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Enquanto Nalbandian se aposenta, a Legion volta na Argentina

Mais um, talvez o último remanescente da Legion, o time de argentinos da Época de Ouro do país vizinho no tênis, anunciou a aposentadoria nesta semana. David Nalbandian, o campeão do ATP World Tour Finals e o mais apaixonado pelo Copa Davis, prepara uma série de exibições com Rafael Nadal para encerrar de vez a carreira, em novembro, pelo país.

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Mas, enquanto Nalbandian se despede das quadras, os outros super integrantes da Legion, Gaston Gaudio, campeão de Roland Garros em 2004, Mariano Puerta, vice em 2005, Guillermo Cañas, ex-top 10, e outros top 20, como Agustin Calleri, Juan Ignacio Chela, Jose Acasuso, Franco Squillari e Mariano Zabaleta (21), se preparam para voltar a jogar.

Eles disputarão um circuito no estilo do Itaú Masters Tour, então único na América do Sul, composto por 4 etapas e com jogos de sexta a domingo, com a diferença, de que como estes jogadores são mais novos do que os nossos ídolos do passado, eles jogarão partidas de simples.

Falta entre o grupo de jogadores o vice-campeão de Roland Garros 2004, Guillermo Coria. Quem sabe com o tempo, ele passe a integrar o circuito.

A primeira disputa é de 11 a 13 de outubro, no Buenos Aires Lawn Tennis Club. A segunda será em janeiro, no Cariló Tennis Ranch. A terceira e a quarta, respectivamente em abril e setembro, ainda não tem sedes definidas.A iniciativa é do Havas Group que tem hoje Acasuso como Presidente de Tênis no país.

 

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E a minha inveja boa dos argentinos continua

Não sei se inveja pode ser boa, mas eu continuo sentindo cada vez que os argentinos conseguem uma vitória histórica na Copa Davis, como a deste fim de semana contra a França, em Buenos Aires, sem Juan Martin del Potro.  E quem diria, com Carlos Berlocq como herói. Exemplo de garra e muita luta no circuito. Aos 30 anos de idade, até 2013 não havia feito parte da equipe da Davis da Argentina. Teve que lutar para conquistar a vaga entre tantos outros conterrâneos mais talentosos. E mostrou que, especialmente neste tipo de confronto, o coração e a garra, claro que com confiança, fazem a diferença.

Como a inveja é boa coloco aqui as capas dos principais jornais argentinos com o herói Berlocq.

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Entre Federer, Djokovic, Murray e Del Potro, um deles vai ficar sem medalha

Já que o Brasil não tem mais chances de medalha, depois da derrota de Melo e Soares para Tsonga e Llodra, apesar de terem entrado para a história olímpica com a quebra do recorde no jogo anterior, vamos olhar para as estrelas de simples das olimpíadas no tênis. Roger Federer e Juan Martin del Potro e Andy Murray e Novak Djokovic jogarão as semifinais olímpicas, em Wimbledon, nesta sexta. E um deles vai ficar sem medalha. Quem será?

 

Depois das vitórias de Federer sobre Isner, de Djokovic sobre Tsonga, de Murray diante de Almagro e de Del Potro diante de Nishikori, os vencedores do próximos jogo, competirão pelo ouro olímpico e os perdedores, pelo bronze.

Dos quatro tenistas, o único que tem uma medalha de simples é o sérvio Novak Djokovic. Foi bronze em Beijing.

Roger Federer tem um ouro olímpico, nas duplas, da mesma Beijing.

Andy Murray, a esperança britânica, sonha com a medalha e provavelmente qualquer coisa menos do que o ouro seria uma decepção para o atleta do país sede das olimpíadas, ainda mais após a derrota para Federer na final de Wimbledon, há um mês.

Juan Martin del Potro quer continuar a tradição argentina no tênis. As últimas a conquistarem medalha olímpica foram Paola Suarez e Patricia Tarabini, com o bronze, em Atenas.

Javier Frana e Christian Miniussi também foram bronze, nas duplas, em Barcelona e Gabriela Sabatini foi medalhista de prata, em simples, em Seul.

 

Grã-Bretanha e a Sérvia já tem medalhas. Aliás, a Grã-Bretanha está em quinto no lugar na classificação. A Sérvia tem apenas uma.

Para Del Potro e Federer, o jogo vale muito mais do que a vaga à final olímpica. Vale a primeira e talvez a única medalha nas Olimpíadas para os seus respectivos países.

 

Foto de Djokovic – Inova Foto

 

 

 

 

 

 

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