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Super Serena

“Excepcional,” foi essa a palavra que Caroline Wozniacki usou para descrever Serena Williams. “Quando ela está com tudo em ordem não é divertido jogar contra ela. Ela é tão forte, tem um bom saque e te coloca pressão desde o início.” Assim Wozniacki descreveu Serena logo após ser derrotada na final do US Open, por duplo 6/3 e ver a amiga erguer o histórico 18º trofeu de Grand Slam da carreira e o sexto US Open. TENNIS: SEPT 07 US Open

Sem boas campanhas nos três Grand Slams anteriores em 2014, Serena comemorou e chorou como raramente costumamos ver. Ela sempre faz uma dancinha, sorri, pula, mas se emocionar desta maneira é coisa rara. Também não era para menos.

Ganhar o 18º trofeu de Grand Slam, no seu país, 15 anos depois de ter vencido o primeiro naquele mesmo Arthur Ashe Stadium, é fato que até hoje ninguém conseguiu repetir. Só ela tem tanto tempo de diferença entre o primeiro e o atual título de Grand Slam. Igualar o recorde de trofeus de Grand Slam de Martina Navratilova e Chris Evert também é feito que merece muita celebração. Agora só Helen Wills Moody, Steffi Graf e Margaret Court estão a sua frente.

” Eu nunca podia imaginar estar ao lado de Evert e Navratilova. Eu era apenas uma criança com um sonho e uma raquete,” disse Serena.

A número um do mundo não perdeu um set em todo o torneio. Não foi ameaçada em momento algum da quinzena em Nova York. Como Wozniacki descreveu, quando ela está com tudo em ordem, “on her game” é difícil pará-la, não há muito o que fazer. E ela esteve assim o US Open inteiro.

Como Wozniacki também falou, Serena tem talento, mas trabalha tanto quanto as outras. E ela se focou, trabalhou e colocou como meta ganhar este US Open. Afinal, para a super atleta, um ano sem um título de Grand Slam, independente de quantos títulos você tenha conquistado nos outros eventos, é um ano ruim.
Serena salvou o seu ano no melhor estilo e entrou para a história novamente. Mas, ela não para por aí. Quer mais. “Já estou pensando no número 19.”

TENNIS: SEPT 07 US Open

Confira todos os títulos de Grand Slam de Serena

2014
US Open – Serena Williams d. Caroline Wozniacki 6/3 6/3

2013 –
Roland Garros – Serena Williams d. Maria Sharapova 6/4 6/4
US Open – Serena Williams d. Victoria Azarenka 7/5 6/7 6/1

2012
Wimbledon – Serena Williams d. Agnieszka Radwanska 6/1 5/7 6/2
US Open – Serena Williams d. Victoria Azarenka 6/2 2/6 7/5

2010 –
Australian Open – Serena Williams d. Justine Henin 6/4 3/6 6/2
Wimbledon – Serena Williams d.Vera Zvonareva 6/3 6/2

2009
Australian Open – Serena Williams d. Dinara Safina 6/0 6/3
Wimbledon – Serena Williams d. Venus Williams 7/6 6/2

2008
US Open – Serena Williams d. Jelena Jankovic 6/2 7/5

2007
Australian Open – Serena Williams d. Maria Sharapova 6/1 6/2

2005
Australian Open – Serena Williams d. Lindsay Davenpor 2/6 6/3 6/0

2003
Australian Open – Serena Williams d.Venus Williams 7/6 3/6 6/4
Wimbledon – Serena Williams d. Venus Williams 4/6 6/4 6/2

2002
Roland Garros – Serena Williams d. Venus Williams 7/5 6/3
Wimbledon – Serena Williams d.Venus Williams 7/6 6/3
US Open – Serena Williams d. Venus Williams 6/4 6/3

1999
US Open – Serena Williams d. Martina Hingis 6/3 7/6

Fotos de Cynthia Lum

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ATP Heritage – uma noite histórica em New York

Quando temos uma lenda, um campeão, entre nós, já é algo especial. Quando 19 números um do mundo se reúnem, a atmosfera muda, fica eletrizante e nostálgica ao mesmo tempo. Mas, acima de tudo, especial e comemorativa. Foi o que aconteceu na noite de sexta-feira, no também histórico hotel Waldorf Astoria, em NY, com a homenagem da ATP aos tenistas que já foram número um do mundo.

De Ilie Nastase, o primeiro a ser número um, até Novak Djokovic, o atual, praticamente todos que chegaram ao lugar mais alto do ranking se vestiram de terno e gravata (só Connors não se engravatou) e foram a Nova York receber um trofeu inedito pelo feito. Borg, McEnroe, Newcombe, Wilander, Edberg, Courier, Lendl, até o recluso Rios, Roddick, Hewitt, Kafelnikov, Moyá, Ferrero, Nadal, Federer, todos estavam lá. E claro, o Guga praticamente o mais sorridente da festa!

A comemoração marcou os 40 anos da instituição do ranking e prentede ser a primeira de muitas para resgatar a história do esporte.

Assista aqui o vídeo.

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40LOVE – Globalização, Dinheiro, Comemorações, Histórias e Controvérsias nos 40 anos da WTA

WTA 40th anniversary

 

 

 

 

 

 

As comemorações do 40º aniversário da fundação da WTA (Women’s Tennis Association), não poderiam ter começado de maneira mais globalizada, e controversa: com uma chinesa, Na Li, na final do Australian Open e uma bielorussa, Victoria Azarenka, acusada de trapacear para chegar à segunda decisão seguida em Melbourne.

Estamos tão acostumados com instituições centenárias e bem estabelecidas que raramente nos damos conta que a WTA só existe há 40 anos e que se não fosse por Billie Jean King e outras 8 pioneiras, talvez o circuito não tivesse a força que tem hoje.

Para celebrar os 40 anos de evolução e profissionalização do esporte feminino, a WTA lança em março, antes de Indian Wells, uma campanha chamada 40LOVE (40 a zero), em que destacará as fundadoras da instituição, o passado, o presente e o futuro. As festividades chegarão ao auge, em Wimbledon, com um encontro de todas as números um do mundo. Billie Jean King WTA

Como uma jornalista apaixonada por história, que já sonhou em estudar “World History,” na Sorbonne, continuo acreditando que um pouco de contextualização e história nos fazem entender melhor o nosso meio. Mesmo já tendo lido, escrito e falado diversas vezes sobre os primórdios e a evolução da WTA, sempre aprendo, como acabo de descobrir que a Colgate foi uma das primeiras grandes patrocinadoras da WTA.

Por isso, reproduzo aqui, resumidamente, o material enviado hoje pela WTA, com o histórico da Associação que é hoje líder mundial de esportes profissionais femininos.

 Linha do  Tempo

 1970 – Era lançado o nascimento da WTA, quando 9 tenistas Billie Jean King, Rosie Casals, Nancy Richey, Kerry Melville, Peaches Bartkowicz, Kristy Pigeon, Judy Dalton, Valerie Ziegenfuss e Julie Heldman, assinaram o contrato de U$ 1 para competir no novíssimo Virginia Slims Series.

1971 – 1º ano do Virginia Slim Series, com premiação total de U$ 304 mil e 19 torneios nos EUA

1973 – Billie Jean King funda  a WTA, no Gloucester Hotel, em Londres, unindo todas as tenistas profissionais em um só circuito, na semana anterior a Wimbledon.

O US Open passou a dar premiação igual a homens e mulheres.

1976 – Colgate se torna, por 4 anos, a principal patrocinadora da WTA e Chris Evert se torna a 1ª mulher a acumular U$ 1 milhão em premiação

1980 – Mais de 250 tenistas já fazem parte da WTA, jogando em 47 torneios pelo mundo e com prize money total de U$ 7,2 milhões

1984 – Australian Open passa a oferecer premiação igual para homens e mulheres. Navratilova recebe bônus de U$ 1 milhão da ITF por vencer Roland Garros.  Navratilova tennis

1988 – Steffi Graf se torna a segunda mulhera da história a completar o Grand Slam e ainda vence o Golden Slam, com as Olimpíadas em Seul.

1991 – Monica Seles se torna a segunda jogadora da história a passar a marca de U$ 2 milhões em premiação, em uma temporada, e supera o líder do ranking masculine, Stefan Edberg.

2001 – A premiação total da WTA supera os U$ 50 milhões entram para o calendário.

2002 – As irmãs Williams chegam ao posto de número um do mundo no mesmo ano (Venus, em fevereiro e Serena, em julho) Venus Williams

2003 – Serena Willias completou o Serena Slam (venceu 3 Grand Slams em 2002), ganhando o Australian Open e Kim Clijsters se tornou a primeira atleta a ganhar mais do que U$ 4 milhões em uma temporada.

2005 – WTA assina contrato histórico de U$ 88 milhões – o maior da história do esporte feminino – de 6 anos, com a Sony Ericsson.

Clijsters vence o US Open Series e o US Open, ganhando o maior cheque da história para uma atleta, em um evento, de U$ 2,2 milhões.  Kim Clijsters tennis

2007 – A WTA anuncia um Road Map para encurtar as temporadas, diminuir lesões, deixar as tenistas mais próximas dos fãs e Roland Garros e Wimbledon passam a oferecer a mesma premiação em dinheiro para as mulheres.

2008 – WTA lança a maior campanha da sua história, “Are you looking for a hero?, abre escritórios na Ásia e realiza, pela primeira vez, o WTA Championships em Doha (ps: do qual eu tive a honra de participar como International Media Director)

2012 – Victoria Azarenka e Serena Williams se tornam as duas primeiras mulheres a superar U$ 7 milhões em premiação, em uma única temporada.  Serena Williams recordsVictoria Azarenka cheating

 

 

 

Fotos: WTA comemoração Fiona HamiltonTodas as outras tenistas – Cynthia Lum

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Os inúmeros tributos a Roger Federer e ao feito inédito no tênis

São 287 semanas como número um do mundo, mais do que qualquer outro tenista da história e prestes a completar 31 anos de idade. As homenagens a Roger Federer não param de chegar e estão lindas. Reuni aqui os tributos que a ATP, Nike, Wilson, Lindt e Credit Suisse fizeram para o suíço.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É incrível mesmo vê-lo no topo do ranking mundial novamente. Lembro exatamente do momento da derrota dele para Robin Soderling, em 2010, nas quartas-de-final em Roland Garros. Estava assistindo o jogo com um pessoal da ATP e da ITF e lembro do comentário. “Ele perdeu esse jogo, perde o posto de número um e nunca mais vai recuperar essa chance de voltar ao topo e quebrar o recorde do Sampras.”

 

 

 

 

 

 

Federer provou o contrário. Trabalhou duro desde meados do ano passado. O que todos diziam é que ganhar um outro Grand Slam ele até poderia ganhar, mas que chegar novamente ao posto de número um do mundo, não chegaria. Para isso é necessário ganhar e ganhar torneios, ter consistência. Foi o que ele fez.

Depois da derrota na semifinal do US Open, ganhou o ATP de Basel, o Masters 1000 de Paris, ganhou o Masters em Londres e jogou muito no começo do ano. Algumas vezes sem levantar o título de campeão, como no Australian Open, em Doha e em Miami. Mas, outras vezes triunfando como em Roterdã, Dubai, Indian Wells, Madri, até chegar ao sétimo trofeu de Wimbledon, o 17º de Grand Slam da carreira e o título que lhe devolveu o posto de rei absoluto do tênis mundial.

 

287 semanas é muito tempo. Como está escrito no texto que acompanha o tênis comemorativo da Nike – eles fizeram uma edição limitada do tênis do Federer, Zoom Vapor 9, com 287 pares -, são 2009 dias, 48.000 horas, enfim não dá nem para começar a contar ou a comparar a que esse número equivale, que vamos ver que é muita, muita coisa. Coisa para gênio da raquete. Coisa para Roger Federer.

Ah, e como o gênio é educado, ele gravou um vídeo de agradecimento. Não consegui colocar o vídeo, mas o link está aqui, no site de Roger Federer .

 

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Djokovic e Nadal começam temporada de saibro em busca de novos recordes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Novak Djokovic e Rafael Nadal começam a escrever um novo capítulo da história do esporte nesta quarta-feira, ao estrearem em Monte Carlo, o primeiro torneio da temporada de saibro que disputam.

Até chegar ao ápice, em Paris, eles terão passado por Mônaco, Barcelona, Madri e Roma.

Dentro de um mês e meio quando Roland Garros terminar, será que Rafael Nadal terá superado o recorde de Bjorn Borg de sete títulos em Paris ou Djokovic terá igualado o feito de Rod Laver, que em 1969 ganhou os quatro Grand Slam seguidos e completará o “Novak Slam?”

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Irmãos Bryan e Bhupati/Paes jogam por recordes na final do Australian Open

Todo mundo está falando agora das finais de simples do Australian Open, Clijsters x Li Na, ou Na Li – como preferirem – e Murray x Djokovic.

Mas, o sábado é dia de final de duplas e tem muitos números e recordes em jogo no embate entre os irmãos americanos Bob e Mike Bryan, que estarão no Brasil na outra semana para jogar o  Brasil Open, e Leander Paes e Mahesh Bhupathi, da Índia.

Depois de terem se tornado os maiores campeões de todos os tempos no ano passado, passando os lendários australianos “Woodies” – Mark Woodforde e Todd Woodbridge, os Bryans podem se tornar, ainda neste ano, nos maiores vencedores de Grand Slams. Atualmente tem 9 títulos, contra 11 dos recordistas “Woodies.”

Só por estarem na final já deixaram todos os outros duplistas da história para trás, em número de decisões de Grand Slam. São 18.

Bhupathi e Paes estão em busca de completar o Grand Slam. Se vencerem o Australian Open, terão os trofeus dos quatro torneios mais importantes do mundo, juntos. A carreira deles é longa e já jogaram com diversos parceiros.

Tudo isso me chamou atenção em um comunicado que recebi da ITF e reproduzo aqui, com todos os recordes em jogo nesta final em Melbourne.

Ah, é a primeira vez que as duplas se enfrentam em 10 anos.

Road to the Final

BRYAN/BRYAN BHUPATHI/PAES

d. Scott Lipsky/Rajeev Ram 63 36 64

1st Round

d. Ivo Karlovic/Dusan Vemic 57 63 60

d. Carlos Berlocq/Pere Riba 76(6) 63 2nd Round d. Feliciano Lopez/Juan Monaco 76(2) 64
d. Benjamin Becker/Michael Kohlmann 75 62 3rd Round d. No. 13 Marcel Granollers/Tommy Robredo 64 46 64
d. No. 6 Jurgen Melzer/Philipp Petzschner 63 76(7) Quarterfinals d. No. 8 Michael Llodra/Nenad Zimonjic 64 64
d. Eric Butorac/Jean-Julien Rojer 63 62 Semifinals d. Max Mirnyi/Daniel Nestor 76(3) 46 63

BRYAN/BRYAN

  • Defending champions Bryan/Bryan are bidding for their 5th Australian Open title following their successes here in 2006 (d. Leander Paes/Martin Damm), 2007 (d. Jonas Bjorkman/Max Mirnyi), 2009 (d. Mahesh Bhupathi/Mark Knowles) and 2010 (d. Daniel Nestor/Nenad Zimonjic). They are contesting their 6th Australian Open final in 7 years, having also been runners-up in 2004 and 2005.

  • The Bryans are today bidding for their 10th Grand Slam title. As well as winning here in 2006-07 and 2009-10, they won 2003 Roland Garros, 2006 Wimbledon and the 2005, 2008 and 2010 US Open. They sit in 2nd place for most Grand Slam doubles titles won by a team in the Open Era.

Most Grand Slam team doubles titles (Open Era)

Rank Team No. of titles
1. Todd Woodbridge/Mark Woodforde 11
2. Bob Bryan/Mike Bryan 9
3= Peter Fleming/John McEnroe 7
John Newcombe/Tony Roche* 7

* also won pre-Open Era titles

  • By reaching the 2010 Australian Open final, the Bryans broke the Open Era record for the most Grand Slam final appearances by a team. They are making their 18th appearance in a Grand Slam final [see table overleaf]:

Most Grand Slam team doubles final appearances (Open Era)

Rank Team No. of finals
1. Bob Bryan/Mike Bryan 18
2. Todd Woodbridge/Mark Woodforde 15
3. Peter Fleming/John McEnroe 10
Bob Lutz/Stan Smith 10
5. Mark Knowles/Daniel Nestor 8

  • Bryan/Bryan’s 2006 Wimbledon victory saw them complete a career Grand Slam of doubles titles. They are 1 of 7 doubles teams to own a career Grand Slam, alongside Frank Sedgman/Ken McGregor, Lew Hoad/Ken Rosewall, Roy Emerson/Neale Fraser, John Newcombe/Tony Roche, Jacco Eltingh/Paul Haarhuis, and Mark Woodforde/Todd Woodbridge.

  • The Bryans have reached at least one Grand Slam final per season every year since 2003.

  • This is the Bryans’ 52nd Grand Slam doubles event, and 12th straight Australian Open. They have played on the tour together for over 15 years, having made their team debut as wildcards at the 1995 US Open.

  • The Bryans won 11 titles in 2010: Australian Open, Delray Beach, Houston, Rome, Madrid, Los Angeles, Toronto, Cincinnati, US Open, Beijing and Basel. They have won a total of 67 titles together. They became the 4th team in the Open Era to register 50 titles or more after Todd Woodbridge/Mark Woodforde (61), Peter Fleming/John McEnroe (57) and Bob Hewitt/Frew McMillan (57).

  • The Bryans finished 2003, 2005-07, 2009 and 2010 as the No. 1-ranked team. They are currently jointly ranked No. 1 on the ATP doubles rankings.

  • Bob or Mike Bryan have also have won 9 Grand Slam mixed doubles titles between them. Mike has won 2 with Lisa Raymond, the 2002 US Open and 2003 Roland Garros, while Bob has won 7 with 6 different partners: the 2003 US Open (Katarina Srebotnik), 2004 US Open (Vera Zvonareva), 2006 US Open (Martina Navratilova), 2008 Roland Garros (Victoria Azarenka), 2008 Wimbledon (Sam Stosur), 2009 Roland Garros and 2010 US Open (both Liezel Huber).

  • Bob Bryan played in the mixed doubles here this year. He teamed up with Liezel Huber and, as No. 1 seeds, they gave a walkover in the 2nd round to wildcards Sally Peers and Carsten Ball.

  • The Bryans became the third brothers to win any Grand Slam event in the Open Era after fellow Americans Luke and Murphy Jensen (1993 Roland Garros) and Sandy and Gene Mayer (1979 Roland Garros). The Bryans are also the most successful brothers in terms of titles won in the Open Era; Tim and Tom Gullikson are the second best with 10 titles.

  • Bob Bryan plays lefthanded and Mike righthanded. They are coached by David Macpherson.

BHUPATHI/PAES

  • Bhupathi/Paes are looking to complete the career Grand Slam of doubles titles. The pair has teamed up at a Grand Slam for the first time since the 2002 Australian Open.

  • Bhupathi/Paes have won 3 Grand Slam titles together at 1999 Roland Garros (d. Goran Ivanisevic/Jeff Tarango) and 1999 Wimbledon (d. Paul Haarhuis/Jared Palmer), and 2001 Roland Garros (d. Petr Pala/Pavel Vizner).

  • This is Bhupathi/Paes’ 6th Grand Slam final as a pair. They reached the Australian Open doubles final together in 1999, losing to Jonas Bjorkman and Pat Rafter, and the US Open final in 1999, losing to Sebastien Lareau and Alex O’Brien.

  • Bhupathi had the chance to complete the career Grand Slam of doubles titles at the 2009 Australian Open. He lost as No. 3 seed (w. Mark Knowles) to today’s opponents in the final.

  • Since 2002, Bhupathi and Paes have teamed up to represent India at the 2004 and 2008 Olympic Games, the 2006 Asian Games, where they won the gold medal in men’s doubles, and the 2010 Commonwealth Games, where they won a bronze medal in the men’s doubles event. They have played Davis Cup together since 1995 and have a staggering 25-2 win-loss record, their only two losses occurring in 1996. This is the longest winning streak by a doubles team in Davis Cup.

  • Paes and Bhupathi are the only two Indian players to win Grand Slam men’s doubles titles in the Open Era.

  • Bhupathi has won a total of 47 career doubles titles with 12 different partners, 24 of those with Paes.

  • Paes has won 44 career doubles titles with 10 different partners, 24 of those with Bhupathi.

  • In 1999, Bhupathi/Paes reached the finals at all four majors, a feat which had not been accomplished within a calendar year since Ken McGregor and Frank Sedgman reached all four finals in 1952 (winning three). The Bryans are the only other doubles team that has reached the finals at all four majors in one calendar year in the Open Era, doing so in 2005. (The Woodies, from 1996 Wimbledon through 1997 Wimbledon, played in five consecutive Grand Slam tournament doubles finals, winning four.)

  • Bhupathi and Paes are both Grand Slam doubles champions: Bhupathi has won 4 majors, Paes 6:

BHUPATHI PAES
Grand Slam titles (4) Partner Grand Slam titles (6) Partner
1999 Roland Garros Leander Paes 1999 Roland Garros Mahesh Bhupathi
1999 Wimbledon Leander Paes 1999 Wimbledon Mahesh Bhupathi
2001 Roland Garros Leander Paes 2001 Roland Garros Mahesh Bhupathi
2002 US Open Max Mirnyi 2006 US Open Martin Damm
2009 Roland Garros Lukas Dlouhy
2009 US Open Lukas Dlouhy

  • Bhupathi is playing in his 10th Grand Slam final. He played a total of 5 Grand Slam finals with Paes (1999 Australian Open, Roland Garros, Wimbledon and US Open, and 2001 Roland Garros), 2 with Max Mirnyi (2002 US Open, 2003 Wimbledon) and 2 with Mark Knowles (2009 Australian Open and US Open).

  • Paes is playing in his 13th Grand Slam final. He played a total of 5 Grand Slam finals with Bhupathi (1999 Australian Open, Roland Garros, Wimbledon and US Open, and 2001 Roland Garros), 1 with David Rikl (2004 US Open), 2 with Martin Damm (2006 Australian Open and US Open) and 4 with Lukas Dlouhy (2008 US Open, 2009 Roland Garros and US Open, and 2010 Roland Garros).

  • Bhupathi completed a career Grand Slam of mixed doubles titles at the 2006 Australian Open. He has won 7 Grand Slam mixed doubles titles in his career with 7 different partners (1997 Roland Garros with Rika Hiraki, 1999 US Open with Ai Sugiyama, 2002 Wimbledon with Elena Likhovtseva, 2005 Wimbledon with Mary Pierce, 2005 US Open with Daniela Hantuchova, 2006 Australian Open with Martina Hingis and 2009 Australian Open with Sania Mirza).

  • Paes owns 6 Grand Slam mixed doubles titles in total – 1999 Wimbledon with Lisa Raymond, the 2003 Australian Open and 2003 Wimbledon with Martina Navratilova, as well as the 2008 US Open and 2010 Australian Open and 2010 Wimbledon titles with Cara Black.

  • Bhupathi and Paes both played the mixed doubles event here. Bhupathi and Anastasia Rodionova gave a walkover in the quarterfinals, while Paes teamed up with Cara Black, losing as No. 4 seeds in the 2nd round to Yung-Jan Chan and Paul Hanley.

Paes won a bronze medal, as a singles player, at the 1996 Atlanta Olympics, matching his father’s achievement as part of the Indian field hockey team at the 1972 Munich Olympics. His mother also participated at the same Olympics in

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