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Soares conquista 20o. título da carreira em Basel

O tenista brasileiro Bruno Soares conquistou neste domingo, em Basel, na Suíça, o 20o. título da carreira. Ele e o parceiro austríaco Alexander Peya derrotaram o britânico Jamie Murray e o australiano John Peers, por duplo 7/5 na final e ainda mantem vivas as chances de classificação para o ATP Finals.

Soares e Peya campeões em Basel

“É sempre muito bom ganhar um torneio. É uma sensação muito boa sair de uma semana invicto. No nosso caso, ainda melhor, depois de um ano difícil e ainda mantendo a esperança de classificação para o Finals,” comemorou Bruno, que ao lado de Peya é o nono colocado na corrida para disputar o torneio que reúne os melhores da temporada, em Londres.  A conquista deste domingo foi a 20a de Soares, a 12a. com Peya e a 40a. final que ele disputou no circuito. Foi o 2o. título do brasileiro e do austríaco em 2015 (eles foram campeões em Munique).

A classificação será decidida nesta semana, em Paris, no Masters 1000 francês e Soares e Peya disputam a vaga diretamente com Rohan Bopanna e Florian Mergea.
“Temos uma chave duríssima e pela frente uma dupla que já está classificada e outra que está na briga para classificar. São quatro duplas fortissimas, que estão tendo um ano muito bom. Tivemos uma grande semana e agora é tentar manter esse ritmo e esse embalo e levar isso para Paris. É a única coisa que temos a fazer. Chegando lá mudam as condições, as situações e é um torneio duríssimo. Mas vamos levar esse momento para lá e tentar aproveitar.”

A estreia de Soares e Peya em Paris Bercy é contra Andy Murray e Colin Fleming.

SOBRE BRUNO SOARES – Mineiro nascido em 27/02/1982, Bruno Soares é um dos principais nomes da história do Brasil. Ao ganhar o US Open nas duplas mistas, em 2012, se juntou ao seleto grupo de campeões de Grand Slam brasileiros, que inclui apenas Maria Esther Bueno, Gustavo Kuerten, Thomaz Koch e Marcelo Melo. No ano passado repetiu a façanha conquistando o segundo título em Nova York.
Além dos trofeus no US Open, Bruno tem 20 títulos de duplas no circuito e 20 vice-campeonatos e chegou ao 3o. posto no ranking mundial de duplas em 2013 (é o 24o. atualmente).
O tenista que  tem a sua carreira gerenciada pela LinkinFirm, do ex-tenista profissional Marcio Torres, conta atualmente com os patrocínios da Asics, Correios, MRV Engenharia, Banco BMG, Land Rover, Estácio,Wilson e Optimum Nutrition.

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Bruno Soares disputa 40a. final da carreira em Basel

Bruno Soares disputará neste domingo a sua 40a. final da carreira, no ATP World Tour 500 de Basel. Ao lado do parceiro austríaco Alexander Peya, ele enfrentará Jamie Murray e John Peers, em busca de importantes pontos na busca pela classificação no ATP Finals.
Bruno Soares Basel
Neste sábado, eles derrotaram os campeões de Wimbledon Jean Julien Rojer e Horia Tecau, por 6/3 7/6(5). “Foi mais um grande jogo. Aproveitamos esses 3 dias sem competir, depois de não termos feito uma boa primeira rodada, para entrarmos nos eixos. Fizemos uma partida impressionante nas quartas e hoje foi outra grande partida, bem sólida, contra uma dupla que está brigando pelo número 1 da temporada por equipes,” relatou Bruno.

Para conquistar o 20o. trofeu da carreira e o 12o ao lado de Peya, ele terá que vencer o seu parceiro – Murray – da temporada 2016. “É mais um jogo duríssimo. Uma das grandes duplas da temporada e o meu futuro parceiro. Mas amanhã não tem essa. Estamos na briga ainda por Londres e tem que entrar com toda a força para ganhar que esses 200 pontos a mais podem fazer a diferença.”

SOBRE BRUNO SOARES – Mineiro nascido em 27/02/1982, Bruno Soares é um dos principais nomes da história do Brasil. Ao ganhar o US Open nas duplas mistas, em 2012, se juntou ao seleto grupo de campeões de Grand Slam brasileiros, que inclui apenas Maria Esther Bueno, Gustavo Kuerten, Thomaz Koch e Marcelo Melo. No ano passado repetiu a façanha conquistando o segundo título em Nova York.
Além dos trofeus no US Open, Bruno tem 19 títulos de duplas no circuito e 20 vice-campeonatos e chegou ao 3o. posto no ranking mundial de duplas em 2013 (é o 23o. atualmente).
O tenista que  tem a sua carreira gerenciada pela LinkinFirm, do ex-tenista profissional Marcio Torres, conta atualmente com os patrocínios da Asics, Correios, MRV Engenharia, Banco BMG, Land Rover, Estácio,Wilson e Optimum Nutrition.

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Bruno embarca para NY nesta 5a. e joga exibição com os Bryans na 6a., antes do US Open

Depois de dias de treinamento em Miami, debaixo de sol muito forte e ainda mais umidade, Bruno Soares e o parceiro austríaco Alexander Peya embarcam nesta quinta, para Nova York, para a disputa do US Open. Bruno jogará duplas com Peya e duplas mistas com a indiana Sania Mirza, com quem conquistou no ano passado o seu segundo título de Grand Slam.
TENNIS: AUG 29 US Open
“Voltar a Nova York é sempre uma sensação boa. Nos últimos 3 anos tenho dois títulos e uma final. Sem dúvida nenhuma é o meu melhor Grand Slam em termos de resultado. Isso me dá motivação e confiança a mais, de saber que jogamos bem lá e que sempre tive bons resultados,” disse Bruno, que chegará a Nova York em um bom momento. “A gente vem numa crescente. Jogamos dois bons Masters 1000. Não foi nenhum grande resultado, mas fizemos semifinal em Montreal ganhando boas partidas, vencemos outra em Cincinnati bem dura e perdemos com match point da segunda melhor dupla do ano. Saber que estamos voltando a render o nosso melhor e ir para um Grand Slam que jogamos bem, motiva muito.”

Nos últimos três anos, Bruno Soares foi campeão de duplas mistas duas vezes. Ergueu o trofeu com Ekaterina Makarova em 2012 e com Sania Mirza em 2014. Há dois anos foi vice-campeão de duplas, perdendo para Paes e Stepanek.

Soares e Peya iniciarão a campanha mais do que adaptados ao verão de Nova York. A estratégia de treinar alguns dias em Miami é para chegar ao US Open sobrando. “As condições aqui são piores do que Nova York, mais quente e mais úmido. Quando chegamos lá, o calor não nos afeta. Isso ajuda no rendimento e acho que o fato do Alex ter vindo aqui para Miami também nos deixou fazer um ajuste final importante.”

Mas, antes da disputa começar em Flushing Meadows, Bruno e Peya fazem uma exibição com os irmãos Bob e Mike Bryan na sexta-feira, em New Jersey – Bryan Brothers Shooutout. “Não tem melhor maneira de finalizar essa nossa preparação do que enfrentando os Bryans em um jogo treino.”

SOBRE BRUNO SOARES – Mineiro nascido em 27/02/1982, Bruno Soares é um dos principais nomes da história do Brasil. Ao ganhar o US Open nas duplas mistas, em 2012, se juntou ao seleto grupo de campeões de Grand Slam brasileiros, que inclui apenas Maria Esther Bueno, Gustavo Kuerten, Thomaz Koch e Marcelo Melo. No ano passado repetiu a façanha conquistando o segundo título em Nova York.
Além dos trofeus no US Open, Bruno tem 19 títulos de duplas no circuito e 20 vice-campeonatos e chegou ao 3o. posto no ranking mundial de duplas em 2013 (é o 20o. atualmente).
O tenista que  tem a sua carreira gerenciada pela LinkinFirm, do ex-tenista profissional Marcio Torres, conta atualmente com os patrocínios da Asics, Correios, MRV Engenharia, Banco BMG, Land Rover, Estácio,Wilson e Optimum Nutrition.

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Bruno Soares comemora semi em Montreal e 300a. vitória da carreira

Bruno Soares teve uma sexta-feira para comemorar. Ao alcançar a semifinal do Masters 1000 de Montreal, no Canadá, ao lado do austríaco Alexander Peya, derrotando os campeões de WImbledon, Jean Julien Rojer e Horia Tecau, por 6/2 6/4, ele chegou à marca de 300 vitórias na carreira.
Peya Soares Montreal
“É um dia especial. Vitória de número 300 é um número que nunca achei que fosse chegar quando iniciei a minha carreira. Ter 300 vitórias nesse nível, é mesmo muito especial,” disse Bruno.

Ele e Peya comemoraram também a vitória diante dos campeões de Wimbledon, em 2 sets. “Ganhar da dupla campeã de Wimbledon, número dois na corrida me deixa muito feliz, ainda mais no Canadá, um lugar bem especial para gente.”

Nos últimos dois anos, Soares e Peya foram campeões dos Masters 1000 canadenses, em Montreal e em Toronto.

“É a nossa primeira semi de Masters 1000 do ano juntos. Todo mundo sabe que a gente demorou um pouco para engrenar, mas já tem um tempo que estamos jogando bem. Espero que a gente possa manter esse nível. Estamos jogando bem e este lugar nos dá confiança. Temos que seguir firmes que a próxima também será pedreira.”

Os adversários sairão do confronto entre os irmãos Bob e Mike Bryan e os espanhóis Rafael Nadal e Fernando Verdasco.

SOBRE BRUNO SOARES – Mineiro nascido em 27/02/1982, Bruno Soares é um dos principais nomes da história do Brasil. Ao ganhar o US Open nas duplas mistas, em 2012, se juntou ao seleto grupo de campeões de Grand Slam brasileiros, que inclui apenas Maria Esther Bueno, Gustavo Kuerten, Thomaz Koch e Marcelo Melo. No ano passado repetiu a façanha conquistando o segundo título em Nova York.
Além dos trofeus no US Open, Bruno tem 19 títulos de duplas no circuito e 20 vice-campeonatos e chegou ao 3o. posto no ranking mundial de duplas em 2013 (é o 19o. atualmente).
O tenista que  tem a sua carreira gerenciada pela LinkinFirm, do ex-tenista profissional Marcio Torres, conta atualmente com os patrocínios da Asics, Correios, MRV Engenharia, Banco BMG, Land Rover, Estácio,Wilson e Optimum Nutrition.

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Bruno embarca para nova série de torneios, culminando com o US Open

Depois de duas semanas de recuperação, treinamento e preparação, o tenista Bruno Soares embarca nesta quinta-feira para uma série de 5 torneios, culminando com o US Open. Ele inicia, com o parceiro austríaco Alexander Peya, a série de disputas com o ATP 500 de Hamburgo e depois segue para a América do Norte, onde joga o ATP 500 de Washington, os Masters 1000 do Canadá e de Cincinnnati e o US Open.

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“Depois da temporada de grama foi bom voltar pra BH – Belo Horizonte – , passar essas duas semanas, treinar bastante, recuperar o físico e me preparar para mais uma temporada pesada. Começo em Hamburgo e embalo direto pros Estados Unidos, com uma semana livre de treino em Miami, para manter clima e o ritmo lá que também é bem quente, fazer os últimos ajustes para o US Open e finalizar bem em NY,” antecipou o mineiro, que no ano passado, nesta temporada foi campeão de duplas do Masters 1000 canadense e de duplas mistas no US Open, com Sania Mirza.

“São 4 torneios grandes, o quinto é um Grand Slam e tem muito ponto em jogo. A corrida para Londres , para o Finals, está super disputada, como nunca esteve. Vai ser importante jogar bem e somar bastante nessa temporada de quadras rápidas. A gente defende muitos pontos, defende título de Montreal e queremos jogar bem, para manter o ranking para o final do ano.” Bruno e Peya são os 10o. colocados na Corrida para Londres.

Bruno viaja motivado, animado e à espera de um bom resultado. “Como venho falando, a gente está jogando bem há um tempo, bem mais consistente e logo logo vamos encaixar um resultado importante.”

CALENDÁRIO
27 jul – ATP 500 Hamburgo (saibro)
03 ago – ATP 500 Washington (rápida)
10 ago – Masters 1000 Canadá – Montreal (rápida)
17 ago – Masters 1000 Cincinnati (rápida)
31 ago – Grand Slam – US Open (rápida)

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Bruno joga pelo 19o. título da carreira em Munique

Bruno Soares e o parceiro austríaco Alexander Peya disputarão neste domingo a primeira final da temporada 2015, no ATP de Munique. Neste sábado eles derrotaram Andy Murray e Jean Julien Rojer, por 6/3 6/2 e enfrentarão na final os donos da casa, os irmãos alemães Alexander e Mischa Zverev.  Screen Shot 2015-05-02 at 2.55.06 PM

“Hoje foi mais um grande jogo. A gente vem jogando super bem em Munique. Pegamos uma chave duríssima e estamos extramente felizes com a nossa performance. A gente sabia que tinha que fazer um grande jogo, contra um dos melhores duplistas do mundo, o Rojer e um dos melhores jogadores do mundo, o Andy. Sacamos muito bem e neutralizamos o jogo deles o tempo todo. E assim conseguimos essa vitória e passamos para a final,” explicou Bruno.

Para conquistar o primeiro título da temporada, Bruno e Peya terão que passar pelos convidados do torneio, os irmãos Zverev. “Eles são a dupla da casa. O Mischa sabemos a qualidadade dele. Ele joga muito bem dupla, apesar de não ter no currículo tantos resultados, por ter um foco na simples e jogar mais Challengers. E o Alexander, o irmão mais novo, é um talento puro e daqui a pouco vai estar entre os melhores. Assistimos alguns jogos deles. Eles estão jogando muito bem e vai ser uma parada dura. Esperamos poder render a mesma coisa que a gente vem rendendo essa semana, para conquistar esse título.”

Bruno jogará pelo 19o. título da carreira, o primeiro em 2015 e o 11o. ao lado do parceiro austríaco. No total, o brasileiro já disputou 37 finais no circuito.

foto: agif

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Soares e Peya estreiam com vitória no ATP Finals

O Brasil marcou a sua segunda vitória no ATP Finals. Nesta segunda-feira, Bruno Soares e Alexander Peya precisaram salvar match point para vencer o primeiro jogo na Arena 02, em Londres.

Peya e Soares

Eles derrotaram o holandês Jean Julien Rojer e o romeno Horia Tecau por 6/3 3/6 12-10, salvando match point no Match Tie-Break.

Os irmãos Bob e Mike Bryan e Lukasz Kubot e Robert Lintsdet são as outras duplas do Grupo.

No domingo, Marcelo Melo e Ivan Dodig venceram Daniel Nestor e Nenad Zimonjic, por 6/3 7/5.  Marc Lopez e Marcel Granollers e Julien Bennetteau e Edouard Roger Vasselin completam o Grupo B.

 

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Soares “estou jogando o meu melhor tênis e ainda posso evoluir mais”

A ocasião merece. Pela segunda vez na carreira Bruno Soares está na semifinal de duplas de Roland Garros. Nesta quarta, com o austríaco Alexander Peya, derrotou os poloneses Fyrstenberg e Matkowski por 1/6 6/4 3/1 desistência e joga na quinta para ir à sua segunda final de Grand Slam (foi campeão de duplas mistas no US Open).

Soares e Peya - Roland Garros

Bati um bom papo com o Bruno depois da derrota dele nas quartas-de-final de duplas mistas. Ele e Lisa Raymond perderam para Marcelo Melo e Liezel Huber por 6/4 6/4, em meio a uma maratona de jogos.

Primeiro Bruno e Peya deram entrevista para a TV austríaca e depois sentei com ele na zona de entrevistas do Centre de Presse. Já falei com ele tantas vezes e o conheço desde os tempos de juvenil que pode ficar difícil mudar um pouco o disco. Mas o momento da carreira dele é especial e resolvi reproduzir a conversa aqui.

Como está sendo disputar tantas partidas em poucos dias?

“Está uma correria. Estou jogando todo dia. Por um lado é bom porque estamos ganhando e voltando para Roland Garros diariamente. Significa que estamos jogando bem.

Infelizmente a programação na primeira semana não foi bem feita. Acho que já falei bastante sobre isso. Eles não deram atenção para quem estava jogando mais do que um torneio e deu essa correria.”

Você está na semifinal de Roland Garros pela segunda vez na carreira. Com tantos jogos, dá para perceber que está a um jogo da final?

“ Vou sempre jogo a jogo, mas dá sim para ter a noção de que estamos na semi e estou muito feliz.”

Como você compara essa com a de 2008?

“Estou bem mais experiente, mais preparado e jogando um melhor tênis.”

Dá para dizer que você está no melhor momento da sua carreira?

“Tenho jogado muito bem nos últimos tempos. Venho numa crescente muito forte desde que comecei a jogar com o Alex e acho que ainda posso melhorar. Sou mais maduro hoje.”

Como é o seu treinamento? Você está aqui sozinho. Às vezes viaja com treinador, às vezes não.

“ Eu treino em Belo Horizonte com o Roberto Moraes. Ele esteve comigo em Indian Wells e Miami. Mas, acabo treinando por tabela com o técnico do Peya, o Scott Davidoff.

Para gente é muito bom. Eu prefiro assim do que cada um treinar com o seu técnico. É bom ter um cara para a dupla.

O Scotty é muito gente boa, sem falar que é treinador há muitos anos de tenistas de altíssimo nível (ele treina também Bhupathi e Bopanna).

Você disse que está na casa de uma família – amigos – aqui em Paris. Conseguiu passear um pouco?

“Como estamos na casa de família, nossa rotina é ir daqui para casa e da casa para cá. Não fiz e espero não fazer nada.”

O que aconteceu exatamente com os poloneses no seu jogo de hoje cedo?

“O Fyrstenberg machucou na terceira rodada. Ele distendeu u músculo nas costas, mas a gente não sabia.

Eles começaram jogando completamente diferente do que jogam. Mas, a gente se recuperou a tempo e depois do break no 4/4 sabíamos que era uma questão de tempo.”

Você vem jogando em quadras grandes aqui, como a 1, a 2. Qual você gosta mais? Tem alguma que não jogou ainda?

“Nunca joguei na central. Mas a quadra 2 é a minha favorita. Acho que é perfeita para a dupla.  Deve caber umas 1000 pessoas e sempre enche. O público fica bem pertinho e fica um caldeirão legal.”

Como foi jogar contra o Marcelo dois dias seguidos?

“É chato jogar contra o Marcelo. Não foi a primeira vez que aconteceu e vai acontecer de novo. Mas, pelo menos foi nas oitavas e nas quartas. Pior foi no ano passado, no US Open, que joguei contra o André  – Sá – na primeira  rodada.

Mas com o Marcelo a gente conversou antes do jogo, conversou depois. Ele vai enfrentar uma dupla que eu joguei no US Open. Fora da quadra prevalece a amizade e agora tem dois tenistas brasileiros na semifinal.

 

 

 

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Campeão, Soares investe nos negócios e quer trazer a Solfire para o Brasil

Bruno Soares não poderia ter escolhido momento melhor para se tornar sócio da marca de roupas que ele vem jogando há alguns meses, a Solfire.  Campeão neste domingo do terceiro ATP da temporada, o Rakuten Open, o ATP 500 de Tóquio, ao lado de Alexander Peya, ganhando dos fortíssimos Leander Paes e Radek Stepanek, por 6/3 7/6(5), Bruno não sabe o que é perder há um mês.

 

Desde o início de setembro ele foi campeão de duplas mistas do US Open, ganhando o seu primeiro Grand Slam, depois, com Marcelo Melo levou o Brasil de volta ao Grupo Mundial da Copa Davis, dando o ponto decisivo ao País; na semana passada ganhou o ATP 250 de Kuala Lumpur, com Peya e neste domingo ergueu o oitavo trofeu da carreira, no Japão.

 

Durante o US Open conversei bastante com Bruno e com Brendan Murphy, fundador da marca de roupas que o mineiro veste, a Solfire. Bruno me contou que havia se tornado sócio da de Brendan Murphy. Os dois se conheceram através do outro sócio da marca no Brasil, Marcio Torres, técnico de Bruno.

 

Com design diferente das tradicionais marcas esportivas, a Solfire surgiu das mãos do artista plástico Murphy, que começou a desenhar camisetas para ele e os amigos jogarem tênis. Aos poucos foi entrando no circuito e começou a patrocinar alguns jogadores.

Os desenhos coloridos que estampam as roupas são todos extraídos de quadros de Murphy. O que Bruno vem usando é uma parte do “caos da cidade,” nas versões branca e preta.

 

Pouco conhecido no Brasil, mas habitué da cena da arte americana, o artista exibiu o seu trabalho recentemente em Nova York, no Atelier Building e foi aclamado pela crítica. “Para mim, desenhar essas camisetas é algo muito fácil, porque assim como os meus quadros e como diz o nome da marca, vem da alma (soul) e a arte dirige a minha vida.”

Murphy parece mesmo ter um forte senso de expressão através da arte, daí o nome fogo (fire), na marca e confessa analisar bastante como as roupas  com a sua arte“vestem e se traduzem de maneira diferente, dependendo da pessoa.”

 

Além de camisetas, a Solfire tem uma linha completa de roupas esportivas, que se misturam com o casual e a alta performance. Como estratégia de vendas, depois de um início conturbado nos negócios, em que a distribuição em um país tão grande como os Estados Unidos, acabou custando caro, em breve as roupas poderão ser encontradas na gigante Tennis Warehouse, não só na América do Norte, mas na Europa também.

 

E claro que com Bruno Soares fazendo a melhor propaganda que a marca poderia ter no Brasil, no tênis atualmente, Murphy quer trazer as artísticas roupas para cá, com os sócios mineiros.

 

Esta não é a primeira vez que Bruno se aventura no mundo dos negócios. Quando estava lesionado, há cinco anos, montou uma série de academias de ginástica para mulheres, em Belo Horizonte, sua cidade natal.

Durante o US Open, o trio Murphy, Soares e Torres, cogitava já ter algo para o Gillette Federer Tour, em que Bruno jogará uma partida de duplas com Marcelo Melo, contra os irmãos Bob e Mike Bryan, em São Paulo.

 

“Vamos começar aos poucos, mas queremos muito em breve estar vendendo, pelo menos, uma camiseta para começar a entrar no mercado.”

 

Com alta qualidade e design, as camisetas nos Estados Unidos devem ser vendidas por U$ 45 (R$ 90,00) e chegar a um preço similar no Brasil.

 

Enquanto Murphy coloca a sua alma na pintura e nas roupas, Bruno Soares coloca no esporte, ganhando títulos e jogando com alegria. A parceria não poderia ter encontrado melhor momento de sintonia.

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Que mês inspirado de Bruno Soares

Já vi acontecer de tenistas terem semanas e até meses inspirados, mas do jeito que o mês de setembro se armou para Bruno Soares, é difícil ver. Entre o dia 06 e 30 de setembro, ele ganhou o primeiro Grand Slam da carreira, o US Open, nas duplas mistas, colocou o Brasil de volta no Grupo Mundial da Copa Davis, e neste domingo ergueu o 7º trofeu de duplas da carreira e o primeiro com o austríaco Alexander Peya, no ATP de Kuala Lumpur, na Malásia.

Tenistas estão acostumados, com raríssimas exceções, a passar justamente pelo contrário. A ganhar numa semana, perder na outra, ou ganhar alguns jogos e perder antes da final. É o normal, afinal em uma chave de um torneio normal da ATP, são 32 jogadores na chave de simples e 16 duplas. Apenas um tenista e uma dupla sai com o trofeu de campeão. É comum ouvir os tenistas falando: “o bom do tênis é que sempre temos uma nova chance na semana seguinte.”

Tudo isso passou longe de Bruno Soares nas últimas três semanas. Há 24 dias ele estava em Nova York, erguendo o seu primeiro trofeu de Grand Slam, com Ekaterina Makarova. Horas depois pegava um avião para Belo Horizonte, comemorava com a família e viajava em seguida para defender o Brasil na Copa Davis. Com Marcelo Melo, ajudou a colocar o país de volta no Grupo Mundial. Voltou para casa por alguns dias, curtiu as vitórias e viajou para o outro lado do mundo, para a Malásia, para jogar o ATP 250 com Alexander Peya e ganhou o torneio, vencendo na final Colin Fleming e Ross Hutchins, por 5/7 7/5 10/7.

Foi o sétimo título de Bruno Soares na carreira, em 16 finais que disputou. É o segundo de 2012 – o outro foi o do Brasil Open, com Eric Butorac – e o primeiro na Ásia.

Aos 30 anos de idade ele está vivendo aquele momento especial que todo jogador um dia sonha em atingir. Aquela rara sensação de ser praticamente invencível.

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