Centro de Imprensa do US Open, Bruno falou que as derrotas anteriores até passaram pela cabeça quando o match tie-break contra o holandês e a russa começou, mas que ele logo esqueceu.

 

Ainda agitado de um dia de muitos jogos, que começou com outra vitória de virada sobre o checo Frantisek Cermak e o eslovaco Michael Mertinak, por 6/7(5) 6/3 7/6(3), Bruno queria mais era ir para a casa onde está hospedado, no Lower East Side, fazer uma refeição caseira com a esposa Bruna e descansar para a próxima batalha. “Nós dois, eu e a Makarova, estávamos cansados, sentindo as pernas quando o jogo começou. Sabia que a gente ia demorar para soltar mais. Eu fiz um jogo de três sets e ela também.”

 

A vitória nas duplas mistas foi a sexta de Bruno Soares neste US Open e segundo ele, um dos motivos para o sucesso foi a derrota na estreia em Winston Salem, com Peya. “Fizemos o nosso pior jogo do ano, eu acho. Mas aí viemos cedo para cá e treinamos muito. A gente ficava umas quatro horas por dia em quadra, treinando e tentando se conhecer melhor, saber o que um gosta de fazer no momento de decisivo, que jogada fica mais à vontade e isso faz muita diferença. Se um ponto decide o jogo, isso é muito importante.”

 

Já na semifinal de duplas mistas, em que enfrentará os checos Frantisek Cermak e Lucie Hradecka, Bruno quer  também chegar à semi de duplas masculinas. Apenas uma vez na carreira ele esteve a um jogo da final de um Grand Slam. Foi em Roland Garros 2008, com o checo Dusan Vemic, no primeiro Grand Slam que jogou depois de anos afastado do circuito lesionado. “Vai ser um jogo bem diferente do que foi hoje. Temos que estar sólidos contra os espanhóis.”

 

Bruno passará o dia na quadra 17 nesta terça. A partir das 14h (Brasil) ele joga as quartas-de-final com Peya, contra Marcell Granollers e Marc Lopez e volta para a mesma quadra, no terceiro jogo da rodada, contra Hradecka e Cermak.

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