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Mesmo ausente, Nadal é sucesso de vendas no US Open

Rafael Nadal não está em Nova York, aliás está bem longe, em Mallorca, se recuperando de uma lesão no joelho. Mas, nem por isso foi esquecido pelo público. Os produtos que levam o seu nome fazem tanto sucesso no US Open, quanto os do número um do mundo, Roger Federer e que está jogando pelo sexton título em Flushing Meadows.  

 

Fui fazer a minha tradicional visita à loja do torneio e aos quiosques de vendas do US Open e fiquei chocada com o tamanho das filas para entrar na US Open Collection e para chegar perto do balcão do quiosque da Nike.

 

Com medo de mim mesma, saí da sala de imprensa sem carteira. Fui com a câmera e o bloquinho na mão. Foi a desculpa que precisava para conseguir furar a fila.

 

No quiosque da Nike, a fila anda mais rápido. São menos mercadorias. Um lado é dedicado aos tênis e à roupa oficial de jogo de Federer, o maior fica com as camisetas VAMOS RAFA, ADVANTAGE RAFA, e ADVANTAGE, FEDERER ,PERFECT, LOVE RAFA, FED NYC, em todas as suas variações, masculina e feminina; E o outro tem as roupas das mulheres, com destaque para as linhas da Serena Williams e Sharapova.

 

A maior fila, claro, se concentrava na parte das camisetas. Consegui conversar com os vendedores e todos disseram que Nadal estava vendendo tanto quanto Federer e que a ausência do espanhol, não estava influenciando nas vendas e que inclusive alguns tamanhos das camisetas de Nadal já estavam esgotados. Para falar a verdade, vi mais gente pelo torneio usando Vamos Rafa, do que algo do Federer.

Para mim, essas camisetas, que custam entre U$ 30 e U$ 35 (R$ 60 e R$ 70) são a lembrança mais legal do US Open.

Mas, quem sabe um outro dia. Fui, ainda bem, sem carteira. Com um sobrinho chamado Rafael e familiares adeptos do tênis, teria sido o primeiro desfalque do torneio.

 

Consegui sair do meio da multidão – aproximadamente 62.000 pessoas estiveram em Flushing Meadows neste domingo de feriado de Labor Day (dia do trabalho) – fui para a US Open Collection, a mais nova do complexo, embaixo do Heineken Red Star Café.

 

Também tive que dizer que não ia comprar nada para conseguir entrar sem pegar a enorme fila.

 

A entrada da loja é pelas roupas infantis, todas uma gracinha, mas com preços exorbitantes. O bichinho de pelúcia do US Open (U$ 25) custa mais caro do que o da FAO Schwarz (U$ 16).

Até aviãozinho com logo do US Open (U$ 25), by Emirates Airlines e patinho com raquete de tênis (U$ 10) para brincar na banheira, estavam vendendo para as crianças.

 

De lá fui para a sessão feminina. A blusinha que mais gostei, uma sem manga, branca, com um loguinho do US Open, custava U$ 38. E o agasalho, pink com preto, lindo, saía por U$ 110. Esse nem se tivesse trazido a carteira teria levado.

Perguntei para o vendedor que item estava fazendo mais sucesso e ele logo respondeu. As camisetas vermelhas e a com o pôster do US Open, pelo valor de U$ 33. Achei que não fosse ter saída.

 

Os bonés que sempre fazem sucesso, custam ou U$ 29 ou U$ 30.

 

Antes de chegar ao vestuário masculino, passei por uma estante com bolsas, chaveiros, copos, agendas, bloquinhos e encontrei o item mais barato da loja, uma Eco Bag, com o pôster do US Open 2012, por U$ 5.  O chaveiro com a réplica do trofeu do US Open custa U$ 15.

 

Enquanto andava para o lado das camisetas masculinas, me deparei com o item mais caro da loja, uma malinha de viagens ou para levar ao clube, de couro, com o logo do US Open, por U$ 200.

 

Meu item favorito entre as roupas masculinas  foi uma  polo laranja. Mas, acho que nem quando eu voltar com a carteira vou levá-la. Custa U$ 88.  As camisetas masculinas, com desenhos de tênis e NY até que não estavam caras e tinha umas interessantes, por U$ 26. Todas mais baratas que as femininas.

 

Mas, mesmo com esse preço mais barato do que a média de coisas da US Open Collection, fico com VAMOS RAFA ou peRFect.

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Depois de um very busy day in NYC, um passeio pelas lojas do US Open – Vamos Rafa or Roger That -, os livros e entretenimento no torneio

Cheguei hoje bem tarde no US Open. Já passavam das 15h30 quando passei pela entrada da estátua do Arthur Ashe. Diferente do que eu imaginava, em vez do ritmo de trabalho e compromissos diminuir nesta segunda semana, parece que está mais forte ainda.

Comecei a manhã indo parar no endereço errado de uma reunião. Estava com o endereço antigo do lugar onde tinha que ir, o que já me fez chegar atrasada e ter que andar umas 20 quadras – sempre acho que parece perto e no fim nunca é. A única coisa boa de ter ido a pé foi ter visto a escultura do LOVE que fica na 55th street, na esquina com a 6th avenue. Não tinha passado por ela ainda.

A reunião que era para ser breve, demorou e acabou me levando para uma outra. Meu almoço virou um sanduíche daquelas barraquinhas Halal, das ruas de Nova York, o concorrente do cachorro-quente Sabrett. Comi um Gyros de cordeiro em plena Park Avenue e voltei para continuar a meeting.

Consegui, com muito esforço, pegar o shuttle para o US Open às 14h30min, em frente ao Grand Hyatt, depois de descer um três quarteirões correndo, de verdade, no meio da multidão que enche as ruas de NYC, para não perder o horário.

Sentada e esbaforida no ônibus pensei que fosse relaxar um pouco, mas encontrei conhecidos no ônibus e vim conversando a viagem toda com o juiz de cadeira português, Carlos Ramos, entre outros.

Quando cheguei a sala de imprensa, Guilherme Clezar já estava aqui para dar entrevista e contar como foi a derrota para o argentino americano Andrea Collarini.

Tinha uma outra reunião às 16h, aqui no torneio, mas foi remarcada para depois do jogo entre Wawrinka e Querrey, que ainda estava no fim do segundo set.

Trabalhei um pouco no computador e aproveitei que o público estava todo no Arthur Ashe Stadium para ir até a Bookstore do US Open e fazer uma visita às lojinhas do torneio, que ainda não tinha ido.

Primeiro vi que os vídeos (http://gabanyis.com/?p=1634) que selecionei no post de instrução de tênis estão sendo vendidos na loja da USTA para então adquirir os livros da Venus Williams, Come to win, o do Patrick McEnroe, Hardcourt Confidential, o de Jan Kodes, que é mais um livro de mesa, mas muito interessante, A Journey to Glory from Behind the Iron Curtain. Estou levando também alguns exemplars do livro atualizado do Federer, Quest for Perfection e acabei de ganhar o Enredados, La Copa Davis, ésa eterna búsqueda argentina, do meu grande amigo Sebastián Fest.

Vai ser difícil saber por onde começar. Ainda tenho dois livros na frente, que não são de tênis. Comecei a ler “ A Tree Grows in Brooklyn,” de Betty Smith, mas desde que cheguei a New York ele não saiu da escrivaninha do quarto do hotel.

Depois da Bookstore, continuei meu tour pelos stands e lojinhas do US Open.

Elas não tem o charme da loja de Roland Garros. Os produtos são um pouco mais baratos – uma camiseta custa entre US$ 22 e US$ 25 e o boné sai por U$ 25 / e há mais marcas esportivas vendendo aqui dentro, além da loja oficial e uma loja com produtos da marca Arthur Ashe, para beneficiar a fundação do ex-tenista que dá nome à quadra principal. Lá sim os produtos são mais acessíveis.

Uma das lojas que mais vem fazendo sucesso no torneio é a da Nike, com as camisetas Vamos Rafa e Roger That. Pergunto para a vendedora qual vende mais e ela diz que estão empatadas. Mas era a do Vamos Rafa que não tinha mais tamanhos Medium e Large.

As fabricantes de raquetes também vendem produtos aqui no US Open e outros patrocinadores ou fazem demonstração do que tem a oferecer ao público ou criam ações interativas, como é o caso da Continental Airlines, em que você pode sentir como é sentar numa Business Class; o da American Express, que oferece benefícios para os portadores do cartão; a Olympus que tira fotos suas pelo torneio ou te faz estrela de televisão, criando uma propaganda sua do “It must be love.”


Os biscoitos Nabisco, Oreo ou LU, distribuem cookies pelo torneio, assim como o Stonyfield Yogurt, a Panasonic faz demonstração de televisão 3d. Para as crianças há um Smash Zone com quadras e inúmeras atividades para elas se divertirem.

A Heineken tem um bar que faz sucesso no US Open há alguns anos. O Red Star Café, sempre cheio e ponto de encontro sempre, já que fica em frente a sala de imprensa.

Quando volto para a minha mesa, depois da reunião que desta vez foi breve, o jogo do Wawrinka já terminou. A night session já está aberta e a atmosfera no US Open é completamente diferente, é um evento social.

Fãs tentam um lugar nos restaurantes do torneio, ouvem música na praça central, aparecem elengantemente vestidos e não estão nem se importando que ainda faltaria o jogo da Venus e da Schiavone para entrarem no Arthur Ashe para assistir Clijsters x Stosur e depois Nadal x Lopez.

Entretenimento por aqui não falta. Seja nas lojas, nos restaurantes, bares, nas reuniões – algumas são bem informativas – e até vendo um jogo de tênis.

E assim que acabar de colocar este blog com as fotos no ar, vou para a quadra assistir os jogos dessa night session de terça-feira.

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