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Que incrível para o Marcelo e para o Brasil

A decisão de mudar da simples para as duplas o levou à final de Wimbledon

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Há horas estou querendo sentar par escrever este post sobre o Marcelo Melo e a disputa da final de duplas de Wimbledon. É incrível para ele e para o Brasil ter um jogador decidindo o título do torneio de tênis mais importante do mundo.

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Lembro perfeitamente da época em que o Marcelo resolveu trocar a carreira de simples pela de duplas. Melo Wimbledon

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O Guga ainda estava tentando voltar a jogar no mais alto nível e treinando com o argentino Hernan Gumy.
Melo, naquela época, praticamente vivia em Florianópolis, treinando na cidade e acabou virando uma espécie de Sparring do Guga.

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Praticamente todos os dias eles treinavam juntos e claro que a gente acabava convivendo mais ainda.

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Foi durante este período, entre 2005 e 2006 que ele começou a fazer a transição para as duplas e fazer bom uso da sua altura para o saque e o voleio.

Aos poucos, Marcelo, aquele mineirinho simpático de Belo Horizonte, um dos primeiros entrevistados da Tennis View na página do Cinco Minutos, lá entre 1997 e 1998, quando ainda jogava pelo Minas Tênis Clube e era treinado por Henrique Quintino, começou a ganhar não só torneios Challengers, mas os Futures também.

Naquele mesmo 2006, lembro quando Melo e Sá ganharam o primeiro título da parceria juntos, em Campos do Jordão. De lá em diante a carreira dele realmente deslanchou. Ganhou ou foi à final praticamente todos os Challengers que disputou.

O ranking subiu e em 2007 ele começou a jogar também alguns ATPs, além de continuar vencendo Challengers e dos grandes, como Bermuda.

Venceu o primeiro título de ATP em Estoril, com Sá e aí veio aquele Wimbledon histórico. Melo e Sá entraram para a história do Grand Slam britânico disputando na época, o quinto set mais longo, que só viria a ser derrubado depois por Isner e Mahut.

Foram à semi juntos e Melo, dali em diante, passou a de fato ver que um título de Grand Slam era realidade (perderam para Clement e Llodra). Lembro da entrevista e matéria de capa que fizemos com os dois mineiros para a Tennis View. Achei a entrevista feita pelo Leonardo Stavale!

melo entrevista

melo entrevistaO ano de 2007 marcaria ainda um momento de amadurecimento na carreira do mineiro. Ele foi pego no doping, por ter tomado Neosaldina para uma dor de cabeça e teve que ficar afasto do circuito por alguns meses.

Também acompanhei de perto este momento. Como a convivência com Guga e toda nossa equipe ainda era bem próxima, acabei cuidando, com o Paulo Carvalho, empresário do tricampeão de Roland Garros, da comunicação dele neste período de “crise.” Hoje parece que isso nem existiu, mas me lembro direitinho da minha ida para Belo Horizonte, da coletiva bem preparada no escritório, em São Paulo, enfim, acho que serviu mesmo para deixá-lo mais maduro.

Dois anos depois, completamente integrado no grande circuito, só disputando ATPs, Masters 1000, Marcelo foi à final de duplas mistas de Roland Garros, com Vania King.
Ficou com o vice-campeonato, mas sentiu o gostinho de disputar uma final de Grand Slam.

Fez parceria com Bruno Soares, hoje o número um do país e top 10 no ranking individual de duplas e acho que separados os dois cresceram ainda mais.
Cada um com seu parceiro há uns dois anos – Melo com mais instabilidade e mudando bem mais frequentemente do que Soares, um foi puxando o outro para cima e agora Melo se encontra na final de um Grand Slam e justo no seu favorito, o que ele cansou de dizer que seria um sonho vencer.

Ao lado do croata Ivan Dodig, seu principal parceiro desde o ano passado, ganhou jogos mais do que convincentes. É o primeiro brasileiro a disputar uma final de duplas (homem e não de mistas) em um Grand Slam e encarará na decisão a melhor dupla de todos os tempos, a dos irmãos Bryans, para tentar se tornar o quinto brasileiro da história a vencer um Grand Slam, depois de Maria Esther Bueno, Thomaz Koch, Gustavo Kuerten e Bruno Soares.

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Interessante. Um relógio que marca os pontos do jogo.

Quando a gente pensa que não tem mais o que inventar, descubro que foi lançado nos Estados Unidos, um mini reloginho individual para marcarmos o placar no jogo de tênis. É o ScoreBand.  

Outro dia editando a coluna do Carlos Bernardes, na Tennis View, sobre as mudanças de regras no tênis e depois de ficar vendo tantos jogos com árbitros de cadeira em quadra, até esqueci, que nós, amadores, quando vamos jogar, precisamos nos atentar à marcação de pontos. Só lembrei disso quando o Bernardes escreveu para ficarmos atentos às mudanças de regras, porque se elas fossem aprovadas, naturalmente todos os amadores começariam a fazer, por exemplo, o saque com let, valer.

Quase que pensei para mim mesma. Diana, cai na real. É melhor fazer um teste mesmo, porque não vai ter um Bernardes na cadeira quando você estiver jogando.

Justo nesta semana recebo as infos do ScoreBand. Um simpático e aparentemente confortável reloginho, segundo as informações, de silicone e muito leve, lançado em duas cores, branco e preto e que serve para marcar a hora e a pontuação em quadra. Tanto dos pontos, quanto de games e sets, para uma ou duas pessoas.

O ScoreBand é multifuncional e também pode ser usado para o golfe e para marcar pontos e estatísticas de outros esportes. Além de, especialmente, na cor preta, servir de relógio para você poder sair da quadra, tomar um banho – ele é a prova d’agua  – e seguir para o trabalho e/ou para um evento.  

Conceito interessante. Vamos ver se o reloginho de U$ 29,99 (aproximadamente R$ 62,00) funciona na prática.

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A maior biblioteca de tênis do mundo, Tennis View e um breve encontro com a Serena

Acordei cedo hoje para ir até a Oxford Street, procurar uma livraria. Foi uma manhã quase perdida. O metrô parecia estar na operação tarturaga – parando entre as estações, lotado e entre as baldeações demorando muito pra chegar. Os avisos sonoros diziam que era devido a uma reforma – e eu peguei algumas linhas diferentes -, depois a uma falha no sistema elétrico e por fim por causa da multidão indo para Wimbledon. Vai entender.

Que tem uma multidão hoje aqui tem. Ao sair do metrô na chegada em Wimbledon já tinha um cara no megafone dizendo que as pessoas que decidissem ir pra fila tentar um ingresso esperariam no mínimo sete horas.

Até que eu precisava de um ingresso para um amigo, mas desisti imediatamente. Achei melhor tentar com algum jogador conhecido.

Depois de conseguir chegar na sala de imprensa – demorei para andar do portão 5 –uma das entradas de Wimbledon de tanta gente que há circulando pelo torneio. Hoje estão completamente lotados, por isso a fila não está andando rápido.

Fui até a sala dos jogadores e também não tive sucesso. Eles reduziram as cotas dos tenistas também e eu deixei para muito em cima da hora. Mas, o bom foi que encontrei a Serena (Williams), com quem não conversava há um tempão. Acho que desde quando fui press officer do Masters da WTA em Doha.  Nssa relação vem desde os tempos do início da carreira do Guga no circuito em que ela tinha uma admiração especial por ele e pelo Brasil. Conversamos um pouco e ela estava interessadíssima no Rio de Janeiro e no meu projeto também com os catadores de materiais recicláveis que surgiu do meu trabalho com o filme Lixo Extraordinário (Waste Land).

Sem sucesso com os tickets – fazer o quê?


Assisti um pouco do jogo da Sharapova, o da Petkovic e o último set do Feliciano Lopez e do Roddick e fui até a Biblioteca de Wimbledon, a Kenneth Ritchie Wimbledon Library, adjacente ao Wimbledon Lawn Tennis Museum.

Fui direto procurar o Allan Little, o bibliotecário que levantou  e mantém organizada a maior biblioteca de tênis do mundo e com quem mantenho contato desde a minha primeira vinda a Wimbledon, em 1997.

Fazia tempo que não ia à biblioteca e não tinha visto a mesma reformada (2008).

Queria cumprimentar o Mr. Little e saber se as edições da Tennis View estavam atualizadas.

Era para ser uma visita breve, mas fui tão bem recebida pelo Mr. Little e suas assistentes e a biblioteca está tão bem organizada que acabei ficando lá um tempão.

Primeiro fui ver onde ficam arquivadas todas as edições da Tennis View, sem antes ele checar se tinha até o último número, e tinha.

Foi emocionante ver todos os números da Tennis View em forma de livro e as edições deste ano numa sessão especial, ao lado de revistas da Austrália, Bélgica, Czech Republic (as revistas são organizadas alfabeticamente por Países), etc..

Fiquei enlouquecida na parte dos livros. Especialmente no Brasil que tem uma publicação fraca de livros esportivos, a gente esquece que possa existir tanto material de tênis e olha que tinha livros de 1800..

Curiosa perguntei para o Mr. Little se ele sabia de quando datava a primeira revista de tênis. Ele respondeu na hora: 1883 – Pastime e mesmo com sua idade avançada, pegou uma escada, subiu os degraus e pegou a publicação para que eu conhecesse.


De quebra ele e o staff ainda me deram dois livros que ele publicou recentemente, o da Suzanne Lenglen – Tennis Idol of the Twenties e o Tennis and the Olympic Games.

Saí de lá motivadíssima, querendo levar uma mala de livros – mas só os que já acumulei até agora vão me dar trabalho – e orgulhosa de fazer parte da história do tênis, ah e prometendo ao Mr. Little continuar mandando a Tennis View para a maior biblioteca de tênis do mundo.

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De Wimbledon – The Championships

Comecei bem  o dia! Já estava tentando imaginar como andaria as 6 quadras para chegar ao metrô de Earl’s Court e depois faria a longa caminhada da estação de Southfields para Wimbledon, quando vi um carro do torneio na porta do hotel.

Não me importo de pegar metrô e até gosto nestes eventos para ter um contato mais próximo com a cidade, mas carregando computador, cabos, adaptadores de tomada – claro que trouxe o errado, o da Austrália em vez da Inglaterra e tive que comprar outro -, camera fotográfica, livros – trouxe a biografia do Roger Federer que a Tennis View comercializa e cuja foto da capa é da nossa fotógrafa Cynthia Lum, que está aqui e ainda não tem o livro – e muitas revistas comigo, não estava gostando nada da ideia de sair por aí carregando todo esse peso.

Foi um alívio saber que tinha reservado esse hotel oficial de Wimbledon por alguma razão. Ontem quando cheguei não havia nenhum aviso com horários de transporte e eu também não tinha visto nenhum jogador ou jornalista, ou cara conhecida. Já encontrei rostos familiares no café da manhã e foi uma maravilha o serviço de motorista porta a porta.

Entrei no AELTC, em Wimbledon pelo portão 13, uma das entradas da imprensa, com o meu papel de confirmação da credencial.

Depois de passar pela segurança – eles abrem todas as malas, bolsas, mochilas e seus bolsinhos, então imagina o quanto demorei – fui pegar minha credencial, no Press Center.

Encontrei minha mesa no segundo andar, me instalei e fui dar uma volta pelo complexo.

Fui direto para a “Center Court.” Ainda não havia visto com o teto retrátil – ele estava aberto – e é sempre bom para pegar um pouco do feeling do torneio.

Ao sentar na quadra central para assistir o jogo da Serena Williams contra a Aravane Rezai, apesar dela estar praticamente cheia, lembrei do que o Guga falou a primeira vez que jogou lá, contando que sentiu uma paz enorme naquela quadra.

E de fato, é essa a sensação mesmo e por vezes a de estar num filme dos tempos antigos. As pessoas todas vestidas elegantemente, os homens de terno e as mulheres de saias longa, a quadra de grama, as jogadoras todas de branco, remetem de alguma maneira ao passado. Mas, ao ouvir o ploc da bolinha saindo das raquetes das jogadoras e sentir a força com que elas batem, você logo lembra que está no presente.

Da “Center Court,” dei uma andada pelas quadras que estão mais perto da sala de imprensa, passei pela banca de jornal para comprar os jornais do dia, dei uma rápida entrada na “Wimbledon Shop,” só para ter uma ideia do estrago na hora em que for de fato comprar lembrancinhas para as crianças e me encontrei com a Mirka (Federer). Ela estava comprando meias com desenho de morango para as gêmeas – Myla Rose e Charlene Riva.

De volta a sala de imprensa – aliás acabo de reparar que estou sentada entre as fotos de Billie Jean King e de Arthur Ashe, campeões em 1975, vou procurar onde estão as da Maria Esther Bueno – , pausa para o almoço por que daqui a pouco tem Ricardo Mello e o tão falado jogo entre Isner e Mahut, não na quadra 18, mas na quadra 3, inaugurada ontem, no lugar da quadra 2, que era conhecida como “cemitério dos campeões,” por sempre ter zebras.

Mais tarde tem continuação!

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Projetos que inspiram – Voz das Comunidades no Rio, lembrando o começo da Tennis View

Nesta semana pré Wimbledon tive a oportunidade de participar de um bate-papo com o Secretário de Segurança do Rio de Janeiro, Mariano Beltrame e com Rene Silva, o garoto de 17 anos que ficou conhecido mundo afora ao twitar (@Rene_Silva_RJ) a subida do Morro do Alemão, durante a pacificação da comunidade.

Não, não enlouqueci e depois de achar que estou começando a entender de lixo, recicláveis e coleta seletiva com o projeto da Rede Extraordinária, não vou começar a escrever sobre segurança no Rio de Janeiro.

Rene e o irmão Renato

Era para ser apenas um bate-papo de troca de ideias e acabou sendo uma noite inspiradora em Ipanema.

Meu conhecimento sobre o Rene e o seu sucesso instantâneo era pequeno. Ao longo da noite fui ouvindo Rene e seu irmão mais novo, Renato, o fotógrafo contarem sobre o que estão fazendo e como se envolveram com Twitter, Redes Sociais e comunicação.

Rene começou a falar do jornal que ele, Renato e alguns outros companheiros do complexo começaram a fazer, o Voz Das Comunidades.  Ouvindo Rene contar sobre o seu sonho de ser jornalista e de como iniciaram a publicação – com a vontade de contar para toda a comunidade o que estão fazendo, que começaram com uma versão P&B e hoje já estão com a publicação colorida, que a primeira edição teve 1000 exemplares de tiragem e hoje estão com 5000 e que querem conseguir atingir todas as comunidades do Rio, além do Alemão, me lembrou do começo da Tennis View. 

Já contei essas histórias do começo da Revista várias vezes. Eu, o Neco (Nelson Aerts), Heidy Krapf Aerts e a Fernanda Papa começamos a revista numa conversa despretensiosa no Tênis Clube de Santos, em 1996. Lançamos a revista em janeiro de 1997, no confronto da Copa Davis entre Brasil e Estados Unidos, em Ribeirão Preto. Tennis View tinha cara de jornal do tênis, era P&B também e eram apenas 16 páginas.

Poucos meses depois Guga ganhou o primeiro de seus três Roland Garros e o jornal logo se transformou em Revista. Aproveitamos a revolução do tênis no Brasil e começamos a adquirir o formato que temos hoje.
Claro que a revista passou por transformações. Mudou de tamanho, hoje são, no mínimo, 72 páginas, são nove edições por ano em vez de 6, já passamos do número 100 e amanhã estou embarcando para Wimbledon, onde a Revista integra a Biblioteca do Museu de Wimbledon, com a edição 113 para levar para lá e fechando neste fim de semana a edição 114.

Vejo que Rene e Renato estão no momento certo de fazer o Voz das Comunidades. Eles mesmos, assim como Neco, Heidy, Fernanda e eu fizemos no início – e de vez em quando ainda fazemos – fazem tudo no jornal muito além da parte editorial, vendendo anúncios, levando à gráfica, distribuindo, buscando parcerias, entre outros.

Já estão na Era Digital, com um site bem cheio de notícias das comunidades e estão estudando uma maneira de transformar também o jornal em uma versão on-line.

Eles, que são da comunidade, estão aproveitando a oportunidade de viver no momento da pacificação, o momento em que empresas estão entendendo o valor das comunidades, fazendo pesquisas com o objetivo de abrir estabelecimentos por lá, para alavancarem o jornal.

Talvez nem tenham essa percepção ainda do momento que vivem, mas o principal de tudo foi que o bate-papo me inspirou, ao ver os olhos dos meninos brilharem com o sonho – que já é uma realidade – de fazer o jornal, de serem ouvidos, de crescerem, de transformarem não o mundo, mas o mundo onde vivem, que já é mais do que muitos nem chegam a sonhar.

Rene quer estudar jornalismo. Não sabe ainda para que ramo da comunicação quer se direcionar, mas sabe que quer ser um comunicador. Ele já é.

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Academia de McEnroe, em NY, supera expectativas e já tem lista de espera

McEnroe, na sua academia em NY
Há dois meses estive na recém-inaugurada academia de John McEnroe, em New York, no complexo Sportimes em Randall’s Island, a poucos minutos de Manhattan.

Dava para perceber no ar a empolgação dos envolvidos com o projeto e o comprometimento da família McEnroe, que tem como principal objetivo formar campeões.

Parece que esse sentimento se espalhou pela cidade. Hoje recebi um comunicado do assessor da academia, confirmando que já há lista de espera para treinar com a supervisão de John McEnroe. Já são mais de 400 alunos treinando na John McEnroe Tennis Academy, com idades entre 06 e 16 anos.

Um dos segredos do sucesso, de acordo com Mark McEnroe, irmão de John e Patrick e Diretor da academia, está na proposta de trabalho, que não prevê que as crianças deixem suas casas para treinarem e aposta na variedade de atividades para trabalhar a mente, além do tênis. Veja a declaração dele no comunicado que recebi hoje.

“Parents have told us that the balance we offer between tennis, fitness and encouraging kids to follow their educational goals, has made a big difference, and combined with a state-of-the-art facility, easy access from anywhere in the tri-state area  and our team of world class teaching professionals, we have a unique approach that we know will be successful over time.”

Bem, a minha visita, durante o US Open, virou uma matéria para Tennis View, publicada na edição 108, que reproduzo aqui e que mostra mais detalhes do complexo de John McEnroe.

John McEnroe que formar novos campeões 

Ele tem sete títulos de Grand Slam, foi número um do mundo, joga o Champions Tour, o World Team Tennis (WTT), é um dos comentaristas esportivos mais respeitados da televisão, é casado com Patty Smith, tem seis filhos e agora quer formar campeões.

Aos 51 anos de idade, John McEnroe inaugurou há dois meses a John McEnroe Tennis Academy, em Randall’s Island, a poucos minutos de Manhattan. Uma academia de tênis, em parceria com o grupo Sportimes, com o objetivo de ver o tênis renascer em Nova York, cidade onde ele nasceu, e formar campeões.

Sem um americano entre os top 10, pela primeira vez, desde 1973, a ideia de McEnroe ganha ainda mais força.

A academia não é simples, nem luxuosa. Tem 20 quadras de tênis, 10 de har-thru e 10 rápidas, espaço para montar arquibancadas provisórias, vestiários e sala de ginástica bem equipada. Há uma lanchonete, uma pro-shop e os escritórios.

As quadras todas podem ser cobertas, com o que eles chamam de “bubble,” para que os treinamentos não parem no inverno.

Há programas para todos os tipos de tenistas e idades. Desde aqueles que querem ter apenas meia hora de aula por semana, passando pelos que desejam alugar quadra, ou ter aulas em grupo. Os níveis de treinamento, excluindo o competitivo, variam do iniciante ao avançado, até o cardio tennis, com treinos específicos para adultos e para crianças com idades de 2 a 5 anos.

Para participar de qualquer um destes programas é necessário ser membro da academia e o título, individual ou familiar sai por U$ 500. O que varia são as taxas mensais que custam aproximadamente U$ 65 por pessoa. Adolescentes e jovens até 22 anos entram no programa Junior, em que o título sai por U$ 100. Os treinamentos custam entre U$ 3,6 mil e U$ 4,8mil, por 34 semanas.

Durante as férias há ainda o que eles chamam de “Summer Camps,” com clínicas semanais para diferentes grupos de crianças.

A academia fornece transporte de ida e volta do centro de Manhattan e não prevê hospedagem para os atletas.

“Não queremos transformar a academia em um centro como o do Nick Bollettieri. Não queremos que as crianças saiam de casa para treinar tão cedo. Elas devem ter uma infância e adolescência normal,” explica o Diretor Técnico, Gilad Bloom, um israelense, ex-profissional da ATP, que chegou a ser o 43º no ranking mundial e que McEnroe escolheu para implantar o sistema de treinamento.

A visão de John, que encarregou o irmão do meio, Mark, de administrar a academia, é de que as crianças e os jovens façam de tudo um pouco, até para desenvolver outras áreas da mente que depois possam ser úteis no tênis. “É uma maneira de evitar o burn-out,” diz Bloom.

“Essa academia é um sonho antigo do John,” conta o advogado Mark. “Muita gente tem dúvida se ele vai realmente estar presente, mas quando John se envolve em algo é sério e ele quer muito ver isso dar certo.”

As 728 crianças que participam do programa de treinamento da JMTA diariamente praticam algum outro esporte, podendo ser o futebol, baseball ou xadrez.  “Não queremos tenistas unilaterais. Eles tem que abrir a mente,” disse McEnroe à New Yorker, na inauguração do seu espaço.

O próprio John desenvolveu o seu tênis perto de casa, na extinta Academia de Port Washington, do australiano Harry Hopman, seu mentor e chegou a cursar um ano de tênis universitário, em Stanford, antes de optar pelo profissionalismo.

Com uma agenda atribulada, Gilad e Mark é quem tocam a academia no dia a dia. Mas, é John quem contrata os treinadores pré-selecionados por Bloom e está presente frequentemente para olhar os jogadores e bater bola com eles.

“O teste de admissão aqui é feito em quadra. O John bate-bola com os treinadores e depois joga um set com eles. Só depois decide se contrata ou não,” conta Bloom.

Entre os treinadores só há ou ex-profissionais de nível ou tenistas que jogaram tênis universitário em alguma faculdade da Divisão I da NCAA. “O nível de educação é importante,” ressalta o israelense.

“Quando John está em quadra com as crianças, nós usamos o cérebro dele. É a nossa missão, quando ele está aqui, de anotar tudo o que ele está observando e implantar nos dias que se seguirem, porque quando ele voltar, ele vai cobrar.”

Foi o próprio John que recrutou as crianças que ganharam bolsas de treinamento, em um dia inteiro de testes na JMTA.

Os grupos de treino são dividos em quadra, de acordo com o nível e idade, mas a base do método é a mesma, com ênfase na técnica, disciplina e experiência. “Não adianta você fazer 2 mil drills por dia e não jogar sets. Só jogando sets você vai fortalecer a sua mente.”

Entre tantas crianças que já estão treinando na academia, há uma que mais chama a atenção, o menino de 12 anos, Alex Kovacevic. “Os pais não queriam que ele fosse morar na Flórida ou no Texas e faziam questão que continuasse tendo uma boa educação,” relata Bloom.

“Se daqui a um tempo conseguirmos ter um top 10, estivermos encaminhando jogadores para o profissionalismo e para a universidade, teremos sucesso.”

(DG e NA)

Crédito das fotos: CameraWork e Tennis View

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Clínica de Férias de Tênis – Tennis Summer Camps! Aproveite a chance de sair na Tennis View

Estamos concluíndo a próxima edição da Tennis View e esse número, quase no fim da temporada, é aquele especial com um Guia de Clínica de Férias.

As páginas sobre esse momento que se torna inesquecível, principalmente para a garotada, é um serviço que a Tennis View divulga há anos, com divulgação gratuita dos programas especiais que as academias e técnicos oferecem nos meses de férias, tanto aqui, como no exterior.

Entra ano, sai ano e fico impressionada em como essas informações demoram a chegar nas nossas caixas de email ou como as chamadas telefônicas levam dias para serem retornadas e quando são.

Com raras exceções, recebemos as informações completas de onde, como, quando, para quem, com que carga horária, valor, etc.. esses treinamentos especiais serão realizados.

Já estamos quase concluindo a matéria, temos um bom material, mas como sou persistente e gosto sempre de ter algo a mais na revista, de levar uma informação ainda mais completa para os tenistas, gostaria de pedir àqueles que tem academias, hotéis, trabalham com o esporte, são técnicos e/ou professores e ministrarão ou participarão de atividade similar e que ainda não mandaram as informações para a paciente Fabiana de Oliveira, que entrem em contato conosco.

A divulgação da informação é GRATUITA. Sim, claro que há anúncios, afinal sem os nossos anunciantes e parceiros não teríamos a revista, mas divulgar a informação é nossa obrigação.

E-mail tennisview@tennisview.com.br

Tel: (11) 55335312

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Depois das declarações de Bellucci, Copa Petrobras promete agitar ainda mais o tênis no Brasil

Bellucci teve contrato com a adidas oficializado nesta sexta (foto de Sarkar/AFP/Getty Images)

A Copa Petrobras ainda nem começou e já está criando polêmica no tênis nacional. Não é pela competição, que aliás é de fundamental importância para o tênis da América do Sul.

Lançada há mais de 10 anos como Copa Ericsson, viu grandes nomes do tênis sul-americano subindo no ranking jogando o Circuito Challenger da ATP do final da temporada.

Nesta sexta, no lançamento oficial da etapa de São Paulo, na Sociedade Harmonia de Tênis, o cabeça-de-chave 1 do torneio e campeão do ano passado, Thomaz Bellucci, ao explicar um dos problemas do tênis no Brasil, acabou exagerando em suas declarações, ao afirmar que não há técnicos competentes no País, além de Larri Passos, treinador que levou Guga ao topo do ranking mundial e o seu, João Zwetsch, atual capitão da Copa Davis.

Não estive no evento de lançamento, nem no almoço que seguiu a coletiva, por isso não gosto de criticar. Não sei qual teria sido o contexto da pergunta. Mas, de qualquer maneira, é sempre bom pensar antes de fazer uma afirmação destas ou estar pronto para aguentar as consequências.

Os repórteres da Tennis View, Edgar Lepri e Fabiana de Oliveira participaram da entrevista e reproduzo aqui a matéria publicada no nosso site, em que Bellucci também fala da derrota na Copa Davis e da semana dolorosa na Índia: “uma semana infeliz no calendário.”

São Paulo (SP) – A etapa paulista da Copa Petrobras foi lançada nesta sexta-feira, na Sociedade Harmonia de Tênis, com a participação dos tenistas Thomaz Bellucci, melhor brasileiro e número 27 do mundo, e Tiago Fernandes, ex-número 1 juvenil. Além de falar da importância de jogar em casa e defender o título de 2009, Bellucci aproveitou para se defender das críticas relacionadas à sua atual fase e à derrota da equipe na Copa Davis, na Índia, e defendeu a maior atuação de ex-profissionais como treinadores.

Para o atual melhor tenista do país, faltam técnicos competentes para alavancar a carreira de um jogador, principalmente depois que ele chega ao top 250. “Faltam técnicos que saibam tirar o potencial dos jogadores. O Larri (Passos, treinador de Fernandes) e João (Zwetsch, seu treinador), por exemplo, são exceções, porque poucos técnicos têm qualidade para treinar jogadores de alto nível”, afirmou.

Bellucci não descarta fazer parceria com um treinador estrangeiro no futuro e enaltece a escassez de treinadores no Brasil. “Às vezes, a solução é um técnico de fora, e isso seria normal no Brasil, pela falta de técnicos que temos”. O paulista de Tietê ainda defendeu uma maior participação de ex-profissionais no tênis atual. “O ex-tenista tem muito a acrescentar e poderia ajudar como técnico. Isso é mais comum no exterior”.

O brasileiro também analisou sua primeira temporada entre os melhores tenistas do mundo e rebateu as críticas à equipe que caiu diante da Índia na Copa Davis, em setembro. “Só joguei torneios grandes neste ano, e às vezes a gente é obrigado a pegar um top 5. É preciso saber lidar com as derrotas, mas acho que fiz um bom ano, principalmente no primeiro semestre, que é mais fácil para tenistas de saibro, e consegui me manter no top 30”.

O tenista reconhece que receberá mais críticas por ser o número 1 do Brasil e precisa saber como enfrentá-las. Sobre a derrota na Davis, ele afirmou que na semana seguinte, quando voltou ao Brasil, ficou três dias sem conseguir fazer nada, pelo desgaste físico e mental da competição e do calendário longo na temporada. “A semana da Davis machucou muito todo mundo que estava lá. Não atrapalhou muito meu calendário, mas não caiu muito bem, pelas viagens longas que fiz. Fico um pouco chateado pelas críticas porque nunca deixei de defender o Brasil”.

Mais informações no www.tennisview.com.br

PS: Em tempo. A adidas confirmou hoje a parceria com Bellucci. O tenista já vinha usando o uniforme da marca há algum tempo, mas o contrato ainda não havia sido oficializado. www.tennisview.com.br

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Um pouco de arte na Tennis View com ilustração exclusiva de Nadal

Ilustração de Cesar Paciornik

A ATP divulgou nesta semana dois trabalhos de arte que Rafael Nadal e Roger Federer fizeram, usando bolinhas de tênis com tinta e que serão expostas durante o Barclays ATP World Finals, em Londres, em novembro e depois serão leiloadas para caridade.

Aparentemente Nadal e Federer gostaram da experiência.

No fim do post reproduzo o que eles falaram sobre serem artistas por um dia.

Nesta semana, coincidentemente saiu a edição 108 da Tennis View, com uma página dedicada a arte. É uma ilustração do Rafael Nadal, feita exclusivamente para a revista, por Cesar Paciornik.

Amigo de longa data, Paciornik vem desenvolvendo seu trabalho de ilustrador cada vez mais e quando conversamos sobre fazer uma ilustração para a Tennis View, para mim só teria sentido se fosse de um grande momento, algo marcante.

Fiquei esperando esse momento chegar e com a conquista do Nadal em New York, não tive dúvidas.

Era agora a hora de retratar a vitória inédita de Nadal de uma outra maneira.

Sempre gostei muito do trabalho do César, mas não sabia o que esperar da ilustração. Afinal, nunca tinha visto nada dele relacionado a esporte e muito menos tênis – ele ilustra, entre outros trabalhos, as páginas de política da Folha de S.Paulo -. Fiquei tão encantada quando vi a ilustração que no dia do fechamento consegui mudar a paginação da revista para dar ainda mais destaque a obra do artista.

Normalmente os meus posts acabam entrando no site da Tennis View, mas desta vez sou eu que reproduzo aqui a entrevista que o repórter Edgar Lepri fez com César, em que ele explica como se inspirou para retratar a conquista do US Open, fechando o Grand Slam, do espanhol.

Tennis View – Como surgiu a ideia da ilustração do Nadal?

Cesar Paciornik – Começou com uma brincadeira, quis relacionar a ilustração com o início da matéria, que falava sobre a conquista de Nadal na América. Aí simulei a situação da estátua, com ele segurando a raquete, e no troféu representei os nove títulos de Grand Slam dele. As cores também são uma escolha. O vermelho da camiseta lembra a Espanha e, ao fundo, o azul e o vermelho remetem aos Estados Unidos. Na questão técnica, pensei em tons com pequenas variações e que ficassem bons na impressão.

TV – Você costuma assistir a partidas de tênis?

CP – Não tenho o hábito de parar ou me programar para ver um jogo, mas me interesso por esporte e notícia em geral. Se estiver passando na televisão, gosto de ver, principalmente os grandes jogos, quando a partida é difícil para os dois tenistas. Acho que o tênis ainda precisa de mais inserção e mais praticantes no Brasil.

TV – Como você criou o gosto pela ilustração?

CP – Desde criança, minha mãe estimulou meu irmão gêmeo, Ivan, e eu a desenhar. A gente brincava muito, até fazíamos história em quadrinhos e cada um desenhava uma página. Meu irmão também é ilustrador e estou procurando mais a ilustração editorial, tento criar uma identidade nos trabalhos.

TV – Como é o processo para a criação de uma arte?

CP – Recebo um tema e preciso criar uma imagem que representará um texto ou uma publicidade. Geralmente as ideias precisam ser muito bem trabalhadas, não é algo que surge instantaneamente. A ilustração demanda tempo para ser lapidada, para que cada pequeno elemento tenha significado. A ideia da cabeça precisa ser representada no papel sem perder nada pelo caminho, e acho que esse é o grande truque do artista.

TV – Qual o segredo para passar uma mensagem com a ilustração?

CP – A ilustração tem que deixar que os espectadores interpretem. É preciso saber dosar o subjetivo e o sutil com o explícito e o descarado.

Vida de Artista

Rafael Nadal

“Making the artwork was fun and something I’ve never done before. It’s a great way to celebrate the World Tour Finals coming back to London. It was a little bit of a challenge to put the balls on the silhouette! Of course this is the least we can do for charity and for those who need it the most. It’s very important that people in our position help those who really need help. I’d like to thank everyone for the support they give us.”

Roger Federer

“It was great fun being invited to create my self portrait and I’m excited to see how the finished piece looks. Raising money for charity is always a great thing so already I would like to thank people who will buy these pictures and it’s going to be for a good cause. I’m happy I can help a bit. I am very happy as it is the ninth consecutive year I have qualified for the year-end event. I have played in a lot of different venues during my career and I can say they staged a fantastic event at The O2 last year. I look forward to returning there in November and finishing the season strong.”

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O sósia do Federer em NY

Darren Cellemme

Ontem à noite finalmente conheci o famoso sósia do Federer.

Federer

Darren Cellemme ficou conhecido no ano passado, quando o PR Steve Pratt entrou num bar perto da Broadway e deu de cara com um barman que era igual a Roger Federer.

Pratt acabou levando Cellemme ao US Open e ele virou matéria em diversos meios de comunicação.

Ficou conhecido na Suíça – a TV suíça fez uma grande reportagem com ele, tamanha a semelhança.

A história rendeu e durante dias no ano passado, o barman foi convidado a sair pelas ruas, se vestir de Federer e ver como o público reagia. Todos achavam que era o Federer. Me lembro da nossa fotógrafa Cynthia Lum contar a história, mas não sabia que tinha dado tanto o que falar.

Natural de Rhode Island e em New York para tentar a vida de ator, Cellemme acabou cansando um pouco de fazer as mesmas histórias todas as vezes e neste ano não apareceu no US Open.

Mas, na noite de quinta-feira Steve Pratt, que acabou virando amigo de Darren, o convidou para jantar e acabamos nos conhecendo.

No começo não achei o “sósia” assim tão parecido. Mas depois fui reparando nas semelhanças e como as pessoas olhavam para o americano, pensando o que “Federer” fazia com uma garrafa de cerveja na mão.

Celleme contou que até o bar onde ele trabalha, o Charley O’s ganhou mais movimento quando as notícias começaram a sair no ano passado e que muitos suíços passaram a frequentar o local. Contou também que foi até chamado para fazer um comercial de televisão como sósia do Federer, mas recusou por achar que se tratava de uma empresa que não queria pagar o Federer original e iria usá-lo, para depois esperar dar a confusão.

Ele continua chamando atenção quando anda pelas ruas. “As pessoas ficam olhando e pensando é ou não o Federer.”

Depois de tanto se vestir de Federer, Darren começou a ter aulas de tênis. Joga com frequência nas quadras públicas de NYC.

Ontem à noite, após o jantar fomos todos tomar um drink num bar pequeno perto do hotel, o Snafu, e lá estavam todos os jornalistas suíços, Stanilas Wawrinka e o técnico Peter Lundgren.

Todos os profissionais da mídia foram falar como Darren e Wawrinka e Lundgren se divertiram com o sósia do amigo.

PS – deve haver mais fotos legais do sósia e do original, mas no momento era apenas essa que Darren tinha para dar pra gente.

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