Tag Archives: Victoria Azarenka

Roland Garros: Com drama, Bartoli vence na estreia. Azarenka e Serena jogam na quarta

Com o atraso na programação causado pela chuva, a estreia da bielorrussa Victoria Azarenka, nº 3 do mundo, que seria o grande destaque da programação feminina desta terça em Roland Garros, acabou passando para quarta.

Dessa forma, a emoção no jogo da francesa Marion Bartoli ganhou destaque e ela contou com o apoio da torcida para salvar match-point e depois conseguir a virada no fim do terceiro set, fechando a partida com parciais de 7/6(10) 4/6 e 7/5.

Bartoli peq

A sérvio Jelena Jankovic também fez sua estreia e venceu a eslovaca Daniela Hantuchova com parciais de 6/4 7/6(7).

A australiana Samantha Stosur, nona favorita da chave, venceu a japonesa Kimiko Date-Krumm por 6/0 e 6/2, enquanto a francesa Alize Cornet, cabeça 31, passou pela portuguesa Maria João Koehler por 7/5 6/2.

Azarenka, Serena e Ivanovic jogam na quarta

Além estreia de Victoria Azarenka, que enfrenta a russa Elena Vesnina, quem também joga a primeira rodada na quarta será a tcheca Petra Kvitova, cabeça 7, que enfrenta a local Aravane Rezai.

O dia também marcado pela realização de vários jogos da segunda rodada.

A norte-americana Serena Williams, nº 1 do mundo, enfrenta a francesa Caroline Garcia, enquanto a sérvia Ana Ivanovic, busca uma vaga na terceira rodada contra Matilde Johansson, também da França.

Destaque também para a partida da polonesa Agnieszka Radwanska, quarta favorita da chave, contra a norte-americana Mallory Burdette.

Para conferir todos os resultados desta terça-feira, clique aqui.

Para conferir a programação de quarta, clique aqui.

Filipe Alves, da Revista Tennis View.

Foto: FFT

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Roland Garros: Sharapova, Na Li e Radwanska vencem com tranquilidade na estreia. Azarenka joga na terça

A russa Maria Sharapova foi o destaque do dia na chave feminina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, que é disputado no saibro de Paris.

Atual campeã  do torneio e nº 2 do mundo, ela fez sua estreia com tranquilidade, vencendo a taiwanesa Su-Wei Hsieh com parciais de 6/2 e 6/1.

Sharapova FFT peq

A chinesa Na Li, cabeça 6, também conseguiu uma vitória em sets diretos na estreia, vencendo a espanhola Anabel Medina Garrigues por 6/3 e 6/4.

Outra favorita que conseguiu boa vitória foi a polonesa Agnieszka Radwanska, que passou pela israelense Shahar Peer com um duplo 6/1, enquanto a dinamarquesa Caroline Wozniacki, décima favorita da chave, venceu a britânica Laura Robson por 6/3 e 6/2.

Destaque também para a vitória da alemã Angelique Kerber sobre a compatriota Mona Barthel por 7/6(6) e 6/2, além do triunfo da italiana Francesca Schiavone, campeã em 2010, sobre a húngara Melinda Czink, com parciais de 6/0 e 7/6(1).

Azarenka é o destaque da terça-feira

A bielorrussa Victoria Azarenka faz sua estreia em Roland Garros nessa terça. Terceira favorita da chave, ela joga contra a russa Elena Vesnina.

A tcheca Petra Kvitova, cabeça 7, enfrenta a francesa Aravane Rezai, enquanto a local Marion Bartoli tem pela frente  a bielorrussa Olga Govortsova.

Também na terça, a australiana Samantha Stosur, 9ª favorita da chave, enfrenta a experiente japonesa Kimiko Date-Krumm, e a russa Maria Kirilenko, cabeça 12, estreia contra a compatriota Nina Bratchikova.

Para conferir todos os resultados desta segunda-feira, clique aqui.

Para conferir a programação completa desta terça, clique aqui.

Filipe Alves, da Revista Tennis View.

Foto: FFT

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Azarenka, a bielorussa campeã do Australian Open e nova nº 1 do mundo

Há um ano, Victoria Azarenka era uma top 10 consistente. Uma tenista que jogava bem e estava sempre lá entre as 10 melhores do mundo, beliscando um torneio menor e chegando até as quartas ou semifinais de um maior.  Mas, daí para se tornar número um do mundo, alguma coisa mudou.

A bielorussa de 22 anos entendeu que para chegar além precisaria trabalhar mais, melhorar o físico, ser mais consistente em alguns golpes e também evoluir mentalmente.

E foi o que ela fez. Os meses de 2011 foram passando e a campeã do Australian Open, que derrotou Maria Sharapova por 6/3 6/0 na final, foi crescendo e encostando na amiga  Caroline Wozniacki. Tanto encostou, que tirou o trono da dinamarquesa.

Desde 2009 ao lado do francês Sam Sumyk, Azarenka, a primeira bielorussa a conquistar um Grand Slam, quer mais.

Ela é a 21ª tenista a alcançar o posto mais alto do ranking mundial. Feito para poucas, mas num circuito que perdeu um pouco das grande estrelas, foi a quinta tenista diferente na sequência a vencer um Grand Slam. No ano passado, Clijsters, Li Na, Kvitova e Stosur conquistaram os maiores títulos do calendário mundial do tênis.

Apesar de pouco conhecida mundialmente, o esporte espera que ela consiga manter a consistência, especialmente agora em que a WTA deixará de ser criticada por ter uma número um sem um título de Grand Slam, como era o caso de Wozniacki, líder por 67 semanas.

Nascida em Minsk, Azarenka começou a se projetar no tênis ainda criança e no início da adolescência foi treinar na Espanha. Não gostou da experiência e teve uma segunda oportunidade de ir para o exterior, na sequência. Foi para os Estados Unidos e lá se encontrou. Teve o português Antonio Van Grichen como um de seus primeiros grandes mentores, ganhou o Australian Open juvenil em 2005 e sete anos depois levantou a taça de campeã, a Daphne Cup, derrotando as melhores do mundo e também campeãs em Melbourne, CLijsters e Sharapova, na sequência.

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Do jeito que o dia começou, frio, com chuvisco passando por chuva forte na hora do almoço, o final da tarde, início da noite ficou dos mais agradáveis em Wimbledon.

Acordei cedo para ir a um café da manhã / reunião, um pouco fora do centro e da rota Hotel – Wimbledon.

Achei que seria mais fácil pegar o metrô direto do lugar da reunião para Wimbledon, em vez de voltar para o hotel e pegar o carro para ir ao torneio.

Que erro eu fiz.

Ao sair do metrô, na estação de Southfields, já chuviscava.

Tentei e não consegui colocar o capuz do meu casaco – é daqueles que saem – então entrei num mercadinho e fui comprar um daqueles guarda-chuvas baratinhos, já que eu tinha esquecido o meu.

O guarda-chuva quase voou e quebrou no caminho da estação até Wimbledon, de tanto que ventava, ou de tão frágil que é o guarda-chuva de 5 libras (também, nem que quisesse eu teria outra escolha no mercadinho).

Ao entrar em Wimbledon a chuva apertou e todo mundo começou a se espremer nos lugares cobertos ou a abrir guarda-chuva.

Jogo só na quadra central mesmo, com o teto. E que jogo! Kimiko Date Krumm, aos 40 anos, levou Venus ao limite, vencendo no final por 6/7(6) 6/3 8/6  e a americana só foi elogios para a japonesa depois. “Ela não parece que tem 40 anos e é um exemplo e inspiração para todas nós.”

Vi um pouquinho desse jogo na quadra central, com o teto, fiquei um tempo no computador trabalhando com o escritório no Brasil e depois que a chuva forte passou, fui dar uma volta pelas quadras.

Primeiro me atentei à moda – será tema de um outro post – e acho que como as roupas são todas brancas, o design acaba se destacando um pouco mais e depois sentei um pouco nas diferentes quadras para ver um pouco de cada jogo.

Na volta para a sala de imprensa o sol estava mais firme e fiquei no terraço. De lá pude apreciar de fato a vista privilegiada que temos.

É neste terraço que os jogadores fazem algumas entrevistas exclusivas, principalmente com a televisão, já que o terraço serve de ligação entre as quadras do fundo do AELTC, press center e sala de jogadores.

Além de dar para apreciar a vista, assistindo alguns jogos ao mesmo tempo, é um ótimo lugar para encontrar as pessoas, jogadores, técnicos e observar a multidão pelo torneio.

É deste mesmo lado que fica o restaurante da imprensa, um andar acima, com vista ainda mais ampla do AELTC. Dá para ficar lá apreciando o torneio e assistindo jogos incríveis, especialmente neste começo de torneio, quando jogadores tops também competem por aqui, o dia todo. Só hoje passaram por estas quadras, Victoria Azarenka, Flavia Pennetta, Dominika Cibulkova, Gael Monfils, Daniela Hantuchova, Feliciano Lopez, entre outros.

É, a vista do terraço é privilegiada.

 

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US Open Tennis – The Heat is on

Aqui no US Open não se fala em outra coisa, “The Heat is On.”

Li hoje de manhã no New York Times que desde 1993 não fazia tanto calor nesta época de US Open.

Raras vezes, nestes anos que venho ao torneio fez frio. É sempre quente, mas um pouco mais fresco à noite e um casaquinho tem que estar à mão em todos os momentos para suportar o ar-condicionado da sala de imprensa, dos restaurantes, do carro.

Neste ano, meu casaquinho só está fazendo a viagem do quarto do hotel para o US Open todos os dias, intacto. E o ar-condicionado da sala de imprensa está ligado no máximo.

Ontem à noite também, preferimos sentar numa mesa outside para jantar no Sushi Samba e dez minutos depois já tinha me arrependido da escolha. O calor às 22h estava de mais.

Ontem já estava vendo algumas entrevistas em que perguntavam aos jogadores se eles gostariam que a ATP aderisse ao “Heat Policy”, como faz a WTA, que permite que as jogadoras façam um break de 10 minutos depois do segundo set, quando a temperatura atinge níveis extremos. (Dizem que a temperatura de manhã estava 36ºC hoje).

Todas as respostas que ouvi dos jogadores da ATP é que mesmo com esse calorão, não deveria haver essa regra para a ATP.

Mesmo Sam Querrey, que admitiu estar sentindo cãibras hoje na partida em que venceu Klhan por 6/3 4/6 7/5 6/4, disse que não e que também não é favor de se construir uma quadra com teto retrátil para que se feche o teto quando estiver muito quente.  “O tênis é um esporte físico. Você deveria ser recompensado pelo trabalho duro. Se você é um jogador que está em forma,  não deve ser prejudicado por isso.”

Baghdatis, eliminado ontem por Clement, disse que estava quente, mas que o calor não o afetou tanto. “Em Cincinnati também estava muito quente, mas já está assim há alguns dias. A gente tem treinado nesse calor. Não foi isso que me fez perder. Estava cansado mental e fisicamente.”

Clement, o vitorioso após mais de três horas de jogo, também afirmou que o calor estava forte, mas que é parte do jogo e que não é a favor de uma regra para altas temperaturas. “Alguns jogadores gostam de jogar quando está quente. Alguns gostam de jogar no inverno, na grama, indoor. Há tenistas que tem melhor físico e é bom enfrentar diferentes condições de temperatura. Sou contra ter uma regra.”

Tenista Americano que mais se destaco no Olympus US Open Series, Mardy Fish também falou sobre o calor. Dez quilos mais magro e ganhando jogo após jogo, Fish disse que está muito quente em NY, mas nada se compara ao que ele e o amigo John Isner enfrentaram na final em Atlanta, há pouco mais de um mês, vencida por ele. “Comparado a Atlanta, aqui está gostoso. Deve estar uns 20 graus a menos e nem tem a umidade. Claro que está calor, mas nem perto do que já passamos neste verão.”

Djokovic, que costuma sofrer com problemas respiratórios e com o físico também, disse ontem, após vencer Troicki em cinco sets, que o calor está aí para todos e que tem que enfrentá-lo, não há o que fazer. “Fui paciente e tentei não entrar em pânico. Estava esperando pela sombra. Passamos por situaçoes extremas muitas vezes.”

Gael Monfils, que venceu Robert Kendrick na segunda-feira, em cinco sets, disse que quando a sombra apareceu na quadra, ele ficou tão feliz que se sentiu num “encontro romântico com a namorada.”

Até mesmo o alemão jamaicano Dustin Brown confessou estar sentindo o efeito do calor. “Vivi na Jamaica durante uns sete oito anos da minha vida e estou acostumado ao calor. Mas hoje está muito quente. Lutei contra ele,” afirmou após a vitória sobre Ruben Ramirez Hidalgo.

Murray que não teve dificuldades para vencer Lukas Lacko, disse que na quadra central não se sente tanto o calor, mas que nas outras é pior. “Senti mais calor quando fui aquecer do que quando jogava.”

Eliminado pelo jovem Ryan Harrison, Ivan Ljubicic disse que o calor foi o seu pior inimigo hoje. “SEmpre tive dificuldade com o calor, durante toda a minha carreira. Já tentei diferentes táticas e nada funciona. Eu tenho muito suor, não me sinto bem, não me movimento bem e o Ryan estava jogando o melhor tênis dele. Acho que a regra que eles tem na Austrália de que quando se chega a uma certa temperatura ninguém joga, é a melhor. Esse break de 10 minutos, da WTA, não ajuda.”

Chela, que também venceu hoje (derrotou Yen HSun Lu(, afirmou ter a sensação de que o tênis pegava fogo.

Mas, ninguém foi mais assunto hoje do que Victoria Azarenka.

Ela caiu na quadra enquanto enfrentava Gisela Dulko, foi levada ao hospital e até sair o comunicado oficial muita gente achava que a queda estava relacionada ao calor.

Eis aqui o official statement:

“I was warming up in the gym prior to my match against Gisela Dulko when I fell while running a sprint.  I fell forward and hit my arm and head.  I was checked by the medical team before I went on court and they were courtside for monitoring. I felt worse as the match went on, having a headache and feeling dizzy.  I also started having trouble seeing and felt weak before I fell. I was taken to the hospital for some medical tests and have been diagnosed with a mild concussion.“

Mas, esse assunto de calor não deve durar muitos dias.

O Hurricane Earl está previsto para chegar na sexta-feira.

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