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Schiavone diverte publico e quer mais um Grand Slam. “Depois que voce ganha um, fica com fome.”

O US Open já entrou hoje na sua segunda semana. Confesso que não havia reparado, até chegar hoje a Flushing Meadows, que as mulheres jogavam por vaga nas quartas-de-final.
Dos quatro jogos femininos de oitavas-de-final deste domingo, escolhi o da Schiavone para dar uma olhada. Queria ver a italiana campeã de Roland Garros jogando em Nova York.
Amigos que vieram ao torneio nesta semana já tinham falado que os jogos dela estavam um show. Primeiro, porque joga um tênis clássico e inteligente e depois porque sempre dá o seu melhor em quadra, vibra, chama o público.
Um jornalista comentava que ir a um torneio e assistir um jogo da “French Open champion” já vale o ingresso.
Tenho que concordar.
Ela é uma “show woman,” e neste domingo o show demorou apenas 68 minutos. Ganhou de Pavlyuchenkova por 6/3 6/0 e está nas quartas-de-final do US Open Tennis Championships pela segunda vez na carreira.
A primeiro foi em 2003, quando foi derrotada por Jennifer Capriati.
Desde a vitória em Roland Garros, no início de junho, o melhor resultado de Schiavone havia sido as quartas-de-final em Montreal, em seis torneios que disputou.
Agora, ela “desencantou” de novo e quer escrever um novo capítulo na sua história.
“Venci um Grand Slam e quero outro. Tenho fome de vitórias, mas tenho que respeitar o Grand Slam e ainda estou longe do ultimo jogo,” disse a italiana, na sua sempre divertida entrevista coletiva.
Perguntaram para ela, qual era o sabor da quadra rápida do US Open, já que havia experimentado o saibro de Roland Garros. Ela falou que ainda não provou, mas que vai pensar em algo se continuar vencendo.
Schiavone também disse que com seu jogo variado e o spin, causa problemas para as jogadoras, por isso está se saindo tão bem. “Eu sou rápida e vario muito as jogadas. Isso atrapalha as jogadoras. Não é como no saibro em que mais lento e dá para fazer uns 10, 20 ou 30 golpes num ponto, mas ao mesmo tempo posso sacar e volear, posso jogar rápido ou mais devagar. É como a pizza Capricciosa. Não é margherita. É Capricciosa, a mesma mas com um ingrediente diferente.”  Pizza aliás, que ela tem comido em Little Italy.
Perguntaram para Schiavone se ela sentiu a pressão depois de Roland Garros. Perdeu na estreia em Wimbledon e em outros torneios também, ou na segunda rodada. Ela explicou. “Pressão tem todos os dias, quando você joga a primeira rodada ou a final. Eu só não estava com energia suficiente.”
Depois de mais de meia hora de entrevista coletiva, em ingles e italiano, a sétima colocada no ranking mundial, ainda passou outra hora dando entrevistas no jardim da sala dos jogadores para uma série de televisões internacionais.
Agora, ela vai descansar e se preparar para o próximo desafio: Venus Williams, que ganhou de Shahar Peer, por 7/6(3) 6/3 e causou com seu vestidinho rosa brilhante.
Clijsters, mais em casa do que nunca, venceu a 18ª partida consecutiva no torneio, ganhando de Ivanovic por 6/2 6/1.
O outro joga das oitavas-de-final deste domingo é entre Stosur e Dementieva. Último jogo da rodada no Arthur Ashe Stadium.
PS – peco desculpas por qualquer falha de acentuacao e por nao ter fotos hoje. Problemas no computador.

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Com Sharapova & Cia, Nike faz o 1º grande evento do US Open em New York

O US Open só começa oficialmente na segunda-feira, mas Nova York já está vivendo o Grand Slam e não é porque o qualifying começou na terça-feira.As principais estrelas do campeonato já estão na Big Apple e aproveitam a semana que antecede o maior campeonato do mundo para treinar e participar de diversos eventos para seus patrocinadores.

Sempre causando “buzz” a Nike levou Rafael Nadal, Roger Federer, Maria Sharapova, John McEnroe e até Serena Williams que não jogará o Grand Slam, ao Pier 54 nesta noite de quarta-feira, para o Nike Knockout event, Lights In, Lights Out, em que montaram uma quadra no Pier e abriram a festa ao público.

A  gigante norte-americana aproveitou também para mostrar as roupas que Federer, Nadal e Sharapova usarão no US Open. Para quem não tinha gostado da camiseta ultra pink do Nadal nos últimos torneios, não se preocupe, ele vai jogar de verde limão de dia, e de preto à noite. Federer também não vai continuar usando o rosa. A cor dele para o US Open é o azul.  E Sharapova vai de azul marinho à noite e azul turquesa durante o dia.

O evento da Nike foi apenas o primeiro de muitos que acontecem em New York City até os jogos começarem.

O próprio sorteio da chave principal, nesta quinta, costuma ser um grande evento para a USTA. Antes realizado em um grande hotel da cidade ou até mesmo na sede da ONU, desta vez, a chave será sorteada no Billie Jean King National Tennis Center.

A chef Ingrid Hoffmann e Roddick

Nesta quinta também muitos dos jogadores “celebs” participaim do BNP Paribas Taste of Tennis, no Hotel W da Lexington Avenue, em que grandes chefs de cozinha oferecem suas delícias aos convidados que pagam US$ 275 para entrar. Os tenistas se juntam aos chefs, colocam a mão na massa e arrecadam fundos para instituições de caridade. Esta é a 9ª edição do Taste of Tennis.

Venus Willimas também tem compromisso nesta quinta. Participa de uma clínica de tênis virtual com a Ralph Lauren, parceira do US Open.

A K-Swiss, patrocinadora de Mardy Fish, Sam Querrey e Vera Zvonareva, também já anunciou evento no mesmo hotel W, no sábado; a Donnay que está voltando ao tênis patrocina um torneio Pro-Am cheio de ex-campeões de Grand Slam, no domingo; a Wilson costuma fazer sua festa em um dos outros hotéis da cidade, no fim de semana.

Estes são apenas alguns dos pré-eventos do US Open.  Sessões de autógrafos na Macy’s, aparições na Times Square – lembram-se de Guga, Ivanisevic e Agassi em um evento da Head, em 2001, em pleno coração da vibrante cidade? – entrevistas em lugares inusitados de Manhattan, ainda agitarão New York até o torneio começar de fato na segunda-feira.

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Os meus best sellers na literatura do tênis. Agassi, Serena, Sampras, Seles, Ashe, McEnroe…

Uma troca de mensagens no Twitter, na tarde desta quarta-feira, me fez pensar em livros.

A questão se referia aos livros das irmãs Williams.

Fã de livros, ainda mais de autobiografias, na hora respondi que o da Serena valia a pena ler.

O da Venus, Come to Win: Business Leaders, Artists, Doctors, and Other Visionaries on How Sports Can Help You Top Your Profession ainda não li. Quando vi o título pela primeira vez pensei se tratar de um daqueles livros chatos, com muita auto-ajuda, mas lendo algumas páginas, disponíveis nos sites internacionais de livrarias virtuais, está me parecendo muito mais um exemplo de como o esporte pode mesmo te ajudar na vida. Há depoimentos inclusive do ex-presidente norte-americano Bill Clinton.

Bem diferente do livro da Serena – aliás, difícil as irmãs fazerem coisas iguais, estão sempre juntas, mas se diferenciando uma da outra -, que é uma autobiografia.

Fiquei pensando no que me atraiu no livro dela. A primeira razão de adquirir um exemplar foi puramente profissional.

Como editora de uma revista de tênis tenho por obrigação ler materiais como este. Achei estranho e ainda acho ler autobiografias de tenistas que ainda estão em atividade, mas ao ler o Serena Williams, On The Line, não senti falta da carreira dela ainda não ter terminado. Demorei para pegá-lo para ler e confesso que o livro não foi um daqueles que fluiu, que me fez virar página após página, sem parar. Mas, foi um livro que me trouxe muita informação sobre a história dela e de toda a família Williams que eu jamais havia ouvido falar e o interessante é ler sobre essas histórias não por alguém que apurou os fatos e escreveu, mas sim da própria personagem.

Ela conta com detalhes como era a vida na Califórnia, bem antes da fama, como no início todas as irmãs treinavam, como iam para o treino – em uma van -, como ela convenceu o pai que jogaria o primeiro torneio, como aconteceu a mudança para a Flórida, como viveu a morte da irmã Yetunde e por aí vai.

Dá para perceber no livro também a admiração que ela tem pela irmã Venus, que desde a infância mantém o papel de irmã mais velha e protetora e entre outras coisas, que sua vida se divide entre a de uma super atleta, de celebridade e de uma pessoa normal, que vai à faculdade e faz curso de manicure.

Por ser uma rica fonte de informações, gostando ou não da Serena e suas attitudes, a leitura de On The Line é válida.

Ao pensar um pouco no livro dela, olhei em volta da minha sala na redação da Tennis View e percebi quantos livros de tênis eu já tinha lido. Resolvi então fazer uma seleção dos mais interessantes, começando pelo livro de Andre Agassi, Open, que teve sua versão em português lançada recentemente.

Independentemente de toda controvérsia que surgiu semanas antes do livro ter sido lançado, com Agassi confessando ter usado drogas e mentido em um tested a ATP, eu já teria adquirido o exemplar, imaginando que se Agassi estava lançando uma biografia teria algo de novo para contar.

Toda a controvérsia gerada com os capítulos publicados pré-lançamento no The Times da Inglaterra, os depoimentos dos jogadores, praticamente todos atacando o norte-americano e sua entrevista no programa 60 minutes, em que parecia completamente transtornado, aumentaram ainda mais a minha curiosidade.

Este livro sim, eu devorei. Mais ainda do que o livro da Serena, o do Agassi traz, muito além da história das drogas e da peruca, uma verdadeira descrição de quem ele é e como viveu, desde o momento em que o pai colocou uma raquete na mão dele até os dias de hoje, a relação de amor e ódio com o esporte.

O livro todo, capítulo a capítulo, é baseado nas relações de Agassi, começando pelo pai e passando pela mãe, os irmãos, o ex-melhor amigo Perry Rogers, Nick Bollettieri, Gil Reyes, Brooke Shields, Steffi Graf, entre muitos outros. Cada página foi tão bem escrita – Agassi contratou o vencedor do prêmio Pulitzer, J.R. Moehringer – que apesar de ser uma autobiografia de um tenista você parece estar lenda uma verdadeira obra prima, diferente de qualquer outro livro de tênis, de esportes, que eu já tenha lido.

Os capítulos estão tão bem amarrados, que quando você está lendo o livro, sem pular páginas, a parte que fala das drogas, da peruca, do exame anti-doping da ATP, não chocam tanto, porque lendo a história todo você parece entender o ser humano Andre Agassi.

Os fãs de romance vão adorar todo o relato de como ele se apaixonou por Graf e a conquistou.

A lista de livros é grande e se for relatar o que cada tenista contou é melhor eu começar a escrever um livro sobre os livros e deixar todos os meus outros afazeres de lado.

Continuo aqui observações mais sucintas sobre os outros livros.

You Can Not Be Serious, do John McEnroe é outro livro que se destaca nas autobiografias dos tenistas. Não sei, se no meu caso, por eu não ter acompanhado de perto a carreira dele, mas me trouxe também muita informação e a leitura foi das mais agradáveis.

O livro de Pete Sampras, a Champion’s Mind, ou em português Mente de Campeão, também entre na lista dos meus favoritos. Ao ler o livro não estava achando tão interessante, mas com o passar das páginas fui percebendo que havia ali muitas passagens que nunca haviam sido contadas e que o objetivo do livro, de relatar como pensa um campeão, estava sendo cumprido. A visão de Sampras sobre o que é ser um atleta profissional e como ele trilhou o seu caminho, merecem atenção.

Fã de Monica Seles, desde criança, devorei o livro Getting a Grip on My Body, My Mind, My Self. Muito mais do que aprender sobre a carreira vitoriosa dela, antes da fatídica facada, o livro é um fiel relato de como ela viveu aquele momento e como o acidente transformou completamente a sua vida, causando sérios danos a sua saúde mental e física. É chocante ler as descrições de como ela perdia o controle com a comida, como se sentia mal quando vestia uma roupa de jogo e ficava apertada e quanto tempo demorou para ela conseguir sair do buraco.

Adorei ler o livro de Boris Becker, The Player. É outro livro, que já começa falando do episódio em que ele engravidou uma garçonete, em um bar de Londres, após o seu último jogo como profissional e em que você sente de fato estar ouvindo a própria voz do autor página após página.

O “Je Voulais Vous Dire,” de Henri Leconte, também me agradou muito. Não era um tenista que eu conhecia muito, apesar de sempre ler e ouvir histórias sobre ele. O livro, além de detalhes da carreira, relata como era o circuito nos anos 80 e início dos anos 90, o que é sempre interessante.

Um dos primeiros livros que li, antes mesmo de me tornar jornalista e guardo até hoje é o Arthur Ashe, Days of Grace, que ele escreveu com Arnold Rempersad, um ano antes da sua morte.

O livro de Billie Jean King, Pressure is a Privilege: Lessons I’ve Learned from Life and the Battle of the Sexes, é pequeno, com poucas páginas e fácil de ler. É também um livro de auto-ajuda, com conselhos desta lenda mundial que tanto fez e continua fazendo pelo tênis. Mesmo sendo um livro pequeno, dá para ter mais apreço ainda pela pessoa especial que é Billie Jean. Foi a primeira vez que li, em detalhes, como foi a famosa “Battle of the Sexes,” entre ela e Bobby Riggs.

Outro livro que não é exatamente uma autobiografia, mas é bem interessante é o de Martina Navratilova, Shape Your Self. Entre dicas de hábitos saudáveis, alimentares e físicos, ela conta alguns detalhes da sua vida no circuito.

Best Seller do New York Times, o livro de James Blake.

Breaking Back: How I Lost Everything and Won Back My Life, não me entusiasmou. Não trouxe quase nada que eu não soubesse sobre sua história. Talvez, para um leigo no esporte, seja interessante.

Os livros de Roger Federer, Quest for Perfection – sera lançado em português ainda neste ano –  e de Rafael Nadal, “Rafael Nadal, a biografia de um ídolo do tênis,” de Tom Oldfield, não são auto-biográficos, mas são boas fontes de informação, especialmente o de Federer, do amigo jornalisa René Stauffer.

Tenho dois livros na minha prateleira, me olhando diariamente, o de Rod Laver, The Education of a Tennis Player e do Fabrice Santoro, A Deux Mains.

Mas, estou lendo outros dois livros fora do esporte e é preciso ler outras coisas de vez em quando.

Assim que concluir a leitura de ambos faço um post contando  o que achei de cada um deles.

Ah, já ia me esquecendo. Tem outros dois livros que gostei muito de ter lido, com histórias interessantes do circuito, o do Brad Gilbert, I’ve Got Your Back e o de Nick Bollettieri, My Aces, My Faults.

Já li inúmeros outros livros de tênis, mas assim de cabeça – já saí do escritório com minha prateleira repleta deles – são os que me mais me recordo e com certeza, se recordo é porque ou são recentes, ou são os mais legais.

PS – Quase esqueci, mas jamais poderia. Aqui Tem, o livro do Fernando Meligeni com o jornalista André Kfouri é uma agradável leitura das melhores passagens do tenista no circuito mundial. Só o fato de Meligeni, um tenista, ter  conseguido lançar um livro no Brasil, país em que pouco se lê, merece aplausos.

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Conquista em Wimbledon coloca Serena na capa da Sports Illustrated e mostra domínio da atleta no tênis, há mais de uma década

Serena comemora conquista do 13º troféu de Grand SLam (Cynthia Lum)

Já faz muito tempo, não sei dizer ao certo o ano, se foi no início de 1997 ou 1998. Acredito que tenha sido em 1997 a primeira vez que vi as irmãs Venus e Serena Williams e o famoso pai, Richard Williams.

Elas eram adolescentes, usavam miçangas na cabeça, sorriam para tudo e deixavam claro ter a intenção de conquistar o mundo. Venus, um ano mais velha, já jogava mais torneios do que Serena

Lembro na época que muitos duvidavam do verdadeiro potencial de duas meninas, treinadas pelo pai, sem nenhum histórico no tênis, sem terem disputado torneios juvenis e que diziam ser as próximas números um do mundo.

Mas, o que mais me chamou atenção na época, foi o fato de Richard ter dito. “Se vocês estão impressionados com a Venus, esperem até observarem a Serena jogar. Ela é melhor ainda.”

Essa afirmação ficou comigo desde então e Serena, ao longo dos anos, provou mesmo ser melhor do que a irmã Venus.

Com a conquista em Wimbledon, no sábado, em que derrotou Vera Zvonareva, por 6/3 6/2, Serena ergueu o seu 13º troféu de Grand Slam, quase o dobro de Venus, que tem sete. Serena já está bem a frente de Venus no livro dos recordes. Entrou para o seleto grupo de tenistas que completaram o Grand Slam. Ganhou os quatro maiores torneios do mundo. Venus nunca ergueu a Taça de Roland Garros e do Australian Open.

Foi Serena também a primeira das duas a ganhar um torneio do Grand Slam. Ela foi campeã do US Open em 1999. Venus ganhou o seu primeiro Grand Slam no ano 2000, em Wimbledon.

Pessoalmente sempre gostei mais de Serena, a mais extrovertida e sorridente das irmãs. Não sei dizer o motivo, mas alguém com um sorriso no rosto é sempre mais fácil de simpatizar. Serena tem também uma afinidade enorme com o Brasil. Durante uma época, no início da sua carreira, queria aprender português. Era super fã do Guga.

O que impressiona na história dela é que tudo isso, desde que ela ganhou o primeiro Grand Slam, já faz mais de 10 anos e ela continua dominando o tênis da mesma maneira que fazia uma década atrás.

Claro que com altos e baixos, participando do circuito à sua maneira, jogando apenas os torneio que quer, que não costumam passar de 13, 14 ao ano, falando o que bem entende e levando a vida para Jeová e para fazer o que bem entender e quando quiser.  Até curso de manicure ela fez recentemente, mas sem jamais esquecer o lado social. Está ajudando crianças na África, construindo escolas. A próxima é no Kenya.

Mas, mesmo competindo pouco, o que fica claro é que quando Serena se prepara e quer é difícil rivalizar com ela.

Ela parece ter uma força superior a das outras tenistas, tanto física, quanto mental e exercer uma influência no esporte raramente vista.

Seu jogo força elevou o nível do tênis nos últimos anos. Com o potente saque, que nenhuma outra tenista consegue imitar, conseguiu vencer Wimbledon mais uma vez.  Nossa fotógrafa, Cynthia Lum, que acompanha os jogos de dentro da quadra, chegou a escrever no blog dela (http://cynthiasinsiderblog.wordpress.com) que até assusta estar diante de Serena em quadra, tamanha é sua presença.

Capa da Sports Illustrated

Com status de estrela de Hollywood nos Estados Unidos, onde costuma aparecer, além dos maiores momentos do esporte, nos grandes eventos de moda e até na Casa Branca para se encontrar com a família Obama, o feito de Serena, que passou até mesmo a lendária Billie Jean King na lista de número de troféus de Grand Slam (ela tem 12 e Serena 13), a irmã de Venus, em meio a Copa do Mundo de futebol, é a capa da Sports Illustrated que chega às bancas nos EUA nesta semana.

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